O blog da Flusócio é a casa virtual de todo tricolor!
Conheça aqui o Fluminense e seus bastidores.

O grupo Flusócio nasceu de conversas informais na arquibancada. Um grupo de torcedores indignados com a maneira como o clube tem sido administrado nos últimos tempos vislumbrou a necessidade de entrar como sócio e tentar mudar o Fluminense de dentro para fora.
Se você tem elogios, sugestões ou críticas sobre o conteúdo do blog, escreva para blog@flusocio.com.br. Se você quer participar da Flusócio ou esclarecer qualquer tipo de dúvida sobre o processo político do Fluminense, escreva para faleconosco@flusocio.com.br

Santa Catarina, a praia tricolor

Na década de 80, o Fluminense trouxe jogadores do sul do país e conquistou vários títulos com a base que montou. De uns anos para cá, a tática vem quase se repetindo. O Flu tem se especializado em contratar revelações do futebol catarinense, seja do Avaí, Figueirense ou Criciúma. A maioria dos atletas é jovem e chega com contratos de dois anos ou mais. O apoiador Cícero e o atacante Soares são os casos mais emblemáticos. Recentemente também chegaram o lateral Uendel, o zagueiro Cássio e os apoiadores Marquinho e Válber. Que as energias positivas daquela terra, onde conseguimos nosso último título, tragam bons frutos para colhermos nas Laranjeiras.


Transparência, por favor

Uma grande notícia de final de ano para a torcida tricolor foi a permanência do nosso pequeno grande meia-atacante Conca. O argentino baixinho, valente e bom de bola, tem tudo para se firmar como ídolo do Fluminense.

A Flusócio, todavia, embora feliz como todos tricolores, possui dúvidas sobre as condições da transação. A CEBOAFLU (Central de Boatos do Fluminense) fala na cessão de parte dos direitos econômicos do zagueiro Dalton, do meia Tartá e do atacante Maicon em troca dos direitos econômicos do Conca, que teria um contrato de três anos.

Parece bom negócio, mas sem conhecermos os detalhes não podemos ter certeza. A Flusócio e, temos certeza, toda a torcida tricolor, gostaria que fosse esclarecido o seguinte:

1 - O negócio já está sacramentado?

2 - Qual percentual dos direitos cedidos de cada um dos três jovens jogadores?

3 - O Fluminense possui 100% dos direitos do Conca? Caso negativo, qual a sua participação?

4 - A Unimed será responsavel por pagar parte de seus salários?

5 - Qual a duração do contrato do jogador?

6 - Qual o valor da cláusula penal do contrato do argentino? Em caso de proposta abaixo do valor da cláusula penal, a quem compete decidir sobre uma eventual negociação: Fluminense, Unimed ou Traffic?

Consideramos que inexiste motivo para que as cinco primeiras perguntas acima fiquem sem resposta, na medida em que elas nao se reportam a valores ou a questões de natureza estratégica. A sexta, o clube pode preferir não responder, nós entendemos.

Aguardamos ansiosamente que a administração do Fluminense Football Club se manifeste.


Muito Obrigado, Guerreiro

A torcida tricolor nunca esquecerá aquela matada de bola no peito, o tempo perfeito para esperar a pelota cair e o chute de direita, direto para dentro do gol, dando início a uma explosão de alegria.

Roger é um jogador marcado pelas vitórias. Não poderia ser diferente. Profissional exemplar, inteligente, bom de bola, raçudo, trabalhador. Roger desenvolveu todos os atributos de um grande atleta.

Chegou ao Fluminense em 2006 para jogar de lateral-esquerdo, sua posição de origem. Logo na estréia meteu um belo gol. Foi o primeiro dos muitos gols que fez com a camisa do Fluminense, uma boa performance para um defensor que nunca foi titular absoluto do time.

Com o tempo migrou para a zaga, sempre dando conta do recado. Seu trabalho duro serviu de exemplo e inspiração para os jovens que tiveram o privilégio de trabalhar com ele. Cena comum nas Laranjeiras era ao final do treino o Roger ser o único jogador a permanecer no gramado, dedicando-se a melhorar sua performance. Sempre deixou claro o prazer que sentia por jogar no Fluminense.

Roger, apesar desse final mal acabado na sua relação com o clube, saiba que a torcida tricolor muito te agradece, por tudo, especialmente pela honra demonstrada na defesa da camisa do Fluminense. Tenhas certeza que seu nome está guardado para sempre na galeria dos eternos heróis tricolores.


À espera de uma tragédia

Na manhã de sexta-feira da semana passada, dia 26/12, um leitor do Blog da Flusócio esteve na sede do nosso Fluminense Football Club e resolveu enviar uma sugestão de pauta: o atual estado de abandono do estádio das Laranjeiras.

Resolvemos apurar e constatamos que o pior cenário encontra-se nas arquibancadas populares (aquelas de dois andares), do outro lado das sociais. Estas arquibancadas, que são na verdade dois terços da estrutura do antigo estádio, estão completamente abandonadas.

