Marketing do SPFC: Quanta diferença…

Quando hoje em dia pensamos em exemplo de profissionalismo, organização e competência no futebol brasileiro, pensamos no São Paulo Futebol Clube. Já citamos o tricolor paulistano aqui nesse espaço outras vezes e, de novo, a ele recorremos para falar de marketing, tema da próxima reunião aberta da Flusócio.

Um exemplar recente da Revista Exame (Ano 42, nº 25) trouxe excelente reportagem intitulada “Campeão também nos negócios”, em que mostra como o São Paulo se transformou, em pouco mais de seis anos, em um campeão de negócios e marketing. Segundo Júlio Casares, publicitário e sãopaulino fanático, atual vice-presidente de marketing do clube, o São Paulo deve fechar, esse ano, o maior contrato de patrocínio do futebol brasileiro. Para ter o direito de estampar seu nome no uniforme tricolor, o patrocinador terá que pagar 30 milhões de reais, o dobro do que paga o atual. Nada menos que cinco empresas disputam esse direito.

Ao lado disso, o São Paulo fatura com seus outros parceiros. A Reebok investiu 4 milhões de reais em uma loja no Morumbi, onde vende mais de 800 itens exclusivos do São Paulo. A Coca-Cola investiu 2,5 milhões de reais em um bar temático com vista para o gramado do Morumbi. O planejamento do tricolor paulista pretende, até 2010, converter todo o anel inferior do Morumbi em Shopping Center, com lojas, cinemas, churrascaria, buffet infantil e centro de convenções. A previsão, apenas com os serviços já instalados no clube em 2008, é ter fechado o ano com lucro de 4 milhões de reais.

O mais interessante, porém, é observar nessa mesma reportagem que essa grande mudança no São Paulo ocorreu apenas a partir de 2002, quando o atual vice-presidente de marketing chegou ao clube. Naquele momento, o São Paulo estava fora da Libertadores há quase 10 anos e se colocava no mesmo patamar dos demais grandes clubes do Brasil. O marketing era tratado de forma subvalorizada e os contratos fechados na base das “relações pessoais dos dirigentes e sem nenhum tipo de planejamento”. Júlio Casares, então, traçou, juntamente com o departamento de futebol, um planejamento para fortalecer e internacionalizar a marca São Paulo. Para isso, o objetivo principal era levar o clube novamente a Libertadores da América e gerir de forma profissional a área de marketing do clube. Nos últimos quatro anos, o São Paulo disputou 17 títulos e ganhou nada menos que seis, incluindo três títulos brasileiros, uma Libertadores e um Mundial.

À exceção do patrocínio da Unimed, que já vem de longa data, vemos o Fluminense cada vez mais longe de um conceito de profissionalização do marketing. Comparar as lojas da Reebok e o bar temático da Coca-Cola com a estrutura oferecida atualmente pela diretoria à Fluboutique e ao Bar do Fidélis causa uma profunda dor naqueles que realmente amam o Fluminense. Tivemos, no ano que passou, a grande chance de marcar posição e internacionalizar nossa marca, mas a cada dia que passa isso parece um sonho cada vez mais distante.

Vale destacar que a crítica não é dirigida apenas ao departamento de marketing. Perceba que, no São Paulo, o marketing traçou, juntamente com o departamento de futebol, um planejamento para que ambos pudessem crescer em conjunto. Por óbvio que jamais teremos um marketing forte sem um time competitivo e vencedor dentro de campo. Por outro lado, o marketing deve estar preparado para aproveitar ao máximo as conquistas do futebol e com isso alavancar a exploração da marca Fluminense de forma profissional e lucrativa. Isso, infelizmente, não temos visto no Fluminense. Em 2005 vencemos o Estadual; em 2007, a Copa do Brasil; e no ano passado fomos vice-campeões da Libertadores. Oportunidades recentes não faltaram, mas elas foram desperdiçadas.

Algo precisa ser feito. Logo! Por isso, vamos discutir diversas ações de marketing em nossa próxima reunião aberta no dia 6 de abril, uma segunda-feira, a partir de 19h, no Ed. Argentina. Que o exemplo do São Paulo, construído não de uma hora para outra, mas a médio prazo, sirva para a nossa reflexão.

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Comentários

  1. Léo Tony

    comentou em 24/03/2009, às 12:37

    Perfeito o texto.

    Mas gostaria de aproveitar o espaço para lançar um OFFTOPIC, em função da coluna do PVC no site da ESPN, no qual o jornalista tece sua opinião contrária a efetivação por parte da CBF dos títulos da Taça Brasil e Roberto Gomes Pedrosa.

    Sei que a Flusócio já abordou o tema outras vezes, mas tendo em vista que o Flu pleiteia o reconhecimento de seu legítimo título junto à CBF, gostaria que a Flusócio argumentasse em cima do que disse PVC em seu blog.

    Abaixo a transcrição do texto do PVC na íntegra:

    http://blogs.espn.com.br/pvc/

    “Os cinco campeões da Taça Brasil (Bahia, Santos, Palmeiras, Cruzeiro e Botafogo) e os três do Robertão (Santos, Palmeiras e Fluminense) se reúnem hoje no Salão Nobre do Palmeiras para divulgar o dossiê sobre a equiparação dos troféus dos anos 50 e 60 ao Campeonato Brasileiro.
    O diretor do departamento técnico da CBF, Virgílio Elíseo, diz só ter tomado conhecimento do assunto pelos jornais. Garante que a decisão não será rápida.
    “Se o dossiê chegar até a CBF, teremos de analisar. Mas terá de ser uma decisão calma, que certamente terá a participação do presidente Ricardo Teixeira. Não vamos definir rapidamente”, diz Elíseo.

