O blog da Flusócio é a casa virtual de todo tricolor!
Conheça aqui o Fluminense e seus bastidores.
O grupo Flusócio nasceu de conversas informais na arquibancada. Um grupo de torcedores indignados com a maneira como o clube tem sido administrado nos últimos tempos vislumbrou a necessidade de entrar como sócio e tentar mudar o Fluminense de dentro para fora. Se você é associado e tem interesse em lutar por um Fluminense novamente na vanguarda nos dê a honra de sua presença com a gente. Se você não é associado, mas se preocupa com o futuro do Fluminense, por favor, participe do nosso blog. Sua opinião será sempre muito bem-vinda!
Se você tem elogios, sugestões, críticas ou quer participar mais da Flusócio, escreva para blog@flusocio.com.br. Caso você seja sócio do Fluminense ou tenha interesse em ser, poderá entrar em um de nossos fóruns fechados de discussão virtual ou mesmo participar de nossos eventos.

A Flusócio há muito tempo reclama ao Fluminense o direito de ter um Centro de Treinamento adequado para um clube de futebol da grandeza da nossa paixão. Já abordamos vários posts nesse sentido. Infelizmente, até a presente data, nada foi feito pela atual diretoria além de bravatas de campanha. O Fluminense continua treinando no estádio de Laranjeiras, com praticamente a mesma estrutura que treinavam Castilho, Píndaro e Pinheiro.
E há um dado ainda mais desanimador. Além de não termos um Centro de Treinamento eficaz e profissional, o gramado do campo de Laranjeiras, como também já mostramos nesse espaço, não oferece condições mínimas para que uma equipe de futebol profissional possa treinar de forma satisfatória. Buracos, remendos, piso de péssima qualidade, manutenção ineficiente e, principalmente, falta de investimentos fazem o nosso gramado ser completamente imprestável. A bola não rola, quica constantemente. Como treinar jogadas ensaiadas e finalizações? Como treinar passes e cruzamentos nessas condições precárias? E quanto ao aumento da possibilidade de lesões? Será que a diretoria atual não enxerga este risco?
Nosso novo treinador mostrou coragem e coerência em sua entrevista após a santa vitória sobre o Atlético Paranaense. Abordou diversos assuntos, mas um chamou especial atenção de todos os tricolores: reclamou, solenemente, do gramado de Laranjeiras. René teve a oportunidade de passar uma semana com o time treinando em Itu, interior de São Paulo, em um excelente Centro de Treinamentos alugado. Após o jogo, criticou nosso gramado e disse que pretende levar o time para treinar, mais uma vez, em um local apropriado.
René Simões só merece nossos elogios. E mal deve saber de algumas outras condutas comuns em Laranjeiras, que são ainda mais alarmantes:
O Fluminense ainda é um dos poucos clubes grandes do país que conta com um único local de treinamento. Então, como a atual diretoria pode continuar permitindo peladas de sócios no gramado de Laranjeiras durante a temporada? No mesmo gramado são realizados periodicamente jogos de masters, futebol feminino e outras modalidades amadoras, o que estraga ainda mais o piso usado pelos profissionais.
Não bastasse a falta de um Centro de Treinamento adequado, a inexistência de investimento no gramado de Laranjeiras ainda provoca altos gastos extras aos combalidos cofres tricolores, pois há constante necessidade de levar jogadores e comissão técnica para locais como Itu ou Granja Comary, onde as despesas de hospedagem são bastante elevadas, da ordem de R$ 60 mil por semana. Só a título comparativo, o custo mensal de aluguel do Vasco-Barra gira em torno de R$ 80 mil, por exemplo.
O ideal, óbvio, seria termos um bom Centro de Treinamento. Mas, por enquanto, precisamos de investimentos adequados, conduta de uso profissional e manutenção eficiente para o gramado de Laranjeiras. Isso é o mínimo que se espera.
Crédito da foto: Globoesporte.com
Publicado por Flusócio
em 14/10/2008 às 14:00.

A crise financeira que começou nos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo já faz alguns estragos no futebol. A seguradora norte-americana AIG, que patrocina a camisa do Manchester United, quebrou e foi estatizada pelo governo norte-americano, que dificilmente manterá o investimento às custas do contribuinte. A AIG usava o Manchester para atingir o mercado asiático, região do mundo em que os Red Devils são muito populares.
O West Ham tem o patrocínio da camisa a cargo de um banco islandês que faliu, assim como todos os bancos da Islândia. Clubes como Newcastle, Manchester United e alguns outros têm ações negociadas na City, a Bolsa de Valores de Londres, e sofreram duros golpes em suas cotações de mercado nas últimas semanas. O milionário russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, sofreu perdas imensas em seus investimentos, assim como os novos proprietários árabes do Manchester City.