As fotos deste post falam por si. Elas exibem estruturas de concreto com ferragens à mostra,  muito comprometidas por conta de infiltrações. Alambrados danificados, com buracos nas cercas de arames, fiação elétrica à mostra, com “gambiarras” para todos os lados, paredes dos acessos ao segundo nível que caíram, com buracos nas estruturas à mostra, alguns degraus das arquibancadas rachados e quebrados. Há muito lixo por todos os lados e o local, de tão abandonado, serve hoje de habitat para dezenas de morcegos.

Mesmo que os jogos oficiais não sejam mais realizados em Laranjeiras, como alguém pode permitir a circulação de pessoas em condições tão perigosas? Lembramos que são comuns os treinos com portões abertos e jogos decisivos de divisões de base, masters e outros campeonatos secundários em Laranjeiras.

Será que vai ser preciso uma tragédia como a que ocorreu na Fonte Nova em 2007 para que alguém tome alguma providência? Será que é pedir muito não deixar fiação exposta, recolher o lixo, remendar minimamente as infiltrações e interditar as áreas que ameaçam desabar pedaços de concreto na cabeça das pessoas?

Não custa lembrar que existe um Projeto de Lei na Câmara Municipal que destomba parte do clube, incluindo o estádio (PL 705/2006 - Clique aqui e confira), e isso é importante para se começar a pensar em uma melhor destinação para aquele espaço. Talvez tenha chegado a hora de refletirmos porque de repente não faz mais sentido manter um estádio onde não se pode jogar por conta de decisões do poder público (CET-Rio, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Defesa Civil). Além disso, Laranjeiras não atende aos requisitos mínimos do Estatuto do Torcedor.

Pena, porém, que a diretoria não mexe um dedo para agir politicamente pelo destombamento, assim como não consegue viabilizar o tão sonhado Centro de Treinamento para o futebol profissional. E com isso, infelizmente, vamos seguindo reféns de um espaço nobre do clube que é sub-aproveitado e ainda corremos o risco de um acidente acontecer nas arquibancadas de nosso saudoso estádio, um dos primeiros da América Latina, cenário de grandes jornadas e conquistas.


As perspectivas para a Copinha 2009

Terá início neste sábado, dia 03/01/2009, a 40ª Copa SP de Futebol Júnior.

Forma de disputa

A forma de disputa não será alterada em relação ao ano passado. Participarão da primeira fase um total de 88 associações que serão divididas em 22 grupos de 4 clubes cada.

As associações jogarão entre si, dentro do grupo em turno único, classificando-se para a segunda fase a associação que obtiver melhor classificação em cada grupo mais as 10 melhores colocadas por índice técnico, independentemente do grupo a que pertençam. A partir da segunda fase, teremos sistema de eliminatória simples (mata-mata), em um total de 163 jogos.

História

Quem vê o formato atual da Copa São Paulo de Futebol Júnior provavelmente nem imagina que a primeira edição do torneio, em 1969, foi organizada com menos de um mês de antecedência e decidida em somente três partidas com a vitória do Corinthians. No ano seguinte, novamente quatro equipes e o bicampeonato corintiano.

Depois das duas primeiras edições com somente quatro equipes paulistas, o torneio de 1971 teve 16 times. Após alguma resistência, o Fluminense foi o primeiro clube a aceitar o convite. Logo depois, aderiram Botafogo (RJ) e Grêmio (RS). A primeira Copinha com times de outros estados teve uma final carioca: o Fluminense surpreendeu o favorito Botafogo, que havia goleado todos os outros adversários, e levou o título para as Laranjeiras.

Em 1972, o certame contou com 23 clubes – o Vasco (RJ) desistiu e deixou um dos grupos com apenas três times. O número de 16 participantes foi o mais comum até 1982. Depois, 24 e 32 equipes, no formato mais recorrente do torneio, com algumas exceções, como as 20 equipes de 1983 e as 40 de 1991 e 1997. A partir daí, a competição “inchou” rapidamente, até chegar a 72 times em 2001. Depois de uma ligeira diminuição nas duas edições seguintes, a Copinha de 2004 teve 80 clubes e desde 2005, o torneio tem mantido o número fixo de 88 equipes de todos os estados do Brasil.

A condição de competição de categorias de base mais importante do país vem sendo ameaçada pelo inchaço, com a inclusão de várias equipes de empresários e de equipes de municípios paulistas que viabilizam financeiramente o torneio. Também houve o surgimento do Campeonato Brasileiro de Futebol Jr em 2006, que teve em dezembro sua terceira edição.

De qualquer forma, a Copinha ainda é a mais importante e em 2009 todos os clubes que formam o Clube dos Treze estarão presentes, com a exceção do Botafogo.

Dois fatores principais ainda mantêm a Copinha como a competição mais importante:
- O período de disputa (sem concorrência do futebol profissional)
- O limite de idade (um ano a menos que o Campeonato Brasileiro)

A idade-limite foi outro fator que variou ao longo da história do torneio. Com a inexistência da categoria de juniores nos primeiros anos, só eram aceitos jogadores de até 18 anos. Isto até 1974. Do ano seguinte em diante, atletas de até 20 anos puderam participar. Nas últimas edições, a faixa etária voltou a baixar: 19 anos em 2007, e 18 em 2008.

Neste ano de 2009 somente jogadores nascidos a partir de 1990 poderão participar, ou seja, os jogadores terão novamente a idade limite de 18 anos.

