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	<title>Comments on: Ainda as cotas de TV&#8230;</title>
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		<title>By: Marcelo de Freitas</title>
		<link>http://flusocio.com.br/blog/2009/03/10/ainda-as-cotas-de-tv/comment-page-1/#comment-35318</link>
		<dc:creator>Marcelo de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 22:22:04 +0000</pubDate>
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		<description>Um toque sobre a imagem deste post, que é realmente muito show.

A listra é grená mesmo?! Parece-me vermelha.

Se bem que nosso hino fala em ENCARNADO, portanto, a cor da foto me parece mais próxima, não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um toque sobre a imagem deste post, que é realmente muito show.</p>
<p>A listra é grená mesmo?! Parece-me vermelha.</p>
<p>Se bem que nosso hino fala em ENCARNADO, portanto, a cor da foto me parece mais próxima, não?</p>
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		<title>By: Nico</title>
		<link>http://flusocio.com.br/blog/2009/03/10/ainda-as-cotas-de-tv/comment-page-1/#comment-35163</link>
		<dc:creator>Nico</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 15:31:47 +0000</pubDate>
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		<description>OK, o Flu tá recebendo menos do que poderia e que falta representatividade e força nos bastidores para lutar por um aumento do valor de sua cota.

Mas, para onde vai essa grana? São R$ 21 milhões. Será que vai tudo para o pagamento de dívidas?

Abraços,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OK, o Flu tá recebendo menos do que poderia e que falta representatividade e força nos bastidores para lutar por um aumento do valor de sua cota.</p>
<p>Mas, para onde vai essa grana? São R$ 21 milhões. Será que vai tudo para o pagamento de dívidas?</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Eduardo Gorges</title>
		<link>http://flusocio.com.br/blog/2009/03/10/ainda-as-cotas-de-tv/comment-page-1/#comment-35110</link>
		<dc:creator>Eduardo Gorges</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 23:31:45 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de lembrar que a TRADIÇÃO no Fluminense sempre foi em INOVAÇÃO. 

Primeiro time de futebol do Rio, organizou o primeiro campeonato. Primeiro estádio do Brasil, organizou o sul-americano. E por aí vai.

O que as últimas diretorias entendem por tradição é fazer as coisas do mesmo modo como eram feitas na década de 1940.

As cotas de TV aberta deveriam ser pagas baseado no critério de audiência do ano anterior, mas que isso fosse apurado por órgão honestos - o que é bem difícil de se encontrar.
As cotas de PPV deveriam ser diretamente proporcionais aos assinantes daquele time mais os jogos avulsos (contrato específico) daquele time.

Difícil é ver na atual gestão alguém que lute pelo que é certo e pelo que é do Flu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de lembrar que a TRADIÇÃO no Fluminense sempre foi em INOVAÇÃO. </p>
<p>Primeiro time de futebol do Rio, organizou o primeiro campeonato. Primeiro estádio do Brasil, organizou o sul-americano. E por aí vai.</p>
<p>O que as últimas diretorias entendem por tradição é fazer as coisas do mesmo modo como eram feitas na década de 1940.</p>
<p>As cotas de TV aberta deveriam ser pagas baseado no critério de audiência do ano anterior, mas que isso fosse apurado por órgão honestos &#8211; o que é bem difícil de se encontrar.<br />
As cotas de PPV deveriam ser diretamente proporcionais aos assinantes daquele time mais os jogos avulsos (contrato específico) daquele time.</p>
<p>Difícil é ver na atual gestão alguém que lute pelo que é certo e pelo que é do Flu.</p>
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		<title>By: Juliano Borges</title>
		<link>http://flusocio.com.br/blog/2009/03/10/ainda-as-cotas-de-tv/comment-page-1/#comment-35107</link>
		<dc:creator>Juliano Borges</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 21:35:59 +0000</pubDate>
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		<description>Tricolores,

eu nenhum momento me opus à profissionalização. Ao contrário. O Fluminense, aliás, é grande porque foi pioneiro a reconher a importância da profissionalização para se tornar vitorioso. De forma que não sou contra mais organização. Se fosse estaria satisfeito com a adminitração Horcades, e esse não é o caso. Como disse no post anterior, &quot;reconheço que organização competente é fundamental para tornar o clube competitivo.&quot;

Mas chamo a atenção para o risco da hegemonia do marketing sobrepujar o futebol, no que há de mais  ideológico nisso mesmo. Ou seja, na possibilidade de uma supremacia dos valores de mercado sobre os valores simbólicos que, no limite, são o que nos ligam ao clube. E eu acredito que mais organização é completamente compatível com a garantia de que o futebol será mais importante do que as técnicas do marketing.

