Bola dentro da Suderj
Publicado em 11.01.2010.
Por Flusócio

Vem aí mais um Campeonato Estadual, com a nossa torcida inflamada, guerreira e louca para apoiar o time que deixou ótima impressão ao fim de 2009. Um certame que, por conta do seu regulamento, é naturalmente recheado de clássicos decisivos, partidas onde o problema para ingressos se agrava bastante.
Além de todas as consequências que envolvem a praga dos cambistas, um fenômeno muito comum tem acontecido em clássicos regionais recentes envolvendo o Flamengo: a outra torcida não consegue mais encher integralmente seu espaço no Maracanã. O fato tem acontecido de forma constante, mesmo em clássicos decisivos, e independente do adversário ser Fluminense, Vasco ou Botafogo.
A explicação para isso é simples: como são maioria, os rubro-negros não apenas compram seus ingressos na Gávea, mas também, disfarçadamente, dividem as filas em Laranjeiras, General Severiano e demais pontos de venda. A consequência é clara: as torcidas adversárias, formadas em sua maioria por gente de classe média que não tem disponibilidade para enfrentar filas em horário de expediente, não conseguem mais chegar a tempo de comprar os ingressos disponíveis. Certamente, a torcida mais prejudicada com esta situação é a do Fluminense.
Ultimamente, por conta da diminuição da capacidade do estádio e do fenômeno que ocorre na venda antecipada descrito neste post, o Flamengo tem jogado suas partidas decisivas com 70% a 80% do estádio a favor, o que é determinante para pressionar o adversário e também a arbitragem.
A solução imediata que surge no horizonte é o Fluminense lutar para fazer valer a nova intenção da Suderj, de vender ingressos setorizados, como já acontece no Engenhão. Quem adquirir entradas para a arquibancada verde ou amarela de um lado não poderá ingressar no estádio e se dirigir ao lado adversário, e vice-versa. Esta setorização é fundamental para que os ingressos disponíveis para a nossa torcida sejam efetivamente comprados por tricolores, nas partidas decisivas.
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comentou em 11/01/2010, às 10:43
Isso é verdade, a mulambada tem 100% de disponibilidade para ficar em uma fila numa sexta-feira durante o expediente por que grande parte não trabalha.
Mas com essa idéia de também só vender ingressos de forma antecipada, é melhor que se criem mais postos de venda.
comentou em 11/01/2010, às 10:55
Muito boa ação da SUDERJ.
Bola dentro mesmo.
Agora vamos fazer nossa parte e lotar o Maraca.
OFF-TOPIC:
Que jogada SENSACIONAL do Wellington Silva no jogo.
Esse já é craque.
Tem que jogar nos profissionais do FLU antes de ir embora, se puder.
comentou em 11/01/2010, às 11:02
Excelente iniciativa,tem que ver se realmente vai vingar,se tratando de SUDERJ,RIO DE JANEIRO e Brasil o risco de armação já sobe absurdamente,a idéia é excelente basta termos força nos bastidores para colocarmos em prática,do mais torcida vamos fazer nossa parte e enxer o Maracanã
comentou em 11/01/2010, às 11:54
Gostaria de sugerir ao pessoal do blog da flusócio para criar um tópico falando sobre o Flu na Copa SP. Na minha opinião, o time, com exceção dos dois (péssimos) zagueiros e do retranqueiro Mário Marques, é bom, tanto que fez bons jogos no acanhado estádio Baetão, mesmo com verdadeiros alagamentos. Este time vem mostrando que já podemos vislumbrar ótimos jogadores para o futuro: Wellington, Wellington Silva, Raphael Augusto, Matheus Carvalho, Ricardo Luiz (goleiro), Bruninho, etc.
comentou em 11/01/2010, às 11:59
Eu moro em Goiânia e fica claro a superioridade do FLA nos jogos visto pela tv. O que eu não entendo é que nos idos anos 80 `nós dividía-mos o estádio com eles. O que aconteceu nos últimos anos? Eles cresceram mais do que a gente ou nós ficamos com medo de irmos ao estádio quando o jogo é contra eles???
Não sei! só sei que a nossa linda torcida tem que apoiar o time, nào somente, em jogos de uma torcida só, más , principalmente, quando enfrentarmos o FLA, pois precisamos mostrar a nossa força ao grande público nacional e peço que a torcida do FLU se dirija às arquibancadas brancas, do lado oposto, às câmeras de TV, para dar-se a impressão de quantidade- maior de torcida. Caso contrário, ficará mais dificil retomar- mos a supremacia de títulos e o pior conseguir “PATROCÍNIOS” que rivalize com os deles.
É uma bola de neve – e este ciclo tem que ser interrompido e para isso a torcida tem que intervir, fazendo um esforço para comparecer aos jogos contra este time.
comentou em 11/01/2010, às 12:00
O problema no caso de vender os ingressos setoriais e que a mulambada pode comprar ingressos no nosso setor e termos de dividir com eles o mesmo setor, com a divisão feita por policiais. Por exemplo: eles compram as verdes, amarelas e brancas do lado direito(que se esgotam), oque é o normal atualmente,e passam a comprar as amarelas do lado esquerdo. Como não podem entrar no lado direito eles vão para o esquerdo, onde a policia deverá dividir as torcidas. Ainda não cheguei a conclusão que a ideia é boa.
comentou em 11/01/2010, às 12:08
Não gostei dessa nova invenção da SUDERJ. Não duvido nada que eles cedam mais uma arquibancada amarela para o urubu. Imagino também o tumulto que vai ser para verificar os ingressos de cada um, já que arquibancada verde e amarela tem o mesmo acesso.
Imaginem o que vai acontecer se os flamenguistas comprarem ingressos para o nosso setor. Imaginem a confusão e porradaria que vai ser. Se eles compram mais ingressos, que fiquem expremidos no lugar deles…
Outra bola fora é a proibição de venda de ingressos nos dias de jogo. Isso vai aumentar muito a ação de cambistas nos dias de jogo.
comentou em 11/01/2010, às 12:38
“A consequência é clara: as torcidas adversárias, formadas em sua maioria por gente de classe média que não tem disponibilidade para enfrentar filas em horário de expediente, não conseguem mais chegar a tempo de comprar os ingressos disponíveis. Certamente a torcida mais prejudicada com esta situação é a do Fluminense”.
Que preconceito é esse?
comentou em 11/01/2010, às 13:07
TEM QUE TER INGRESSO A VENDA PARA OS SÓCIOS AOS SABADOS!
comentou em 11/01/2010, às 13:13
Off topic:
Estava assistindo a nossa partida na Copinha quando já estava 2 x 2 no placar e no final do segundo tempo. Para passar para a outra fase teríamos que conseguir uma vitória simples. Para o São Bernardo era necessária uma goleada, lembrando que eles conseguiram 2 x 0 antes que conseguíssemos o empate. Os narrador/comentarista torcendo acintosamente pelo São Bernardo quando surge um penalti para o adversário. Desisto de ver a partida. Não é que pego o jornal hoje cedo e ganhamos a partida por 3 x 2! Como foi? Eles perderam o penalti como? Como e quando foi o gol da virada? Houve reclamação por parte do adversário ou por parte dos jornalistas(torcedores)?
comentou em 11/01/2010, às 13:25
Aprecearia muito conhecer a opnião dos integrantes da flusocio, e comentaristas ativos como por exemplo os nobres Danilo e Maes, sobre o assunto: rompimento unilateral do PC e suas implicações juridicas e financeiras para o clube. Saudaçôes
comentou em 11/01/2010, às 13:34
Acho muito boa a iniciativa da Suderj, mas também acho que tem muito Tricolor acomodado que tem preguiça de ir para a fila !!!
comentou em 11/01/2010, às 13:37
Essa medida é tão óbvia que fica difícil entender porque não foi adotada antes.
As arquibancadas foram setorizadas no final de 2000, quando colocaram as cadeiras. Lá se vão 10 anos… Somente as cadeiras brancas, em alguns jogos, possuem ingressos separados.
Antes tarde do que nunca. Pelo menos nesses 6 meses até o fechamento para mais uma obra, os torcedores do Fluminense poderão mostrar sua força contra o time dos urubus.
Se em menor número, conseguimos calar os caras, imaginem agora, com ingressos setorizados e Maracanã dividido?
comentou em 11/01/2010, às 13:46
Acomodado não Léo. Contra o flemngo é foda mesmo. Não podemos andar de camisa do lado de fora do maracanã, não podemos levar nossa família, a chegada é tensa e a saída quando eles perdem é muito complicada. Nos meus 30 anos de maracanã, todos os meus apertos foram contra o flamengo. Eu nem odeio a instituição Flamengo, afinal eles me deram muitas alegrias, mas a torcida deles é nojenta, covarde. E são protegidos, porque essa midiazinha escrota diz que torcida é tudo igual e isso é mentira. Não vou falar nem da do Flu. Mas já assiti jogos nas torcidas do Botafogo e do Vasco, com amigos e nem se compara a torcida do Flamengo.
comentou em 11/01/2010, às 13:50
A setorização é boa pelos motivos expostos, mas não melhora en nada a questão de segurança, que é o que afasta os torcedores de verdade, principalmente dos jogos contra o Fla. A torcida do Bota, que historicamente não tem boa média de público, colocou 70 mil pessoas na final ano passado contra o Resende. Contra o flamengo eles não põe nem 20 mil no maracanã. É medo. As famílias não vão mesmo. quantos de nós tem amigos que frequentam o maracanã e dizem que contra o flamengo não vão? Eu conheço muita gente
comentou em 11/01/2010, às 14:16
Dede, Acho que são acomodados e tem medo de gente feia sim.
