O blog da Flusócio é a casa virtual de todo tricolor!
Conheça aqui o Fluminense e seus bastidores.
O grupo Flusócio nasceu de conversas informais na arquibancada. Um grupo de torcedores indignados com a maneira como o clube tem sido administrado nos últimos tempos vislumbrou a necessidade de entrar como sócio e tentar mudar o Fluminense de dentro para fora.
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A cada quatro anos, o calendário do futebol brasileiro sofre uma paralisação brusca no meio da temporada. Em ano de Copa do Mundo, como o presente, os clubes têm, necessariamente, que se preparar para realizar uma forte intertemporada, uma vez que os times ficam trinta dias sem jogos.
A Flusócio vem, com alguns meses de antecedência, chamar a atenção para o assunto, pois é muito recorrente, na era Horcades, o descaso e a falta de preocupação com essa tão importante ferramenta de preparação dos clubes de futebol. Basta lembrar a desastrosa, curta e fluvial pré-temporada de 2009, com René Simões, que tantos problemas causou à equipe no decorrer do ano.
O clube deve, o quanto antes, iniciar o planejamento da intertemporada. Programar data e local é o primeiro passo, levando em consideração a época do ano, e, consequentemente, o clima na cidade da intertemporada. Além da escolha do local, é preciso antecipar as eventuais contratações que ainda se pretenda fazer para o restante da temporada, visto que é imperioso que o grupo esteja totalmente formado e à disposição da comissão técnica para participar da intertemporada, garantindo, assim, a uniformidade da equipe.
Nosso time, até a presente data, ainda é uma incógnita. Não se sabe onde poderemos chegar, tamanhos os sucessivos altos e baixos que a equipe vem apresentando até o momento. E exatamente por essa constatação que a intertemporada se torna ainda mais importante. Uma boa intertemporada, com absoluta certeza, será o grande diferencial nesse ano de Copa do Mundo. Esperamos que a diretoria do Fluminense Football Club já esteja com tudo planejado. Será?
Publicado por Flusócio
em 18/03/2010 às 17:46.

O Fluminense é até o momento o único time a eliminar o jogo de volta nesta fase da Copa do Brasil (nesta quinta-feira ainda jogam Remo x Santos). O 2 a 0 contra o Uberaba foi relativamente tranquilo e permite uma semana inteira de treinos, inclusive táticos, desejo do técnico Cuca. A vitória também ajuda a melhorar um pouco o retrospecto do árbitro Evandro Rogério Roman em jogos do Flu: agora são 13 derrotas, 4 empates e 5 vitórias em 22 jogos.
Após uma pressão inicial do time da casa que resultou em três boas intervenções de Rafael, o Flu passou a tocar bem a bola e pressionar o Uberaba. Em um lance com inversão de funções, Fred serviu Alan, que fez um belo trabalho de pivô e tocou no canto do gol. O time acordou e manteve a pressão, mas o primeiro tempo acabou com gosto amargo após Fred novamente sentir uma contusão muscular tentando cobrar uma falta de longa distância, a exemplo do acontecido ano passado contra o Atlético-MG. A princípio, ficará afastado por um bom tempo (”é estiramento”, segundo suas palavras à beira do campo), e as opções para o ataque escasseiam: sobraram Alan, André Lima, Wellington Silva e Bruno Veiga em condições, Adeílson segue em recuperação.
Logo aos 5 minutos da etapa final, uma pintura: Mariano fez linda jogada, serviu Alan e a bola morreu no fundo das redes após voleio espetacular do jovem atacante. A partir daí, o Flu amarrou a partida e assegurou a classificação para a próxima fase, contra Ponte Preta ou Portuguesa (1×1 no primeiro jogo).
Crédito da imagem: Site oficial do FFC
Publicado por Flusócio
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Na noite desta quarta-feira, o Fluminense entra em campo para enfrentar o Uberaba Sport Club, fora de casa, em jogo válido pela Copa do Brasil. À primeira vista, um adversário simples, sem grandes atrativos, minimizado pela mídia, mas que pode complicar um time desatento ou desanimado.
A equipe mineira se classificou para a Copa do Brasil ao conquistar a Taça Minas Gerais (torneio estadual entre clubes não inseridos em nenhuma das divisões do Campeonato Brasileiro), e é treinada pelo ex-goleiro Marcos Biriguí, que teve passagens por Santa Cruz e Guarani. Seu elenco é formado por jogadores que em sua maioria atuam em Minas Gerais, tendo como destaque o atacante Douglas, ex-Santos. O time atualmente está em sétimo no Campeonato Mineiro, e na última rodada sofreu uma goleada de 5 a 0 para o Democrata de Governador Valadares, terceiro colocado.