    Sou contra.
    Mas, mais importante do que a minha opinião é que as pessoas entendam o assunto para poder se posicionar a favor ou contrariamente à ideia. Para ter opinião, em vez de paixão.
    Então, antes de tudo, é preciso saber o que representavam esses torneios:

    1. TAÇA BRASIL – Disputada entre 1959 e 1968 em formato de Copa do Brasil. É a irmã mais velha da Copa do Brasil.
    Jogava-se em mata-mata e o campeão só entrava na disputa nas fases finais. Em 1962 e 1963, o Santos só entrou no torneio nas semifinais, direito reservado por ser campeão do ano anterior. Em 1963, só precisou de quatro partidas para ser campeão.
    Em vários países, a Copa começou a ser disputada antes do campeonato. Na Inglaterra, por exemplo. E nem por isso a Copa foi equiparada ao campeonato.
    OS VENCEDORES – 1959 – Bahia, 1960 – Palmeiras, 1961 – Santos, 1962 – Santos, 1963 – Santos, 1964 – Santos, 1965, Santos, 1966 – Cruzeiro, 1967 – Palmeiras, 1968 – Botafogo.

    2. ROBERTÃO – Disputado entre 1967 e 1970, em formato de campeonato, em dois grupos de dez, com campeão e vice de cada grupo disputando o quadrangular final em turno único e pontos corridos. Chamava-se Robertão, por ser a ampliação do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Rio-São Paulo, que passou a contar também com a participação de clubes de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná — Bahia e Pernambuco tiveram acesso a partir de 1968.
    OS CAMPEÕES – 1967 – Palmeiras, 1968 – Santos, 1969 – Palmeiras, 1970 – Fluminense
    A ampliação do Rio-São Paulo deveu-se ao crescimento do futebol de outras regiões.
    A diferença em relação ao Brasileirão disputado a partir de 1971 é a criação da Segunda Divisão.
    Contando a Segunda Divisão, o Campeonato Brasileiro tinha 17 estados representados a partir de 1971. Por isso, passou a ser chamado Campeonato Nacional.

    Um argumento contrário é que o Brasileirão teve nomes diferentes também a partir de 1971. Campeonato Nacional, Copa Brasil, Taça de Ouro, Copa Brasil, Copa União e Campeonato Brasileiro.

    A frase definitiva, para mim, é de meu amigo Celso Unzelte. Você não precisa chamar Dom Pedro II de Presidente da República. Aliás, não pode.
    Dom Pedro II era o homem mais importante da Nação no século XIX. Era o Imperador.

    Bahia, Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense ganharam títulos extremamente relevantes entre 1959 e 1970. Ganharam a Taça Brasil, irmã mais velha da Copa do Brasil, e o Robertão, irmão mais velho do Brasileiro. Mas não se deve incluir esses títulos na galeria dos campeões brasileiros.
    Quem conhece a história, sabe a importância de cada um deles.
    Para quem desconhece, equiparar ou não não faz a menor diferença.”

  2. Rodrigo Costa

    comentou em 24/03/2009, às 12:52

    Acho válida essa reunião sobre o marketing.
    Mas depois de tudo decidido e traçado, como vocês pretendem colocar em prática ? Vão esperar as eleições de 2010 ????

  3. Alexandre

    comentou em 24/03/2009, às 12:54

    OFF

    RIDICULO O REDAÇÃO SPORTV HOJE, NÃO FOI NOTICIADO NADA SOBRE O JOGO DO FLU, SÓ SE FALA DE DENTINHO, CAMPEONATO PAULISTA, E DO SURF DO ROBINHO. PERDI TEMPO DA MINHA VIDA ASSISTINDO A ESSE PROGRAMA CORINTHIANO.

  4. Danilo Félix

    comentou em 24/03/2009, às 13:12

    Ler sobre o SPFC sempre me dá uma pena absurda do FFC…
    Marketing é uma palavra que não existe no Fluminense atual, infelizmente.

    Temos que ganhar a eleição para começar do zero este trabalho dentro do clube. Hoje o desempenho do departamento é patético, aliás, sempre foi assim.

  5. Ary Junior

    comentou em 24/03/2009, às 13:36

    É… o São Paulo FC é um ótimo exemplo… !

    Mas o SC Internacional-RS também é, se não for melhor… !

    19/12/2008
    “Criança Colorada: o Inter inicia aqui”
    - Até hoje cerca de 35 mil crianças participaram do projeto no Beira-Rio -
    http://200.177.97.3/pagina.php?modulo=2&setor=18&codigo=8035

    “Projeto Rio Grande Vermelho”
    http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=8&setor=120

    23/01/2009
    “Inter promove seminário para expandir franquias no ano do centenário”
    - Vice-Presidência de Marketing apresenta planejamento estratégico da marca Inter Sport na próxima segunda-feira (26/1), no Beira-Rio. Objetivo é triplicar número de estabelecimentos até o fim de 2009 -
    http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=2&setor=18&codigo=8190

    “Projeto Gigante Para Sempre”
    http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=4&setor=34&secao=82

    O trabalho que vem sendo realizado também pelo SC Internacional-RS, merece toda a atenção do Fluminense (e da Flusócio) ! ! !

    Em tempo… o óbvio:
    “Não há projeto de marketing que resista a um time que não ganha campeonatos”, diz Bertie Mullin, presidente da The Aspire Group, consultoria americana especializada em marketing esportivo.”

    Saudações Tricolores !

  6. Carlos Tricolor

    comentou em 24/03/2009, às 13:40

    Time de Lucros – Março de 2007
    Isto É Dinheiro

    ” Time de Lucros ”

    Tabelinha entre a diretoria do São Paulo e um grupo de executivos faz do tricolor um exemplo de administração. Os títulos? Ah, são conseqüência.

    Por joão carlos godoy

    Casares, Branquinho, Vieira, Haberfeld, Sanchez e Moura. Nunca ouviu falar desses craques? Pois saiba que eles têm grande participação nas campanhas vitoriosas do São Paulo Futebol Clube nos últimos anos. O time aí de cima não entra em campo, mas sua a camisa nos bastidores, preparando o terreno para as conquistas do tricolor paulista. Casares e companhia fazem parte do Gesp, Grupo de Executivos São-Paulinos criado em 2002 e que trabalha em parceria com a diretoria do São Paulo na gestão do clube.

    O time é formado por executivos de marketing e publicitários, entre os quais o sócio de Nizan Guanaes na agência África (Luiz Fernando Vieira) e o diretor de criação da W/Brasil (Rui Branquinho). “Trata-se de um grupo voluntário que, além de um importante conhecimento profissional, se entrega com paixão ao clube. E isso é um diferencial”, atesta Julio Casares, diretor de projetos especiais da Rede Record e mentor do Gesp.