Pra mim o clássico mais tranquilo é contra o Flamengo, comece a perceber, ele são gigantes, mas covardia vem das torcidas do botafogo e vasco !!!
comentou em 11/01/2010, às 14:32
site interressante,a matéria em questão envolve o que desejamos!
http://arenafluminense.blogspot.com/2009/12/definicoes-2009.html
comentou em 11/01/2010, às 14:34
Tobias,(12:38h):
Não há qualquer comentário preconceituoso quando se debate sobre a verdade.
Os números recentes amplamente divulgados pela mídia corroboram esse viés.
A classe média sustenta sobre si a maior fatia da carga tributária do país; é a que mais trabalha e arrecada e ainda assim é aquela que mais sofre os conceitos pré concebidos dos governantes, por exemplo, no campo da segurança pública.
A verdade dói, mas liberta.
Saudações Tricolores,
JJ Queiroz.
comentou em 11/01/2010, às 14:38
E a bola fora do aumento do preço dos ingressos, em que o Fluminense é uma dos mentores???? Não vão comentar?
comentou em 11/01/2010, às 14:49
Nos clássicos contra o urubu, existem duas grandes preocupações, que a diretoria tem que encampar. Solicitar um cinturão de segurança decente nos arredores do estádio, pois nossa torcida tem motivos para ter medo nesses jogos. Além disso, buscar melhores condições para que compremos nossos ingressos, evitando distorções inaceitáveis na proporção das torcidas.
Como o Estadual é decidido nos clássicos, é mais do que óbvio que essa preocupação é muito séria, se queremos ganhar o título.
Outra preocupação muito séria é com os batidores, FERJ e arbitragens.
Há muito o que fazer, precisamos de ação efetiva para a defesa de nossos interesses. Basta que haja comodidade para a aquisição dos ingressos, segurança no estádio, imparcialidade na arbitragem, que o fair play acontece, o que aumenta nossas chances.
ST.
comentou em 11/01/2010, às 15:10
Gostei dessa proposta também, tomara que seja posta na prática.
Vai acabar com o absurdo da superlotação de um dos lados do Maraca. E isso acontece em todos os jogos com mais de 50 mil, sejam clássicos ou não.
Mas sobre a divisão da torcida no Fla-Flu, não sei se vai melhorar.
Se eles comprarem mais, vão acabar destinando uma parte da nossa Amarela para eles.
comentou em 11/01/2010, às 15:36
Amigos, no meu conceito a medida é acertada, mas pode ser extremamente danosa, se deixarem os caras entrarem do nosso lado nas amarelas vai dar confusão, ou então podem assumir que o Maracanã é do Flamengo e dizer que não querem mais nossos votos, ou nossos tributos.
Léo Moreti, o único clássico em que saí da Maracanã e ouvi tiros foi num Fla x Flu, não gosto mesmo de ir a Fla x Flu, fui a muitos, inclusive os do gols do Assis, mas não vou muito atualmente, pelos motivos amplamente expostos aqui.
comentou em 11/01/2010, às 15:42
Medo de fla-flu????
Calmaeee. Tem gente exagerando.
Proteção especial pra torcida do FLU ???
Fala sério. Tem gente que acha que tem sangue azul.
Coisa de almofadinha!!!
comentou em 11/01/2010, às 15:44
Queria dizer uma coisinha sobre vendas de promessas.
Dizem que n podemos medir uma promessa quando joga na base, e dao o exemplo do Toro!
Entao eu digo a contra prova. So o dinheiro que o Fluminense lucraari com os gemos pagariaa todo o dinheiro das apostas que n vingaram como o Toro e sobraria p contrucao de um CT.
Um dos gemeos titular daa lateral do MU. Um jogador novo como ele, titulaar de um gigante como o MU, hoje venderiamos por uns 30 milhoes de euros. So um jogador, e o outro que ainda n vingou, venderiamos agora por uns 10 milhoes de euros, ou sej, 40 milhoes de Euros naa conta do clube.
Entao existe um ditado que diz: “Quem n arrisca n petisca”. Vender uma promessa como o welllington silva agora, é tiro no pe.
Mais um 2 anos , no minimo vendemos por 10 milhoes de Euros, mais do dobro arrumado agora!
Isso é a minha humilde opniao. Se quisermos ser um time do Futuro, temos que pensar no futuro. E o melhor futuro pro Flu seria segurar suas promessaas.
comentou em 11/01/2010, às 15:47
Desculpa os erros de portugues, mas minha filha esta aqui comigo, e fica dificil escrever …
comentou em 11/01/2010, às 15:51
A idéia pode ser boa mas pra mim não muda nada!! A mulambada vai comprar o setor dela e depois o nosso (ou do Bosta ou do Wascu). E vai ser pior pq teremos mulambos dentro do nosso setor..Vai dar porrada e muito mais confusão. Na final da Copa do Brasil 2007, eu mesmo fiz isso, acabaram os ingressos da torcida visitante no Scarpelli e eu comprei 6 ingressos na torcida do Figueirense,,…eu e vários. Depois os guardas vira que ia dar merda e mandaram a gente pra torcida do Flu.
Quanto a torcida da mulambada estar sempre maior em clássicos não tenho a menor duvida..é MEDO!! Todas as outras torcidas tem medo de ir ao jogo contra a favela, todas… eles são marginais e todos sabem disso , menos a midia. E ainda mais em ano eleitoral…ai que eles serão os queridinhos mesmo.
Abçs e ST
comentou em 11/01/2010, às 16:16
A torcida tem é que comparecer mais. Aquele fla-flu que foi 2 x 0 pros orc’s, a torcida do FLU estava ridícula.
comentou em 11/01/2010, às 16:37
Quando eu era mais novo eu tinha o mesmo pensamento do Igor (eu não sei sua idade cara). E mais. Ia pro Maracanã com sangue nos olhos. Qualquer coisa era motivo pra dar merda comigo. E, antigamente era pior, porque a gente se encontrava na rampa descendo. Só que mais novo a gente tem muito pouco a perder e meu pai que ficava desesperado. Hoje não. Porque a raiva que eu tenho deles não mudou nada, só que eu tenho muito a perder se der uma merda e eu não conseguir me segurar. Contra o Fla eu evito. Porque eu conheço os filhos da puta muito bem e me conheço melhor ainda.
comentou em 11/01/2010, às 16:57
Enquanto não mudar a forma de venda antecipada a torcida deles vai ser muito maior nos clássicos decisivos…
Se não fizeram como fazem no engenhão, com pontos de venda em shoppings, posto de gasolina, internet, e até em cidades do interior do estado, região dos lagos, etc. nós vamos ver o massacre da torcida deles, pois eles tem mais torcida com disponibilidade de compra nos horários e locais existentes.
comentou em 11/01/2010, às 16:58
Carioca ouve tiro todos os dias, se for assim não sairia mais de casa, segurança especial pra torcida do Flu ??? poxa estão brincando !!!
comentou em 11/01/2010, às 17:12
Eu vou em clássico contra o urubu numa boa, infelizmente só fui uma vez, porque moro em Fortaleza, mas vou mais vezes no futuro. Ir sozinho tudo bem, mas não dá para levar namorada, por exemplo. Eu não arrisco. Não tem segurança. Nossa torcida tem perfil familiar, além de muitas mulheres. Contra o urubu, todos são cautelosos, não é covardia, é questão de bom senso. Infelizmente, na torcida deles há muitos marginais, ninguém gosta de correr o risco de ser abordado por essas figuras.
É óbvio que precisamos de segurança, assim como as demais torcidas.
ST.
comentou em 11/01/2010, às 17:19
Alguém sabe posicionar como está a situação dos renegados este ano pelo cuca?.
Já acertaram a rescisão ou não e principalmente a situação do Leandro Amaral? Ele não se apresentou pois o Fluminense não quer mais ele ou por que ainda tá sem condição?
comentou em 11/01/2010, às 17:24
Eu ainda sou cético, vamos ver se realmente vai funcionar.
Amorim, estou contigo, deveria ser disponibilizado os ingressos para os sócios no sábado, aliás os sócios deveriam sempre ter preferência na aquisição de ingressos, como faz o Inter e como é feito em quase toda a Europa.
comentou em 11/01/2010, às 17:30
Vamos incentivar o Flu a colocar a p… dos ingressos na internet, mas num site que funcione. Nós já mostramos inúmeras vezes que pela rede não perdemos para torcida nenhuma.
comentou em 11/01/2010, às 17:38
O segundo jogo do Flu no Estadual vai ser mesmo em São Januário???
Não há nada que possa ser feito para mudar isso?
comentou em 11/01/2010, às 18:20
Apesar da canalhada ser formada de 90% de marginais, nunca tive problemas em FLU x flas. Já contra o pequeno que pensa que é grande(aquele, de General Severiano), em 90% dos jogos presenciei problemas. Até num jogo em Juiz de Fora.
comentou em 11/01/2010, às 18:24
É uma medida tão simples e obvia! (eu que não frequento o maraca ha um bom tempo acreditava que já estava ocorrendo…). Isso é para vermos como estamos atrasados e distantes da compra de um lugar marcado, como no cinema ou em jogos da NBA por exemplo…
Cláudio Henrique (Goiânia), existe algum ponto de concentração de nossa torcida para assistir aos jogos em Goiânia?? estou morando na cidade e todo jogo é u sofrimento…
comentou em 11/01/2010, às 18:39
Pelo que sei o grande problema dos clássicos contra o flamengo é a violência de parte da torcida rubro negra que por ser maioria em todas as camadas socias também é maioiria absoluta entre os marginais.Sei de casos de tricolores , vascaínos e botafoguenses que além serem assaltados são humilhados dentro de ônibus e metro, tendo inclusive de esconder sua preferência clubística para evitarem tais acontecimentos.Para mim a única solução é policiamento e que os tricolores formem grupos para irem aos FLA X FLUS.
comentou em 11/01/2010, às 18:42
Tricolores,
Para termos um 2010 vencedor!
