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Conheça aqui o Fluminense e seus bastidores.

O grupo Flusócio nasceu de conversas informais na arquibancada. Um grupo de torcedores indignados com a maneira como o clube tem sido administrado nos últimos tempos vislumbrou a necessidade de entrar como sócio e tentar mudar o Fluminense de dentro para fora.
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Peter lidera pesquisa

Já elogiamos várias vezes as iniciativas do excelente site Canal Fluminense. E mais uma vez, fazemos questão de enaltecer uma ideia deles. No último sábado, 28/08, o repórter Cássio Cornachi promoveu uma pesquisa informal de intenção de voto para a eleição presidencial do nosso clube. Peter Siemsen, representando a chapa Novo Fluminense, foi o nome mais citado. O resultado deixa a gente feliz, pois mostra que faltando menos de três meses para as eleições, estamos em um bom caminho, mas demonstra que ainda temos muito trabalho pela frente, pois o número de indecisos é bem grande. Para conferir a matéria do Canal Fluminense sobre o tema, clique aqui.


Guerreiros da nossa tribo

Campeonato Brasileiro de 2000, dia 11 de novembro, Serra Dourada, em campo, o Fluminense empatou com o Goiás por 3 a 3. Fora dele, Philippe Von Buren, membro da Flusócio, hoje em dia “exilado” na Suíça, flagrou um grupo de índios xavantes torcendo para o Fluzão. A imagem do nosso grande amigo, fotógrafo nas horas vagas, estampa o post. É mais um bom exemplo de tricolores espalhados pelo Brasil, como Osmar Tserewaihi Tsiróbó, cuja a história divulgamos dias atrás (clique aqui para ler).


E o Valencia?

Meses atrás, o Flu contratou o volante colombiano Valencia junto ao Atlético-PR. Até hoje, ele não tem sua situação regularizada para poder jogar. Já fizemos um post sobre este assunto há tempos (clique aqui para ler). Não estamos mais interessados em saber quem tem a culpa ou os argumentos que expliquem a dificuldade do processo. Até porque, se alguém for “cair” por causa disso, não nos interessa; antes essa pessoa que o Fluminense. Queremos Valencia regularizado para o próximo jogo. E ponto final.


A bola puniu

Um castigo no fim que os cerca de 20 mil tricolores que compareceram ao Maracanã não mereciam. Tomar um gol em casa aos 48 do segundo tempo é uma tremenda ducha de água fria. Empatamos em 1 a 1 com o Palmeiras em um jogo ganho. O time morreu no segundo tempo. Deco é um ótimo jogador, mas não aguentava andar. Washington é outro que inexplicavelmente ficou até o fim. Muricy mais uma vez errou, inclusive ao insistir em Belletti, dessa vez como primeira opção no banco. Apesar de excelente treinador, como qualquer ser humano, ele não é perfeito. E a gordura que tínhamos acumulado na liderança começa a evaporar. Ainda estamos bem, líderes, mas não podemos dar mole para Corinthians, Cruzeiro, Botafogo, Santos, Inter e cia.

Na sua provável despedida do Maracanã até 2013, o Flu teve a dificuldade de atuar sem três dos seus melhores jogadores: Mariano, Diguinho e Fred. Apesar disso, Emerson, sempre ele, autor de seis gols em sete jogos com nossa camisa, abriu o placar. Depois perdemos Diogo, ainda no primeiro tempo, e não havia Valencia no banco para substituí-lo. Será que ninguém consegue regularizá-lo? Enfrentando um time enjoado, com vários zagueiros e volantes de origem, e um treinador de ponta, do nível do nosso, era previsível que não seria fácil. O jogo foi duríssimo. Foi uma baita pressão. Assim como o São Paulo, o Palmeiras é um time cuja posição na tabela não reflete a qualidade da equipe. Mas isso não justifica uma atuação tão ruim como hoje.

Além do fato de o Flu ter morrido no segundo tempo e jogado acuado em casa, a arbitragem foi outro ponto lamentável. Marcos Assunção ficar em campo depois de derrubar o Washington, brecar um contra-ataque e, logo em seguida, tentar quebrar a perna do Deco foi assustador. O primeiro cartão do Leandro Euzébio nem sequer houve falta no lance. Os jogadores do Palmeiras xingavam o árbitro toda hora, na cara dele, e nada. Bem, agora é partir para Campinas e recuperar os pontos perdidos contra o Guarani. É o único alento que nos resta após uma noite tão triste. Ainda faltam 20 jogos no Brasileirão, tem muito campeonato pela frente e jogando assim, de modo tão covarde, será muito difícil continuar a sonhar. Que tudo mude já no domingo!