O histórico do confronto nos favorece. Fluminense e Uberaba já se enfrentaram seis vezes ao longo da história, com quatro vitórias do Tricolor, um empate e uma vitória do Uberaba. Em dezembro de 1942, o Fluminense foi à cidade mineira realizar dois amistosos. Perdeu o primeiro por 2 a 0, e venceu o segundo por 3 a 1. Em 1954 foram três jogos entre as duas equipes, com três vitórias do Flu. Uma por 4 a 0 em amistoso no início do ano, com gols de Esquerdinha (2), Ivo e Didi. Outra por 1 a 0 pelo torneio triangular de Uberaba, que contou ainda com a participação do São Paulo, com gol do atacante peruano Villalobos. E finalmente uma vitória por 4 a 0 nas Laranjeiras, na única vez que este confronto se realizou no Rio de Janeiro. Os gols foram de Róbson (2), Esquerdinha e Didi. Por fim, no dia 20 de março de 1979, as duas equipes se enfrentaram pela última vez, novamente em Uberaba, em um amistoso que terminou empatado sem gols.
O Fluminense ainda se apresentou mais uma vez naquela cidade mineira, só que dessa vez contra o Corinthians pelo Campeonato Brasileiro de 1995. O jogo terminou empatado em 1 a 1, com gols dos zagueiros Lima para o Flu e Célio Silva para o Corinthians.
A Copa do Brasil é um torneio famoso por suas zebras. Portanto, todo cuidado é pouco amanhã em Uberaba.
Publicado por Flusócio
em 16/03/2010 às 16:20.

O futebol carioca que, no início do ano, prometia chamar a atenção pelos artilheiros dos quatro grandes, tem se notabilizado por outro motivo, bem menos nobre: todos os estádios têm virado “vaziões”. Públicos ridículos, onde se chega ao cúmulo de se escutar a voz de um torcedor solitário nas arquibancadas. Feio para o “espetáculo”. Prejuízo para os combalidos cofres dos clubes.
A primeira razão para esse fracasso parece óbvia: o preço dos ingressos. É incrível a incapacidade dos dirigentes cariocas de precificar seus produtos. Cobrar R$ 40 por um jogo de primeira fase de Copa do Brasil? Um jogo que, por ironia, em vez de acontecer por motivo de sucesso em fases anteriores, só acontece por conta do fracasso de não conseguir fazer míseros dois gols de diferença em uma equipe de muito menos poder de investimento. Será que precisa ser muito inteligente para concluir que um jogo desses não pode custar o mesmo preço que um Fluminense x Boca Juniors, valendo uma vaga em final de Libertadores? Será que nossos dirigentes não entendem a diferença de “um joguinho” para “O JOGÃO”?
E no Estadual? Cobram R$ 30 nos jogos contra os chamados pequenos e R$ 40 nos clássicos. Esses preços são absolutamente incompatíveis, ainda mais se considerarmos a previsibilidade que vem marcando o Campeonato Carioca desde 2008. Desde que se aumentou o número de clubes de 12 para 16, apenas na Taça Guanabara de 2009, um pequeno, o Resende, deu uma de intruso, impedindo uma semifinal entre os quatro grandes. Nessa situação, fica claro para o torcedor dos grandes times que a simples classificação para a semifinal de turno nada mais é que obrigação. E os jogos da primeira fase, mero cumprimento de tabela.
Jogos desinteressantes e que, teoricamente, pouco valem. Preços absurdos e incompatíveis. Não bastassem esses ingredientes, nossos dirigentes acrescentam outros. Não há qualquer incentivo à fidelização. O torcedor que, apesar de todos esses pesares, comparece ao Engenhão em uma noite chuvosa de quinta-feira, sai de casa no domingo às 19h30 e vai na quarta-feira ver um jogo de primeira fase de Copa do Brasil gastando, em menos de uma semana, R$ 110 para acompanhar o time, será tratado da mesma forma que o torcedor que só aparece na final, enfrentando filas e, se mantido o costume, levando spray de pimenta na cara para garantir ingressos. Em outras palavras: para que “roer o osso” se na hora do filé mignon serei tratado como qualquer um? Pensamento legítimo e compreensível de torcedor.