Os donos do Liverpool, os norte-americanos Gillett e Hicks (do famoso fundo de pensões Hicks, Muse, Tate and Furst, que andou pelo Brasil ligado ao Corinthians), recolheram os flaps e não construirão o novo estádio do Liverpool agora – o projeto foi adiado sem data marcada. Os dois já deixaram claro que não vão investir pesadamente no Liverpool porque sofreram duros golpes em seu patrimônio nos Estados Unidos.
Não houve comunicado oficial de ninguém ainda, nem na Inglaterra, nem na Espanha, Itália ou Alemanha. Mas o temor geral é de uma redução drástica de investimentos no futebol – o que, por tabela, atinge o futebol brasileiro, onde os grandes clubes vivem de vender seus melhores talentos para a Europa.
Em tese, a valorização do dólar seria bom para os clubes brasileiros porque lucrariam com as vendas de seus jogadores em moeda forte. Mas haverá retração no mercado. Hoje, há 19 brasileiros jogando na Inglaterra, na Premier League. Inclusive os dois gêmeos Fábio e Rafael, vendidos pelo Flu ao Manchester United.
No Brasil, o Atlético Mineiro já anunciou problemas para quitar os dois meses de salários atrasados porque não vem conseguindo empréstimos bancários para isso. Os clubes brasileiros, normalmente, tomam dinheiro em bancos e oferecem, em troca, com deságio, suas cotas de televisão do futuro. Nem isso estão conseguindo.
O Vitória, da Bahia, deve a um antigo parceiro US$ 3 milhões, que são pagos em prestações. Com a alta do dólar, a dívida ficou muito mais cara. A construção de novos estádios para a Copa de 2014 também pode enfrentar problemas de financiamento.
E o Fluminense, como pretende se preparar para enfrentar a crise? Felizmente, o clube não tem dívidas em moeda estrangeira, mas um mercado recessivo é sempre ruim. Momento mais oportuno para reduzir custos não existe, aliás, este tema trata-se de uma demanda antiga que a diretoria atual está negligenciando desde o início da sua primeira gestão.
Publicado por Flusócio
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O dia 11 de outubro de 2008 foi uma data histórica para a música brasileira e marcou o centenário de Cartola, um dos mais talentosos compositores do país, injustamente limitado apenas ao rótulo de sambista. E o que isso tem a ver com o Fluminense?
Angenor de Oliveira era um tricolor apaixonado como todo nós. Diz a lenda que, inspirado no verde, branco e grená, ele decidiu usar o verde e rosa como as cores da Mangueira, uma das mais tradicionais escolas cariocas e ícone do samba nacional.
A Young Flu já fez sua homenagem com uma linda bandeira alusiva ao centenário. A Flusócio faz agora sua reverência ao grande mestre. Mas o clube, infelizmente, deixou passar em branco mais uma data expressiva relacionada a ilustres tricolores.
Cartola vive! É mais um símbolo eterno que orgulha todo tricolor! O Fluminense Football Club, apesar de dirigentes incompetentes, será forte enquanto suas cores e tradições forem replicadas às futuras gerações por grandes tricolores como Cartola.
Publicado por Flusócio
em 13/10/2008 às 16:10.

Após afirmar na semana passada “que não seria vergonha jogar a Série B”, informações seguras vindas de Laranjeiras garantem que, na opinião do Presidente Roberto Horcades, o Fluminense deveria abandonar o Maracanã e jogar as partidas restantes em Volta Redonda. Parece inacreditável, mas o fato é que o mandatário tricolor está realmente defendendo a idéia ultimamente. O assunto está sendo colocado em pauta dentro da cúpula interna, sob o argumento de que “a pressão exercida pela torcida em um estádio menor seria um instrumento decisivo para evitar o rebaixamento”.
A Flusócio lembra ao nobre Presidente que em 1997 (Série A) e 1998 (Série B), o Fluminense se afastou voluntariamente do Maracanã para jogar várias partidas como mandante na Rua Bariri. E conseguiu a proeza de ser rebaixado nos dois anos! Além disso, jogar contra o Palmeiras em Volta Redonda também é uma idéia no mínimo incoerente, uma vez que as capitais de RJ e SP ficam quase à mesma distância da Cidade do Aço. A tendência, portanto, é jogarmos com o estádio praticamente dividido, desperdiçando o “fator campo”.
Esperamos que a idéia do Presidente não seja considerada como outra coisa senão um mero devaneio ou superstição, e que o comando técnico não dê o aval necessário para que este absurdo aconteça. Querem pressão intensa em cima do adversário? Então, façam uma promoção de ingressos DE VERDADE, com preços simbólicos, e divulguem com antecedência uma convocação para a torcida lotar o Maracanã!
