Mais um adeus

O Fluminense perdeu no último sábado mais um jogador importante de sua história. Kléber, célebre meia tricolor dos anos 70, sofreu um ataque cardíaco e não resistiu. O ex-jogador tinha apenas 55 anos, o que torna a notícia ainda mais triste. Os torcedores mais jovens talvez pouco conheçam o jogador, mas os tricolores com mais de 40 anos certamente lembram com saudade de sua longa e vitoriosa passagem pelas Laranjeiras.

Kléber estreou no Fluminense em 1973. Após uma campanha muito ruim no primeiro turno do campeonato estadual daquele ano, o técnico Duque, trazido para o lugar de Zezé Moreira, resolveu promover uma renovação no time. Buscou nas divisões de base os jogadores Pintinho, Kléber e Marquinhos (este último, hoje na função de treinador, mais conhecido como Marco Aurélio). Denílson e Gérson, que já tinham passado da casa dos 30 anos, perderam a vaga para a garotada e o time engrenou de tal forma que venceu o segundo turno, o terceiro e atropelou o Flamengo com sonoros 4×2 na decisão do título.

Kléber ainda ganharia os títulos estaduais de 1975 e 1976 como coadjuvante de luxo na máquina tricolor de Rivellino, Paulo César e cia, além de torneios mundo afora como o Torneio de Paris, o Teresa Herrera na Espanha e o de Viña del Mar no Chile. Fechou sua passagem pelas Laranjeiras participando de alguns jogos no título estadual de 1980. Ganhou também os títulos da Taça São Paulo de juniores de 1971 e 1973. Sem contar as divisões de base, ao todo foram 312 jogos e 38 gols com a camisa tricolor entre 1973 e 1980. Muitos deles ao lado de seu irmão, o lateral-esquerdo Carlinhos.

Kléber foi um jogador marcante de uma época grandiosa do Fluminense. De um passado que, ao contrário dos últimos 24 anos (com raras exceções), merece ser reverenciado. Fica aqui a nossa homenagem ao jogador. Desejamos que o Fluminense volte a ter a força e a pujança daqueles tempos. Como último comentário, vale destacar que o Kléber é com “K”, não com “C”, diferente de como saiu no site oficial do clube e em outros meios de comunicação.

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Comentários

  1. Sergio Binda

    comentou em 27/07/2009, às 17:09

    Este jogava muita bola. Até num ano negro como o de 1974, em que o Fluminense foi mal em todas as competições, exceto no primeiro turno do carioca, Taça GB, que perdemos a final para o América, ele se destacou e nunca atuava mal. Infelizmente teve uma contusão séria em 1976 que acabou prejudicando a sequência de sua carreira. Ainda assim, fez algumas partidas belíssimas como numa goleada de 6×0 contra o América, em que fez o primeiro gol num belo chute de fora da área.

    Infelizmente não revelamos mais jogadores assim. Outra coisa, ele não era volante e sim um excelente meia – direita.

    ST

  2. Carlos Freitas (Casoba)    

    comentou em 27/07/2009, às 17:11

    Jogava muito.

    Nunca foi para a seleção, que eu saiba, e duvido que tenha recebido salários milionários. Mas naquela época o Fluminense era assim. Um ou outro jogador era de seleção, mas todos eram bons de bola. Honravam a camisa que vestiam.

    Vai-se mais um jogador da fase em que o Fluminense não ficava três anos sem título.

  3. Cid Felix

    comentou em 27/07/2009, às 17:14

    Sou testemunha viva deste grande jogador de futebol, revelado na base do flu juntamento com outros craques enumerados neste post.Graças a Deus eu vivi esta época, por isso sinto muitas saudades do grande fluminense, na época um dos maiores times de futebol e que nos orgulhavamos pela sua organização. Triste momento o atual, com dirigentes idiotas e sem qualquer noção de gestão.

  4. EDUARDO COELHO

    comentou em 27/07/2009, às 17:20

    Valeu FLUSÓCIO,

    “PARABÉNS” pela homenagem ao nosso “KLÉBER ÍDOLO ETERNO”.

    Realmente, é muito triste e “dá muita vontade de chorar”, no momento difícil em que estamos perdermos alguém como o KLÉBER.