    Gesp é apenas um dos exemplos de como trabalha o time que virou referência administrativa no Brasil, uma máquina que fatura R$ 113,5 milhões ao ano. Ouve-se com freqüência que o São Paulo faz as melhores contratações, é dono de um centro de treinamento e de fisioterapia invejável, realiza grandes vendas e tem os mais bem costurados contratos de marketing. Tudo isso não é à toa. O Gesp, por exemplo, trabalha em parceria com o departamento de orçamento e controle, cuja existência é uma raridade entre os clubes brasileiros. Mesmo entre os grandes times, é difícil encontrar algum que tenha uma área responsável por cálculos de custo/benefício na contratação de um atleta, planejamento financeiro anual ou simulações contábeis de médio e longo prazos. O São Paulo também tem um banco de talentos, a exemplo do que fazem os departamentos de recursos humanos de grandes empresas. Trata-se de uma lista de substitutos de jogadores-chave (devidamente orçados), mesmo que o jogador-chave tenha acabado de assinar um contrato com o tricolor. Outro dado importante: o mandato do presidente é de dois anos. E este novo presidente muda grande parte da diretoria. Isso evita a proliferação de “cartolas vitalícios”.

    A estrutura são-paulina, que já funcionava bem para os padrões brasileiros, só ganhou com a entrada do Gesp. A partir de sua formação, a primeira tarefa do grupo foi a renovação dos contratos de R$ 23 milhões ao ano com os patrocinadores Reebok e LG. Depois, durante a reforma da grama do Morumbi, o Gesp ofereceu aos torcedores 433 placas do antigo gramado. Foram vendidas em apenas duas semanas. Isso sem contar o lançamento oficial do DVD do Tetra. Cerca de 50 mil cópias foram ao mercado a um preço de R$ 29,90 cada uma. O próximo passo? “Ser a maior torcida do Brasil em dez anos “, promete Casares. Para isso, foi estruturado um plano diretor com ações a serem cumpridas até 2016.

    Uma delas é o compromisso firmado pela patrocinadora Reebok de construir e inaugurar, no primeiro semestre deste ano, uma megaloja de 400 metros quadrados no estádio do Morumbi. “Vamos levar para dentro do estádio uma gama de produtos com a marca São Paulo”, comemora Tulio Formicola, diretor de marketing da Reebok. Ele tem motivos de sobra para ficar animado: a empresa chegou ao final de 2006 com um recorde de 500 mil peças vendidas com a grife tricolor. Além do local reservado para a construção da megastore, o projeto engloba parcerias para a instalação de um bar temático, um restaurante, academia de ginástica e uma livraria. Com isso, o Gesp pretende reativar a utilização do estádio fora dos dias de jogos. Mas também há movimentações além do Morumbi. Uma delas é a criação de um canal de TV por assinatura com conteúdo voltado para o torcedor são-paulino. “Estamos estudando este assunto”, diz Vieira.

    No mais, o Gesp deve seguir em 2007 com o Batismo Tricolor, uma cerimônia que já “confirmou o são-paulinismo” de 600 torcedores e tem como meta batizar dez mil pessoas neste ano. Bobagem? Não do ponto de vista do clube. Para ser condecorado, o torcedor paga R$ 120.

    Entendeu por que o São Paulo tem as contas em dia?

  7. Carlos Tricolor

    comentou em 24/03/2009, às 13:42

    Um bom exemplo……

    Já que sempre usam o São Paulo como exemplo, olha os contratos deles a partir de 2006. O poder aquisitivo/perfil da torcida deles é bem similar ao nosso e por que isso não é explorado por aqui?

    http://www.gazetaesportiva.net/reportagem/futebol/rep529.php

    E o São Paulo ainda fez exigências!!!

    http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro2005/interna/0,,OI691358-EI4847,00.html

  8. Sérgio Lyrio da Cunha

    comentou em 24/03/2009, às 13:48

    O MAL QUE A UNIMED NÃO PODE TRATAR

    Numa mesa de negócios, por mais que o bem comum seja buscado, o objetivo de cada lado é que ao final das contas, é que sua meta no negócio seja atingida. Nessa relação (muito duradoura, e que deveria ser exemplo para o resto do Brasil) entre a UNIMED e o Fluminense, há o interesse financeiro de ambas as partes pois, se trata de uma parceria ótima para ambos os lados.

    A primeira noção errada as pessoas tiram dessa relação é a de que a Unimed injeta “rios” de dinheiro no clube pela paixão que o Presidente da Empresa Dr. Celso Barros tem pelo Fluminense. O dinheiro não é dele, é da empresa. Todas as vezes em que ele foi questionado por seus pares em virtude do montante do investimento, ele pode contraargumentar o quanto que a Unimed teria que desembolsar para ter o mesma exposição de marketing e mídia nos veículos de comunicação. Me lembro apenas dos dados referentes ao vice-campeonato do Fluminense na Copa do Brasil de 2005, para que a UNIMED pudesse ter a mesma exposição na mídia teria que ter gasto mais de 50 VEZES do que foi gasto com o clube naquele ano. Imagina então, qual foi a vantagem para empresa após a exposição do título da Copa do Brasil, e da final da Libertadores. De 99 até hoje a UNIMED passou de uma grande empresa de saúde no Estado do RJ, para ser disparada a maior Empresa de Plano de Saúde do Estado e quem entende um pouco de marketing sabe o quanto a exposição contínua da marca na camisa do Fluminense contribuiu para o sucesso da empresa.

    A segunda noção errada é a de que a relação entre o Fluminense e Unimed é de parceria de gestão, o Unimed como patrocinadora é interessada exclusivamente na exposição da marca na mídia. A Unimed viu que o dinheiro poderia ser melhor aplicado se ela pagasse diretamente aos principais jogadores do elenco. Ficou assim, a seu cargo, participar das negociações no intuito de formar grandes times para disputar os maiores torneios do Brasil e do Mundo (os possíveis é lógico!), essa mudança de postura no patrocínio, fez o Fluminense passar por algumas situações inusitadas (quem não se lembra do time com Romário, Edmundo, Roger???) essa forma de patrocínio foi se lapidando com o tempo e hoje há a noção de que mais do que craques de mídia, a exposição da marca fica mais forte com a montagem de times equilibrados e competitivos. Mas o retorno desse tipo de investimento é sempre esperado no curto prazo, por parte da Unimed; então René Simões não durou o sufuciente para montar o time, já que padrão de jogo apresentado nessa temporada era um prenúncio que o time ficaria fora de todas as finais desse semestre, apesar do investimento vultoso. E a paixão que o Celso Barros nutre pelo Renato Gaucho não é por que eles gostam da mesma churrascaria, mas por que foi sob sua batuta que o Fluminense conseguiu as maiores exposições com a marca nesses 10 anos de parceria.