Convido a todos a lerem o artigo de 10 de dezembro de 2008 e refletir:
Para termos um 2009 vencedor
http://flusocio.com.br/blog/2008/12/10/para-termos-um-2009-vencedor/
Será que o caminho não é o de fortalecer as divisões de base, dar tempo e condições de trabalho a um técnico competente, formar um time com liga e raça de campeão.
Não desperdiçar grana, construir uma arena que faça tremer o visitante.
Sds Tricolores.
comentou em 11/01/2010, às 18:45
Pois a mim parece ser esta medida de setorização claramente para beneficiar os mulambos.
Sob o argumento de expectativa de público, nada impede que destinem 3/4 do Maraca para eles. Aliás, nas finais do carioca passado, essa idéia surgiu. A dificil implementação é que atrapalhou. Agora, se setorizar…
O ideal é facilitar a venda de ingressos via internet. Aí sim, poderíamos concorrer. Do contrário, deixa do jeito que está, pois pelo menos eles ficam apertadinhos lá no curral deles.
comentou em 11/01/2010, às 18:48
Paradoxalmente, é interessante para nós deixar de cultivar a percepção de que a torcida do flamengo é composta em grande parte por marginais.
Essa percepção desencadeia o temor de ir ao estádio em dia de Fla-Flu e quem se dá mal nessa história é o nosso time, que fica com o apoio da torcida prejudicado.
comentou em 11/01/2010, às 18:49
Dar prioridade pra sócio, no caso do Fluminense, é dar prioridade na prática pra uns 8 mil torcedores e familiares.
comentou em 11/01/2010, às 18:55
AMIGOS,
FORA DO POST.
O FLUMINENSE , VAI PEGAR O PALMEIRAS NA QUINTA-FEIRA ( DIA 14 ).PELA COPINHA.
O HORÁRIO SERÁ AS 21:00 HS.
VAMOS TORCER POR UM MILAGRE E POR MAIS UMA ATUAÇÃO SENSACIONAL DO WELLINGTON SILVA ( JÁ QUE ELE LEVA O TIME E O TÉCNICO NAS COSTAS ).
SAUDAÇÕES TRICOLORES.
WAGNERFLUZÃO.
comentou em 11/01/2010, às 18:57
olhem isso:
entrevista do horcades:
http://www.youtube.com/watch?v=WIOAObjZnLk
comentou em 11/01/2010, às 18:58
Fala Dedé. Eu tenho 21 cara.
E ainda temos que sair do maraca gritando MULAMBOS!!!!
valeu!!!
comentou em 11/01/2010, às 18:59
AMIGOS,
FORA DO POST.
PARECE MENTIRA MAS O SITE OFICIAL DO FLUMINENSE FOOTBALL CLUB , ATUALIZOU OS JOGADORES DO ELENCO DO FLUMINENSE PARA 2010.
MAS O AMADORISMO , NA MINHA OPINIÃO É A MARCA DO SITE , POIS JÁ DEVERIAM TER FEITO ISSO ( QUE È TÃO SIMPLES ), HÁ MUITO TEMPO.
SAUDAÇÕES TRICOLORES.
WAGNERFLUZÃO.
comentou em 11/01/2010, às 19:03
AMIGO AMORIM,
CONCORDO COM VOCÊ.
OS INGRESSOS DEVERIAM SER DISPONIBILIZADOS PARA OS SÓCIOS NAS LARANJEIRAS , ( NÃO SÓ AOS SÁBADOS ), MAS NOS DIAS DE SEMANA TAMBÉM.
NÓS , SÓCIOS DO FLUMINENSE TEMOS QUE TER UMA OPORTUNIDADE DE CONSEGUIR COMPRAR OS INGRESSOS COM MAIS TRANQUILIDADE.
UM ABRAÇO.
SAUDAÇÕES TRICOLORES.
WAGNERFLUZÃO.
comentou em 11/01/2010, às 19:11
Fernando Ventura Jr., o pênalti NÃO existiu – o replay mostrou várias vezes o garôtp tropeçando sozinho. Depois o nº 4 do FLU chegou pro juiz e disse q ninguem havia encostado. O moleque q cobrou devia estar até envergonhado pq zuniu por cima do travessão. O time dos guerreirinhos estava pregado de tanto q correu já q grama sintética a bola corre mais.
Aos 48 o WSilva entra sozinho na área e ao tentar driblar o goleiro (e ficar meio sem ângulo) aproveita do leve toque deste para desabar no chão. Pênalti. Outro cobrou e com categoria, paradinha e tal – bola de um lado, goleiro do outro. E o goleiro ainda foi reclamar para o juiz q paradinha não pode…
O outro WS não jogou e agora vai ser contra o paumeiras em campo com grama de verdade, ouvi dizer as 21h desta 5ª feira.
———————————-
TEMOS QUE TER INGRESSO A VENDA PARA OS SÓCIOS AOS SABADOS!
comentou em 11/01/2010, às 19:13
Eu não gosto de ir em Fla x Flu, pois todos os que fui se tornaram experiências desagradáveis, com arrastões e assaltos.
A solução, pra mim, deveria ser torcida única. Exercer de fato o mando de campo. Num jogo só tem torcedor do Fluminense, no outro só tem torcedor do Flamengo. É assim desde que o mundo é mundo no Rio Grande do Sul, tem sido assim em São Paulo nos últimos anos.
O fato é: eu não me misturo com a torcida do Flamengo no Maracanã.
comentou em 11/01/2010, às 19:16
Ou então a solução seria mudar radicalmente a forma de vender, ficando cada clube responsável pela venda da metade dos ingressos, ou então o mandante ser responsável pela venda. Mas aí precisa se unir ao Vasco e Botafogo pra brigar por essa mudança. E ao mesmo tempo precisariamos ter um projeto sócio torcedor melhor, com mais associados. Se tivermos pelo menos 20 mil, nos jogos contra o urubu se cada sócio tiver direito a 2 ingressos, teriamos 40 mil pessoas, dividindo o Maracanã.
comentou em 11/01/2010, às 19:18
Fala Claudio !
Cara, entao voce nao foi no ultimo Flu X bosta onde tres cachorrinhos se juntaram a mais oito bacalahaus e sairam dando tiro na entrada.
fra X Flu … nunca tive prblemas e sempre saih dando a zoada basica !!!
abs,
ST
comentou em 11/01/2010, às 19:27
Sobre essa nova forma de venda, acredito que quando acabarem os ingressos para a torcida do urubu, muitos desses vão querer comprar para o nosso setor na esperança de que no fim haja uma divisão também dentro do nosso espaço.
E sobre a presença muito maior do flamengo no Maracanã nos jogos decisivos, há um conjunto de fatores: Receio da violência das outras torcidas, disponibilidade de tempo pra ficar na fila (perfil mais apropriado para o urubu) e evidentemente o fato de que hoje a torcida do flamengo é muito maior.
comentou em 11/01/2010, às 19:31
Caramba, a legislação do futebol brasileiro ainda deixa muito a desejar:
Flu quer o fim de taxa para registrar jogadores
Clube pede ajuda da Feerj para mudança na legislação
A legislação esportiva prevê que sempre que um clube for registrar um novo contrato é recolhido para a Federação das Associações de Atletas Profissionais (FAAP) o percentual de 1% da remuneração anual de cada jogador. Para que a lei não seja burlada, a CBF colocou um item no regulamento geral das competições que proíbe as federações estaduais de registrar contratos de atletas de clubes que não tenham realizado o pagamento, deixando-os sem condições de jogo.
O assessor da presidência do Fluminense, Marcelo Penha, revelou que nesta segunda-feira o clube deixou um cheque de R$157 mil para quitar as taxas. Caso um destes jogadores não cumpra o contrato até o fim o valor da taxa não é devolvido. Podendo, portanto, um jogador sair no meio de uma temporada sem devolução da taxa e o novo clube do atleta é obrigado a pagar novamente a taxa.?
O dirigente vem solicitando à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro para que intervenha junto à CBF pela mudança da legislação.
Penha ainda questionou o que faz a FAAP para o ex-jogador, lembrando da situação do ex-atacante Washington do Flu.
Fonte: Redação NETFLU – Autor: Administrador
E O ALCIDES ANTUNES FAZ O QUE POR LÁ ?
[trecho retirado pela moderação]
comentou em 11/01/2010, às 19:33
alguém viu essa entrevista do Horcades bebado?
http://www.youtube.com/watch?v=WIOAObjZnLk
comentou em 11/01/2010, às 20:22
Para mim concordo com a posição de exercer o mando de campo (90% da carga para o mandante e o resto para o visitante, igual a jogo do brasileiro). Só que do jeito que o Carioca é disputado não dá, pois pode acontecer de só ter um Fla x Flu ou um Botafogo x Vasco (basta um dos clubes não se classificar para nenhuma semifinal). E nesse caso o mando seria de quem?