E a logística? Agora, na onda do “choque de ordem” tiveram a “brilhante” ideia de não vender ingresso no estádio no dia da partida. Pelo menos, a medida só está valendo nos clássicos. O que até se justifica no caso de um jogo de grande apelo para evitar confusão nos arredores, mas é totalmente sem nexo em jogos com público de menos de 20 mil, 30 mil pessoas. Aquele velho costume carioca de, em um entediado domingo, virar para o amigo e, sem planejamento prévio, decretar “Vamos ao Maraca!” foi definitivamente sepultado. “Em nome da ordem”. Sem contar com a enfadonha “Lei Seca” nos estádios, um significativo fator para desestimular boa parte dos torcedores, que curte a natural combinação cerveja e futebol.
No caso específico do Fluminense, ainda acharam mais uma forma de afastar os tricolores do estádio: inexplicavelmente, acabaram com a meia entrada para sócio! Logo agora, quando mais de mil novos tricolores atenderam ao chamado pela Cidadania Tricolor, esse benefício, que já era difícil de ser exercido, dado o horário de 10h às 17h em dias de semana quando os ingressos eram vendidos, foi “arquivado”.
Enfim, para qualquer torcedor acostumado a ir aos estádios, os motivos que estão levando a esses públicos ridículos são mais que claros. Será que nossos dirigentes não conseguem enxergar? O problema é geral, de todos os times do Rio de Janeiro. Mas esperamos dos dirigentes do Fluminense uma postura proativa para mudar esse quadro. Afinal, não dá para, com uma dívida do tamanho da tricolor, se dar ao luxo de jogar partidas tão deficitárias.
Publicado por Flusócio
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No post “Quem tem padrinho não morre pagão”, aventamos a possibilidade do atacante Alan estar sendo preterido pelo fato de André Lima ser jogador agenciado por Eduardo Uram. Na verdade, apesar de ainda acreditarmos que Alan vem sendo subaproveitado atualmente no Fluminense, notamos, após várias manifestações de nossos leitores, que hoje ele é ligado ao mesmo empresário, e portanto, tal lógica não faz sentido. Fazemos, então, questão de pedir desculpas aos leitores do nosso blog e a todos os nomes envolvidos nesse episódio.
Cabe ressaltar que com a prematura venda do atacante Maicon – também falhamos ao citar CSKA em um post, não Lokomotiv, após declaração errada do pai do jogador - nosso elenco ficou desguarnecido na posição de atacante “de lado”, uma vez que Fred, Alan e André Lima basicamente fazem a mesma função. Wellington Silva, que no início do ano sequer era cogitado para integrar o elenco de profissionais, do dia para a noite foi alavancado à posição de titular absoluto e sem reserva no elenco. É uma temeridade para um jogador de 17 anos.
Publicado por Flusócio
em 15/03/2010 às 14:54.

Cuca falou que a partida deste sábado, contra o América, valeria os mesmos três pontos de Fluminense x Botafogo. Era um recado claro, óbvio, para acabar com a já habitual preguiça dos jogadores contra times pequenos. Só que o alerta não adiantou. Já tínhamos atuado mal contra Volta Redonda, Boavista, Olaria, Confiança, Tigres, mas nenhum desempenho foi tão pífio quanto hoje. O empate de 1 a 1 caiu do céu para o Tricolor, pois o placar justo seria uma derrota. Em campo, nem sinal do time de guerreiros que encantou no fim de 2009. Sabemos que havia o desfalque de quatro titulares (Gum, Julio César, Diguinho e Conca), fora a já certa e definitiva ausência do importante Maicon “Bolt”, mas nada justifica uma atuação tão lamentável.
Nosso treinador escalou mal o time mais uma vez. Colocar Thiaguinho, um outro ex-botafoguense, na ala-esquerda foi bizarro, ainda mais com Dieguinho no banco. Insistir com três zagueiros e deixar o meio-campo só com dois ou até um jogador também foi uma atitude incompreensível. O time começou no 3-5-2, mas como perdemos Everton, expulso injustamente, e Diogo foi substituído, o esquema tático chegou a ser 3-3-3, pois terminamos com três zagueiros, três atacantes, dois laterais e Marquinho, que até hoje não se decidiu se é lateral, ala, meia, ou seja, na prática, nosso meio-campo, no fim, não existia. O resultado era previsível e se não fosse a sorte poderíamos ficar em situação complicada na Taça Rio, pois nosso grupo é mais equilibrado.