Os Campeões

O único ano em que a Copa São Paulo de Futebol Júnior não aconteceu foi 1987. Com a posse do prefeito Jânio Quadros, em janeiro do ano anterior, muitas trocas de cargo ocorreram nos departamentos da Secretaria Municipal de Esportes, inviabilizando a organização antecipada do evento.

1969 - Corinthians
1970 - Corinthians
1971 - FLUMINENSE
1972 - Nacional
1973 - FLUMINENSE
1974 - Internacional/RS
1975 - Atlético/MG
1976 - Atlético/MG
1977 - FLUMINENSE
1978 - Internacional/RS
1979 - Marília
1980 - Internacional/RS
1981 - Ponte Preta
1983 - Atlético/MG
1984 - Santos
1985 - Juventus
1986 - FLUMINENSE
1987 - Não realizada
1988 - Nacional
1989 - FLUMINENSE
1990 - Flamengo/RJ
1991 - Portuguesa de Desportos
1992 - Vasco/RJ
1993 - São Paulo
1994 - Guarani
1995 - Corinthians
1996 - América/MG
1997 - Lousano Paulista
1998 - Internacional/RS
1999 - Corinthians
2000 - São Paulo
2001 - Roma
2002 - Portuguesa de Desportos
2003 - Santo André
2004 - Corinthians
2005 - Corinthians
2006 - América FC
2007 - Cruzeiro/MG
2008 - Figueirense/SC

O Fluminense em 2009

O Fluminense participará do Grupo U, com sede em Guarulhos, jogando no estádio Estádio Antonio Soares de Oliveira. Na primeira fase, o Fluminense terá TODOS os seus jogos televisionados pelo SPORTV:

03/01/2009 - 14h: FLU x Sertãozinho (SP)
07/01/2009 - 16h: FLU x Jaguaré (ES)
10/01/2009 - 14h: FLU X Flamengo (SP)

Se vencer o grupo, o Flu enfrentará na segunda fase o nono colocado pelo índice técnico.

Jogadores relacionados pelo Fluminense

O Fluminense, como todas as demais equipes, teve que pré-relacionar 30 jogadores no dia 03/12/2008. Destes 30, apenas 25 serão efetivamente inscritos no Congresso Técnico, que será realizado no dia 02/01/2009, véspera do início da competição.

Os pré-relacionados são:

1 Tiago (18 anos) - Goleiro
Tiago Luis Volpi – Veio para o Flu em 2008 do S. José (RS) - Campeão no OPG

2 Dudu (17 anos) – L. Direito
Eduardo de Paula Tavares – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

3 Arthur (18 anos) – Zagueiro
Arthur Cunha da Rocha – Oriundo da base – Várias passagens pela Sel. Brasileira

4 Brayan (17 anos) – Zagueiro
Brayan Henrique Teixeira Silva – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

5 Isaias (18 anos) – Volante
Isaias Barbosa Rodrigues – Veio da Inter de Limeira – Reserva no OPG

6 Mateus (18 anos) – L. Esquerdo
Mateus Azevedo Hilário – Oriundo da base – Reserva no OPG

7 Neves (18 anos) - Volante
Bruno Neves Ramos Rangel – Oriundo da base – Reserva no OPG

8 Ferreira (18 anos) - Volante
Bruno Ferreira Vicente – Oriundo da base – Reserva no OPG

9 Bruno Veiga (18 anos) - Atacante
Bruno Veiga Mattos - Oriundo da base – Reserva no OPG

10 Raphael Augusto (17 anos) - Meia
Raphael Augusto S. da Silva – Oriundo do Futsal do Flu - Campeão Carioca Juvenil

11 Dori (18 anos) - Atacante
Dorielton Gomes Nascimento – Oriundo da base – Reserva no OPG

12 Rafael Jesus (17 anos) - Goleiro
Rafael Jesus da Costa Teófilo – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

13 Thiago Ryan (17 anos) – L. Direito
Thiago Ryan Andrade do Nascimento – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

14 Léo (18 anos) – Zagueiro
Leonardo Victorio Barcellos – Oriundo da base – Reserva no OPG

15 Raphael (17 anos) – Zagueiro
Raphael Neuhaus Miranda – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

16 Heitor (18 anos) - Volante
Heitor Espinato Oliveira dos Santos – Oriundo da base – Reserva no OPG

17 Ayrton (17 anos) – L. Esquerdo
Ayrton Ferreira dos Santos - Veio do Vitoria(ES)

18 Wellington (Nem) (16 anos) - Atacante
Wellington Silva Sanches Aguiar – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil, artilheiro com 19 gols

19 Alex (17 anos) - Atacante
Alex Pires de Souza – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

20 Wellington Alves (15 anos) - Meia
Wellington Alves da Silva – Oriundo da base - Campeão Carioca Infantil, artilheiro com 36 gols em 32 jogos

21 Gean (17 anos) - Atacante
Gean Larri Luiz da Silva – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

22 Ricardo (17 anos) – Goleiro
Ricardo Luiz Lima de Souza – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

23 Zé Roberto (18 anos) - Meia
José Roberto Couto Miranda – Veio do Artsul – Reserva no OPG, autor do gol no primeiro jogo da final

24 Matheus Carvalho (16 anos) - Atacante
Matheus Thiago de Carvalho – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