Mas que esse é o melhor critério, isso é. Se um clube estiver mal e for o mandente, sua diretoria pode até aumentar a carga para o outro para não perder renda, mas a prioridade é do mandante sempre.
E cada um arrecada o que sua torcida der de renda.
comentou em 11/01/2010, às 20:32
A melhor forma de venda de ingressos é privilegiar os torcedores que foram no jogo anterior. Aqueles torcedores que ficaram com o comprovante do jogo anterior do mesmo campeonato teria direito a compra um dia antes dos demais torcedores.
Peguemos como exemplo a Libertadores: quem foi contra o Atl Nacional deveria ter tido a oportunidade de enfrentar uma fila menor um dia antes dos outros para o jogo contra o SP. Depois o mesmo valeria para o jogo do Boca e depois contra a LDU.
Essa é a melhor forma de não deixar de fora os torcedores que estão sempre apoiando para dar lugar aos torcedores de ocasião. Isso sim é o grande defeito da torcida do Fluminense.
comentou em 11/01/2010, às 21:19
São tantas boas sugestões, mas poderia sugerir um coquetel:
. cada clube responsável pela venda de metade dos ingressos (que a diretoria se vire para colocá-los e arque com o prejuízo da quantidade não vendida);
. setorização do estádio, inclusive com numeração de cadeiras;
. venda pela internet, com ingresso para cadeira determinada e personalizado (para criar fidelidade);
. segurança total fora e dentro do estádio, com separação de saídas de torcidas (no molde do que é feito em jogos no Morumbi, cada torcida tem as ruas para trafegar, com cordão de isolamento feito pela polícia);
. tirar da cabeça que tem medo da torcida do fra ou de qualquer outra torcida (medo é manha e o cara morre dentro de casa, no seu dia).
comentou em 11/01/2010, às 21:22
nunca fui roubado, assaltado nem maltratado num jogo no maracana.. principalmente contra o flamengo…
uma corridinha aqui outra ali.. e só..
mas tambem não é a gringolandia que voce anda de camisa do flu, bandeira, celular no ouvido e camera na mão…
só de andar pela tijuca voce ja esta correndo risco.
voce pode ir ao maracana, pode levar o seus filhos.
procure chegar cedo…
comentou em 11/01/2010, às 21:31
Acho que a chance de dar merda é enorme. Quero ver só vinte flamenguistas, com disposição de fazer merda, decidindo ver o jogo do nosso lado. Claro que todas as torcidas do RJ deixam de ir aos jogos contra eles. Evidente que todos sabem o motivo e a mídia calhorda que é, não retrata isso. Não é preconceito, é conceito. Se torcedores cascudos de Maracanã deixam de ir, algum motivo há de existir. Negar isso é negar o óbvio. A Polícia sabe das dificuldades que são maiores e todos aqui que conversam com ambulantes do Maracanã podem constatar isso. Vão acabar dando a branca toda para eles, ou mesmo um setor do outro lado também, não se surpreendam. A medida vai ser um desastre. Que saudade do Maracanã com a divisão feita pela PM, que podia retrair e expandir de forma a comportar as torcidas de acordo com o tamanho de seus públicos…
Sds
comentou em 11/01/2010, às 21:39
A verdade é que com setorização ou não, ir assistir a Fla X FLU hoje em dia é coisa pra nego muito maluco mesmo, ou que não liga pra vida! Nas décadas de 70 e 80 (muitos aqui nem eram nascidos) ia na maior, de camisa e bandeira. Na maioria das vezes ia sózinho daqui de Friburgo, de ônibus.
Há uns dois anos, estava no Rio a trabalho e resolvi ir a um Fla X FLU com um colega de trabalho. Só não tomamos porrada pra valer por muita sorte ao acharmos um outro tricolor que estava com uma turma grande.
As coisas mudaram muito no Rio e mudaram muito rapidamente. Morei aí, na Lagoa, de 82 a 90 e a coisa era bem melhor, bem menos violenta.
Agora, só vou a jogos de uma torcida só (Fluminense e qualquer time de fora!).
Clássicos como adorava assistir ao vivo, não dá mais, só se for uma galera grande!
OFF: os colegas advogados que participam aqui poderiam explicar como o Fluminense vai se virar pra pagar as multas contratuais de Luiz Alberto, Rony, Wellington Monteiro e outras tralhas?
Vai ser uma grana pesada e o clube não tem como honrar estes compromissos.
Não é mais uma besteira o que estão fazendo?
A única vantagem é que estes jogadores vão sair das Laranjeiras e não vão contaminar o grupo que fica!
Saudações Tricolores!
comentou em 11/01/2010, às 21:50
É exatamente o contrário.
Essa setorização só vai servir pra frepress incentivar a Suderj à dar as amarelas do outro lado pros muolambos.
Post totalmente equivocado.
comentou em 11/01/2010, às 22:22
Essa história me lembra aquele texto, se não me engano do Maiakovski, que fala que um dia entram no nosso jardim, roubam uma flor e não falamos nada, e no final nos tiraram tudo e não podemos reclamar porque nunca fizemos nada. A mulambada vai se acostumando não com 50% do estádio, mas 60%, e depois 70%, e quando monopolizarem o estádio inteiro só pra eles não teremos o direito de reclamar de absolutamente nada.
Não é atribuição minha descobrir a solução para o problema, mas alguma coisa deve ser feita já. É extremamente perigoso que flamenguistas, por falta de espaço do lado deles, comecem a se infiltrar (mais) no lado dos outros. Até porque virão não as organizadas, que provavelmente respeitarão os lados tradicionais, mas mulheres, crianças, famílias enfim. Enxotá-los será deselegante, antipático e certamente motivo de brigas. Urge que aqueles que são pagos pra isso impeçam essa crônica do quebra-pau anunciado. Saudações tricolores.
comentou em 11/01/2010, às 22:39
Sinceramente, não consigo enxergar todos esse problemas de segurança no clássico contra os molambos.
Obviamente que se você quiser confusão, terá.
Ressalto que não estou me referindo aos transportes públicos, pois, de fato, não tenho conhecimento e imagino seja bem pior mesmo.
Agora, para quem vai de carro, já tem ingresso, estaciona na UERJ, atravessa a rua e entra no estádio, a chance de ter algum problema é muito pequena.
Para quem vai com mulher/filhos, o esquema deve ser esse acima relatado.
Para quem vai sozinho e gosta de tomar aquela cervejinha, é só encontrar o pessoal no loreninha e ir junto até o estádio. Obviamente com mais risco, mas ainda assim tranquilo.
Nossa arquibancada não pode ficar vazia em razão de medo da torcida deles.
ST
comentou em 11/01/2010, às 22:42
Enquanto tivermos comentários afirmando que “não gosto de ir Fla-Flus”, não vai ter medida de organização na venda antecipada que nos salve de sermos esmagados no estádio pela torcida deles.
Ultimamente os urubus tem jogado clássicos decisivos como se fossem verdadeiros jogos em casa, principalmente por conta da postura de alguns tricolores e também do fenômeno narrado pelo post, que acontece com frequência na venda antecipada.
PQP galera, o Fla x Flu é o jogo onde o Flu mais depende de sua torcida! Alguma dúvida quanto a isso?
Como vcs querem ser chamados de “time de guerreiros ou torcida de guerreiros” dizendo que não vão a Fla x Flus? Incompatível, né? Final contra o LDU vai 80 mil mas contra os caras vão 20.000?
Se está com medo de enfrentar confusões? Simples: vá sem a camisa do Flu e chegue cedo. Mas vá ao jogo, lute pelo Flu, saia de lá rouco. Ficar em casa é deixar os jogadores entregues à pressão de um autêntico jogo fora de casa.
PS1: Também sou pai de família, ok?
PS2: Não posso crer que tem uma galera com medo dos caras comprearem nossas amarelas…e daí? Se comprarem, vamos colocar pra correr. Aliás, duvido que isso aconteça. Os caras são folgados mas não são loucos, né? Podem ter certeza que eles têm total noção do perigo.
comentou em 11/01/2010, às 22:46
Ah, já tive muito problema em Fla x Flu, principalmente quando ainda não tinha carro: já levei morteiro em cima, fui assaltado, levaram minha camisa uma vez. E daí? Foda-se!
Não tenho medo nenhum. Faço minhas ressalvas mas danem-se. Não vão me afastar da minha paixão em momentos decisivos. Fui a praticamente todos os FlaxFlus desde 1999.
comentou em 11/01/2010, às 22:55
paulo h. lima,
Boa pergunta.
A questão é: o que fazer? O jogador não está mais nos planos do FFC mas tem mais 1 ano de contrato. E como Tote, Branco & Cia cometeram o absurdo de acertar um contrato com ele num valor surreal, que nenhum outro clube pagará em sã consciência, então não dá pra pensar em troca-troca ou rescisão amigável. O atleta não aceita estes termos pelo simples fato de que ele prefere ficar no “come-dorme” ganhando 200 paus do que sair para ganhar no máximo a metade em outro clube, mesmo que seja titular absoluto.
Em caso de rescisão unilateral, a lei obriga o clube a indenizar o atleta em metade do valor devido até o final do contrato, com pagamento no ato da rescisão. Ex. se PC ganha 200 paus, até o fim do ano ele receberia 200 paus x 13 = 2.600.000. Em caso de rescisão agora, o valor devido é metade disso. Sempre lembrando que, dos 200 paus, cerca de 80% são pagos pela Unimed.
