Fruto do trabalho competente
Publicado em 25.06.2009.
Por Flusócio
Em uma iniciativa ousada, o Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo, resolveu ter um verdadeiro esquadrão em seu novo time de vôlei masculino. Contrataram quase meia seleção brasileira (Giba, Rodrigão, Gustavo, Marcelinho e Kid), tornando-se favoritíssimo ao título da Liga Nacional.
Conseguiram graças a recursos da Lei Piva de incentivos fiscais e o patrocínio da operadora de TV por assinatura Sky, totalizando um investimento de R$ 15 milhões. Os planos de retorno são ousados e concretos, dada a visibilidade que hoje o voleibol possui, sendo o segundo esporte da preferência dos brasileiros. A diretoria do E. C. Pinheiros concluiu que não basta ter uma seleção campeã de tudo e objetiva ter um forte campeonato nacional, ao nível das ligas europeias, aumentando ainda mais a popularidade do vôlei. Previram também que o ginásio do clube não comportará a demanda de público esperada e o mando de quadra será no ginásio do Ibirapuera. E as categorias de base não serão esquecidas. O clube também promete times competitivos em outras modalidades. Bastaram apenas trinta dias para o início e conclusão do projeto todo.
A Flusócio apoia iniciativas como esta e considera que o Fluminense não pode ficar de fora desta onda de evolução e crescimento apresentada nos esportes olímpicos, principalmente no basquete e no vôlei. Há condições, pois temos camisa, torcida e popularidade. Quem não gostaria de aproveitar uma oportunidade como esta, tendo um público que dá a possibilidade de ginásios cheios e consequentemente bom retorno financeiro?

comentou em 25/06/2009, às 8:32
Montaram e praticaram todo o projeto em 1 mês?!?! É meio brabo de crer nisso, mas enfim…
Eu creio que deveríamos investir pesado mesmo em modalidades-primas ao FLUTEBOL, quais o FLUTSAL e FLUTEBOL DE AREIA, afim de catar os destaques pro campo.
Agora, fato que ninguém gosta de perder. Se o Brasília aprontar domingo, este time de basquete do Fla tá arriscado a sumir.
comentou em 25/06/2009, às 9:12
Marcelo Freitas,
de fato assisti a entrevistas na apresentação do elenco e que os dirigente falam q o projeto foi todo montado em 1 mês.
Acho muito boa essa iniciativa do Pinheiros, pois traz de volta o ídolo para o Brasil e, junto com ele, a visibilidade do esporte.
Sou da tese de que os esportes olímpicos devem ser incentivados no Flu sim, desde que eles se paguem. Para isso são necessários projetos bem bolados, que utilizem bem a gama de incentivos oferecidos a quem investe nessa área. Isso sem falar no marketing; não adiante trazer um Giba, como o Pinheiros, se não há uma campanha de marketing por trás (estou falando de marketing de verdade, e não camisas toscas de Fred Chegol e TN10).
comentou em 25/06/2009, às 9:36
Isso mostra que os esportes olímpicos (que o Fluminense equivocadamente chama de “esportes amadores”) também podem dar lucro para o clube. Basta ser administrado por quem sabe.
Por isso mesmo, cada um com seu cada um é a melhor coisa para o clube: quem conhece de cada esporte deve comandar o núcleo daquele esporte. Assim, quem entende de polo tem que cuidar do polo; quem entende de bohca tem que cuidar da bocha; a mesma coisa para o tiro, o vôlei, o basquete, enfim.
E nem se diga algo como “ah, mas isso daí não é popular…”. O vôlei foi assim um dia, e de 1992 para cá tudo mudou.
O fato é que uma boa administração profissional de cada área requer bons profissionais de cada área. Bons tecnicamente e com visão empreendedora.
O Fluminense tem bons profissionais em cada uma das suas áreas, mas o triste é que a presidência não sabe utilizar isso do modo certo. Não sabe criar oportunidades para abrir as possibilidades dos atletas/técnicos participarem de competições, ou mesmo aprimorar seus treinamentos.
É disso que precisamos. Uma administração que saiba como organizar o clube. Um dia nós chegamos lá!!!
comentou em 25/06/2009, às 10:34
Para encerrar esse assunto do Tartá, FH e sabe-se lá qtos mais.