25 Bruno (17 anos) - Volante
Bruno Farias Araújo – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

26 Lucas (18 anos) - Meia
Lucas Camargo Alves – Veio do CFZ – Reserva no OPG

27 Paulo (17 anos) - Atacante
Paulo Eduardo G. C. dos Santos – Veio do Artsul/Grêmio(RS) - Campeão Carioca Juvenil

28 Dalton (18 anos) – Zagueiro
Dalton Moreira Neto – Oriundo da base – Será cortado por estar na Sel. Brasileira

29 João Paulo (18 anos)- L. Esquerdo
João Paulo Purcino de Almeida – Oriundo da base – Será cortado por estar no profissional

30 Zé Carlos (16 anos) - Goleiro
José Carlos dos Santos Pereira – Oriundo da base - Campeão Carioca Juvenil

Como cinco atletas serão cortados na inscrição final, as numerações deverão sofrer alteração.

Maicon também com idade para a Copa nem foi inscrito por ser titular do profissional.

Comissão Técnica

Supervisor: Antonio Garcia
Treinador: Gilson Gênio
Preparador Físico: Gabriel Pinho
Treinador de Goleiros: Cristiano Fonseca
Auxiliar Técnico: Edevaldo Freitas


A Era dos Leandros

O Fluminense da Libertadores marcou por ser o time dos Thiagos, o Silva garantindo lá atrás e o Neves decidindo lá na frente. Em 2009, segundo já anunciou membros da diretoria do clube para a imprensa, a bola da vez será um trio de Leandros! Apesar de até o momento nenhum deles ter sido apresentado oficialmente, três homônimos devem vestir a camisa do Fluzão: um lateral-esquerdo, um apoiador e um atacante. Conforme declarações recentes, as porcentagens para a chegada de cada um às Laranjeiras oscilam entre 99% e 99,99%. Queremos ouvir a opinião dos tricolores que escrevem no Blog da Flusócio. Qual a sua expectativa para o novo time? Você crê que os três reforços suprem as saídas de Júnior César, Arouca e Washington?


Feliz 2009!

Que ano esse de 2008, não? Temos certeza que nenhum torcedor tricolor conseguirá esquecê-lo. Um misto de alegria e tristeza tomou conta de nossos corações no decorrer de todo esse ano de 2008.

2008 comprovou que a torcida tricolor é sim uma torcida diferenciada. Mais que isso, provou que é uma torcida fiel, apaixonada, inovadora, inteligente. 2008 já teria valido a pena somente por esse fato. Vimos o resgate do orgulho de ser torcedor do Fluminense. Homens, crianças, mulheres, idosos, todos, orgulhosos, desfilaram com o sagrado manto tricolor, por todos os cantos desse Brasil. Esperamos que esse orgulho permaneça em você, amigo tricolor, ao longo de 2009.

2008 provou toda a grandeza do Fluminense Football Club. Por pouco, muito pouco, não conquistamos a América. Ousamos dizer que, de direito, realmente não a conquistamos, mas de fato sim. O Fluminense foi lembrado e reconhecido em todo o mundo. A melhor campanha de todos os tempos da Libertadores. As mais lindas festas que esse Continente já viu foram proporcionadas por nossa maravilhosa torcida. Ficam as lembranças do gol do Washington contra o São Paulo, da inesquecível e histórica vitória contra o todo poderoso Boca, da memorável atuação de Thiago Neves contra a LDU e de todos os espetáculos proporcionados por nossa Torcida.

2008 comprovou, todavia, que ainda estamos longe, muito longe, de sermos quem deveríamos ser, e de termos tudo aquilo que merecíamos ter. Passamos o segundo semestre sofrendo e agonizando em uma posição vexatória em um dos mais fracos campeonatos brasileiros da história. Quase fomos rebaixados depois de termos reconquistado nosso orgulho de ser Tricolor. Falta de planejamento, falta de comprometimento, falta de responsabilidade. Tudo falta para aqueles que dirigem nossa paixão.

2008 ainda não nos trouxe a tão prometida profissionalização do futebol tricolor. Ao contrário, demos passos para trás. Acabamos com nossa comissão técnica permanente, que tantos benefícios proporcionou ao Fluminense. Nada de Centro de Treinamentos, de modo que continuaremos, em 2009, a treinar no esburacado campo de Laranjeiras, único local de treinamento disponível, onde a diretoria atual  inacreditavelmente permite que sócios joguem suas peladas ao longo do ano.

2008 ainda não nos permitiu ver as providências sobre a bestial farra dos ingressos, que tanto fez sofrer e envergonhar a nação tricolor. Nenhuma providência foi tomada pela diretoria. Ninguém foi punido,  demitido, sequer foram incomodados os responsáveis que todos conhecemos. Um clube e uma torcida de primeira não merecem a diretoria de terceira que hoje comanda os destinos de nossa paixão.

2008, porém, ainda nos deu um ídolo eterno, daqueles que demoram para chegar, mas que, diante de nossa realidade, logo partem e deixam vazios os nossos corações. Thiago Silva, por tudo, nosso muito obrigado. Que 2009 seja excelente para você, melhor zagueiro do Brasil. Um dia, esperamos, que você volte ao nosso convívio e nos dê ainda muitas alegrias.