O problema para o clube é que o atleta entra na Justiça e pede também a cláusula penal, mas hoje já existe jurisprudência do STJ determinando que a cláusula penal é devida apenas no caso de rescisão unilateral por parte do atleta (transferência), não pelo clube (dispensa).
Portanto, trata-se uma briga boa, algo que vale à pena ir pro pau na minha opinião.
comentou em 11/01/2010, às 22:58
Não tem nada a ver com o tópico, mas a Flusócio, em especial seus membros conselheiros do Fluminense, deveria tomar posição sobre dois assuntos importantes:
1) O débil mental, que , desgraçadamente, é presidente do Fluminense deu uma entrevista a uma rádio totalmente embriagado. Deve ser tomada alguma medida contra esse cidadão, que pela enésima vez, avacalha a instituição a qual deveria comandar.
2) Wellington Silva, nesse ano de 2010, ainda será jogador do Fluminense. Sendo assim, considerando que, embora muito jovem, se trate de um jogador excepcional, ele seria importantíssimo para o time profissional, podendo ser, talvez, o diferencial da equipe. Ao final da Copa São Paulo, é fundamental que seja feita toda a pressão possível para incorporá-lo aos profissionais.
comentou em 11/01/2010, às 22:59
Esqueci de dizer que sou radicalmente contrário à ideia da torcida única já em sua origem, na parte conceitual propriamente dita. Afinal eu como cidadão tenho o direito de assistir ao espetáculo público que bem entender e o poder público tem a obrigação de me dar segurança. É o tão falado direito de ir e vir.
À parte isso, FELIZMENTE, E QUE ISSO NUNCA MUDE, o campeonato carioca tem várias semifinais e finais, sem a chatice modorrenta dos pontos corridos que nem a procissão interminável que se chama campeonato brasileiro. Alguém me diga como fazer finais de torcida única…
Pra terminar, o colega Henrique (19h13) disse que Grêmio e Inter jogam com torcidas únicas “desde que o mundo é mundo”. Eu morei em Porto Alegre entre set/87 e jul/94 e nunca vi isso. Um é minoria no campo do outro em jogos, digamos, ordinários, mas por opção deles. Em finais é pau a pau e todos permanecem vivos pro próximo jogo. No Rio tem que ser assim também. Saudações tricolores.
comentou em 11/01/2010, às 23:09
o que a maioria não esta vendo e que esse negócio de setorização pode ser um tiro no nosso pé.concordo com a opinião do fábio pitmam.quando eles acabarem com os ingressos do setor A(isso é rápido)vão começar a comprar a amarela do setor B,PODE ESCREVER AI.
ABRAÇOS
comentou em 11/01/2010, às 23:20
Essa “solução” da suderj, vai colocar framerdistas na amarela do nosso lado, causando brigas e confusões.
Muito cuidado com essa medida, podemos nos deparar com assaltantes no nosso lado da arquibancada…
comentou em 11/01/2010, às 23:27
Quem sabe um dia teremos venda pela internet…
comentou em 11/01/2010, às 23:28
Já fui num fla-FLU q no fim do jg os auto-falantes pediram pra torcida do FLU permanecer e aguardar o “escoamento” dos flagelos pq eles não poderiam garantir a nossa segurança.
Foi o de 2×0 com gols de TN e Somália de canela (no começo de cada tempo). Tinham 50mil x 15mil e foi qdo a Legião criou a versão tu és time de …
Qdo finalmente nos liberaram, a cara de pavor dos policiais era assustadora.
comentou em 11/01/2010, às 23:29
Quem sabe um dia teremos venda pela internet. Mudaria muita coisa!
comentou em 11/01/2010, às 23:51
Eu vou mais além do que foi o post. Eu acho que, além do que foi colocado inicialmente, uma das coisas que mais influenciam para as outras torcidas não irem como antes aos jogos contra o Fla é o estigma de violenta que tem a torcida deles. Assim, o medo de assaltos, arrastões, violência pessoal e patrimonial, principalmente sabendo que os caras vão estar em maioria, acaba afastando os trocedores dos outros clubes. Conheço vários tricolores, vascaínos e, principalmente, botafoguenses, que afirmam categoricamente que, em jogo contra eles, preferem ficar em casa. A causa principal a meu ver, então, mais do que infiltrações nas filas de Laranjeiras ou onde quer que seja para comprar os ingressos na frente dos outros, é a questão da violência deles, pois ninguém se sente seguro frequentando um estádio onde, na grande maioria das vezes, já se sabe que estaremos em minoria e que a outra torcida possui um percentual de marginalidade e violência bastante acentuado, bem maior que a dos outros clubes. O perfil do torcedor do Flu e do Bota, embora muitos não venham a fugir do pau, se se fizer necessário, é de pessoas de classe média, mais família, não afeitas a esse tipo de enfrentamento. No Fla há torcedores com perfil mais light, mas esses acabam também se assustando com os seus próprios correligionários de comportamento mais selvagem. O Vasco é uma mistura desses perfis, mas sempre com menos estigma de violência do que os flamenguistas. Em outros tempos, nem tão distantes assim, quero dizer anos 80 e 90, pelo menos na arquibancada, quase que dividíamos o espaço com eles. Geral e cadeira azul, lá embaixo, eles eram sempre maioria bem acentuada, mas, na arquibancada não foi sempre assim não. A questão da violência deles, da marginalidade de grande parte da torcida deles, é que está, mais marcantemente, causando esse efeito de fazer com que os outros torcedores não compareçam aos jogos contra o Flamengo. É assim que vejo essa questão.
comentou em 11/01/2010, às 23:57
Well Silva já deveria estar integrado ao profissa.
É o melhor segundo-atacante disponível: da casa e de inegável talento.
Lembra o Robinho nos bons tempos.
.
[trecho removido pela moderanção]
comentou em 12/01/2010, às 0:31
Concordo na íntegra com o colega Eduardo Mas (23h51).
comentou em 12/01/2010, às 5:05
AMIGOS
ESSA SETORIZACAO SO VAI PIORAR . TEMOS E QUE VOLTAR A TER CONDICOES DE FREQUENTAR O MARACANA COM AQUILO QUE NOSSA TORCIDA TEM DE MELHOR : A FAMILIA TRICOLOR !!
E OBVIO QUE TODAS AS OUTRAS TORCIDAS TEM RECEIO ( OU MEDO ) DE IR COM SUAS ESPOSAS , NAMORADAS E FAMILIAS AO MARACA EM JOGOS CONTRA O FRA .O CLIMA DE PORRADARIA E A TENSAO SAO LATENTES EM VOLTA DO ESTADIO ANTES E DEPOIS DO JOGO . SO ISSO JA E SUFICIENTE PARA NOS COLOCAR EM BAITA DESVANTAGEM POIS ELES PODEM IR COMO QUIZEREM .
MORO FORA DO BRASIL , MAS NAO PERCO NENHUM FLA-FLU SE ESTOU NO RIO E PROCURO LEVAR MEUS FILHOS . MAS DA UM TRABALHO DANADO CONVENCER MINHA ESPOSA A DEIXAR LEVA-LOS QUANDO E CONTRA O FRA .ELA SABE O PERIGO QUE E !!
O ERRO ESTA NA DESAVERGONHADA PROTECAO DA MIDIA (EM NAO DENUNCIAR ) E RESPONSAVEIS PELA SEGURANCA ( POR NAO PROTEGEREM O CIDADAO , SEJA ELE TRICOLOR OU NAO ) NA ENTRADA E SAIDA DO MARACANA .
ME LEMBRO ALGUNS ANOS ATRAZ QUANDO TENTEI SAIR PELA RAMPA DO BELINI COM VESTINDO MINHA CAMISA ACOMPANHADO DA MINHA IRMA E SOBRINHOS E OS POLICIAIS ( OS TAIS QUE DEVEM NOS DAR PROTECAO ) TENTARAM ME ACOVARDAR E EXIGIRAM PRA TIRAR A CAMISA POIS NAO PODERIAM GARANTIR A MINHA SAIDA . IMAGINEM O EXEMPLO QUE EU IA DAR ME ACOVARDANDO EM FRENTE A FAMILIA NAQUILO QUE TODOS SABEM SER MINHA MAIOR PAIXAO ( SOU DO TEMPO EM AS TORCIDAS DESCIAM JUNTAS GRITANDO GOZACOES E NADA DE SERIO ACONTECIA)
TIVE QUE SAIR SOZINHO PELO OUTRO LADO E ENCONTRAR MINHA FAMILIA NO CARRO DEPOIS .
COM A CAMISA TRICOLOR , E CLARO !!
MARCUS FRANCISCO
comentou em 12/01/2010, às 8:41
é por causa desses tipos de comentários ( eu não vou a Fla-FLu) que dizemos que a torcida do Flu é de 10/15 mil ( aqueles que vao em todos jogos ). A grande maioria é torcida de oba-oba.
em qq clássico devemos ter cuidados. no ultimo fla-flu só consegui comprar cadeira. Fui com 2 amigos mulambos e passei no meio da torcida deles sem stress. Vc tem q saber que se for andar pela S.F.Xavier, Prof Gabizo de camisa do Flu será xingado, zoado …
fui com a camisa da Argentina pra homenagear o Conca e os mulambos me chamaram de Messi, de Maxi, maradona mas em nenhum momento fui “descoberto” . passei tranquilamente e entrando no maraca mandei o VTNC e torci tranquilamente pelo FLu.
qto a setorização do estádio,é facil de se organizar. basta fazer como na europa. No estádio do Dragão, o ingresso tem codigo de barra e fica 1 cara na entrada de cada portao com o leitor ótico. ou entao continua o esquema da cadeira branca ( passar novamente o ingresso).