Meu receio é que a &#039;empresa&#039; Fluminense passe a ter predomínio sobre o clube Fluminense, invertendo a ordem valorativa. Nós torcemos para o clube, não para uma empresa, afinal! A lógica esportiva (mais próxima das paixões) precisa ser mais importante para nós do que a lógica comercial (não que esta última não deva existir, pois, como foi dito, o futebol é mais comercial). Um clube desalmado, convertido em organização empresarial, pode vencer, mas não desperta paixões. Tenho dúvidas se apenas vitórias garantem novos torcedores. A história do (velho) Corinthians parece dizer o contrário. No limite, é a torcida e sua força apaixonada que sustentam o clube. 

Nosso conteúdo futebolístico precisa ser pensado então pela lógica da competição esportiva e não decidido pela lógica empresarial. Para mim trata-se de uma questão ideológica mesmo.

Longe de ser tradicionalista, embora, sim, romântico, não aprecio a eficiência fria e anódina do enaltecido SPFC. Nem a pirotecnia publicitária do Corinthians. Em grande medida, é um pouco este último o modelo que nosso patrocinador se espelha e conhecemos bem as conseqüências dessa lógica deturpada.

Gosto particularmente do tipo de balanço encontrado pelos grandes times do Rio Grande do Sul. Sem negligenciar a organização eles nem se tornaram o circo corinthiano nem a empresa sãopaulina. E, volto a frisar o ponto, isso passa por ter o marketing não como solução, mas como uma das muitas armas (a torcida é para mim nossa arma principal) de modo adaptar o Fluminense a esses tempos em que a lógica empresarial fala mais alto do que o esporte. Penso que o modelo gaúcho é o ponto de equilíbrio entre paixões e interesses a ser buscado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tricolores,</p>
<p>eu nenhum momento me opus à profissionalização. Ao contrário. O Fluminense, aliás, é grande porque foi pioneiro a reconher a importância da profissionalização para se tornar vitorioso. De forma que não sou contra mais organização. Se fosse estaria satisfeito com a adminitração Horcades, e esse não é o caso. Como disse no post anterior, &#8220;reconheço que organização competente é fundamental para tornar o clube competitivo.&#8221;</p>
<p>Mas chamo a atenção para o risco da hegemonia do marketing sobrepujar o futebol, no que há de mais  ideológico nisso mesmo. Ou seja, na possibilidade de uma supremacia dos valores de mercado sobre os valores simbólicos que, no limite, são o que nos ligam ao clube. E eu acredito que mais organização é completamente compatível com a garantia de que o futebol será mais importante do que as técnicas do marketing.</p>
<p>Meu receio é que a &#8216;empresa&#8217; Fluminense passe a ter predomínio sobre o clube Fluminense, invertendo a ordem valorativa. Nós torcemos para o clube, não para uma empresa, afinal! A lógica esportiva (mais próxima das paixões) precisa ser mais importante para nós do que a lógica comercial (não que esta última não deva existir, pois, como foi dito, o futebol é mais comercial). Um clube desalmado, convertido em organização empresarial, pode vencer, mas não desperta paixões. Tenho dúvidas se apenas vitórias garantem novos torcedores. A história do (velho) Corinthians parece dizer o contrário. No limite, é a torcida e sua força apaixonada que sustentam o clube. </p>
<p>Nosso conteúdo futebolístico precisa ser pensado então pela lógica da competição esportiva e não decidido pela lógica empresarial. Para mim trata-se de uma questão ideológica mesmo.</p>
<p>Longe de ser tradicionalista, embora, sim, romântico, não aprecio a eficiência fria e anódina do enaltecido SPFC. Nem a pirotecnia publicitária do Corinthians. Em grande medida, é um pouco este último o modelo que nosso patrocinador se espelha e conhecemos bem as conseqüências dessa lógica deturpada.</p>
<p>Gosto particularmente do tipo de balanço encontrado pelos grandes times do Rio Grande do Sul. Sem negligenciar a organização eles nem se tornaram o circo corinthiano nem a empresa sãopaulina. E, volto a frisar o ponto, isso passa por ter o marketing não como solução, mas como uma das muitas armas (a torcida é para mim nossa arma principal) de modo adaptar o Fluminense a esses tempos em que a lógica empresarial fala mais alto do que o esporte. Penso que o modelo gaúcho é o ponto de equilíbrio entre paixões e interesses a ser buscado.</p>
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		<title>By: Danilo Félix</title>
		<link>http://flusocio.com.br/blog/2009/03/10/ainda-as-cotas-de-tv/comment-page-1/#comment-35091</link>
		<dc:creator>Danilo Félix</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 18:01:18 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Juliano Borges,

Eu até entendo seu raciocínio tradicionalista, mas a verdade os clubes não têm mais escolha: ou se adaptam aos novos tempos e passam a ser geridos de forma profissional, usando seu principal ativo, a sua marca centenária, para maximizar suas receitas, ou então serão engolidos pelo mercado e afundarão até a inexistência.