Não podemos deixar de criticar a arbitragem tenebrosa de Luis Antônio Silva dos Santos, o velho conhecido Índio. Já no início, com menos de um minuto de jogo, o zagueiro Fábio Braz merecia ser expulso em uma entrada forte no Wellington Silva, mas o árbitro ignorou o lance. Antes dos 15 minutos, ele expulsou, sem critério, Everton e Jones, prejudicando muito o Fluminense. E ao longo da partida, apesar de o time do América ser muito mais agressivo, o juiz distribuiu o mesmo número de cartões para as duas equipes. Que a diretoria fique de olho, pois pensávamos que já bastava as escalações do flamenguista Marcelo de Lima em Fla x Flus e o vascaíno Gutemberg de Paula em jogos importantes do Fluminense contra o Vasco.
Publicado por Flusócio
em 14/03/2010 às 00:12.

O ex-vice-presidente de futebol tricolor, Ricardo Tenório, concedeu recentemente entrevistas aos sites Torcida Tricolor e Canal Fluminense. A Flusócio se manifesta sobre essas entrevistas em relação às críticas que recebeu, pela vinculação ao seu candidato Peter Siemsen e ao projeto de gestão da candidatura. Ressalte-se ainda que este hoje está em fase de aperfeiçoamento conjunto com o grupo Tricolor de Coração, considerando as premissas e propostas bem conhecidas de ambos, visto que participaram das últimas eleições, e ainda aberto a propostas de novos grupos que venham a compor a frente de oposição.
Sem entrar nos pormenores de um litígio que é de caráter mais pessoal do que divergência ideológica, e evitando especular sobre as motivações que alimentam o seu posicionamento atual, e ainda sem deixar sempre de agradecer ao Ricardo Tenório pela sua participação e colaboração no processo de recuperação do Fluminense no Brasileirão 2009, gostaríamos de entrar no mérito das críticas sobre o nosso projeto de gestão Peter/Flusócio/TC, principalmente no que concerne à relação com o patrocinador e o iguala com o da candidatura da situação.
A Flusócio, como quem convive e conviveu conosco de perto e também quem acompanha suas opiniões através de seu blog já deve saber, pensa e age com os interesses do Fluminense sempre em primeiro lugar. Também temos críticas à relação do Fluminense com a Unimed, tendo a percepção de que os erros são cometidos pelas duas partes. A interferência do patrocinador no futebol do clube, apesar do patrocínio vir desde 1999, se iniciou em 2004, com o convite do ex-presidente David Fischel, pela parte do Fluminense, a que o Sr. Celso Barros, presidente da patrocinadora, assumisse a vice-presidência de futebol do clube. Desde então, seu sucessor, Roberto Horcades, tem deixado que a relação de interferência continue existindo.
O Fluminense precisa de um patrocínio compatível com a sua grandeza. Precisa de recursos para manter uma equipe de qualidade e competitiva, e tem ainda que criar alternativas para, enquanto não equaciona suas dívidas, conseguir que os recursos não sejam continuamente penhorados, o que tornaria o clube inviável operacionalmente. Seja a Unimed, seja outro patrocinador, o Fluminense merece que sejam em valores que lhe permitam montar uma equipe digna da sua camisa e que sua área de atuação se limite a ações de marketing criadas em parceria com o clube. E a gestão do futebol, expertise do Fluminense Football Club, fica 100% a cargo deste. Necessário, claro, que o clube demonstre seriedade e competência na sua área de responsabilidade, o que pelo o que sabemos vem faltando há muitos anos. A candidatura Peter/Flusócio/TC prega a defesa dos interesses do Fluminense e sua plena autonomia no que se refere à gestão do futebol, com qualquer patrocinador. Qualquer coisa diferente disso afirmada por qualquer pessoa ou é mera especulação, ou pura desinformação, ou há algum interesse envolvido.
Lembramos ainda que, apesar de ter sido dito que há insanidade ou ingenuidade em pensar que a relação com o patrocinador, qualquer que seja, será dentro dos limites definidos pelo clube, quando o Fluminense – devido a pressões políticas internas – estruturou seu departamento de futebol de forma profissional no final de 2006 e limitou a ação do patrocinador, colhemos bons frutos em 2007 (Copa de Brasil) e 2008 (Libertadores). Infelizmente, o bom trabalho foi desfeito pela falta de visão, firmeza e organização da administração Roberto Horcades/Tote Menezes.