é preciso deixar claro que não será aceito torcedores com camisa do time A no setor destinado a torcida B. se o cara for de camisa, tem 2 opções : ou tira a camisa ou entao nao entra.
podem dizer que é questao cultural. mas o brasileiro terá de aprender pq na copa do mundo e olimpiada tem lugar marcado e tem de ser respeitado. hoje nos cinemas já temos o lugar marcado e funciona perfeitamente ( evitasse a superlotação ).
basta ter vontade de fazer. o que não pode acontecer é ficar um bando de parasitar da Suderj sem fazer nada nas catracas enquanto deveriam ficar nos corredores auxiliando os torcedores a procurarem seus lugares.
_____________________________________________________
F.Santos, PC, WM, L.Alberto – e toma divida crescendo
Ruy e Roni – pelo menos acertaram uma rescisão amigavel
comentou em 12/01/2010, às 8:55
Se forem comprar a arquiba do nosso os fudidos vão ser eles!!!
Vou jogar muito mijo !!!
comentou em 12/01/2010, às 9:18
Bom dia amigos,
Precisamos ver primeiro na prática como acontecerá mas a princípio acho que a setorização pode ser uma boa atitude para melhor organização. Isso é o mínimo… qualquer espetáculo, mesmo que o lugar não seja numerado, vc precisa pelo menos se localizar no setor para o qual comprou ingresso.
Eu não tinha pensado nessa questão levantada pelo post e realmente a setorização pode ajudar nos clássicos.
Só não concordo com essa medida generalizada de não se vender mais ingressos no dia dos jogos.
Em clássicos ou jogos de grande apelo tudo bem… mas precisa haver bom senso. Faz algum sentido não vender ingressos no dia de um jogo como Flu x Boavista?? Ainda mais com esse preço de R$ 40…
Pra fazer isso no mínimos deve-se oferecer a possibilidade de se comprar ingressos em redes de supermercados, em todas as lotéricas, internet… e sem pagar nada a mais por isso.
Sabem qual é a chande de eu me virar nos trinta pra comprar um ingresso antecipadamente no Maraca e ainda por cima pagar R$ 40 pra ver Flu x baba do boi??? NENHUMA.
Esses caras pensam que torcedor não trabalha, não tem compromissos, não tem filhos…???
comentou em 12/01/2010, às 9:44
E sobre essa questão polêmica: “eu não vou a Fla x Flu”…
É algo muito complexo.
Não dá pra simplificar e dizer que quem não vai em Fla x Flu é torcedor de oba-oba.
Meu pai por exemplo não vai mais… já foi a sei lá quantos. Mas hoje ele tem quase 63 anos, tem problema crônico no joelho, é hipertenso e eu não acho mesmo que ele deva ir.
Eu vou… mas tenho 29 anos e estou acostumado… mas será que eu iria se tivesse 60? Será que teria essa disposição de me arriscar?
Crianças e pessoas de mais idades não devem mesmo ir a clássicos… todos nós sabemos como a banda toca. Meu filho tem 2 anos e eu não o levo em Fla x Flu decisivo antes de uns 12… tenho que pensar na saúde e segurança dele.
Nesse raciocínio… se em todas as famílias como a minha apenas 1 torcedos a cada 3 puder ir ao Fla x Flu…
Eu nunca passei pela situações usuais, como as descritas pelo Danilo… roubo de camisa, morteiro, assalto…
Mas eu não vou à clássico (seja decisivo ou não) com camisa do Flu.
Certa vez fui a um Flu x Vasco e muito tempo antes do jogo quando eu estava tomando uma cerveja em frente a UERJ quando apareceu uma galera da Fúria (isso mesmo) só pra brigar com a Young. teve morteiro e até tiro pro alto de policial a paisana no meio da rua, poucos metroa a minha frente (minha mesa estava na calçada). Se eu estivesse com camisa do Flu com certeza seria alvo.
Inclusive não ando mais com camisa do Flu em dia de qualquer clássico carioca.
Em outra oportunidade estava indo ver um Flu x Vasco em um bar há 5 minutos a pé da minha casa. Mas uma facção da Força Jovem estava se reunindo na praça do méier (não faziam isso costumeiramente). Haviam pelo menos uns 50, 60. Quando me liguei estava no meio dele… fui pro cantinho e quando alguns me xingaram eu nem olhei pra trás. Minha sorte é que eu estava de camisa laranja e ele só alguns deles perceberam.
Alguns minutos depois uns 20 passaram correndo atrás de um cara com a camisa do Flamengo e eu nem sei o que aconteceu.
Então amigos, vamos fugir do discurso ufanista e fora da realidade…
Não dá pra julgar quem não vai à Fla x Flu.
comentou em 12/01/2010, às 10:47
Meu pai não quer de jeito nenhum eu indo em Fla-Flu decisivo, e não é porque eu tenho 22 anos que vou desrespeitá-lo, pois se eu tivesse um filho tenho certeza que pensaria da mesma forma.
Vou em final de Libertadores, Sul Americana, CB, etc, mas Fla-Flu decisivo não vou.
Ultimo que fui foi aquele Flu 2×0 no Brasileirão 2007.
comentou em 12/01/2010, às 12:02
Por tudo o que li aqui sobre a violência que anda imperando no meio de certas torcidas, o que me chama mais a atenção é o silêncio sepulcral da imprensa sobre isto.
Quem assiste ao longe nunca viu uma simples notinha desta famigerada mídia (argh!) sobre estas violências e covardias que rolam em dias de clássicos, principalmente dos urubrochas, como as aqui descritas.
Pelo contrário, é só oba-oba, festa e exaltação, principalmente para a torcida urubrocha que forma a maioria inegável.
E a isto não se poderia chamar de cumplicidade da mídia? Cínica cumplicidade com a violência?
Falando em cinismo, nem sei se dá pena, raiva ou nojo quando vemos os locutores de TV ao transmitir jogos dos urubus nos rincões do Brasil, fingir admiração com a quantidade da sua torcida naquelas paragens.
Será que ignoram (ou só fingem?) que são estes lugares remotos as grandes incubadoras dos urubus mesmo dentro do próprio Rio de Janeiro?
Será que ignoram que, mesmo no RJ, mais da metade da torcida dos urubrochas é composta de filhos, netos e dos próprios migrantes saídos dos rincões mais recônditos do país, daqueles lugares onde, fruto do lastimável atraso secular a que foram relegados, as pessoas parecem ter só dois neurônios, reconhecendo apenas o preto e o branco, incapazes de enxergar ou distinguir outras cores e nuances?
Será que não sabem que estas pessoas, frutos da ignorância e da herança social já acima referida, costumam ter mais de dez filhos cada uma, filhos estes que na maioria das vezes vão tomar o mesmo caminhos dos pais no que se refere a gostos pessoais e no tamanho da prole, perpetuando este ciclo vicioso e fazendo-o crescer em proporções geométricas?
Bem, querer inteligência e cultura da mídia sobre certas ciências eu sei que já seria exigir demais, pois até no próprio terreno do futebol eles mostram, além da má-fé cínica algumas vezes, também certo desconhecimento histórico.
Vendo um jogo desta copinha outro dia, ouvi um comentarista dizer (sem que fosse contestado pelos demais) que o atual comentarista e ex-goleiro Raul Plasmam saiu das divisões de base dos urubus, daí indo para o time principal.
Disso aí, dá para se concluir o resto.
ST
comentou em 12/01/2010, às 12:15
Eduardo Fontes, fui sim só que nesse jogo, por acaso entrei pelo Belini, pois em clássicos, seja qual for não vou de camisa.
A verdade é que pode ser um pouco mais difícil, mas devemos ir sim e exigir que o poder público nos proteja, como deve proteger também os torcedores do Flamengo que não estiverem procurando confusão.
Ano passado fui também no Fla x Flu da Sula, tomei minhas cervas no Loreninha e torci bastante, acho que este ano vou de novo, estou com grandes expectativas com nosso time.
comentou em 12/01/2010, às 12:26
Sugiro a todos os colegas que tenham emeios de gente da imprensa que mande a eles mensagens sugerindo-lhes a leitura, na íntegra, deste painel. O pior que pode acontecer é não acontecer nada.
comentou em 12/01/2010, às 12:28
Em tempo: vou fazer isso agora em relação ao PVC, que obviamente não tenho a menor ideia se será sequer lido. Mas repito que o pior que pode acontecer é não acontecer nada.
comentou em 12/01/2010, às 13:32
Rapaziada, ninguém está falando em “botar o galho dentro” e se acovardar deixando de ir ao Maracanã em jogos contra a urubuzada.
O problema é que ao dar de cara com a mulambada na saída, no entorno do estádio, no metrô, seja lá onde for, dois caras não são páreo pra 200, 300 ou mais canalhas que só estão a fim de te esculachar, humilhar e porrar.
Sou tricolor há 50 anos! Proporcionalmente, já fui mais vezes ao Maracanã do que muitos de vocês juntos. Mas, ir ao Maracanã pra mim, tem que ser sinônimo de prazer (ou sofrimento – depende do placar do Flu) e não ser figurante de filme de terror ou catástrofe.