    O KLÉBER FOI UM DOS MEUS ÍDOLOS DE INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA E CRAQUE TAMBÉM “NO MEU TIME DE BOTÃO”.

    Entrando no Blog “CIDADÃO FLUMINENSE” poderão ler, “KLÉBER ÍDOLO ETERNO” e terão a oportunidade de assistirem dois vídeos sobre o KLÉBER.

    Nosso endereço é:

    http://cidadaofluminense.blogspot.com

    SAUDADES DO KLÉBER!

    EDUARDO COELHO
    “CIDADÃO FLUMINENSE”

  5. Sergio V Caetano

    comentou em 27/07/2009, às 17:23

    Sinto uma grande emoção e um grande orgulho de ter assistido esse magnífico jogador chamado Kleber defendendo as cores do Fluminense, jogador de grande técnica e garra incomum. Lamento muito a sua passagem, mas com certeza ele se juntará a outros ilustres tricolores que estão torcendo pelas mudanças que o Flu precisa.

  6. Ricardo Braga

    comentou em 27/07/2009, às 17:31

    Jogadoraço, com toque de bola refinado e um autêntico tricolor. Na máquina de 75 era a mudança certa que o Didi fazia no 2° tempo. Tirava ao mesmo tempo Zé Mário e Mário Sérgio e colocava Kléber e Pintinho. A torcida vinha abaixo quando os 2 iam juntos para o aquecimento. Um luxo! Que timaço!!

  7. fernando mundy

    comentou em 27/07/2009, às 17:44

    Olha me lembro do kleber, tanto que naquele meio de campo fantastico que o Flu tinha ele para mim foi de grande referencia, agora lembro me que na epoca em que apareceu a grafia de seu Nome sempre foi com C, ou seja se o correto é com K, passei 36 anos tendo em minha memória Cleber, mas o que importa era que o sujeito era muito bom de bola, inclusive era Coordenador de um Time do Mato Grosso que foi onde li sobre o falecimento prematuro dele.

  8. Ricardo Braga

    comentou em 27/07/2009, às 18:08

    Félix, Toninho Baiano, Silveira, Assis e Marco Antônio; Pintinho, Kléber e Manfrini; Cafuringa (Marquinhos), Dionísio e Lula.

    Campeão Carioca de 1973.

  9. Amorim

    comentou em 27/07/2009, às 18:25

    Valeu Kleber.

    Em tempo, esse negócio do Fred se tratar em BH “junto c/a família” ma dá calafrios pq o último que fez isso voltou de lá processando o FLU e com o pai falando mundos e fundos espinafrando o FLU:
    Thiago ‘Mendigo’ Gosling. <- que fim levou?

  10. Danilo Félix

    comentou em 27/07/2009, às 18:38

    Infelizmente não vivi esta época de ouro do Flu mas tenho algumas imagens deste grande esquadrão tricolor, com excelentes jogadas do Kléber.

    Certamente o Kléber merece todas as homenagens pelo grande jogador que foi, pela sua categoria e conquistas com a camisa tricolor.

    Que descanse em paz.

  11. Amorim

    comentou em 27/07/2009, às 18:41

    Dizem q a contratação do Rono foi feita diretamente por CB e RG. Depois de acertado passaram a bola pro FLU regularizar e tudo mais. PRONTO JÁ EMPACOU.

    FORA ALEXANDRE FARIA MAS NÃO FAZ PORR@ NENHUMA!

    Deixa esse kra como mestre-de-obra cuidando de CT e traz o Branco de volta ou um outro qq mas QUE SEJA DO RAMO = FUTEBOL.

  12. Amorim

    comentou em 27/07/2009, às 18:48

    *a contratação do Roni empacou ..

  13. Carlos Eduardo Cardoso

    comentou em 27/07/2009, às 18:50

    Não é mole, não!!! Com apenas 19 anos, soube, merecidamente, conquistar seu espaço no meio-campo do Flu, num time cheio de cobras criadas, que acabou conquistando o título de 1973, num fla-FLU i-nes-que-cí-vel!

    Logo depois, já na fase da “máquina”, manteve o altíssimo padrão de uma linha constituída por verdadeira constelação.

    Em resumo, naquela época produzíamos “garotos bons de bola”, e não essa molambada cheia de “não me toque” dos dias de hoje.