Temos que enfrentar a realidade que o patrocínio com a Unimed foi renovado no final do ano passado pela administração do clube, com a anuência da vice-presidência de futebol, sendo inicialmente por um ano, mas com condições contratuais de renovação automática por mais três anos fechados (sem reavaliações e renovações a cada ano nesse período), sendo que a decisão de cancelamento só poderá ser feita com a manifestação explícita da atual administração, em final de seu mandato, pouco antes das eleições de novembro. O próximo presidente, portanto, poderá herdar um contrato de três anos com pouca possibilidade de renegociação, tendo que, em caso de querer rescindi-lo, pagar multa contratual e ainda quitar uma dívida pendente com o patrocinador. Criticamos, dessa forma, a negociação recentemente feita com a Unimed, que consideramos não foi a melhor na defesa dos interesses do Fluminense.
Com relação à afirmação de que o Sr. Celso Barros teria imposto ao nosso candidato uma administração colegiada do clube, nos parece uma inverdade, visto que Peter, após ter sido sugerida tal proposta – pelo desespero do patrocinador e até do presidente Horcades, que disse que não sabia o que fazer naquele momento (agosto passado) para salvar o clube das dívidas e do rebaixamento iminente –, marcou reunião com representantes dos grupos de oposição para dar ciência e discutir apoio conjunto à ideia, assim como uma semana depois houve reunião da Flusócio para deliberar sobre seu apoio ou negativa a tal proposta. Júlio Bueno também chegou a ser contatado pelo presidente da Unimed, pedindo união de todos em favor do clube. Claramente não houve imposição, e sim uma consulta desesperada focada principalmente no nome do Peter, visto sua credibilidade e forte representatividade na oposição à caótica administração Horcades. Essa proposta de gestão colegiada de todo o clube, pelas suas óbvias dificuldades políticas e operacionais, jamais foi à frente, mas dela resultou, posteriormente, no convite pessoal dos presidentes do clube e da patrocinadora direta e especificamente a Ricardo Tenório para a assunção da vice-presidência de futebol, que aceitou e, pela situação crítica do time no campeonato, arregimentou o apoio do Peter e da Flusócio.
Por fim, sobre as adjetivações de que o projeto de gestão Peter/Flusócio/TC seria teórico, inválido, subserviente, ingênuo e despreparado, ou mesmo que grupos com história e representação política no Fluminense apoiariam um candidato oportunista, temos a declarar que foi uma infelicidade do ex-vice-presidente Ricardo Tenório, e acreditamos que devam ter sido ditas em um momento de forte emoção, pois conhece bem as nossas diretrizes, propostas e ações. Consideramos imperiosa a transformação da administração do Fluminense do atual modelo arcaico de amadorismo, personalismos e divisão política calcada em rancores, para uma nova política de união de ideias que propicie a implantação de uma gestão moderna, eficiente, profissional, responsável com o patrimônio e as finanças, fundamentada em planejamento, metas, transparência e, sempre, acima de tudo, defesa inconteste dos interesses do Fluminense, nossa referência, nossa grande paixão.
Publicado por Flusócio
em 12/03/2010 às 17:39.

Ano passado, quando o Fluminense estava desesperado, lutando para não cair, uma mudança drástica permitiu que voltássemos a sonhar. Garotos de Xerém começaram a entrar em campo, formando então o time de guerreiros. Todos eram (e são) candidatos a ídolos. Infelizmente, como antecipamos aqui, apesar de o clube negar oficialmente na última segunda-feira e só confirmar mesmo ontem, um deles já foi vendido. O ótimo Maicon “Bolt” não é mais do Tricolor, e certamente vai fazer muita falta. Wellington Silva, outra joia, deve ser seu substituto. Pelo menos é o que nós esperamos, pois em cabeça de treinador, ninguém sabe o que tem.
Com a saída de Maicon e a natural instabilidade do garoto Wellington Silva, em algum momento, a disputa pela vaga de companheiro de Fred pode ficar entre André Lima e Alan. E parece que já existe um deles em vantagem, pois vale lembrar que André Lima é jogador do Eduardo Uram, mesmo empresário de Cuca, ou seja, o vínculo dos dois não era apenas de Botafogo. Pior, contra o América, com a ausência de Conca, Cuca estuda escalar Fred, Wellington Silva e… André Lima. O substituto natural, Equi Gonzalez, sequer é cogitado. Willians, reforço que até agora quase não jogou e quando entra é sempre na posição errada, idem.
E tem mais… Enquanto isso, Alan fica fixo no banco, sempre cabisbaixo. Covardemente, o jogador virou o único responsável pela eliminação contra o Vasco, após perder um pênalti. Tudo bem que ele não tem mais os direitos econômicos atrelados ao Fluminense, é todo da Traffic, ou seja, não receberíamos nada em uma eventual negociação, mas isso não justifica. Hawilla, dono da Traffic, palmeirense roxo, está louco para vê-lo em seu time de coração. Ignorando mais um fruto de Xerém, Cuca vai acabar o empurrando para lá, pois deixá-lo como segundo ou terceiro reserva é pedir para a situação de Alan ficar insustentável.