    O imenso sucesso do Fluminense na taça Libertadores da América, abriu os olhos da Unimed para a expansão internacional da marca, seguro saúde é um ótimo negócio em várias partes do mundo (principalmente nos EUA, que apesar de não serem apaixonados por futebol, possuem uma imensa população de imigrantes que levaram consigo a paixão pelo esporte bretão). E uma nova participação do clube na competição é vista como ponto fundamental para empresa ser reconhecida no exterior (America do Sul e Europa principalmente).

    Na contramão desse projeto grandioso temos hoje um time, que treina em um lugar condenado a ser um museu permanente (péssimamente conservado), uma diretoria que não consegue arcar com nem com os menores salários do elenco, apesar das cotas de TV milionárias pagas todos os anos ao clube (Só pelo Brasileirão são 15 milhões por ano, fora Copa do Brasil, Estaduais e outros mais ), não deixa sequer vestígios do dinheiro pelas vendas das ultimas jóias produzidas em Xerem. E Xerém, nossa mina de ouro, encontra-se hoje abandonada por esta diretoria.

    Investimentos estruturais não serão feitos pela a patrocinadora, pois esta não é investidora de jogadores, e nem essa é a modalidade de patrocínio acordada entre as partes. Esse tipos de investimento deveriam ser feitos pela gestão do clube (hoje vislumbra-se uma parceria com a Traffic para a aquisição de um centro de treinamento decente – tenho pena no Fred, apesar de eu ser tricolor, que saiu de um clube estruturado, para treinar nessa bagunça).

    Infelizmente, a parceria que é tão benéfica para o clube encobre uma péssima gestão de um presidente que não entende nada de administração de um clube de futebol, estamos realmente perdendo o BONDE DA HISTÓRIA . Infelizmente, porquê quando essa parceria acabar acordaremos para uma situação em que se terá a real noção de que o Fluminense viveu um sonho chamado Unimed e acordou em um pesadêlo chamado realidade.
    O QUE VOCÊ ACHAM DISSO???

    Postado também em http://colunas.globoesporte.com/joaomarcelo
    por Rafa Rangel

  9. Eduardo Etcheveria

    comentou em 24/03/2009, às 14:04

    Como TODOS sabemos… o marketing do Flu é um canaleiro de terceira categoria.
    Dia 6 estarei lá.

    ST

  10. sergio couto

    comentou em 24/03/2009, às 14:05

    O marketing do Flu vai dar a volta por cima.

    Boatos dizem que vai ser lançado, em grande cerimônia, a ser realizada no salão nobre, o CHAVEIRO DO FÁBIO, que dizer CHAVEIRO DO FRED.

    Agora ninguém segura…

  11. Ricardo Braga

    comentou em 24/03/2009, às 14:17

    O argumento da Taça do Brasil faz sentido. Já o do Robertão é estapafúrdio, um completo nonsense. O campeonato brasileiro de 71 (o “primeiro”) foi rigorosamente igual ao de 70. Só mudou o nome. Não tem nada a ver o Robertão não ter a segunda divisão. Então para ser campeonato brasileiro precisa ter a segunda? Em vários dos anos seguintes a segunda também não foi disputada (quando o brasileiro tinha 90 ou 100 clubes). E a comparação com D. Pedro II é ridícula e risível. Me desculpem mas o texto do PVC é um lixo e nem deve ser considerado.

  12. Amorim

    comentou em 24/03/2009, às 14:24

    Interessante doc sobre o Ademir Queixada:

    http://www.youtube.com/watch?v=k_K8PXhcbbs&feature=related

  13. Carlos Nogueira

    comentou em 24/03/2009, às 14:24

    Apenas uma ressalva ao bom tópico e à reportagem da Exame: 30 milhões, quantia pretendida pelo SPFC – “nada menos que 5 empresas disputam esse direito”.

    Não é bem assim. O próprio SPFC já tentou esse patamar em 2009 – não conseguiu. O Corinthians ficou 3 meses sem patrocínio procurando – com o Ronaldo – alguém que chegasse próximo a esse valor. Não obteve sucesso.

    Uma coisa é pleitear o valor que acha merecido. Outra é conseguir. Ainda mais nos tempos atuais.

    Tirando isso, ótimo e pertinente post.

    Abraços,
    Carlos Nogueira.

  14. ERIC MENEZES

    comentou em 24/03/2009, às 14:36

    A sentença final é um paradoxo. Quem conhece a história, sabe a importância de cada um deles. Pra quem não conhece, equipará-los faz TODA a diferença.

    Vamos dizer então: “Pelé nunca foi campeão brasileiro”. Quem conhece a história, sabe que não é verdade. Quem desconhece, não sabe que é mentira, e continuará pensando equivocadamente que a mentira é verdade, se a verdade não for restaurada.

    Ou se restaura a verdade, ou vamos usar o mesmo princípio e separar os “campeões brasileiros” dos “campeões nacionais”, campeões da “Copa Brasil”, campeões da “Taça de ouro”, campeões da “Copa Brasil”, e campeões da “Copa União”.

    Dom Pedro II governou o país no regime monárquico. A lei, dentro do campo político, era outra. O Campeonato Brasileiro, já antes de 71, tinha a mesma regra dos onze contra onze, ganha quem fizer mais gols. Ou vão querer também argumentar que quando a vitória passou a valer 3 pontos, zeramos a conta dos campeões brasileiros, e com o advento dos pontos corridos, zeramos de novo.

  15. Diogo Nunes

    comentou em 24/03/2009, às 15:35

    O Grêmio também está nessa faixa de relevância ou entrará em breve.

    Está fazendo um trabalho de branding grande que tende a elevar a marca e posicioná-la de forma inigualável.