É um absurdo alguém da própria diretoria pensar em afastar o Fluminense de seu público mais aguerrido e mobilizado, justamente no momento em que ele pode ser mais decisivo. O clube tem até a próxima terça-feira para comunicar à CBF o local onde pretende jogar contra o Palmeiras. Que o bom senso prevaleça e o jogo seja confirmado para o Maracanã!
Publicado por Flusócio
em 12/10/2008 às 23:48.

Vencemos. Finalmente, saímos da zona de rebaixamento. E que nunca mais voltemos a freqüentá-la! A despeito de todos os pecados e de toda a falta de planejamento que marcaram o futebol tricolor em 2008, o atual time do Fluminense está, no mínimo, um degrau acima daqueles que brigam contra o rebaixamento. A explicação para a péssima situação na tabela passa por uma série de fatores que vão desde a falta de comando no futebol a arbitragens tendenciosas, passando pela irresponsabilidade com que foi encarado o início do campeonato.
O torcedor tricolor tem que concentrar todas as suas forças e seu pensamento positivo nesta permanência na Série A, que ainda é muito difícil. Se o cenário para 2009 já não é nada animador, em função do quadro político do clube e do afastamento do patrocinador, se torna tenebroso se for acrescido de um rebaixamento. E para evitar o desastre, a vitória de hoje foi um passo importantíssimo. Uma vitória até relativamente fácil, dada a fragilidade do time paranaense. E com a marca do Coração Valente, apesar de, como já vem se tornando costume, ter desperdiçado um dos gols mais feitos de todo o campeonato. E como também já virou rotina, com um jogador do Fluminense tendenciosamente expulso. É só lembrar que com pouco mais de 10 minutos de jogo, três de nossos defensores já estavam com cartão amarelo em lances que não mereciam tal rigor.
Mas para podermos continuar respirando aliviados, é necessário também vencer o Vitória, equipe forte, mas que ocupa posição intermediária na tabela. Sem qualquer risco de rebaixamento, mas também sem aspirações reais de conquistar uma vaga na Libertadores. Ou seja, trata-se de um jogo em que sonhar com três pontos é algo perfeitamente factível. A Fluritiba fez a sua parte. Agora é com a Axé-Flu.
E como não podia deixar de ser, seria interessante saber daquele insignificante metido a colunista que, sob o aval do site oficial do Atlético-PR, escreveu aquela desrespeitosa coluna por ocasião da partida válida pelo primeiro turno: Quem são os palhaços? Respeito é bom e o Fluminense merece.
Publicado por Flusócio
em 11/10/2008 às 23:39.

14 - A Flusócio tem alguma relação com a Fluturo ou com outra associação de torcedores?
Institucionalmente, nenhuma, até porque seus objetos são incompatíveis. Enquanto a Fluturo é uma associação de torcedores que busca, coercitivamente, forçar a diretoria a mudanças de fora para dentro, evocando a Justiça, a Flusócio é um grupo político, que busca a mudança do clube de dentro para fora. Há alguns membros do grupo que participam ou participaram individualmente de iniciativas desse tipo, mas tais participações não têm nada de institucional que relacione a Flusócio com a Fluturo ou com quaisquer outras associações de torcedores.
15 - A Flusócio tem alguma relação com a Legião Tricolor ou com torcidas organizadas?
Institucionalmente, nenhuma. Há alguns membros do grupo que participam ou participaram desses movimentos.
16 - Como é a relação da Flusócio com outros grupos políticos do Fluminense, tais como Fluminense de Verdade (FV), Ideal Tricolor (IT), Pavilhão Tricolor (PT) e Tricolor de Coração (TC)?
Nas últimas eleições, a Flusócio formou com a FV e com o IT a chapa Fluminense Unido e Forte (FUF), que apoiou o candidato Peter Siemsen. A Flusócio segue sua linha como grupo independente de quaisquer outros grupos, permanecendo sempre aberta a composições, na medida em que suas idéias convirjam com as idéias de outros grupos. A Flusócio só não admite composições com pessoas que, por ações dolosas, reconhecidamente foram nocivas para o Fluminense Football Club.
17 - A Flusócio participa do Conselho Deliberativo ou Fiscal do clube?
Sim, com três representantes no Conselho Deliberativo. Nas últimas eleições, a chapa FUF ganhou o direito a 15 cadeiras no Conselho por ter obtido mais de 50% dos votos da chapa vencedora. Dessas, quatro ficaram com a Flusócio em virtude da composição política que deu origem à FUF. Um dos conselheiros eleitos pelo grupo se desligou posteriormente da Flusócio. O Conselho Fiscal é 100% da situação.