Tenho duas filhas. Só levei a mais velha a 5 partidas com times de fora do Rio no ano passado. Em jogos “caseiros” nem que a vaca tussa! Fazer o que?
comentou em 12/01/2010, às 13:57
Eu disse e repito: em Fla x Flu eu não vou. Só volto no dia em que o Fluminense exercer o mando de campo e ter o estádio só pra ele, com não mais do que 10% do estádio reservado à torcida do Flamengo.
Acima de tudo, futebol para mim não é mais do que diversão. Diversão. Existem muitas coisas mais importantes do que ele para mim. É um negócio que existe para me divertir, para acrescentar algo à minha vida. E para mim, pessoalmente, Fla x Flu no Maracanã não é uma experiência agradável.
Primeiro eu tenho que sair de casa sem minha esposa, filhos ou qualquer pessoa querida, para não colocar a vida alheia em risco. Depois não posso usar a camisa do meu time de coração, para evitar o risco de apanhar. Tiro o relógio, boto o chip num celular vagabundo, deixo só os documentos essenciais na carteira, tiro os cartões de crédito, conto o dinheiro que será gasto e deixo um a mais para o ladrão.
Aí vem o problema do ingresso. Comprar no estádio é insuportável, por conta das filas inexistentes e do empurra-empurra. Comprar com antecedência é complicado pra mim por conta do meu horário de trabalho.
Resolvido o problema do ingresso, vem a tensão de chegar ao Maracanã. No transporte público é desagradável, por conta da arruaça da torcida do Flamengo. De carro é um risco, porque nem sempre há onde estacionar. Digamos, então, que eu escolha um táxi. Como não moro perto do Maracanã, um táxi pra lá significa algo em torno de R$ 40. O preço do ingresso, praticamente.
Chegando nas redondezas do Maracanã, vem mais a tensão de chegar até o portão da torcida do Fluminense e subir, sem ser incomodado. Digamos que dê tudo certo.
Aí eu entro no Maracanã e vejo o jogo. Se quiser diluir o risco de ter problemas, tenho que chegar com 1 hora de antecedência. Vou deixar de lado a questão sobre as arbitragens tendenciosas porque isso já faz parte do jogo, embora também seja um fator que me desestimule.
Antes mesmo de o jogo acabar, eu não consigo manter minha atenção na partida, porque já estou pensando nos problemas que terei para voltar, o que evidentemente diminui minha diversão. Posso sair antes de o jogo terminar, mas isso é desagradável. Espero o jogo terminar, então. Agora preciso sair do Maracanã. De transporte público não dá, porque eles são maioria, incomodam e são hostis. Há sempre o risco de assaltos e arrastões, o que significa que eu passo o tempo todo olhando para os lados, tenso. Como não vou de carro, preciso achar um táxi. Mas é difícil, porque muitos taxistas não gostam de rodar no Maracanã em dia de jogo do Flamengo, por conta da violência. Quando consigo achar um, ele não me cobra a viagem no relógio, por conta da lei da oferta e da procura. Ele me cobra um preço fechado de, em média, R$ 70 para fazer o trajeto que no relógio custa R$ 40. No caminho, o táxi ainda é forçado a cruzar com a torcida do Flamengo, continuando o risco de assalto e arrastão, sem contar as batidas desnecessárias no capô. O jogo acabou e eu ainda estou tenso.
Enfim, depois de mais de 1 hora do fim do jogo, eu chego em casa. No final das contas, saio de casa às 15h00 prum jogo que começa às 17h00. Chego em casa às 20h30 depois de um jogo que terminou às 19h00. Isso quando não é jogo do Brasileiro, que só termina quase 21h00, me fazendo chegar em casa quase na segunda-feira. Ou seja, gastei 5h30 do meu domingo, dia de descansar, e, no mínimo, R$ 150 reais. Pra ver 90 minutos de futebol.
Desculpem a sinceridade, mas isso não se enquadra mais no meu conceito de diversão.
Eu acho, sinceramente, que se a diretoria do Fluminense quer prezar pelo seu torcedor, ela tem que lutar para que o torcedor do Flamengo não esteja mais no estádio em dia de Fla x Flu. Porque da segurança pública eu não posso esperar nada.
Pra mim, portanto, Fla x Flu só vai rolar novamente se for com mando real do Fluminense, deixando eles com uma cota máxima de 10% da capacidade do estádio, como manda o regulamento, e só.
Isso está sendo feito em São Paulo, e no primeiro São Paulo e Corinthians que houve com mando “real” do São Paulo, a torcida do São Paulo encheu o Morumbi, enquanto a do Corinthians ficou restrita a uma pequena parte reservada a ela.
Acredito que se um dia o Flu tiver coragem de peitar isso e bancar um jogo com mando real, a torcida do Flu compra 70.000 ingressos, para ter o prazer de ver a torcida deles enclausurada num espaço minoritário do estádio.
Enfim, esse é o meu depoimento, e é o mesmo depoimento de vários amigos. Está claro que os que ainda vão a Fla x Flu são cada vez menos em número. A realidade está posta. Colocamos mais de 20.000 torcedores em todos os jogos, menos no Fla x Flu, que teoricamente é o jogo com mais apelo para o torcedor. Então o Fluminense tem que lidar com a realidade. E a tendência é diminuir cada vez mais o número daqueles que vão.
Por fim, quanto ao ponto do “jogo sem mando”, só vejo isso acontecer em três situações: (i) na semifinal da Taça Guanabara; (ii) na final da Taça Guanabara; e (iii) na semifinal da Taça Rio. Em todos esses jogos é possível estabelecer um “mandante”. As semifinais são marcadas como 1º do A x 2º do B – logo, existe um time apto a ser considerado mandante. E na final existe o critério técnico dos pontos conquistados, saldo de gols etc.
Além disso, na prática, qual é a diferença entre nós termos “direito” a 10% dos ingressos, se o mando fosse deles, e nós termos “direito” a 50% se, na prática, não temos sequer 20% do estádio? Tenho minhas sinceras dúvidas.
Acho importante a Flusócio, com a relevância que tem, colocar esse debate de forma clara. O que é melhor para o Fluminense? Continuar a cumprir um “acordo de cavalheiros” e “dividir” (leia-se: entregar) a esmagadora maioria do estádio para eles, maioria essa que só aumenta? Ou lutar por um direito seu e permitir que toda sua torcida vá ao jogo e apóie o time? Eu fico com a segunda opção, mas me coloco à disposição para ser convencido do contrário.
comentou em 12/01/2010, às 14:33
A setorização vai muito além da questão das torcidas, é uma questão de segurança. Ela deve acontecer urgente, para evitar uma tragédia
Escrevi um texto no meu blog (www.estadiosearenas.com.br) sobre isso:
A SUDERJ anunciou novas medidas para os jogos no estádio do Maracanã. Proibição da venda de ingressos nos dias dos jogos, criação de uma zona de isolamento ao redor do estádio (já falei sobre esse tema aqui no blog: http://estadiosearenas.blogspot.com/2009/12/descaso-hexagerado.html ) e a principal delas, a venda de ingressos para setores específicos dentro do estádio, não sendo mais permitida a circulação dos torcedores de um setor para o outro.
As medidas podem parecer polemicas e certamente não agradarão a todos, mas do ponto de vista da segurança do torcedor, elas são uma tremenda bola dentro e mostram que finalmente tem alguma cabeça pensando na segurança do público, dentro da SUDERJ.
A setorização das arquibancadas vai prevenir um dos principais problemas do Maracanã, a superlotação de uma determinada área da arquibancada. Para quem não frequenta o estádio, vou tentar contextualizar a situação. Hoje os ingressos são separados da seguinte forma, cadeiras no primeiro nível e arquibancadas e cadeiras especias no segundo (em alguns poucos jogos é separado também o setor de cadeiras brancas). Como o ingresso não é especifico e nem tem lugar marcado, o torcedor tem a tendência de se aglomerar junto as torcidas organizadas. Essa aglomeração gera uma superlotação em determinadas áreas.
Para quem entende um mínimo de segurança em estádios, sabe que a superlotação é um problema gravíssimo. Os torcedores ficam em pé nas cadeiras, escadas, vomitórios, etc. Alem de ser muito desconfortável, esse fato e extremamente perigoso, pois na ocorrência de qualquer tumulto ou falha estrutural, toda as áreas de escape e circulação estarão obstruídas e certamente o empurra empurra generalizado causará muitas vitimas de esmagamento e pisoteamento.
Outro fator preocupante para os frequentadores é em relação à evacuação do estádio. Desde que foram instalados os camarotes no alto das arquibancadas e consequentemente foram fechadas as grandes rampas de acesso e evacuação, o torcedor sabe quão difícil e sacrificante é sair do Maracanã ao final dos jogos. Agora coloquem isso em uma situação de pânico, onde é necessário uma rápida evacuação. Certamente também haverão muitas vítimas.
Vítimas fatais de pisoteamento devido a super lotação e falta de organização em estádios infelizmente são muito comuns. A última grande tragédia dessa natureza ocorreu em um jogo, das eliminatórias da Copa do Mundo, entre Costa do Marfin e Malaui, em março de 2009, 19 pessoas morreram e 130 ficaram feridas.
Agora é torcer para que as medidas sejam realmente adotadas antes que ocorra uma grande tragédia no estádio.
comentou em 12/01/2010, às 14:43
Tiago Reis, no caso do seu pai é claro que ele não deva ir. mas qdo digo que grande parte da torcida é de oba-oba, basta ver os numeros. Quer exemplo : na final da Sulamericana antes do 1 jogo maior zona comprar ingresso. tomamos uma paulada e no dia seguinte ninguem comprou ingresso. Foi preciso uma verdadeira “operação de guerra” pra estimular a galera ir no jogo.