    O Flu precisa antes de tudo de um trabalho como esse que faça com que se reconheça as forças da marca, valores, objetivos, que trace as estratégias e projete uma forma eficiente de cumprir as promessas futuras (títulos e seriedade administrativa).

    DNunes

  16. Claudio Pires

    comentou em 24/03/2009, às 15:40

    Esse texto do PVC para mim não vale nada.

    Devemos separar as coisas por partes, a Taça Brasil de fato se assemelha muito com a Copa do Brasil, mas o Robertão e a Taça de Prata, foram o campeonato nacional da época, tanto que em 1971 os representantes do Brasil na Libertadores foram Fluminense e Palmeiras, tanto que a Revista Placar publicou “Fluminense Campeão Brasileiro de 1970″.

    Mas se querem comparar, gostaria de lembrar a vcs o seguinte, onde jogavam os 22 jogadores brasileiros que disputaram a Copa de 70? Quantos disputaram o campeonato brasileiro de 70, resposta: Todos. Hoje, quantos jogadores que integram a seleção brasileira disputam o campeonato brasileiro? resposta: Nenhum, ou quase nenhum.

    Parece OFF, mas não é, pois agora vem a principal questão, como o Fluminense explora a imagem do time/clube campeão brasileiro de 1970, mesmo ano em que o mundo conheceu a melhor seleção de todos os tempos e que, não por coincidência disputou esse mesmo campeonato? Quantos tricolores sabem disso?
    1970 – o ano em que o Fluminense venceu o campeonato brasileiro mais difícil de todos os tempos. Cadê nosso marketing?

  17. Rodrigo Batalha

    comentou em 24/03/2009, às 16:03

    Esse assunto do marketing deve ser abordado com muita importância, e merece sim uma reviravolta urgente no clube. Mas o assunto que neste momento é capa em vários jornais e que foi abordado no primeiro post pelo Leo Tony, na minha opinião, merece mais um apelo urgente e focado do blog, pois até o João Havelange enviou carta apoiando a validação dos títulos.
    Não sei se é possível fazer algo “de fora”, mas no mínimo torcer e pensar positivamente sobre o assunto já é um grande negócio. É o poder da atração!

  18. Eduardo Gorges

    comentou em 24/03/2009, às 16:05

    Os campeonatos devem ser equiparados aos seus modelos de disputa:
    - A Taça Brasil (mata-mata) com a Copa do Brasil;
    - o “Robertão” com o Brasileiro.

    Durante 30 anos, o regulamento do Campeonato Brasileiro mudou todo ano. A primeira vez que se repetiu exatamente igual ao do ano anterior foi quando tivemso 2 anos seguidos de pontos corridos com 20 times.

    Quem analisa as tabelas e os resultados, não tem como distinguir o Brasileiro de 1970 de inúmeros outros que se seguiram. De 1973 a 1979 também não teve Segundona.

    http://www.rsssfbrasil.com/tables/rgp1970.htm

    E nosso marketing? Flusão bicampeão 1984-99 (série C)? é dose…

  19. Franklin

    comentou em 24/03/2009, às 16:21

    Excelente esse texto o que me deixa mais com raiva é ver que ,nossas chances de virar um clube profissional serem desperdiçadas no entanto,eu visito este blog da Flusócio porque,nele fala tudo o que o clube poderia fazer enquanto no site profissional,não fala nada nós temos muito que aprender com o São Paulo e com o Internacional que ambos os clubes estão dando um olé de profissionalismo e gostei desse texto falando sobre o nivel de profissionalismo do São Paulo.

    Outro clube tambem mereçe ser falado é o Internacional que agora ele completará 100 anos e pode chegar a ser o unico clube da América Latina com 100 mil sócios porque isso na Europa é normal mas no Brasil que tem as maiores torcidas isso é um exemplo de profissionalismo se o Fluminense tivesse tudo isso com esse nível de organização sem duvida que teriamos conquistados varios títulos como:Carioca,Brasileiro,Libertadores,Mundial e entre outros com o clube profissional teriamos:CT profissional,Sede remodelada e sem duvida teriamos até um estadio prórpio mas eu me pergunto até quando vamos sofrer com isso ? Quando teremos uma diretoria profissional? Quando teremos um time que seja na verdade um time competitivo(copeiro)porque se continuar assim vamos sofrer muito espero que no ano que vem que será o ano das eleições do clube isso tudo mude mas a Flusócio está de parabéns e que continue assim pra mostrar toda verdade que nós torcedores tricolores apaixonados queremos ver um dia o nosso Fluminense,chegar no mesmo nivel do São Paulo e do Inter se Deus queiser que este dia chegue logo um abraço a todos da Flusócio e Saudações Tricolores.

  20. Juliano Borges

    comentou em 24/03/2009, às 16:30

    Ary Junior,

    Eu também prefiro o tipo de marketing praticado pelo Internacional ao feito pelo do SPFC. As políticas de mkt do Colorado enfatizam a instituição, o ‘clube’, enquanto as do São Paulo privilegiam a visibilidade da empresa, da ‘marca’, e a lucrutividade pura e simplesmente. Na ponta, isso se reflete no tipo de torcedor que eles conquistam…

    Claro que uma coisa leva a outra, mas o foco principal indica uma visão de mundo, uma prioridade sobre o intituição-futebol (Inter) mais do que no comércio e na lucratividade do negócio-futebol (São Paulo). Ambos são eficientes. Mas prefiro o estilo dos gaúchos ao dos paulistas.

  21. Amorim

    comentou em 24/03/2009, às 16:31

    Claudio Pires,

    a edição da Placar em 1984 com o Cristo vestindo o manto tricolor dizia:

    ABENÇOADO TRICOLOR BICAMPEÃO .

