Explorando os 4ps

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Nosso e-mail (faleconosco@flusocio.com.br) está aberto para dúvidas, sugestões e críticas, mas frequentemente recebemos testemunhos de desleixo com relação ao nosso fornecedor esportivo e ao clube em geral.

“Não sei se é produto do fornecedor deles ou ação do marketing do Botafogo. O tal Abreu chegou na terça-feira passada, no sábado fui ao shopping Via Parque e acabei olhando a vitrine da Hawaii Sports, que já vendia camisas comemorativas em homenagem ao jogador. Fiquei surpreso com a agilidade do lançamento e porque a loja não é de grandes cadeias esportivas (como Centauro). Pesquisei no Globo Esporte e vi que a fabricante é a Estilo Carioca, a mesma que confeccionou camisas do Nilton Santos e Amarildo. A tiragem limitada era de 300 unidades. Imaginem quantas poderíamos vender com o Fred?”

Jerome McCarthy, professor da Universidade de Michigan, definiu o que se chama de “4p do marketing”: produto, preço, promoção e praça. Nada mais são do que os quatro principais grupos de atividade para se efetivar ações de marketing e materializá-las em receitas. Tendo feito essa rasa introdução, joguemos luz sobre o marketing do Fluminense.

Produto. A contratação de jogadores com grande retorno é uma realidade do Fluminense praticamente desde o início da parceria com a Unimed. E isso nos diferencia dos demais. Temos produto! Mas o nosso marketing costuma deixar esses momentos passarem em branco. A única oportunidade em que o clube conseguiu desenvolver boas peças e ações foi na contratação do Romário, em 2002, com anúncios em jornal e TV que culminaram com ótima venda de camisas. Ainda assim, no mesmo ano, houve outra chance de ouro de vender a camisa histórica do centenário, com o nome do Baixinho, e a Adidas não conseguiu produzir a tempo, enquanto camelôs davam gargalhadas com o produto pronto na estreia do craque. Rapidez é sim necessário. O momentum pode ser bem fugaz. Tem que se surfar a onda enquanto ela existe.

Praça. Mais recentemente, a munhequeira personalizada de Thiago Silva, ídolo das crianças, convocado para a seleção, ganhou as prateleiras só na véspera de sua despedida. E o pior, não aproveitaram o jogo de despedida, através de uma loja móvel ou algo que o valha, para vender a munhequeira como água, afinal é o lugar perfeito para encontrar este público sedento por uma lembrança do dia. Com essa falta de visão, perderam um publico de 50 mil possíveis consumidores. A volta de Thiago Neves e a chegada de Fred foram celebradas com camisas de malha de gosto duvidoso e vendidas apenas na Flu Boutique. Diversificando os pontos de venda, diversificamos também o comprador. A desculpa de que o produto podia ser comprado pela Internet não cola. Figurativamente, o produto tem que ir até o comprador, ou seja, uma pessoa que normalmente não compraria, tem que “encontrar por acaso” o produto na loja e se apaixonar. Fora isso, tem gente que gosta de ver o produto na mão, prová-lo, senti-lo, até porque, como falamos, ele não era uma unaminidade em beleza para ser comprado sem antes ser provado.

Promoção. O marketing do Botafogo foi esperto e lançou a camisa em número limitado (300), dando a ela um caráter de “necessidade” e assim minimizando os custos. Lembremos que nenhuma destas ações, assim como ocorreu com El Loco, dependia de nosso fornecedor oficial, a Adidas. Esta, por sua vez, conseguiu a façanha de produzir um lote mínimo e em tamanhos pequenos da camisa que saudava a histórica recuperação de 2009. O lema da empresa é “Impossible is nothing”, praticamente a descrição de nosso feito no campeonato recém-encerrado, e é quase surreal pensar que nada foi lançado para aproveitar o momento e a proximidade da torcida com o Fluminense.

Preço. Quem paga caro é o Fluminense. Um clube falido e praticamente sem fontes extras de receita não pode se dar ao luxo de desperdiçar verdadeiros “cavalos selados” que passam à sua frente.

A Flusócio diria que o segredo para o marketing do Fluminense é buscar seus próprios 4ps: ser pensante, propositivo, produtivo e presente.

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Comentários

  1. Joao Alberto

    comentou em 19/01/2010, às 10:13

    Arrecadar deve ser uma espécie de palavrão ou pecado no Fluminense. Veja nossa situação atual: há anos não começamos um campeonato com a torcida e time tão bem e tão empolgados. Mas para o próximo jogo tem torcedor achando que é no engenhão e que pode comprar ingresso na hora do jogo. Além disto, praticamente acabaram com as meias-entradas, justamente quando o ingresso é majorado. Também gostaria de saber com serviço foi agregado que justifica o aumento da entrada no maracanã?
    Fala sério.