Publicado por Flusócio
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O Fluminense é, ao lado do Vasco, o time que teve mais jogadores expulsos neste Campeonato Brasileiro: nove no total. Em recente matéria do jornal Lance, o técnico Renê Simões declarou que pretende compactar mais o time, reduzindo o número de faltas cometidas, e, conseqüentemente, o número de expulsões.
Apoiamos qualquer tentativa nesse sentido, uma vez que o excesso de cartões vermelhos tem realmente nos atrapalhado. No entanto, temos receio que não surta muito efeito. O motivo é bem simples: qualquer tricolor mais atento sabe que o time do Fluminense está muito longe de ser violento ou indisciplinado. Times, digamos, mais “competitivos” (para usar um termo bem brando), usam e abusam do recurso de fazer faltas, muitas vezes violentas, com a conivência da arbitragem.
A maior prova disso é que somos o terceiro time que menos cometeu faltas em todo o campeonato, na frente apenas de Flamengo e Vitória, e mesmo assim temos muitas expulsões. Utilizando números atuais do site Globoesporte.com, são 9 expulsões e 477 faltas, o que dá uma média de uma expulsão para cada 53 faltas cometidas. Nesse quesito sim, nosso time é insuperável.
Vejam os números abaixo:
Clube - Expulsões / Faltas cometidas / Número de faltas para cada expulsão:
Fluminense - 9 / 477 / 53,00
Vasco - 9 / 519 / 57,67
Botafogo - 8 / 573 / 71,63
Palmeiras - 8 / 605 / 75,63
Vitória - 6 / 475 / 79,17
Goiás - 8 / 639 / 79,88
Internacional - 7 / 591 / 84,43
Atlético-MG - 6 / 526 / 87,67
Coritiba - 6 / 531 / 88,50
Portuguesa - 6 / 591 / 98,50
Cruzeiro - 5 / 510 / 102,00
Atlético-PR - 5 / 582 / 116,40
Figueirense - 5 / 588 / 117,60
Flamengo - 3 / 415 / 138,33
Náutico - 4 / 574 / 143,50
São Paulo - 3 / 517 / 172,33
Ipatinga - 3 / 527 / 175,67
Grêmio - 4 / 711 / 177,75
Santos - 2 / 538 / 269,00
Sport - 2 / 627 / 313,50
A diferenças para alguns de nossos adversários chega a ser gritante.
É importante acrescentar ainda que, das nove expulsões aplicadas a jogadores do Fluminense nesse campeonato, sem contar os casos de Thiago Silva e Maicon, que ainda não foram julgados, o Fluminense conseguiu pena mínima ou absolvição em todos os julgamentos, exceto o de Fabinho, por sua expulsão contra o Ipatinga. Uma evidência de que não foram expulsões indiscutíveis.
Neste mesmo blog já nos manifestamos contra a atuação das arbitragens comandadas pelo senhor Sérgio Corrêa da Silva. Depois disso tivemos o jogo Fluminense x Botafogo, com mais uma péssima atuação do árbitro, e o jogo Fluminense x Goiás, com a exagerada expulsão do Maicon.
Portanto, Renê Simões, compactar o time, reduzir o número de faltas, tudo isso é ótimo. Mas se não houver uma atitude firme da nossa diretoria com relação às arbitragens, provavelmente as expulsões continuarão acontecendo. Afinal, como o próprio centroavante Washington declarou no intervalo do jogo contra o Goiás, “Está muito fácil expulsar jogador do Fluminense”.
Publicado por Flusócio
em 10/10/2008 às 15:05.

Não tem jeito. Houve erros de todas as espécies, mas nossa paixão fala mais alto e ninguém quer ver o Fluminense de volta à Série B. Nessas horas quem sempre aparece? Ela, a maior riqueza do Fluminense: a sua torcida. É hora de ela fazer a diferença, novamente.
É hora de conciliação. É hora de paz. É hora de oferecermos apenas apoio e incentivo, apesar de qualquer pesar.
Foi com esse espírito que um grupo de integrantes da SampaFlu deixou a cidade na noite de quarta-feira. Nem o frio medonho os impediu de deixar suas casas e suas famílias e, em meio ao trânsito caótico da cidade de São Paulo, pegar a rodovia Castelo Branco e partir para Itu.
Um único propósito: dar apoio aos jogadores do Fluminense. Fossem eles quem fossem. Os jogadores que estão hoje trajando as cores da nossa paixão e que carregarão com eles o nosso destino neste ano de 2008.
Por telefone, foram avisados que não seriam recebidos. O time estava, propositalmente, afastado de tudo e de todos, para uma compreensível recuperação da tranqüilidade. Mas a missão tinha a melhor das intenções e os guerreiros não desistiram da empreitada.