Paciência e garra

Hoje teremos um jogo dificílimo para tentarmos manter a boa distância para o Corinthians. O time paulista, que curiosamente folga na semana de seu centenário, algo que o Fluminense pleiteou e não conseguiu em 2002, ficará pressionado em caso de vitória tricolor e abertura de inéditos seis pontos de vantagem.

A partida será difícil. O Palmeiras ainda oscila no meio da tabela, mas tem bons jogadores. Um bom reforço para nós será o possível veto à participação de Valdívia. Além disso, teremos a volta dos guerreiros Gum e Emerson, apesar da baixa sofrida com a suspensão do hoje insubstituível Mariano.

A torcida precisa comparecer em massa neste que pode ser o último jogo no Maracanã como o conhecemos. Garra, garganta forte e paciência são ingredientes fundamentais para seguirmos firmes na luta pelo título, contra tudo e contra todos! Vamos, Fluzão! Vamos ganhar!


Ele escolheu o seu lado

Hoje, dia 31/08, na coluna do jornalista rubro-negro Renato Maurício Prado em O Globo, ficou clara a sua tendência para a candidatura Júlio Bueno. Ao publicar apenas a posição de um lado, sem sequer ouvir a opinião do candidato de oposição à atual gestão do presidente Roberto Horcades, e atacar duramente o nosso patrocinador, o colunista esportivo demonstrou mais uma vez detestar o Fluminense.

É costumeira a posição destrutiva do jornalista, de certas piadas infames à instituição Fluminense Football Club nos tempos da terceira divisão à infantil perseguição ao líder da reação do ano passado, o nosso artilheiro Fred. Agora, revoltado com a liderança sólida no Campeonato Brasileiro, ele quer tentar criar uma crise política envolvendo o Fluminense e a Unimed para prejudicar nossa caminhada rumo ao título.

Depois que a Veja Rio mostrou que o atual investimento da Unimed no Fluminense é do mesmo porte que os investimentos de Flamengo e Corinthians, Renato Maurício Prado, inconformado, resolveu tentar interferir na política eleitoral do nosso clube, divulgando bravatas do outro lado. É lamentável, mas felizmente, os leitores tricolores já conhecem o jornalista de longa data e nosso time não vai ser afetado.

Vale lembrar que em 1999, quando Júlio Bueno virou diretor da BR Distribuidora, quem investiu para resgatar o Fluminense do fundo do poço foi a Unimed. Enquanto isso, a empresa que tinha o tricolor Júlio Bueno investia pesadamente no Flamengo. E outro detalhe muito importante: na época, o patrocínio da BR Distribuidora ao clube da Gávea tinha os valores mais elevados do mercado esportivo brasileiro.

O processo político do clube está cristalino. Você pode escolher entre um Fluminense forte no seu futebol e na sua administração, com a candidatura Peter Siemsen, ou um Fluminense que elege um jornalista rubro-negro como seu principal porta-voz na mídia e diz que vai colocar a Unimed para correr, com a candidatura Júlio Bueno. Para finalizar, como diria o jornalista Pedro Bial, “Renato, cheque suas fontes”.


Como fica o torcedor?

No Campeonato Brasileiro de 2010, um dado tem chamado a atenção: a presença da nossa torcida nos jogos realizados fora de casa. No Castelão, Pacaembu, Mineirão, Ressacada, Vila Belmiro, Olímpico, Serra Dourada, em todos os cantos, a presença de tricolores, por conta própria, foi contagiante. Infelizmente, porém, a atual gestão parece não acompanhar essa corrente. Torcedores mobilizados para comparecer ao jogo de domingo contra o Guarani, em Campinas, procuraram em vão informações no clube sobre como comprar ingressos. Muitos, inclusive, já têm passagens de ônibus ou de avião compradas.

A resposta padrão era que o superintendente-geral do Fluminense, Carlos Henrique Correa, apoiador declarado do candidato da situação à presidência, Julio Bueno, estaria doente, e só ele poderia responder. Analisando que a torcida tricolor é o principal cliente do clube, é lamentável essa proposta de relacionamento reinante com o torcedor. É muito complicado o sistema feudal que hoje impera no clube, e como sempre quem se prejudica somos nós, torcedores tricolores. Em novembro, é o momento de mudarmos essa situação com nossa cidadania tricolor, com nosso voto por um Novo Fluminense.