    Foi meu ídolo, assim como de tantos outros da minha geração. Jogava no meu time de botão, no totó, etc, etc, etc.

    Recordar aqueles tempos vitoriosos é viver! E a lembrança dele estará sempre viva em minha memória.

  14. gilberto graça couto

    comentou em 27/07/2009, às 19:07

    Me sinto também um privilegiado por ter assistido exibições deste grande jogador, que desfilava classe, e também era um bom finalizador, tanto que fez quase 40 gols como volante. Áureos tempos que contrastam dolorosamente com os atuais…

  15. Luiz Fabiano

    comentou em 27/07/2009, às 19:24

    Lembro vagamente, pois era muito moleque na época.
    Certa vez estava no Maraca com meu pai, nesta época, eis que entra um cabeludo jogador do Flu pelo túnel da arquibancada com um curativo enorme no nariz para assitir ao jogo com a torcida. Só não me recordo se era o Kléber.
    Valeu campeão.
    ST

  16. Heitor D’ Alincourt

    comentou em 27/07/2009, às 20:29

    O meu pé de laranja lá em Xerem tinha ele como patrono.

  17. aldoliv

    comentou em 27/07/2009, às 21:18

    Não tenho muita lembrança dele jogando, pois comecei a acompanhar o Flu em 1979 com 11 anos – sempre pelo radinho de pilha.

    Mas a iamnegm dele que irá comigo para o túmulo nos escaninhos de minha memória é a da figurinha do futebol cards – o “chicletão com 3 figurinhas em papel cartão do final doa anos 70″. Para os saudosos: http://www.cardspingpong.com.br/imagens.htlm

  18. aldoliv

    comentou em 27/07/2009, às 21:19

    Corrigindo: http://www.cardspingpong.com.br/Imagens.htm

  19. Paulo Carvalho

    comentou em 27/07/2009, às 21:30

    Fui muitas vezes ao Maracanã, nos tempos do Kleber. Belo jogador, belo time, bela época!!!
    Tempos que não voltam mais.
    Que Deus o receba na paz e na luz.

  20. Sidney Silveira

    comentou em 27/07/2009, às 22:03

    Notícia triste, a morte do notável Kléber, meia habilidosíssimo que jogou ao lado (entre outros) do grande Pintinho. Que Deus o acolha no Céu e permita que ele bata uma bolinha com as hostes angélicas…

  21. José Carlos F. da Costa

    comentou em 27/07/2009, às 22:07

    Sou mais um que tinha o Cleber (a essa altura se acostumar com Kleber? Não dá…) no time de botão. E mais: era sempre um dos “autores” dos gols nas peladas da gente, pois o gol nunca é nosso, e sim dos nossos ídolos…

    Nessas horas a gente sempre pensa nas homenagens que NÃO são feitas com o cara vivo. Ele está naquelas placas na sede? Espero que sim. Deixo uma sugestão, de se fazer aqui um espaço para homenagear tanta gente – de preferência ainda viva – que fica esquecida, como foi o caso do Cleber.

    É o seguinte: a cada semana a Flusócio elege um dos nossos craques, de preferência não os figurões, como Castilho, Rivelino, PC Caju, Romerito, Assis, Gerson, CA Torres, etc, mas sim aqueles não tão incensados, como Pintinho, Jandir, Duílio, Tato, Gilberto, Cristóvão, Leomir, Rubens Galaxe, Tadeu, Edevaldo, Wendell, Paulo Goulart, e tantos outros que no dia em que se forem a gente vai lamentar tanto. Vamos nos lembrar deles agora, vamos demonstrar que eles estão presentes na nossa lembrança com carinho agora, enquanto é tempo.

    Notem que só citei campeões de 75 pra cá (sou de 64), mas a lista é interminável. Por isso, se a sugestão for aceita, quanto mais cedo começarmos, melhor. Terá sido um último passe do Cleber para um gol do Flu. Saudações tricolores.

  22. José Carlos F. da Costa

    comentou em 27/07/2009, às 22:12

    Acho que me perdi um pouco nos devaneios e não ficou tão clara a ideia: um craque por vez nesse painel, em homenagem a ele, e cada um de nós manda mensagens contando passagens, lembranças enfim, a respeito do escolhido. É isso.