O hotel SPASPORTS, em Itu, é uma verdadeira fortaleza. Por sorte, o Fluminense possui a figura correta, digna e sempre prestativa do dr. Michael Simoni, que viablizou ao menos uma conversa do grupo com o supervisor Rodrigo. Entregaram a ele uma faixa de incentivo e um texto com palavras de estímulo aos jogadores nesse momento de dificuldades.
O grupo voltou a São Paulo decepcionado por não ter conseguido falar diretamente com os jogadores, mas com a sensação do dever cumprido.
Esperamos comportamento similar dos demais tricolores por onde o Flu passar. Os próximos serão os de Curitiba. Em seguida os de Salvador.
A hora é de apoio total.
É a torcida tricolor, mais uma vez, se colocando a postos quando o Fluminense mais precisa.
Publicado por Casoba
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Até 2001, a eleição do Fluminense era indireta: o sócio elegia o Conselho Deliberativo (CDel) e este fórum elegia o Presidente do Fluminense. O CDel tinha mais poder que hoje, porque atualmente o sócio elege diretamente o Presidente com sua chapa vinculada. Não se trata de uma mera “procuração” para que caciques políticos decidam por ele.
No início de 1996, o grupo que dominava o Conselho Deliberativo era formado pelos mesmos senhores que hoje representam a base aliada do atual Vice-Geral José de Souza. Eles votaram em bloco e elegeram Gil Carneiro de Mendonça contra José Carlos Vilela, este último um dos maiores dirigentes esportivos da história do Fluminense. Em seu discurso de posse, ao ser perguntado sobre o que sua gestão faria no âmbito do departamento de futebol, Gil disse que “infelizmente o Fluminense era Football Club, e que por isso teria que dar a devida atenção…”.
Ainda em 1996, quando faltavam duas semanas para o fim do Campeonato Brasileiro, pressionado pelos péssimos resultados, pela gestão inoperante e pelo então crescente movimento de oposição Vanguarda Tricolor, Gil renunciou deixando o clube acéfalo em um momento decisivo, à beira do rebaixamento.
Uma comissão de notáveis, entre eles o inesquecível ex-Presidente Manoel Schwatrz, assumiu para tentar salvar o Flu do abismo. O time passou a jogar na capital capixaba e venceu os dois últimos jogos, contra Juventude (1×0) e Vitória-BA (3×1), mas não foi o suficiente para evitar o pior.
Em 1997 assumiu o Sr. Álvaro Barcellos, eleito pelo mesmo CDel, desta vez como candidato único. Após um início apenas digno no Campeonato Estadual, a seq6uência da temporada mostrou uma gestão tão ruim quanto a anterior. Por conta da descoberta de escândalos que envolveram Ivens Mendes, o então Presidente da CONAF (Comissão Nacional de Arbitragem), e suas ligações com Corinthians e Atlético-PR, nenhum clube foi rebaixado.
Novamente de volta à Série A, o então Presidente tricolor protagonizou o desastroso evento do estouro de champagne, que jogou a opinião pública contra o clube. A seqüência da temporada trouxe um novo e doloroso rebaixamento, e a chacota nacional. Barcellos renunciou após a estréia do time na Série B de 1998, com uma derrota por 3×2 para o ABC-RN, em uma manhã de domingo com sol apino e cerca de 40 mil tricolores no Maracanã. Deixou um elenco com 61 jogadores e 7 meses de salários atrasados.
Mas o que esta estória tem a ver com o momento atual?
Durante o primeiro mandato, após a cisão interna que culminou com o racha do seu Conselho Diretor e a saída de vários Vice-Presidentes, Horcades perdeu poder e a maior parte de sua base aliada. Para se reeleger, aliou-se ao mesmo grupo de conservadores que foi descrito no início deste texto, o tal “grupo do José de Souza”, que acabou figurando como Vice-Geral na chapa. O apoio dos conservadores de grupos ligados à parte social foi decisivo na reeleição de Roberto Horcades contra Peter Siemsen, pelo placar de 901 x 631. Paulo Mozart teve apenas 215 votos.
Mas agora que “o caldo engrossou”, os resultados são pífios e o risco de rebaixamento é iminente, justamente quem pulou do barco?
José de Souza deu entrevista ontem ao jornal Lance! (confira aqui) se entitulando como “candidato de oposição”.
Dois trechos em especial merecem atenção de você, torcedor:
“Eu não tenho um relacionamento com a patrocinadora do clube. Quando ela entrou no Fluminense, por exemplo, eu e Francisco Horta costuramos essa parceria. Porém, hoje em dia, eu não faria um contrato com a Unimed.”
“O patrimônio do Fluminense está parado. O foco do clube não pode ser só o futebol e, sim, o clube como um todo. Temos um quadro de 14.000 associados, mas não podemos aumentar a parte social porque não temos espaço. O Fluminense de hoje é o mesmo Fluminense de 100 anos atrás.”