2008, por fim, viu a Flusócio crescer. Crescemos muito, algo em torno de 300%. Para a grandeza do Fluminense, ainda pouco, mas o que nos dá o alento de continuar essa árdua jornada para fazer um Fluminense definitivamente forte, que nos dê orgulho, e que conquiste, definitivamente, seu lugar de gigante do futebol mundial. O trabalho é longo, hercúleo, mas saiba que ele já começou. E mais, saiba que ele está ao seu alcance: associe-se ao Fluminense e junte-se a nós. Participe e mude os destinos da sua paixão!

Amigos tricolores, que 2009 seja ainda melhor para todos nós. Que mantenhamos acesa essa linda chama que surgiu durante a Libertadores. Que voltemos a fazer inesquecíveis shows nas arquibancadas do Maracanã. Que gritemos, por várias vezes, É Campeão! Que sejamos felizes! Que tenhamos orgulho de ser Tricolor! E, por fim, que 2009 seja o ano da revolução tricolor: o ano em que o torcedor invadiu o clube, associou-se e iniciou a tão esperada mudança. Que 2009 seja muito, muito melhor, que 2008. Esses são os mais sinceros votos de todos os Flusócios para a imensa Torcida Tricolor.


Por que não copiar o que dá certo?

Nos últimos tempos, temos observado a competência de alguns clubes, como o São Paulo, e a total incapacidade de outros, como o nosso Fluminense, na montagem e recomposição do seu elenco de atletas a cada temporada.

Por exemplo, um ponto que o Fluminense peca constantemente: no futebol atual, sob a égide da Lei Pelé, não é mais producente fazer contratos de apenas um ano. Quando se contrata alguém, a duração do contrato tem que ser de dois anos para cima, isso é básico.

Por exemplo, imaginem se o Fluminense quisesse ficar com o Washington para 2009. Contratamos o jogador por um ano, no início de 2008, e teríamos que começar a negociar a renovação imediatamente? Não pode dar certo.

Os exemplos são inúmeros: Léo Moura, Ramon, Roger (2004), Gabriel, Leandro, Tuta (2005), Thiago Silva (2006) - por acaso conseguimos novo empréstimo, Washington, Conca (2008) e assim por diante.

Observem a duração dos contratos que o São Paulo está fazendo com Arouca e Júnior César, por exemplo. São todos contratos longos, de 4 ou 5 anos. Mas o objetivo é que os atletas joguem umas duas temporadas pelo SPFC, no máximo, e depois o clube paulista consiga uma boa grana passando-os adiante. Se não derem certo no SPFC, serão emprestados a outros clubes nacionais, da mesma forma que ocorre agora com Jadílson, Juninho, André Lima e tantos outros atletas que têm vínculo com o clube do Morumbi.

Além da questão financeira, sob contrato curto, o jogador não cria vínculo com o clube. Não cria comprometimento. Se sente em uma mera vitrine temporária. No modelo do SPFC, o jogador sabe que tem que dar o sangue por uma vaga na Libertadores, por exemplo, pois percebe que no ano seguinte ele próprio estará lá jogando a Libertadores. É exatamente o oposto do que ocorreu em 2005 no Fluminense, quando perdemos a vaga de forma inacreditável por falta de compromisso e relaxamento dos atletas nas últimas cinco rodadas, principalmente daqueles que sabiam que já tinham propostas para sair.

No caso das renovações de contrato, realmente impressiona a falta de capacidade do Fluminense: sempre deixa para negociar em cima do vencimento do compromisso, quando o jogador já tem propostas concorrentes e pode fazer leilão. Por que o nosso clube não se antecipa e começa e rediscutir valores/alongamento de prazo quando falta um ano para o término do contrato?

E por que o Fluminense não mantém contato antecipado com os jogadores que interessam? Por que não chega nos atletas quando estão próximos do fim do compromisso com seus clubes, aplicando o mesmo expediente que o SPFC faz com sucesso há anos? Senão vejamos: montaram o time campeão mundial de 2005 sem gastar um centavo sequer em aquisições, trazendo DE GRAÇA jogadores como Grafite, Josué, Mineiro e Danilo após o fim do contrato deles com seus clubes de origem.

Agora repetem o mesmo método nas aquisições de Arouca, Junior César e Washington, por exemplo.

Não há diferença no procedimento adotado pelos paulistas, que é basicamente sustentado pelo bom trabalho de acompanhamento de mercado e proatividade/antecipação no contato com os jogadores que estão próximos de encerrar algum compromisso contratual.

O Fluminense infelizmente está ainda no rol dos clubes brasileiros que teimam em não se adaptar aos tempos modernos do futebol. Com isso, vamos perdendo o bonde da história e seguimos assistindo à pilha de taças que se amontoa no Morumbi.


Análise do Orçamento 2009

Hoje à noite o Conselho Deliberativo do Fluminense apreciará o orçamento do clube para o exercício de 2009, conforme proposto pela administração. O Conselho Fiscal já se manifestou sobre a matéria, recomendando, de modo fundamentado, que a proposta seja aprovada.