Publicado por Flusócio
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Classificação garantida à próxima fase da Copa do Brasil, frente a pouco mais de 5 mil tricolores. O Fluminense teve ótimas oportunidades no primeiro tempo, mas Leandro Euzébio, Wellington Silva e Fred desperdiçaram. O nosso goleiro Rafael chegou a ser ameaçado em duas oportunidades.
Após o intervalo, o time voltou ainda em marcha lenta, mas acabou envolvendo o Confiança e após Conca rolar a bola, Fred marcou um belo gol de longa distância. O time sergipano passou a abusar das faltas, teve um jogador expulso e acabou sofrendo o segundo gol após escanteio de Mariano que Fred completou de cabeça para o gol, livre dentro da área. O artilheiro vem em fase crescente, participando muito do jogo e bem coadjuvado por Conca, Wellington Silva e Mariano, que esteve muito bem nas últimas partidas.
O Flu agora enfrenta o Uberaba-MG, já na próxima semana. Vitória por dois ou mais gols elimina o jogo de volta. Que sigamos a boa campanha no Estadual e consigamos um bom resultado fora de casa na Copa do Brasil!
Crédito da imagem: Globoesporte.com
Publicado por Flusócio
em 10/03/2010 às 23:19.

Como já virou tradição, o próximo churrasco da Flusócio já está marcado: será dia 13 de março, próximo sábado. Além de carnes, acompanhamentos e bebidas, o nosso evento contará com música ambiente e sorteios de alguns brindes. Neste dia, o Flu jogará fora de casa contra o América às 19h30. Ou seja, depois do churrasco iremos assistir ao jogo no clube, provavelmente no Bar da Piscina, que tem o pacote pay-per-view. Anote os dados do evento:
Data: 13/03 (sábado)
Horário: A partir das 12h (término previsto às 18h30)
Local: Fluminense F.C. (churrasqueira ao lado do ginásio)
Preço: antecipado R$ 30, na hora R$ 35
O pagamento antecipado pode ser feito por meio de depósito na conta abaixo:
Banco: Banco do Brasil
Conta corrente: 309702-1
Agência: 0001-9
Em nome de: Marcelo Teles Fagundes
CPF do titular: 016804257-65
Associado tricolor, compareça e venha confraternizar conosco! Seja bem-vindo!
Publicado por Flusócio
em 09/03/2010 às 08:00.

Primeira vitória do Fluminense em um clássico em 2010. Atuação consistente. Promessa de craque, Wellington Silva, se firmando. Fred voltando a marcar. Motivos para iniciar a semana sorrindo de orelha a orelha. Certo? Seria, mas dentro da gestão Horcades, tudo é possível, até ficar triste após uma vitória de virada contra o Botafogo. A ducha de água fria veio fora do campo: salários atrasados e venda de jogadores importantes. Em um clube normal, existiriam soluções simples e lógicas, mas, infelizmente, hoje, na gestão Horcades, nada parece ser simples e lógico. Se a venda desses ativos servisse para amortizar a enorme dívida do clube, poderia haver algum consolo. Mas se tomarmos por base o que vem fazendo a gestão Horcades, os recursos descerão pelo ralo, quitando parte dos salários atrasados, enquanto novas dívidas surgem pela inconsequência de uma administração caótica.
Vamos destrinchar o caso Maicon para você, torcedor tricolor, saber em detalhes o que acontece nos bastidores do clube. O atacante tinha contrato com o Flu até o meio de 2012, com 50% dos direitos econômicos do Fluminense, outros 50% da Traffic (por causa da negociação do Conca). Após um belo segundo semestre em 2009, quando ele foi um dos alicerces para a arrancada tricolor, o mercado russo ficou interessado em seu futebol. O Lokomotiv Moscou ofereceu 4,5 milhões de euros (quase R$ 11 milhões, atualmente) por seus direitos federativos. O departamento de futebol do Fluminense bateu pé, e afirmou que não liberaria o atleta por menos de 5 milhões de euros (mais de R$ 12 milhões), até porque sua multa rescisória estava fixada em R$ 20 milhões. O departamento de futebol do clube e a Traffic ainda acertaram que Maicon ficaria no Fluminense pelo menos até o fim de 2010.