Também não custa nada lembrar o que diz o estatuto atual:
1 - Em caso de renúncia do Presidente em exercício, o Vice-Geral assume o cargo.
2 - Em caso de Impeachment, o Vice-Geral assume, mas é obrigado a convocar novas eleições em 45 dias.
Publicado por Flusócio
em 09/10/2008 às 18:08.

Amigos, a Flusócio cresceu muito em 2008 e hoje já conta com 125 membros. Nossas últimas reuniões abertas têm sido tão cheias, com todos os lugares ocupados e muitas pessoas ficando de pé, que fizemos questão de procurar um local maior. Felizmente conseguimos! E para a alegria de vocês, blogueiros, que nos prestigiam com sua presença aqui divulgamos os dados da nossa próxima reunião:
Data: 27/10 (uma segunda-feira)
Horário: 18h às 22h
Local: Centro de Convenções do Edifício Argentina
Capacidade: 150 pessoas sentadas
Endereço: Praia de Botafogo, 228 – 2º andar
Sugestão de estacionamento: Ed. Garagem 9 de Julho (entrada pela Rua Farani)
Em breve, aqui no blog, como já fizemos na reunião passada, vamos divulgar a pauta e os palestrantes. Se você é sócio do Fluminense ou pretende ser, venha ouvir e conhecer as pessoas que fazem parte da Flusócio. Para participar, basta confirmar presença nos comentários desse post ou pelo e-mail blog@flusocio.com.br. Será um prazer recebê-lo porque, conforme nosso lema diz, o Fluminense somos todos nós!
Publicado por Flusócio
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A grande maioria dos movimentos de oposição e de torcedores hoje reunidos em listas ou grupos pela Internet e até pessoalmente, inclusive a Flusócio, tem uma matriz genética: o site www.sempreflu.com.br, que completa 10 anos de existência neste mês de outubro, com mais de nove milhões de acessos, uma média de quase um milhão de acessos por ano.
A Sempre Flu entrou no ar no dia 5 de outubro de 1998, com o Fluminense vivendo o pesadelo do rebaixamento para a Terceira Divisão, no pior momento de nossa gloriosa e centenária história. O desespero e a dor dos tricolores Francisco de Assis Cysne Jr (o conhecido Júnior Cysne), empresário; de Cláudio Fernandes, advogado, funcionário do Senado Federal; de Sérgio Pardellas, jornalista da revista IstoÉ; e do produtor cultural Rodrigo “Joe” Viana os levou a temer pela morte do Flu, que muitos chegaram a anunciar naqueles dias sombrios.
A idéia foi então a de criar um ponto de encontro virtual de todos os tricolores do Brasil, em que todos pudessem debater idéias e formas de salvar o clube – simplesmente falar e discutir futebol era pouco naquela época. Era preciso ir muito além disso. E foi da mesma busca desesperada por soluções e saídas que a grande maioria dos torcedores do Flu, que até hoje se mobilizam, que surgiram todos os desdobramentos atuais.
A Flusócio, a Axé Flu, a Sampaflu, a Fluritiba, o Camarote Tricolor de Brasília, o Fluturo, o Torcida Tricolor, o Fluminense Eterno Amor e vários outros grupos ou movimentos políticos tiveram ali, no Fala Tricolor (o velho FT), a sua gênese. Foi ali que a grande maioria se conheceu e se encontrou, depois se dividiu ou se uniu ainda mais, todos na esperança de um dia tornar o Fluminense um clube grande e vitorioso como merece e exige a sua maravilhosa torcida.
Publicado por Flusócio
em 08/10/2008 às 14:47.

Nosso próximo jogo, quem diria, é um dos mais importantes do ano. É um jogo de seis pontos contra o Atlético Paranaense, que luta, assim como nós, para fugir do fantasma do rebaixamento. Quem diria que a diretoria do Fluminense seria capaz de pregar esta peça em todos nós, torcedores: o time apresentou espetáculos memoráveis no primeiro semestre e nos fazer viver este verdadeiro pesadelo no segundo semestre. Falta de planejamento, competência e compromisso com a nossa paixão, com o nosso orgulho.
Na rodada seguinte, faremos outro jogo fora de nossos domínios, contra o Vitória, da Bahia. Jogo também difícil e importante, uma vez que além de vencer os jogos que faremos no Maracanã, todos temos a consciência de que precisamos pontuar fora de casa para conseguirmos nos manter na primeira divisão do Brasileiro.