A Flusócio entende que o trabalho ora apresentado representa um avanço frente ao padrão que usualmente era observado. O orçamento de 2008, por exemplo, foi votado, e aprovado, apenas em maio do mesmo ano, contemplando projeções para receitas e despesas de meses anteriores, então já efetivamente incorridas! Agora seremos pontuais, votando a proposta antes do início do exercício, como deve ser. Palmas para os envolvidos.

Além disso destacamos o fato de as contas terem sido apresentadas de modo satisfatório, muito mais detalhadas que as anteriores, parabenizamos a preocupação em fornecer as premissas que compõem a projeção de determinadas receitas e notamos que a evolução dos valores ao longo do exercício foi feita de modo mais criterioso.

À Flusócio, entretanto, inicialmente parece que um orçamento mais rigoroso, melhor trabalhado tecnicamente, revelaria o tamanho do trabalho e da inteligência necessários à solução dos gravíssimos problemas patrimoniais que afligem o Fluminense.

Possuímos dúvidas e questionamentos que talvez sejam superados na reunião de hoje à noite, na qual, espera-se, os representantes do grupo no Conselho poderão solicitar explicações da administração do clube. Enquanto isso não ocorre, listamos abaixo os pontos que, na opinião da Flusócio, são os mais relevantes a serem superados (relevamos algumas aparente inconsistências, as quais, por envolverem valores menores, consideramos pouco materiais):

Não localizamos a projeção de receitas para o Programa Passaporte Tricolor. De nossa análise, das duas, uma: ou o programa será descontinuado ou as receitas foram lançadas como pertencentes ao ”Sócio-Torcedor”, que prevê uma entrada de recursos, ligada ao clube social, não ao futebol, de R$ 82.400 no ano. Uma terceira (e hipotética) alternativa – ”a receita do Programa já está comprometida” – revelaria um erro, pois os recursos devem todos transitar pelo demonstrativo, seja a entrada – mensalidades –, seja o desembolso – compromisso.

Não localizamos a previsão de despesas com a Timemania, a qual exigirá do clube desembolsos mensais de cerca de R$ 700 mil. Há uma conta, denominada ”Atualização de Débitos Conveniados”, que prevê uma despesa anual de cerca de R$ 16 milhões, o que sugere que a Timemania resta contemplada por ela. A nomenclatura utilizada, todavia, sinaliza que trata-se unicamente do reconhecimento da evolução da dívida fiscal e previdênciária, por juros, não do efetivo pagamento das parcelas mensais devidas. Ou seja, estaríamos diante de uma conta patrimonial, a qual, por seu caráter não financeiro (não envolve entrada ou saída de recursos), não deveria fazer parte do orçamento.

Tal questão, a confusão entre contas patrimoniais e contas financeiras se repete em outras rubricas, pois há ”Atualização de Juros e Encargos sobre Empréstimos de Pessoas Jurídicas”, ”Atualização de Acordo Judicial” (trabalhista?), ”Atualização dos Juros do FGTS”, ”Depreciações” e suas reversões. Todas contras patrimoniais, quais sejam, aquelas que reconhecem eventos que possuem rebatimento na situação patrimonial do clube, ao passo que o orçamento, uma ferramenta de planejamento e controle, contempla as contas financeiras, relacionadas à efetiva entrada ou desembolso de recursos, ao fluxo de caixa. Esperamos que o problema resida somente na terminologia utilizada.

O pagamento de dívidas trabalhistas soma módicos R$ 127 mil em todo o exercício. Com a exclusão voluntária do Fluminense do Ato Trabalhista, o clube possui dívidas trabalhistas já transitadas em julgado (sem possibilidade de recurso), em um montante mínimo de R$ 40 milhões (pode chegar a R$ 60 milhões). Ora, os administradores estão reconhecendo que não honrarão os acordos já fechados fora do Ato pelo Superintendente Humberto Palma? Não podemos acreditar que a administração do clube já reconheça, nas entrelinhas, o retorno da penhoras judiciais. Se for o caso, a Flusócio acredita que cabe ao Conselho dizer não.


No lugar de Arouca…

É irreversível! Arouca vai sair do Flu. O motivo é mais uma vez a incompetência de nossa diretoria, que não se antecipou para tentar renovar o contrato do jogador no momento apropriado. Alertamos para o problema de forma antecipada aqui no blog (confira aqui o post de 19/03/2008). É mais um jogador que poderia dar algum retorno financeiro, mas sairá de graça das Laranjeiras.

Pois bem. Agora o que nos resta é negociar com o São Paulo, já que o contrato do Flu com o jogador vai até o fim de abril de 2009 e os paulistas não querem perdê-lo para a primeira fase da Libertadores. Dez nomes já foram ventilados pela imprensa. Veja os possíveis candidatos para jogar ano que vem nas Laranjeiras e dê sua opinião sobre qual ou quais são os seus preferidos.

Joílson - Jogador polivalente. Pode jogador como volante ou lateral. Teve grande destaque em 2007 no Botafogo, mas não se firmou no São Paulo.

Richarlyson - Ex-seleção. Também é polivante. Atua como volante ou lateral. Era titular absoluto do São Paulo até 2007, mas teve um 2008 fraco.

Anderson - Bom zagueiro, mas perdeu espaço para André Dias, Miranda e Rodrigo. Pouco aproveitado, não gostaria de emplacar 2009 no Morumbi.