Cada um tem q pesar os prós e contras. mas mtas das “desculpas” usadas para não irem ao jogo podem ser usadas em para qq outro jogo
Henrique Oliveira, a maior parte dos seus argumentos
servem para QUALQUER JOGO do FLu. a venda de ingresso é uma merda, não tem local de estacionamento, pessimo sistema de transporte publico etc…
sinceramente acho q nao metemos mais de 20 mil em Fla-Flu pq é mto dificil comprar ingresso. isso tem haver com perfil da torcida. a base da torcida do Flamengo é de pessoas que podem ficar o dia todo numa fila. Os caras tem mais torcida, mais vagabundos e conseguem comprar a maioria dos ingressos.
com uma venda na internet eficiente e com mais postos de venda, com certeza teriamos mais de 20 mil tricolores nos Fla-Flus pq sem duvida alguma é o jogo mais gostoso de ir.
comentou em 12/01/2010, às 15:07
Fabio,
Não posso falar pela experiência dos outros, só pela minha. E na minha experiência de outros jogos do Flu, não passei perrengue.
Quanto aos ingressos, no caso da final da Libertadores eu estava com o Passaporte Tricolor, o que facilitou bastante. Mas na final da Sulamericana não estava, nem contra o Cerro Porteño, nem em qualquer outro jogo (excetuado os de 2008). E eu, particularmente, nunca tive problemas para comprar ingressos em jogos do Fluminense.
Quanto ao transporte, em praticamente todos os jogos eu vou de metrô (inclusive nos da Libertadores, quando o metrô estava mais cheio), quando saio do trabalho, e não tenho problemas. Quando saio de casa vou de transporte público (van + metrô), e também posso dizer: não enfrentei problemas quanto ao trânsito, ou transporte, em outros jogos que não um Fla x Flu.
Quanto à preocupação sobre assaltos, é fato que o Maracanã, por estar onde está, por si só já é um fator de preocupação. Mas eu me sinto muito mais tranqüilo em jogos do Flu do que em Fla x Flu. Mais uma vez: é a minha experiência, a minha sensação. Não falo pelos outros.
Por isso reafirmo: ir a um Fla x Flu para mim é uma experiência desagradável. Ir a um Flu x Vasco ou Flu x Botafogo me tem sido uma experiência bem menos desagradável. Ir a um jogo só do Flu me tem sido uma experiência excelente (só não o é na plenitude quando o time em campo não corresponde, mas aí é um outro problema).
Não me considero por isso um “torcedor de oba-oba”, pra usar a sua expressão. Caso contrário eu não teria encarado o Couto Pereira. Pra você ver: eu prefiro ir ao Couto Pereira do que ao Fla x Flu. Repito: é uma questão de escolha, baseada nas experiências de cada um.
E, convenhamos, quão bom seria se os nossos “torcedores de oba-oba” pudessem ir em qualquer jogo? Teríamos mais dos nossos nas arquibancadas. Veja por esse lado.
Discordo quanto ao lance de que o fator da maioria do Fla x Flu é o tempo para ficar na fila. A imensa maioria dos meus amigos são rubro-negros, têm tão pouco tempo quanto eu para encarar as filas, mas eles conseguem ingressos. Aliás, eu não tenho um amigo que não tenha conseguido ir a um jogo qualquer, de qualquer time, por ter faltado ingresso. Seja um Fla x Flu ou a final da Libertadores. Não consigo visualizar que esse seja o problema.
Vamos continuar nesse debate porque eu acho que ele precisa ser levado muito a sério. Abs.
comentou em 12/01/2010, às 17:04
Boa tarde, caros amigos …
Pelos relatos anteriores, acho que eu realmente nunca passei sufoco em FlaxFlu, mas como muitos aqui relataram, apesar de eu ser mulher e ir sozinha com meu filho (risco teoricamente menor), também não dou bobeira: não vamos com a camisa do Flu (fica na bolsa, lá dentro colocamos, ao sair, trocamos… é chato, mas é a realidade), chego cedo, estaciono o carro na UERJ, ou dentro do próprio Maraca. Esse procedimento se aplica em qualquer clássico carioca. Muitos falam que as outras torcidas são mais tranquilas, mas a minha pior experiência foi assistir a um FluXBota no Engenhão (quando os torcedores do Flu quebraram cadeiras), pois antes de começar, saiu a maior pancadaria em frente ao setor Sul (eu já tinha entrado, cheguei cedo, como sempre) e no final, ficamos presos dentro do estádio até a “paz” ser estabelecida. No caminho (sem camisa, obviamente), sentia claramente que a “chapa estava quente”, e depois soube que a porrada estancou até à casa da minha mãe, a cerca de 1 km do local. Enfim, infelizmente eu conheço vascaínos, botafoguenses, flamenguistas maravilhosos, mas quando se trata de Torcidas Organizadas, não boto a mão no fogo nem pela nossa, tão educada e ordeira.
comentou em 12/01/2010, às 20:35
henrique, vc tocou num ponto essencial : o passaporte tricolor. tb tive o passaporte em 2008 e nao precisei encarar aquela fila. fazer uma grande campanha em cima do passaporte é essencial desde que grande parte da receita seja para o clube ( o q nao acontecia ).
se o clube conseguisse vender uns 30 mil carnes, poderia exigir o mando de campo e limitar a urubuzada.
vc teve sorte para final da Sulamericana. Laranjeiras maraca e são januario tiveram filas filas gigantes no primeiro dia. o medo de acontecer a nova farra fez a galera correr pra comprar logo. depois da trolha, ficou mto mais facil comprar
vc citou transporte publico: durante a semana é realmente mais fácil sair do trabalho e ir direto pro maraca. nesses dias não tem classico ( pouquissimas vezes eles são disputados durante a semana ) e é jogo para os “15 mil de sempre”( mesmo se o publico for maior, sao todos do mesmo time o q nos dá uma sensação de tranquilidade). num fla-flu estamos falando em no minimo o triplo de publico, num final de semana onde tanto os onibus qto o metro diminuem os veículos disponíveis. existe um clima de rivalidade e sem duvida isso tira a segurança dos transportes publicos
segurança: é claro q me sinto mais seguro em jogo de só do Flu do q em classicos. risco praticamente 0 de violência relacionada ao jogo ( risco apenas de se viver no Rio e os problemas inerentes a cidade )
como vc mesmo disse, é experiência e sensações pessoais. Morei na Prof Gabizo e na decada de 80/90 via imensos arrastões da torcida do Flamengo na rua.
saia de casa sempre olhando pra tras e nunca me aconteceu nada. entrava pelo Belini tranquilamente ( sem a camisa do Flu). em classicos passei por 2 perrengues: senao me engano no final de turno de 97 contra o Botafogo qdo estava de boné do FLu e tive de correr da TJB (tiros na bilheteria) e qdo fui a São Janu senao me engano em 95 ( 0 a 0 com gol do cassio q o juiz nao deu ) e tivemos q sair no meio da torcida do Vasco entre a social e arquiba.
sobre os torcedores de oba-oba, é comum em todas as torcidas. Qdo time vai bem, a maioria paga. qdo vai mal, poucos aparecem. um plano de fidelização proporcionaria mais tricolores nos estadios em qq jogo.
tb acho q temos q discutir bastante esse topico. o maracanã tem tudo pra ser um ótimo estádio. basta o poder publico ( q irá fazer mais uma reforma) levar a sério e fazer o q for preciso para criar mais vagas de estacionamento, acessos ao estádio, segurança nas redondezas, mudança das péssimas catracas e principalmente deixar o estádio nas mãos dos clubes (Fla e Flu).
sds tricolores
comentou em 13/01/2010, às 20:02
Sou radicalmente contra essa história do 10% em clássicos.
Acabaria com todo o charme dos clássicos cariocas, que é justamente o Maracanã cheio com duas torcidas.
O que a diretoria deve fazer é lutar por horários mais flexiveis das vendas nas bilheterias, aumentar o número de pontos de venda e brigar pela venda online.
Além, é claro, de montar times competitivos.
Feito isto, a torcida comparecerá em bom número, mesmo contra eles.
comentou em 14/01/2010, às 6:28
Achei péssima a medida da Suderj.
Maracanã sempre foi um local agradável de se frequentar. Comprava-se ingressos na hora mesmo nos clássicos (exceto decisões), parava-se o carro facilmente, quem quiser beber, bebia. e a liberdade de locomoção era total.
Hoje inventaram esta merda de venda antecipada, e obriga-se o publico a faltar trabalho para entrar em filas que duram horas.
Não existe lugar para estacionar.
Proíbe-se a venda de uma inocente cerveja num raio enorme ao redor do Maraca
E agora inventam mais esta palhaçada.
Quer dizer que num Flu x Macaé, não poderemos mais virar para atrás dos gols em que o Flu ataca?
Infelizmente as pessoas são facilmente enganadas (parece que até a Flusócio foi na onda) e medidas ineficazes de pessoas como Chiquinho da Mangueira e esta tal de Marcia Lins são apoiadas. Quem enriquece com tal medidas, agradece.
Para finalizar: aguardem os que vibram dando exemplo de Fla-Flu. Falta pouco para a Suderj oficializar um Fla-Flu com 3/4 dos lugares destinados aos vermes.
SDS TRI
Cassio