  22. Rafael Trindade

    comentou em 24/03/2009, às 16:34

    Não devo estar no Rio de Janeiro no dia 6 de abril, já que estarei de férias por todo mês, mas se eu não viajar vou na reunião da Flusócio. O tema marketing é fundamental para o futuro do Fluminense como instituição e como clube grande. Acho que não só São Paulo e Internacional estão anos-luz à frente, como também Cruzeiro, Palmeiras, Grêmio, Corinthians, Atlético-PR…

  23. Levizzo

    comentou em 24/03/2009, às 16:36

    Concordo com vc, Sérgio Lyrio da Cunha.
    O Fluminense vive uma história digamos “receosa”, pois não sabemos o que nos espera se algum dia a Unimed desistir de investir no clube (não sei se ela durará mais anos sem grandes conquistas). Hoje temos um time bom, claro, precisamos de mais um ou outro ali, mas é bem melhor que muitos que vão iniciar esse Brasileiro e inversamente a essa realidade temos muitas coisas que nos dão o rótulo de time desorganisado e sem planejamentos (em todos os setores). Hj não temos CT, ESTÁDIO, DIRETORIA COMPETENTE, PRESIDENTE DIGNO DE UMA INSTITUIÇÃO COM A MARCA FLUMINENSE, NOSSO MARKETING ESTÁ NO LIXO (não venham me dizer que as camisas do TS3, TN10 e FREDGOL, SÃO MARKETING DE TIME GRANDE), E O CÚMULO DE TUDO ISSO E IMPRESSIONANTE É NÃO TERMOS NEM Nº FIXO NAS CAMISAS E NOME ATRÁS DAS MESMAS, coisa mais básica hj em dia no futebol. Pelo amor de DEus, vamos sair desse amadorismo!!!!!!!

    Revoltante é nos acostumarmos com isso, pois entra um sai outro e as promessas de estádio e CT, são sempre as mesmas, mas não tem um ser que estufe o peito e siga com a idéia até o final de sua gestão…
    Infelismente, vamos permanecer nessa inércia por mt mais tempo, pois ninguém quer se comprometer com umprojeto grande e audacioso desses e que com toda certeza o FLUMINENSE, só ganharia com tal investimento.

    sdd tric.

  24. José Carlos Fernandes da Costa

    comentou em 24/03/2009, às 17:11

    Não tem jeito, resta-me aceitar que o marketing do SP é fantástico, realmente.

    É muito marketing para fazê-lo o queridinho da imprensa, não é de hoje.

    Haja marketing para ser campeão com um número ABSURDO de partidas auxiliado pelas arbitragens, e ninguém se manifestar na intensidade que eu acho correta.

    É preciso marketing e mais marketing para “vender” aos jogadores a ideia de que ir para o SP ganhando X é melhor que ir para qualquer outro ganhando 3, 4, 5x.

    Tem que ter marketing para mascarar outros clubes que também exploram bem as suas marcas (reconheço, pois não sou nenhum imbecil, que não é o caso do nosso Flu) e dar a impressão de que eles são os únicos competentes do planeta.

    Haja marketing, para incutir em todos nós que acertos no SP são coisas tão normais que ninguém sequer cogite a hipótese de que as matérias apresentadas sejam matérias pagas.

    Um marketing “fodão” (por favor, moderadores, deixem passar) e qualquer time do Brasil, se não for treinado e comandado por alguém com uma cabeça de fato pensante e tiver jogadores com brio, entra no Morumbi de pernas bambas e já moralmente derrotado no vestiário, sem falar nos árbitros, induzidos à parcialidade, de forma inconsciente até.

    Esse mesmo marketing poderoso que, quando o time sobe na tabela de 10° para 8°, o público, imprensa, adversários passam a falar todo dia “o SP tá encostando…” e se borram de medo.

    Cansei de escrever. Concluo que o marketing do SP é poderoso mesmo, sem ironias. A propósito, o marketing é tão importante que até faz as pessoas realmente pensarem que ele é o mais importante. Saudações tricolores.

  25. José Carlos Fernandes da Costa

    comentou em 24/03/2009, às 17:16

    Em tempo: precisamos de muita coisa na questão de marketing, mas por favor, numeração fixa NÃO!!! Um cara em campo com camisa 44, 37, 62, é dose!!!

  26. Dede

    comentou em 24/03/2009, às 17:57

    Independente de se assemelhar a copa do brasil ou não, o fato é que esses torneios todos, independente do nome ou regulamento, representavam o campeão nacional das suas épocas. Se o regulamento permitia a entrada do campeão na semifinal, a libertadores era assim também até a década de 80, problema do regulamento. Quem ganhou é campeão nacional. Pensar diferente disso é achar que o futebol começou em 1971.
    Claúdio Pires, perfeito, nunca tinha pensado nisso.
    Pra mim inclusive, o flu tem 5 nacionais, porque quando ganhou o rio-são paulo 3 vezes, esse torneio representava o melhor do futebol brasileiro.
    Qualquer análise sobre futebol deve ser contextualizada á época em que ocorreu, senão ocorrem distorções.
    Exemplo? dizer que o jogo mais importante da história do flu foi contra a LDU. Nunca. Só se for de 1990 pra cá, pis antes os torneios carioca e brasileiro eram mais valorizados, afinal quem se sabe até que o flu escalou o time reserva na LA de 71 pra jogar um clássico contra o Bota pelo carioca.
    Pegeum o público de fla e cobreloa de 81. 94 mil pagantes. Público razoável pra época. Igual ao nosso ano passado
    Agora peguem fla e atlético pelo brão de 80. Deu quase 140 mil.

  27. Daniel Carvalho

    comentou em 24/03/2009, às 18:27

    OFFTOPIC: Se alguem achava que o IG era imparcial, segue a pesquisa no site: Quem é o melhor atacante do Brasil hoje?

    1. Borges (São Paulo) 11% 396 votos

    2. Diego Tardelli (Atlético-MG) 5% 179 votos

    3. Fred (Fluminense) 4% 135 votos

    4. Keirrison (Palmeiras) 44% 1552 votos

    5. Kléber (Cruzeiro) 3% 116 votos

    6. Kléber Pereira (Santos) 8% 267 votos

    7. Nilmar (Inter) 7% 255 votos

    8. Ronaldo (Corinthians) 17% 607 votos

  28. Eduardo Albuquerque    

    comentou em 24/03/2009, às 18:29

    José Carlos Fernandes da Costa,
    mas isso entra na conta também.

    a arte de construir discursos (seja até pra encobrir/maquiar coisas nefastas, infelizmente) é uma ação de marketing.

    os exemplos que voce da de juizes roubando etc. isso é proveniente TAMBEM de um bom trabalho de marketing
    um juiz tem mais medo de fazer mal a um clube mosca morta, que não briga por seus direitos, que quando é lesado fala abobrinha pra caramba ou para um organizado, ou que ao menos faz um discurso e projeta uma imagem de organizado, forte nos bastidores, corretos e combtivos?

    e por aí vamos
    marketing é uma força MUITO importante. o flamengo ganhou tudo na epoca certa e é dito como um time forte que sempre ganha titulos importantes etc. mas pega a historia deles pra estudar. aquilo foi exceção e não regra. “o brasileiro é obrigação” faz-me rir. quem é o maior vice de todos os tempos? vasco? (sim, pq o mkt o fez, mas a resposta certa é o flamengo)
    enfim, não foi o manuel schwartz que disse “futebol TAMBÉM se ganha dentro de campo”?