Juninho - Outro zagueiro. Chegou com status de titular por ser ex-capitão do Botafogo, mas teve alguns raros altos e muitos baixos durante 2008.

André Lima - Bom atacante que veio do Hertha Berlim. Já teve momentos pífios no Vasco, mas foi bem no Botafogo. No São Paulo não deu certo.

Jadílson - Foi lateral-esquerdo do Fluminense na temporada de 2003. Teve destaque no Goiás, mas não deu certo no Cruzeiro, nem no São Paulo.

Roger - Artilheiro da Ponte Preta, foi contratado pelo São Paulo, mas não vingou. Foi para o Sport e teve bom ano, com o título da Copa do Brasil.

Renan - Jovem volante. Defendeu o Vitória no Brasileirão. No Morumbi jamais teve espaço em meio a Mineiro, Josué, Hernanes, Richarlyson e cia.

Sérgio Mota - Eterna promessa são-paulina. Apoiador jovem, mas que ainda não mostrou seu bom futebol das categorias de base nos profissionais.

Cazumba - Mais um lateral-esquerdo. O jogador foi emprestado para o Figueirense, mas não fez um bom Brasileiro. A seu favor só a pouca idade.


Seja um cidadão tricolor!

Você, que é torcedor fanático do Fluminense… Deixe de ser apenas torcedor e mostre a sua cara dentro do clube.

Você, que adora ver os espetáculos da torcida na arquibancada do Maracanã… Dê o seu recado dentro do clube.

Você, que não se conforma em ver seu time na zona de rebaixamento… Cobre dos responsáveis dentro do clube.

Você, que não é flamenguista, vascaíno, nem botafoguense… Permita que o tricolor seja maioria dentro do clube.

Você, que deseja ter seus filhos tricolores… Ajude a renovar a torcida e coloque mais crianças dentro do clube.

Você, que se indignou com a farra dos ingressos… Passe a incentivar tricolores sérios a entrar dentro do clube.

Você, que não agüenta mais sonhar com um CT… Não fique apenas sonhando e lute por isso dentro do clube.

Você, que teme o futuro sem o patrocínio da Unimed… Não fique tão preocupado e colabore dentro do clube.

Você, que gostaria de honrar o nome do time tantas vezes campeão… Construa o seu sonho dentro do clube.

Você, que já viveu tantas emoções por causa dessa paixão… Ajude a eleger o presidente do Fluminense Football Club!

Amigo tricolor, você tem até setembro de 2009 para virar sócio do Fluminense!

Nós acreditamos! Você pode fazer a diferença!


Quem saiu na frente?

Veja as prováveis escalações de alguns clubes grandes do futebol brasileiro no início de 2009 e compare com o time que o Fluminense deve começar a temporada.

FLUMINENSE – FH; Mariano, Edcarlos, Luiz Alberto e Leandro; Fabinho, Diguinho, Leandro Domingues e Conca; Brandão e Leandro Amaral.

Flamengo – Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton, Toró, Kleberson e Ibson; Obina e Marcelinho Paraíba.

Cruzeiro – Fábio; Jonathan, Léo Fortunato, Thiago Heleno e Sorín; Fabrício, Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner; Guilherme e Thiago Ribeiro.

Internacional – Lauro; Bolívar, Índio, Álvaro e Marcão; Edinho, Guiñazú, Magrão e D´Alessandro; Alex e Nilmar.

Grêmio – Victor; Ruy, Leo, Réver e Fábio Santos; Diogo, William Magrão, Souza e Tcheco; Alex Mineiro e Perea.

São Paulo – Rogério Ceni; Wágner Diniz, André Dias, Miranda e Júnior César; Eduardo Costa, Arouca, Hernanes e Jorge Wagner; Washington e Dagoberto.

Palmeiras – Marcos; Vitor, Maurício, Danilo e Julio César; Pierre, Diego Souza, Cleiton Xavier e Marquinhos; Kléber e Keirrison.

Corinthians – Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Túlio, Fabinho, Morais e Douglas; Ronaldo e Jorge Henrique.

Santos – Fábio Costa; Pará, Adaílton, Fabiano Eller e Kléber; Roberto Brum, Rodrigo Souto, Lúcio Flávio e Madson; Molina e Kléber Pereira.


Tricolor, faça sua parte em 2009!

Costumamos dizer àqueles que não sabem o que é amar de verdade um clube de futebol que a paixão do torcedor tricolor pelo Fluminense sempre aumenta quando o time passa por períodos difíceis. Sabemos que essa é uma característica única de nossa torcida e que traduz o que realmente é amar um clube de futebol.

Infelizmente, é verdade, nos últimos 15 anos nosso sofrimento tem tido uma certa regularidade que incomoda a todos, temos certeza. Mas em razão mesmo de todo esse sofrimento, nossa torcida tem se tornado fanática e cada vez mais apaixonada.

Nosso clube é tão grande, que mesmo nesse período de 15 anos, enfrentando administrações absolutamente medíocres e incompetentes, conseguimos títulos cariocas, nacionais e esse ano o vice-campeonato da Libertadores.