O Ricardo Gomes ao assumir o posto de treinador do SPaulo disse muito bem:
…
“Qualquer instituição está na frente de qualquer um. Sendo o São Paulo, fica difícil ter um jogador mais importante que o clube. Por aqui já passaram grandes jogadores, grandes treinador. Vai ter briga e vaidade? Não tem essa. O comportamento no São Paulo tem que ser exemplar”, cobrou o ex-zagueiro.
A elevação da voz em relação ao assunto é o tom adotado no Morumbi. Juvenal Juvêncio também deixou seu tranquilo ritmo na fala no seu pronunciamento para apresentar Ricardo Gomes. “Vejo aqui e acolá notícias de crise e indisciplina. Não há, porque eu não permito”, afirmou o presidente, sem nem mesmo ser questionado. “Lembro de um episódio recente do Adriano. Ele cometeu um deslize e o multei em 40% dos seus vencimentos. Depois o fiz dar explicações aos companheiros e à imprensa. E ele já jogou no domingo. As coisas no São Paulo são neste sentido e será sempre assim”, prometeu.
E é no mínimo a mesma atitude que espera o novo treinador no caso de novos problemas. “Se ganha a posição no campo, não dando entrevista. Tem que dar o seu máximo e cabe a mim este julgamento. Vou acertar e errar, mas posso prometer que vai ter honestidade. Se o jogador não entender, a diretoria vai ter que agir”, avisou Ricardo. “Jogador só derruba técnico se encontrar um clube fraco, sem estrutura. E tem pouquíssimos clubes assim no Brasil. Às vezes acontece um acidente porque o jogador está de cabeça quente, mas aí tem que vir a público pedir desculpa”, ensinou.
http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/06/24/585586.html
Então meus amigos, mais uma vez vemos uma diretoria incompetente tirando o foco do treinador, prejudicando o desempenho do grupo e a figura do RG ressurgindo das cinzas… Pq este por não ser treinador, supre a deficiência de “pulso firme” que não lhe compete mas sim a direção do Clube.
É isso.
comentou em 25/06/2009, às 10:35
Se não conseguimos dar uma estrutura digna ao futebol do clube, que é nosso carro chefe, fico imaginando a estrutura que o Fluminense daria pra um time de basquete ou vôlei. Não sei se essa é a hora de se investir tempo e esforço quando nosso departamento de futebol tá cada vez mais debilitado.
comentou em 25/06/2009, às 11:12
“REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO SEXTA-FEIRA À NOITE É…”
“CUTUCAR ONÇA COM VARA CURTA”!!!
Quer saber mais???
Então, leia em: http://cidadaofluminense.blogspot.com
Saudações Tricolores,
EDUARDO COELHO
“CIDADÃO FLUMINENSE”
comentou em 25/06/2009, às 11:48
Competência.
Planejamento.
Simples assim!
comentou em 25/06/2009, às 14:08
Sou favorável à separação total do futebol dos outros esportes dentro do Fluminense, como exemplo temos o próprio Flamengo, onde está prestes a ser campeão brasileiro, sendo que seus jogadores estão com salários atrasados há mais de tres ou quatro meses. Manter-se desta forma não vale à pena, o tal efetio vagalume, num ano disputa pra valer, no outro só figura ou então nem disputa. Temos envidar esforços somente no futebol, tentar equacionar a dívida monstruosa que o Fluminense já tem, concentrar-se totalmente no marketing do clube, assim como está sendo feito no Internacional, que muitos pensam ter somente o projeto sócio-torcedor bem sucedido, mas vai muito além disto. Lá, com os outros projetos, que não vale à pena discorrer aqui, eles diminuiram significamente as torcidas organizadas (?), sendo que a maior parte do seu público hoje é formado por famílias, crescendo muito o numero de mulheres e crianças nos seus jogos. Acho que é nisto que devemos nos concentrar.
comentou em 26/06/2009, às 16:03
Eu adoro basquetebol, voleibol, futsal, mas não tenho qualquer esperança de ver um time do Fluminense forte nestes esportes na atual gestão.
comentou em 26/06/2009, às 18:42
É triste, antes do Fla-Flu, ter que ficar secando o time de basquete deles com Duda e Marcelinho, ambos que já foram do Fluminense e deveriam estar nas Laranjeiras até hoje.