  29. Claudio Pires

    comentou em 24/03/2009, às 18:34

    Dedé, vc tem razão na análise contextualizada, e o Robertão era o brasileiro da época, me lembro bem.

    Mas só para vcs lembrarem os times que disputaram o Brasileiro de 1970 (alguns jogadores):
    Santos – Com Gilmar, C. Alberto, Clodoaldo, Edu, Rildo e um neguinho com a 10 – Pelé.
    Botafogo – P. Cesar, Jairzinho, Rogério, Roberto Miranda.
    São Paulo – Gerson, Pedro Rocha.
    Palmeiras – Dudu, Ademir da Ghia
    Cruzeiro (para mim o melhor) – Raul, Zé Carlos, Piazza, Natal, Evaldo, Dirceu Lopes e Tostão
    Esses, na minha lembrança eram os adversários mais difíceis, Fla, Vasco, Corinthians (mesmo com Rivelino) não tinham time para disputar o título e o CAMPEÃO – Félix, Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denílson e Lulinha (Didi); Cafuringa, Samarone (Claudio Garcia), Flávio (Mickey) e Lula.

    Para os mais novos, disputamos com Pelé e toda a seleção de 1970 a melhor de todos os tempos e fomos CAMPEÕES. O melhor time do melhor futebol do mundo. Esse é o meu Fluminense, esse é o lugar onde sempre vou querer que o Fluminense esteja. Para isso é necessário todas as ações de todos os tricolores, hoje, inclusive, ações de marketing que ajudem a alavancar nosso Clube para o lugar que a ele pertence.

  30. Cid Boechat

    comentou em 24/03/2009, às 18:51

    Amigos, criei um perfil de twitter sobre o FLuminense. http://twitter.com/fluzao

    Os que participarem dessa rede social, adicionem-me a criem os seus tbm (pq nao um da flusocio e do pavilhao)? Vamos disseminar, discutir e divulgar o FFC em todas as esferas. Abraços.

  31. José Carlos Fernandes da Costa

    comentou em 24/03/2009, às 18:57

    Caro Eduardo, nós estamos de acordo. Eu repito: não fui irônico ao dizer que o marketing do SP é poderoso mesmo. Seu exemplo do juiz apitando o jogo de um time-mosca-morta foi muito bom. Digamos que o SP tem um marketing poderoso tanto quando usado para o bem, como para o mal. Saudações tricolores.

  32. Antonio

    comentou em 24/03/2009, às 19:09

    http://www.lancenet.com.br/clubes/fluminense/noticias/09-03-24/514317.stm?cbd-apontou-flu-campeao-do-brasil-em-1970

  33. Eduardo Albuquerque    

    comentou em 24/03/2009, às 19:13

    pois é, José
    o bem de uns as vezes é o mal de outros =/

  34. Danilo Soares Félix

    comentou em 24/03/2009, às 22:32

    Caro Rodrigo Costa,

    Se não formos poder, como vamos implementar o nosso modelo de gestão para o Marketing do FFC? Você acha que a diretoria atual é capaz de tocar projetos deste tipo? Vc acha que adiantaria levar alguma idéia pra eles? Vc acha que eles dão importância ao Marketing como ferramenta geradora de receita para um clube de futebol?

    Infelizmente não temos saída! Existe uma sequência a percorrer para realizar as mudanças: 1) Associação em massa; 2) Vencer as eleições e 3) Tentar fazer o FFC que a gente imagina.

  35. Danilo Soares Félix

    comentou em 24/03/2009, às 22:34

    Ah, só pra deixar registrado.

    Quanto à equiparação das conquistas pré-1971:

    Taça Brasil = Copa do Brasil.
    Robertão/Taça de Prata = Campeonato Brasileiro.

    Tentar empurrar conquista de Taça Brasil como campeonato brasileiro não é algo razoável e por isso enfraquece o pleito como um todo.

  36. Sergio Curvelo

    comentou em 24/03/2009, às 23:06

    OFF TOPIC:

    O gol do Conca merece um post aqui e placa em Friburgo!

  37. Carlos Tricolor

    comentou em 25/03/2009, às 1:45

    O Fluminense detém uma das maiores torcidas do Brasil, uma percepção de marca de um clube e torcida de elite (mesmo que essa realidade não seja a mesma do começo do século passado) e isso a torna de alto valor
    agregado e grande potencial.

    Porém esse potencial é pouco utilizado e faz com que o retorno financeiro fique infinitamente aquém do que o
    Fluminense precisa.

    É fundamental e urgente um bom planejamento de marketing, e esse planejamento só é possível com o uso de algumas das ferramentas que norteiam as ações a serem tomadas : Pesquisa, Marketing de Incentivo,
    Licenciamento e Atendimento são algumas delas.

    É preciso saber da real situação do Fluminense hoje. Quais contratos estão assinados, para quais produtos, de quais durações,quanto isso rende ao cofre do clube, são algumas das questões a serem respondidas para elaborar um planejamento estratégico eficiente e
    lucrar com o royalties do licenciamento dos produtos com a marca “Fluminense”.

  38. Carlos Tricolor

    comentou em 25/03/2009, às 1:48

    Poderia ser criado para a criançada tricolor, um segmento de produtos, baseados na TURMA DO CARTOLINHA.

    Já temos o personagem (Cartolinha), falta atitude e criatividade do departamento de marketing.

    Iniciativa como esta, ajuda a fidelizar a criançada, formam TORCEDORES(AS) TRICOLORES…….