Estava tudo bem, e o jogador, que é tricolor de coração, feliz. O salário dele até dezembro do ano passado era de R$ 15 mil mensais, mas ele teve seu trabalho reconhecido e recebeu um belo reajuste, aumentando o valor de seu contracheque em mais de 120%. Passou a receber R$ 25 mil do Fluminense e R$ 9 mil da Unimed, totalizando R$ 34 mil, com uma perspectiva ainda de aumentar mais o valor ao longo da temporada. Só que o péssimo planejamento financeiro da gestão Horcades, colocou tudo a perder. O FFC passou a ficar devendo dois meses de salários este ano. O gestor Humberto Palma, com pires na mão, já que o clube antecipou todas as suas receitas desta temporada para quitar dívidas anteriores, estava louco para algum jogador ser vendido. De repente surge mais uma proposta por Maicon, também da Rússia, já que a janela de transferências no país fechará só no dia 15 de março.
Dessa vez, parece que o interessado foi o CSKA. Valor oferecido: 4 milhões de euros, metade para o Fluminense, metade para a Traffic. A proposta era inferior a anterior do Lokomotiv, mas como na gestão Horcades acontecem coisas que até incrédulos com um neurônio duvidam, o clube fechou. O jogador até já assinou a rescisão com o Flu e acertou contrato com os russos. Fez exames médicos no Rio e embarcará ainda hoje para a Rússia, não podendo jogar mais por nosso clube. É um escândalo! Se não bastasse o Fluminense receber muito pouco por aquilo que produzimos, perdemos um jogador diferenciado, que era certo de ficar no clube pelo menos por esta temporada. Detalhe é que ainda houve a façanha de vendê-lo por um valor bem inferior aos 7 milhões de euros do Alex Teixeira ou aos 8 milhões de euros do Douglas Costa, dois atletas com potencial e futebol muito inferior ao de Maicon “Bolt”.
Perdemos um jogador forte, alto, rápido, objetivo, insinuante, que poderia jogar perfeitamente ao lado de Fred e Wellington Silva no ataque do Fluminense, mas a gestão Horcades não quis. Ele poderia sair do seu clube de coração com uma conquista, seja do Estadual, da Copa do Brasil ou do Campeonato Brasileiro, mas hoje, dentro das Laranjeiras, por incrível que pareça, títulos não são prioridade. Pior que ainda podem vir mais surpresas por aí. Conca já tem propostas do exterior, e é outro jogador que pode sair ainda este ano. É revoltante ver atletas identificados com nossa camisa e, principalmente, grandes promessas de Xerém serem vendidas sem dar quase (ou nenhum) retorno técnico para o Fluminense. Ano passado, após ficar quase três meses com salários atrasados, a joia Wellington Silva foi vendida ao Arsenal, e seu prazo de validade para a gente agora é só até dezembro deste ano.
Tememos que, devido ao último ano da gestão Horcades, esse seja o princípio de uma espécie de queima de estoque em meio a uma temporada promissora. Tememos que vendam os poucos ativos potenciais que restam em Xerém para quitar obrigações atuais, sem planejamento e sem pensar no futuro do clube, como já deu mostras no escandaloso orçamento do clube para 2010, aprovado de forma amadora e totalmente irresponsável com a saúde financeira do clube. Por isso, é muito importante que nós, sócios do clube, estejamos atentos sobre essas questões ao avaliar o melhor candidato para a sucessão presidencial em 2011. Devemos ter pé no chão e ciência da real situação do clube hoje antes de apostar em projetos engenhosos, mas inadequados para a realidade atual do clube, pois, provavelmente, o Fluminense não possa se dar ao luxo de errar mais uma vez na hora de escolher seu gestor.
Publicado por Flusócio
em 08/03/2010 às 15:00.

A oportunidade cristalina desperdiçada por Fred logo aos dois minutos de jogo foi um cartão de visitas do que estava por vir. O Fluminense dominou amplamente o adversário durante quase toda a partida, e com um pouco mais de eficiência poderia até ter feito um placar elástico.
Enquanto o Botafogo mal ameaçava, as boas jogadas do Fluminense se sucediam, como o lance em que Júlio César quase fez um gol antológico, de bicicleta. Mas em seu primeiro ataque de perigo, já aos 35 minutos, o Botafogo abriu o placar. Lúcio Flávio cruzou na área, o zagueiro Fábio Ferreira, em posição irregular, atrapalhou o goleiro Rafael, que espalmou, e Maicon, em vez de fazer o simples e chutar a bola para longe, tentou um drible, perdeu a bola e cometeu pênalti. Herrera cobrou e marcou.