A torcida tricolor, não cansamos de dizer, é a melhor torcida do Brasil e já cansou de mostrar isso ao longo de sua história. Nossa torcida é fanática e sempre apóia o time nos momentos mais decisivos. Outra característica da torcida do Fluminense é que ela está espalhada por todo o Brasil, ao contrário do que dizem alguns. Durante a Libertadores da América, o Rio de Janeiro foi inundado de tricolores de outros estados, mostrando que nossa torcida é enorme e apaixonada. Quem não conheceu ou conversou com tricolores de outras regiões do país em algum jogo da Libertadores?
Em todos os jogos que fazemos fora do Rio nossos guerreiros tricolores estão presentes, enfrentando a torcida adversária para expressar nossa paixão e ajudar nossos jogadores. E em razão da enorme importância de nossos dois próximos jogos, é que resolvemos fazer esse post para conclamar duas tradicionais torcidas ou movimentos organizados do Fluminense sediados em outros estados: Fluritiba e Axé Flu (www.axeflu.com.br).
Para aqueles que não conheciam, o nome diz tudo. Com sede em Curitiba e em Salvador, são dois expressivos nomes de núcleos de tricolores fora do Rio de Janeiro. Rendemos essa homenagem como estímulo, na certeza que isso nem mesmo seria necessário, para que todos os tricolores do Paraná e da Bahia se unam à Fluritiba e à Axé Flu para ajudar nosso clube nessas duas importantes batalhas que se avizinham. O Fluminense, mais uma vez, precisa de vocês! Porque o Fluminense somos todos nós, seja onde for!
Publicado por Flusócio
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Nossa situação é desesperadora. Precisamos, até o final do campeonato, somar pontos cuja proporção é dos times que lideram a competição. Mas, enfim, essa é a realidade que nos encontramos e enquanto houver possibilidades de escaparmos de mais uma tragédia, temos que acreditar e lutar até o fim.
Estamos com técnico e comissão técnicas novos. O elenco já está fechado. E é neste grupo que temos que confiar e apostar todas as nossas fichas e creditar toda nossa fé. O próximo jogo será longe de casa, contra o Atlético Paranaense, nosso concorrente direto na briga para fugir do rebaixamento. No mais, só podemos contar com nossa torcida, que pode, sem dúvida, fazer uma enorme diferença nos quatro jogos que nos restam no Maracanã: Palmeiras, Vasco, Portuguesa e Ipatinga.
Mas como levar uma torcida tão desmotivada ao Maracanã? Como fazer uma torcida que se encontra completamente atordoada, sem nada entender, a imaginar como um primeiro semestre quase perfeito pode ter se tornado nesse novo inferno, ir ao Maracanã empurrar um time que venceu apenas seis partidas em todo campeonato? A resposta é tão óbvia que o silêncio é a melhor resposta. Promoção! Incentivo financeiro! Claro que toda e qualquer torcida, ainda que seja a melhor torcida do Brasil, precisa de estímulo quando seu clube se encontra em situação igual a nossa.
Esse é o quarto post que fazemos sobre o tema. Reiteramos o assunto porque sabemos o tamanho da importância de o Fluminense jogar com um Maracanã lotado ao seu lado. Sugerimos, à diretoria, inicialmente, os exemplos de São Paulo e Santos, que vinculavam a promoção a uma contrapartida do torcedor (jogar na Timemania ou se apresentar com uniforme oficial do clube no ato da compra do ingresso). Após, sugerimos promoção pura e simples mesmo, sem contrapartida, pois a situação do time já era delicadíssima. Depois dos apelos da Flusócio, veio, então, a promoção, apenas para o jogo contra o Goiás. A diretoria diminuiu o preço dos ingressos: ao invés de R$ 30, o ingresso das arquibancadas custou R$ 20!
Resultado: a mesma média de público, algo em torno de 15 mil tricolores foram ao Maracanã ver a partida contra o Goiás! Claro que isso não é suficiente!
Enquanto os outros clubes ofereciam 50% ou mais de desconto em suas promoções, o Fluminense, com o time em situação muito pior, concedeu pouco mais de trinta por cento de desconto. O Botafogo, na última quarta-feira, para seu jogo da Sulamericana, ofereceu aos seus torcedores ingressos ao preço de R$ 5, e meia entrada a R$ 2.
Talvez nossa diretoria ainda não tenha compreendido a gravidade de nossa situação. Ou talvez se sinta confortável com a possibilidade de ser rebaixada pela terceira vez, como disse Sr. Roberto Horcades para diversos diários esportivos durante a semana passada. Mas a verdade é que o Fluminense ainda tem chance de se manter na primeira divisão do futebol brasileiro e a nossa torcida, que nunca se furtou a estar ao lado do time quando ele sempre precisou, na alegria e na tristeza, precisa ser convocada para as batalhas restantes no Maracanã.