    Isso é o marketing independente de resultados no campo!

  39. Carlos Tricolor

    comentou em 25/03/2009, às 1:57

    Exemplos de exposição e divulgação da marca FLUMINENSE, gratuitamente na mídia:

    Fluminense em Hollywood

    Ator Terry Kinney usando a camisa do Fluzão, nos bastidores do filme Diminished Capacity.

    http://www.imdb.com/media/rm2959841024/tt1007950

    Hoje em dia, é muito provável que uma camisa do Fluminense apareça em Hollywood.

    Ficamos em evidência, e somos conhecidos no mundo inteiro.

    E devem perguntar o que significa ” Unimed “.

    A Unimed ganha muito em imagem e divulgação da marca, com o Fluminense !!!

    ————————————————-

    Filme Show de bola

    http://www.imagemfilmes.com.br/imagemfilmes/principal/filme.aspx?filme=103535

    Ele quer jogar no Fluminense! 06/08/2008 – 16:17

    Blog da Equipe do Canal Fluminense

    Bem que poderia, mas não é nenhuma contratação para o restante da temporada. O reforço em questão existe apenas na ficção e responde por Thiago, coincidentemente o nome dos dois principais destaques do ano no clube. Interpretado por Thiago Martins (Cidade de Deus e Era uma vez…), o protagonista do filme “Show de Bola” é morador do Morro do Cantagalo e é visto como uma promessa do futebol. Filho de um
    ex-jogador do Flu e torcedor do clube, seu sonho é… Jogar no Fluminense!

    A equipe do Canal Fluminense esteve presente na pré-estréia, nesta terça (05/08), no Rio, a convite da produtora Imagem Filmes, e vibrou com as diversas referências ao Tricolor. Logo na primeira cena, o
    Maracanã aparece lotado na decisão do Carioca, contra o Volta Redonda, em 2005, ano em que foram realizadas as filmagens. O atraso na finalização do filme veio a calhar e de certa forma será benéfico para o clube. Com lançamento previsto para outros paises, após a campanha de 2008 na Libertadores, o público do exterior terá mais facilidade para reconhecer a equipe e ajudar na tão importante internacionalização da marca.

    A produção explora a realidade de comunidades carentes e da violência urbana, como outros sucessos recentes do cinema brasileiro, mas tem como suporte para a história o desejo do jovem Thiago em se tornar
    jogador profissional. E dá-lhe cenas nas Laranjeiras, camisa do Fluminense, imagens da decisão do Estadual de 2005, pôsteres de equipes campeãs… Mas, é claro, ele não terá apenas zagueiros pela frente e as dificuldades de sua condição social se tornam seu maior
    adversário.

    Se, finalmente, temos um filme não documentário onde todas as ligações com o futebol remetem ao Flu, é mais do que obrigação dos torcedores prestigiarem a obra. Ainda recomendo que tudo seja feito à caráter,com uma linda camisa tricolor.

    Por: Gabriel Peres

  40. Eduardo Etcheveria

    comentou em 25/03/2009, às 10:21

    Nessa reportagem do Lance o Vice de Marketing do Flu
    “ficou surpreso e vibrou com a informação” … É MOLE !!!! O cara não sabia disso? Não estudou o Fluminense, sua história e seus arquivos para ser o responsável do marketing? Teve que ter um cara do Cruzeiro (ou Palmeiras) para que ele soubesse disso !!!
    é ainda “vibrou com a informação”!!!! deveria ter vergonha de não conhecer o história do lugar onde trabalha.
    UMA VERGONHA!

    ST

  41. Gabriel Becks

    comentou em 25/03/2009, às 21:47

    Pelo menos isso eu tenho que admirar no sampa; o seu estádio.. se o Fluminense conseguisse investir nisso, podia ter uma arena pela area da barra/recreio (que é um lugar que facilita que o estadio lote pela localização.. temos como exemplo o “vazião”) e que nessa arena tivesse essas lojas e restaurantes! ia ser uma beleza para o clube, imagine isso tricolor!! ;D Isso só depende do dia que tivermos uma diretoria afim de trabalhar honestamente..!!

  42. MAX NORONHA

    comentou em 27/03/2009, às 17:35

    Moro em São Paulo e tenho visto o clube paulista crescer desde as conquistas de 1991 em diante inclusive com a ajuda do mestre Tele Santana (lembram do mundial de clubes), isso com certeza alavancou o nome do clube no país e mundialmente. Realmente o clube tem o melhor departamento de marketing mas outras fatores tb colaboram por exemplo, o nome do clube leva o nome da cidade e do estado, isso ajuda muito, e durante esses anos eles tem uma administração voltada principalmente para o clube com titulos e consequentemente aumento de torcedores, infelizmente nossas administrações tem nos deixado sequelas ou seja , dívidas que cada ano que passa aumenta. Muito se fala em ajuda daqui e dali mas o queridinho da imprensa aqui em São Paulo é o corinthians como no Rio de Janeiro é o flamengo. Trocando em miúdos, o maior marketing que o FLU poderia ter conseguido seria a conq

  43. MAX NORONHA

    comentou em 27/03/2009, às 17:49

    REALMENTE O SÃO PAULO ESTA NUM PATAMAR ACIMA DOS DEMAIS MAS MOTIVOS NÃO FALTAM POIS TUDO COMEÇOU EM 1992 QUANDO DO TITULO MUNDIAL COM O MESTRE TELE SANTANA, DE LÁ PRA CÁ COM TÍTULOS E O MARKETING, O CLUBE VEM AUMENTANDO CONSIDERAVELMENTE SUA TORCIDA E OUTROS FATORES TB AJUDAM COMO O NOME DA CIDADE, DO ESTADO E ADMINISTRAÇÕES VOLTADAS PARA O CLUBE O QUE INFELIZMENTE NÃO TEMOS. AQUI EM SÃO PAULO AO CONTRARIO DO QUE SE COMENTA, O QUERIDINHO DA IMPRENSA É O CORINTHIANS COMO NO RIO DE JANEIRO É O FLAMENGO. PERDEMOS UMA CHANCE DE OURO DE LIGARMOS NOSSO MARKETING EM CIMA DA CONQUISTA DA LIBERTADORES.