  23. giovanni magalhães garcia

    comentou em 27/07/2009, às 22:42

    Sr. Heitor, justa sua homenagem. Difícil será o senhor ir a xerém e encontrar sua plaquinha no lugar.
    Aliás pelo resultado de xerém esse final de semana, o que podemos esperar do resto.(perdemos simplesmente tudo…até pro botafogo na taça bh)
    lamentável!

  24. Armando B. Castanheira

    comentou em 27/07/2009, às 22:44

    Kléber é do tempo em que ouvíamos os jogos com o radinho colado ao ouvido. Já dizia o Waldir Amaral: Kléber passa para Manfrini, que dá um passe sensacional para Rivelino, que dá uma bomba…gooool, goool do Flumineeensee. Indivíduo competente o Riva! Tem peixe na rede do Flamengooo! Choveu na horta do Fluminense! Que bonito é….hehehe os tempos eram outros.

  25. Cleber Mello

    comentou em 27/07/2009, às 22:49

    Lembro-me que quando tinha uns 9 anos, estava saindo da praia aqui em Cabo Frio com outro amigo e no caminho para casa parou um carro, com dois jovens e duas mulheres pedindo uma informação. Um pouco assustado fui dando as coordenadas quando me perguntaram o time que eu torcia; logo me identifiquei. Foi quando alguém falou – “sabe quem é que está falando com você??? Eu sou seu xará que joga no seu time. Você conhece??” Meio sem saber o que dizer me despedi e até hoje me arrependo de não ter pedido qualquer “prova” da sua conversa.

    Adeus “Xará”! Você formou o melhor meio de campo da história do Flu, e um dos melhores da história do futebol.

  26. Cleber Mello

    comentou em 27/07/2009, às 22:59

    Só uma coisa, do que consigo lembrar, na época a escalação o colocava como 2º homem de meio de campo. Portanto, meia direita e não “cabeça-de-área” (hoje volante).

  27. Amorim

    comentou em 27/07/2009, às 23:31

    É muita incompetência.

    E ainda tem gente dizendo que é a Comissão Técnica que escolhe nomes e buscam contratações..

    Então me digam se TODOS OS TREINADORES ESCOLHERAM MAL ESTE ANO OU SE AQUELE QUE ESTA LÁ DESDE O INÍCIO É O RESPONSÁVEL POR ESSE ELENCO BIZARRO QUE SEQUER CONSEGUE SE INFLAMAR JUNTO COM A TORCIDA (CLARO BANDO QUE NEM SANGUE NAS VEIAS TÊM)!

    FORA ALEXANDRE FARIA E NÃO FAZ PORR@ NENHUMA!

    Deixem esse sujeito como mestre-de-obra cuidando de arrumar um CT e traz o Branco de volta ou um OUTRO qq mas QUE SEJA DO RAMO = FUTEBOL.

    PELAMORDE DEUS.

  28. Aroldo Rodrigues

    comentou em 28/07/2009, às 0:50

    Kléber foi autor do gol da vitória do primeiro jogo do Fluminense que assisti na minha vida. Fui com meu pai e meu irmão, devia ter uns 5 ou 6 anos. Esse jogo foi em São Januário: Fluminense 2 x 1 Operário MS. Detalhe: O gol do desempate foi bem no fim do jogo. Graças a Deus, uma ótima lembrança.

  29. Mauro Carlos Freire Balbino

    comentou em 28/07/2009, às 1:37

    ***

    Entre os times de futebol de botao guardados na casa da minha mae ha’ um com a foto do Kleber.

    Passados 35 anos lembrei-me disso agora lendo esse post.

    Descanse em paz, companheiro.

    ***

  30. Carlos Tricolor

    comentou em 28/07/2009, às 2:28

    Grande jogador, me deu muitas alegrias ao vestir a camisa tricolor.

    Descanse em paz !!!