Infelizmente, na atual situação, esta convocação precisa partir da diretoria. E não bastam simples palavras de ordem. A convocação está diretamente relacionada à diminuição no preço dos ingressos. A promoção precisa ser radical. Precisa fazer o torcedor sair de sua casa e ir ao Maracanã. R$ 5, R$ 2, R$ 1… Quanto vale a primeira divisão para o Fluminense? Ainda há tempo. Ainda há esperança. Ainda há uma chance. Senhores diretores, permitam ao Fluminense aproveitar essa chance de forma completa, ao lado de sua enorme e apaixonada torcida. É disso que precisa a torcida tricolor agora: promoção de verdade!
Publicado por Flusócio
em 07/10/2008 às 14:27.

Renato, você tem todo o direito de dizer que o Flamengo é penta. Embora a CBF e a história digam o contrário!
Renato, você tem todo o direito de torcer contra o Fluminense e o Vasco. Embora o Rio de Janeiro seja o maior prejudicado!
Renato, você tem todo o direito de fazer piadinhas com todos os clubes que não gosta. Embora quase sempre seja uma atitude de mau gosto!
Renato, você tem todo o direito de fazer lobby para o Maracanã ser só do Flamengo. Embora o óbvio e rentável seja dividi-lo entre a dupla Fla-Flu!
Renato, você tem todo o direito de afirmar que a Copa João Havelange foi idealizada para guindar o Fluminense à Série A. Embora não seja verdade!
Mas calma!!! Isto seria o Renato, pessoa física, torcedor fanático do Flamengo, talvez em uma mesa de bar em papo descontraído com amigos.
Você, como jornalista, tem o dever de ser isento, neutro e imparcial. Utopia? Pode até ser, ainda mais em esporte, mas é o que diz o código de ética da sua profissão.
Muitos leitores de O Globo desistiram de assinar o jornal por causa de suas colunas que são um palanque rubro-negro. Você sabia?
Muitos ouvintes do CBN Esporte Clube não escutam mais o programa do Juca Kfouri para não se deparar com os seus comentários. Você sabia?
Muitos telespectadores do Sportv não vêem mais o programa do Galvão Bueno porque não gostam de seu jeito debochado ao abordar certos temas. Você sabia?
Pois é! É o patrimônio que você conseguiu construir… Ódio de todos os rivais do Fla! Mentira? Não falamos só pelo Flu! Pergunte aos vascaínos ou botafoguenses…
Extra, extra, caro Renato, o mundo não se resume ao Flamengo. Sua paixão, sim, mas o mercado consumidor, não. E talvez por isso você desperte tanta ira.
A torcida rubro-negra é a maior, mas será sensato voltar a mídia só para ela? Com a palavra, você, seus chefes, seus editores e qualquer pessoa que quiser se manifestar.
Publicado por Flusócio
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9 - A Flusócio tem alguma relação com a antiga Vanguarda Tricolor?
Não. Alguns flusócios fizeram parte daquele movimento, mas a Flusócio não nasceu de nenhum outro grupo político. Nasceu independente, a partir de um grupo de tricolores que comungavam dos mesmos ideais.
10 - Por que a Flusócio não organiza ou incentiva protestos contra o time ou contra a diretoria?
Porque institucionalmente esse não é o seu papel. Como grupo político, sua motivação é o entendimento de que a mudança deve se dar de dentro para fora, ou seja, é preciso uma administração no clube convergente com suas premissas. E é a busca dessa administração que norteia as ações da Flusócio. Individualmente, nada impede que membros do grupo protestem ou participem de protestos.
11 - A Flusócio tem alguma participação na atual diretoria? Teve em diretorias passadas?
Na atual diretoria, nenhuma participação, nem no primeiro, nem no segundo mandato de Roberto Horcades. Em diretorias passadas, alguns que hoje são flusócios tiveram participações. Mas o grupo, à época, não estava estruturado politicamente, restringindo-se a uma lista de discussão na Internet.
12 - A Flusócio já tem candidato definido para a próxima eleição?
Não. As ações da Flusócio até setembro de 2009 têm como objetivo principal o crescimento e o fortalecimento do grupo e a consolidação e a formalização de suas premissas e de um plano de gestão. Com um grupo grande, forte, com premissas bem definidas e um plano de gestão formalizado, a idéia é buscar, individualmente, ou através de composições políticas com outros grupos, algum candidato compromissado com as suas idéias.
13 - Qual a relação de Peter Siemsen, candidato nas últimas eleições, com a Flusócio?
À época das eleições, foi o candidato apoiado pela Flusócio, numa composição com outros grupos e correntes políticas que formaram a chapa Fluminense Unido e Forte (FUF). Hoje, é um membro do grupo.
Publicado por Flusócio
em 06/10/2008 às 16:07.