Eu particularmente prefiro ter um Flu mais &quot;sisudo&quot; e enmpresarial, mas que exista para o meu filho de 2 anos torcer no futuro, do que apenas lembrar de um Flu romântico e tradicional, mas que só exista em nossas memórias e nas páginas de jornais antigos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Juliano Borges,</p>
<p>Eu até entendo seu raciocínio tradicionalista, mas a verdade os clubes não têm mais escolha: ou se adaptam aos novos tempos e passam a ser geridos de forma profissional, usando seu principal ativo, a sua marca centenária, para maximizar suas receitas, ou então serão engolidos pelo mercado e afundarão até a inexistência.</p>
<p>Eu particularmente prefiro ter um Flu mais &#8220;sisudo&#8221; e enmpresarial, mas que exista para o meu filho de 2 anos torcer no futuro, do que apenas lembrar de um Flu romântico e tradicional, mas que só exista em nossas memórias e nas páginas de jornais antigos.</p>
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		<title>By: Claudio Maes</title>
		<link>http://flusocio.com.br/blog/2009/03/10/ainda-as-cotas-de-tv/comment-page-1/#comment-35088</link>
		<dc:creator>Claudio Maes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 17:04:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://flusocio.com.br/blog/?p=4780#comment-35088</guid>
		<description>Tradição é ótimo. E melhor ainda quando transformada em recursos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tradição é ótimo. E melhor ainda quando transformada em recursos.</p>
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	<item>
		<title>By: Claudio - RJ</title>
		<link>http://flusocio.com.br/blog/2009/03/10/ainda-as-cotas-de-tv/comment-page-1/#comment-35084</link>
		<dc:creator>Claudio - RJ</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:31:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://flusocio.com.br/blog/?p=4780#comment-35084</guid>
		<description>caro Juliano,

eu gostaria de compartilhar sua opinião caso o Flu tivesse
superavit, sem nenhuma dívida, com jogadores apaixonados pelo clube, renovando seus contratos por amor ao clube, e receita de TV e marketing desvinculada da realidade do mercado.

Considerando-se tudo isso, acho que a gente tem que pensar em mercado sim, na realidade do século 21.
Hoje são poucos os jogadores que aceitam salário menor pra jogar no Flu, nós não somos o sao paulo. E a marca do Fluminense precisa ser melhor tratada, de todas as formas, e isso inclui um resgate da História do clube, da tradição, mas com métodos modernos de gestão e marketing.

Uma gestão moderna do clube e da marca não significa esquecer a tradição, pelo contrário, quem teve a chance de visitar o museu do Boca Juniors sabe o que é valorizar a tradição de uma forma moderna.

E outra, quanto melhor for a estrutura e a imagem do clube, mais tempo os jogadores novos vão querer ficar no Flu antes de irem pra europa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro Juliano,</p>
<p>eu gostaria de compartilhar sua opinião caso o Flu tivesse<br />
superavit, sem nenhuma dívida, com jogadores apaixonados pelo clube, renovando seus contratos por amor ao clube, e receita de TV e marketing desvinculada da realidade do mercado.</p>
<p>Considerando-se tudo isso, acho que a gente tem que pensar em mercado sim, na realidade do século 21.<br />
Hoje são poucos os jogadores que aceitam salário menor pra jogar no Flu, nós não somos o sao paulo. E a marca do Fluminense precisa ser melhor tratada, de todas as formas, e isso inclui um resgate da História do clube, da tradição, mas com métodos modernos de gestão e marketing.</p>
<p>Uma gestão moderna do clube e da marca não significa esquecer a tradição, pelo contrário, quem teve a chance de visitar o museu do Boca Juniors sabe o que é valorizar a tradição de uma forma moderna.</p>
<p>E outra, quanto melhor for a estrutura e a imagem do clube, mais tempo os jogadores novos vão querer ficar no Flu antes de irem pra europa.</p>
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