  31. Geraldo Chaves

    comentou em 28/07/2009, às 8:26

    Para avaliar como ele era bom, veio da base e da mesma forma que o Pintinho, participou da Máquina Tricolor no mesmo nível de Rivelino & Cia contratados na época.
    Como éramos felizes naquela época…

  32. Carlos Eduardo Cardoso

    comentou em 28/07/2009, às 9:00

    À FLUSÓCIO,

    Corretíssima a informação em relação à grafia do nome do nosso ídolo. Acabei de encontrar entre os meus pertences, uma relíquia contendo os autógrafos dos campeões de 1973. Está lá: “Kleber”, com “K”.

    É impressionante como nos mínimos detalhes nossa diretoria demonstra total falta de zelo, conhecimento, intimidade com a memória Tricolor.

  33. Ricardo Ayres

    comentou em 28/07/2009, às 10:28

    quando comecei a companhar o Flu em 79, ele ainda estava lá, que descanse em paz e que a familia supere este momento.

  34. Claudio Pires

    comentou em 28/07/2009, às 11:11

    Kléber foi um dos muitos ídolos que tive, especialmente na adolescência, acompanhei o seu lançamento, junto com Pintinho.

    Me lembro de ter encontrado um tio botafoguense na saída do Maracanã e ele vaticinou “com essa garotada o Flu tem time para muitos anos” e foi verdade, Kleber nos trouxe muitas alegrias e sempre honrou o grená, verde e branco.

    Alguém lá em cima já disse que naquele tempo o Flu não tinha supercraques, mas sempre teve onze bons jogadores, é verdade e vou um pouco mais além, eram craques, a mídia é que não conseguia ver.

    Não à toa, éramos campeões a cada dois anos, no mínimo, será tão difícil repetir a receita?

  35. Marco Porto

    comentou em 28/07/2009, às 12:44

    Triste notícia, belo e merecido post.

    Kleber foi um meia muito habilidoso, bom de drible e de passe a média distância e menos eficiente nos chutes a gol.

    Seu irmão Carlinhos foi nosso lateral-esquerdo, mas não se firmou no time titular.

    Vá em paz e obrigado por tudo.

  36. Gustavo

    comentou em 28/07/2009, às 13:15

    Cleber com K por que, tá na carteira de identidade ? Cresci lendo na Placar e no Globo Cleber escrito com C, tenho algumas publicações até hoje pra provar. Então é com C. Em dez anos de Flu ele teve tempo suficiente para reclamar mas nunca reclamou.

  37. kleber

    comentou em 9/09/2009, às 12:26

    Está na carteira de identidade sim com K
    e ele nao gostava que fosse ou aparecesse com C, mas era de um nobrezaimpar e nunca falou nada, nao magoaria ninguem por isso…a famila

  38. LEONARDO ORMOND

    comentou em 10/09/2009, às 21:58

    Falar do Kléber é muito prazeroso pra mim, fui vizinho dele em S.Gonçalo/RJ, tratava-se de um dos melhores jogadores de futebol q vi jogar, era craque de bola, lindos dribles, excelentes passes e lançamentos, criativo e talentoso,e acima de tudo era tricolor de coração mesmo, desde menino amava o Fluminense. amigo descanse em paz, a torcida do Flu nunca irá esquecer de vc.
    obrigado por ter sido seu amigo…

  39. LEONARDO ORMOND

    comentou em 10/09/2009, às 22:02

    gostaria de convidar os amigos, que estão participando desta homenagem ao nosso querido Kléber,a participarem do Orkut que a ex-esposa dele criou em homenagem a ele,vcs irão localizá-lo como bequinha, se acharem dificuldade, ele faz parte do meu orkut, me chamo Leonardo Ormond., desde já agradeço.
    saudações tricolores

  40. Dower Gomes Farias( Pogito)

    comentou em 17/10/2009, às 21:42

    Dias atrás, eu vi a foto do Kleber no site do milton neves, fiquei contente pois desde último campeonato carioca de juniores em 1974 quando estouramos a idade para esta categoria,não tive mais nenhum contato os jogadores daquele time de juniores.E, é com muito pesar que só hoje fiquei sabendo do falecimento desse que foi um atleta excepcional.Fomos campeões juntos da taça cidade de São Paulo,num time cheio grandes promessas(Pintinho,Té,Edinho,Edivaldo,Carlinhos(irmão), entre outros).Quero mesmo que tardiamente, dar os meus pesames aos familiares e a toda torcida tricolor que certamente vibrou outrora com os lances do Kleber.

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