Com a tradição e a força que possui o Fluminense, caso tivéssemos pessoas sérias e competentes dirigindo nossa paixão, poderíamos ser, sem sombra de dúvidas, uma potência do futebol mundial. Isso, porém, passa, inevitavelmente, por uma profunda mudança que tem que começar com a associação em massa da torcida do Fluminense. “O Fluminense somos todos nós”.

Clubes como Internacional e Grêmio, hoje modelos de sucesso no Brasil, possuem mais de 70 mil sócios, a grande maioria torcedores. Para aqueles que ainda não tem esse conhecimento, pouco mais de 1500 sócios votaram nas últimas eleições presidenciais do Fluminense, sendo que considerável parte dos eleitores são flamenguistas, vascaínos e botafoguenses, que usam nossa sede como clube social para prática de esporte e lazer. Não há, nessa parte do colégio eleitoral, qualquer compromisso com o clube e com o futebol do Fluminense.

Acreditamos que existe uma forma de transformar o Fluminense no maior clube desse país e devolvê-lo para seu devido lugar. E essa forma é ser sócio do clube. É mudar o Fluminense de fora para dentro. Entendemos que não devemos apenas esperar que outras pessoas lutem pela nossa paixão. Não podemos apenas cruzar os braços, criticar e torcer que alcancemos dias melhores. Isso é torcer pela sorte. Sem trabalho, sem participação, sem envolvimento, nada acontece. Assim é a nossa vida privada e profissional e, claro, assim também será no Fluminense.

O trabalho da Flusócio tem como objetivo maior fazer o torcedor compreender a importância e o poder do seu voto para promover a mudança que tanto desejamos. As eleições ocorrerão em 2010 e você tem que se associar até setembro de 2009 para poder ter direito de votar nas próximas eleições.

Esperamos que o ano de 2009 seja marcado e lembrado como o ano em que os torcedores tricolores entenderam e iniciaram um movimento definitivo de transformação. Quem é verdadeiramente tricolor acredita, tem esperança e sempre comparece quando o clube mais precisa dele. Essa é a nossa história. Essa é a nossa sina. É isso que os outros torcedores não conseguem compreender: que amor é esse, incondicional, que apenas aumenta?

Tricolor, transforme, em 2009, todo esse amor que você tem pelo Fluminense em razão, e se associe a tempo de votar nas eleições de 2010. Façamos uma revolução e mudemos, para sempre, a história de nossa paixão!


Papai Noel, gostaria de pedir que…

Em janeiro de 2009, o Flu forme um bom elenco e faça uma boa pré-temporada.
 
Em fevereiro de 2009, o Flu conquiste a TGB em uma final contra o Botafogo.
 
Em março de 2009, o Flu já esteja treinando em um ótimo Centro de Treinamento.
 
Em abril de 2009, o Flu passe a ser oficialmente um dos proprietários do Maracanã.
 
Em maio de 2009, o Flu conquiste o Estadual em uma final contra o Flamengo.
 
Em junho de 2009, o Flu conquiste a Copa do Brasil em uma final contra o Inter.
 
Em julho de 2009, o Flu não perca jogadores e já pense na Libertadores 2010.
 
Em agosto de 2009, o Flu apresente grandes reforços para o resto da temporada.
 
Em setembro de 2009, o Flu elimine o Fla da Sul-Americana com duas goleadas.
 
Em outubro de 2009, o Flu tenha muitos sócios para eleger um presidente decente.
 
Em novembro de 2009, o Flu conquiste o título brasileiro após derrotar o São Paulo.
 
Em dezembro de 2009, o Flu conquiste a Sul-Americana em um Maraca lotado.


Jaílton é um escárnio!

“Uma bomba será anunciada na próxima terça-feira!” Esta era a frase mais ouvida nos últimos dias nas Laranjeiras. E dessa vez, ao contrário de tantas promessas não cumpridas por parte da diretoria, a profecia virou realidade… Na prática, infelizmente, pois Jaílton chegou! E veja por que repudiamos a contração:

1 – Dos 500 volantes do Flamengo em 2008, ele era simplesmente o pior. Os rubro-negros já não o agüentavam mais. Sua titularidade absoluta era o principal motivo pela perseguição ao técnico Caio Junior. Ou seja, além de fortalecer o nosso principal rival, conseguimos a façanha de também nos enfraquecer por opção própria.

2 – É mais um jogador de Eduardo Uram, que tem um histórico nada agradável no Fluminense por nos usar como vitrine e balcão de negócios. Enquanto isso, dois de seus principais produtos – Leonardo Moura e Juan – continuam intactos na Gávea, já que ele tem muito mais respeito e consideração pelo Flamengo.

3 – Segundo a imprensa esportiva, o Flamengo emprestaria o atleta de graça ao Vasco, mas para o Fluminense ficar um ano com ele precisou pagar R$ 200 mil. E o salário dele certamente não será nem um pouco baixo. Talvez até maior que o de Romeu, por exemplo, cuja presença em 2009 ainda é incerta.

4 – Volante foi a posição que mais deu dor de cabeça aos tricolores em 2008. Sonhamos com Fabinho, acordamos com Ygor. Chegaram a ser especulados Tinga, Mineiro, Battaglia, entre outros, mas não veio ninguém. E 2009 não deve ser diferente. O namoro foi com Eduardo Costa, o pesadelo é com Jaílton.