Cabe lembrar que em situação semelhante, Maicon já havia contribuído decisivamente para deixarmos escapar uma vitória contra o Náutico, nos Aflitos, no Brasileirão do ano passado. O jogador tem crédito, mas merece uma orientação nesse sentido.
O panorama do segundo tempo não se alterou. O Fluminense dominava amplamente, buscava sempre o gol, enquanto o Botafogo se mantinha dentro da filosofia que lhe deu o título da Taça Guanabara: se defender a todo custo e, se possível, tentar algum contra-ataque.
Mas a pressão tricolor acabou surtindo efeito aos 16 minutos. Mariano enfiou belíssima bola para Maicon que foi ao fundo, levantou a cabeça e colocou na medida para Fred emendar de voleio. GOLAÇO!!! Quem sabe o gol que faltava para o nosso artilheiro ganhar confiança e voltar ao nível de atuações da reta final da temporada passada.
Seis minutos depois, Conca foi expulso com vermelho direto em uma decisão de extremo rigor do árbitro Rodrigo Nunes de Sá, esfriando a reação tricolor. Mas como a lei da compensação é uma regra na cartilha das más arbitragens, Herrera foi expulso em lance igualmente exagerado, igualando o número de jogadores em campo.
A seguir, Cuca colocou Wellington Silva no lugar de Maicon, e o nosso menino colecionador de camisas começou a infernizar a defesa alvinegra. Em um desses lances, o garoto foi ao fundo e cruzou para Mariano completar. Era o gol da vitória. Ainda houve tempo para Wellington Silva, em bonita tabela com Fred, quase ampliar o placar.
Voltamos a sentir o gostinho de vencer um clássico, algo que não acontecia desde o dia 07/06/09 (vitória de 1×0 sobre o mesmo Botafogo). Maicon fez boa partida, sempre dando muito trabalho à defesa adversária, apesar da comprometedora falha no gol alvinegro. Mariano também teve atuação destacada. E a estrela do garoto Wellington Silva mais uma vez brilhou, com a jogada do gol da vitória. Fred começou perdendo um gol feito, mas acabou se recuperando, com um golaço e algumas boas tabelas.
Se há um ponto em que a equipe tricolor precisa evoluir é na eficiência em produzir o resultado, em fazer os gols. Fomos superiores ao adversário nos três clássicos disputados na temporada, e por muito pouco não saímos sem a vitória de novo.
Publicado por Flusócio
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Mais uma vez os boletos de pagamento do FFC encontram-se em atraso.
O Fluminense informou que em março prorrogou a data de vencimento da mensalidade para o dia 15 e, consequentemente, a data de pagamento com desconto passou para o dia 10 deste mês. Os boletos ainda vão chegar.
A Flusócio segue o princípio de que é indispensável o sócio tricolor se manter adimplente com o clube para cumprirmos nossa cidadania tricolor nas eleições em novembro deste ano. Portanto, agendem-se! O Fluminense agradece.
Publicado por Flusócio
em 07/03/2010 às 10:00.

Copa de 2014 é cancelada por falta de patrocinadores.
Por problemas de audiência, Rede Globo estuda substituir novelas e o Big Brother por programas educativos.
Rubinho é favorito ao título da Fórmula 1 em 2010.
Arsenal desiste da contratação de Wellington Silva, que renovará com o Fluminense por mais cinco anos.
Horcades, até o fim de seu mandato, cumprirá suas promessas de campanha, tais como a remodelação do parque aquático das Laranjeiras e a construção de um CT para os profissionais em Xerém.
Peter Siemsen desistiu da candidatura à presidência do Fluminense.
Publicado por Flusócio
em 06/03/2010 às 12:05.

O apoio de nossa torcida será fundamental neste domingo. Não podemos aceitar ficar tanto tempo sem vencer clássicos. Precisamos desta vitória para embalar. Que tal elegermos esta partida como a reedição das maravilhosas festas e da sensacional interação time-torcida que marcou a nossa reta final do Brasileirão do ano passado?
Vamos ao Maracanã. Vamos cantar novamente para o time de guerreiros. Vamos arrancar definitivamente para a disputa do Campeonato Estadual. Em 2005, após um 4 a 0 contra o Botafogo na Taça Rio, o Flu caminhou para o seu último título estadual. Poderíamos repetir a dose agora, e com pelo menos mais um gol de Fred contra eles.
Publicado por Flusócio
em 05/03/2010 às 15:39.