  2. Roberto Melo

    comentou em 19/01/2010, às 10:21

    Marketing no FFC? Desconheço! Flamengo e Vasco estão com excelentes revistas. Já o Fluminense nem cogita produzir uma. Flamengo e Vasco tem ou terão em breve lojas imensas dentro do clube para vender seus produtos. Já o Fluminense continua com a acanhada e mínima Fluboutique. O clube precisa de um choque de gestão em marketing.

  3. Carlos Maciel

    comentou em 19/01/2010, às 10:24

    Os clubes que profissionalizaram seu marketing estao anos luz na nossa frente. O Corinthians entao esta na frente de todo mundo. O Vasco ja percebeu esta necessidade é me parece o melhor do Rio neste quesito.

    E neste Carioca o Fluminense concordou com medidas que tiram seus torcedores do estadio, como um aumento absurdo dos ingressos proposto pelo Framengo, e suspensao de venda de ingressos no dia dos jogos, proposto pela Suderj, entre outras como suspensao de 1/2 entrada para socio e tambem do passaporte.

    Burrice pouca é bobagem. Aja incompentecia.

    A Flusofa vai bombar neste campeonato.

  4. carlos penna

    comentou em 19/01/2010, às 10:33

    Eu gostaria de saber quando o Fluminense vai contar com um verdadeiro sistema de filiação de novos sócios. Não como ocorre atualmente, com aquela mentalidade que imagina que o Fluminense se confunde com a sua sede. O Fluminense não é um clube social, ele há muito tempo ultrapassou esta fase. Não seria delírio afirmar que 99,9% dos torcedores do Fluminense não tem a menor intenção de usufruir da sede social. Eu preferia até que esta fosse vendida (mantendo apenas o prédio principal, por questões afetivas) e com ela acabasse toda aquela hierarquia de conselheiros e diretores que causam embaraços para a gestão de futebol na ridícula busca por privilégios e prestígio. Eu sonho com o dia que os torcedores do Fluminense sejam tratados como o que realmente são: a verdadeira essência da instituição. E que estes mesmos torcedores possam influir diretamente no destino daquilo que eles, e só eles, mantém vivo.

  5. fernando mundy

    comentou em 19/01/2010, às 10:35

    Nada que eu procure do Flu encontro, a Fornecedora perde grandes oportunidades de faturar e o prejudicado acaba sendo o FLU, aí quando o torcedor sai comprando produtos nao licenciados, reclamam, mas nao suprem nossas necessidades, eu já estou com meus ingressos para o Jogo contra o Bangu na Mao, entao amanha as 16 horas vou estar lá.

  6. fernando mundy

    comentou em 19/01/2010, às 10:39

    Off Topic e o Arouca de Titular no Flu , foi trocado por Rodrigo Souto por um ano, é amigos, o cara ta com a bufunfa,mas aqui era titular e respeitado pela torcida, agora vai começar a peregrinaçao por varios clubes até parar num clube de menor investimento.O Mundo da voltas.

  7. Rodrigo Haydt

    comentou em 19/01/2010, às 10:47

    Existe departamento de marketing no Fluminense??? Se alguem encontrar, por gentileza, avisem-me.

    ST

    “Vence o Fluminense com o verde da esperança…”

  8. Marcos Pinho

    comentou em 19/01/2010, às 10:50

    Juntando este post com o anterior, acho que ações de marketing social seriam bem interessantes para ao mesmo tempo ajudar o clube, angariando simpatizantes e mais “clientes”, e alguma causa social relevante. Por exemplo, o uniforme poderia ter em algum lugar o nome da Pastoral da Criança (só a título de exemplo já que está evidência em função da lamentável perda de D. Zilda).
    Outros clubes já fazem ou fizeram isto, como o Barcelona, o Boca, associando-se ao UNICEF. Um percentual a ser estudado poderia ser revertido a uma dessas instituições. Acredito que ações deste tipo poderiam aumentar o nosso publico e a longo prazo ter até algum impacto no crescimento da torcida.
    ST

  9. JP

    comentou em 19/01/2010, às 11:04

    Não precisa avançar muito nessa discussão, apenas dizer que o Marketing do FFC é inexistente.

    Não há aproveitamento de datas promocionais para vender produtos. Pensem como venderia um VOLTA ÀS AULAS COM O FLU com cadernos, lancheiras, lapiseiras, pastas do FFC. Eu compraria fácil fácil para meus filhos e sobrinhos. Ou então um SAIA DE FÉRIAS TRICOLOR, com chinelos, saídas de banho, toalhas, sunga, tudo a preço promocional.

    Muuuuuuuuuuita coisa precisa mudar no FFC.

    OFF-TOPIC:
    Foi só o João Paulo sair do Fluminense que já começou na primeira partida do ano fazendo gol pelo FIGUEIRENSE. Tá certo que ele fez um penalti, mas fez um gol. Ele fez gol pelo Flu?

  10. Marco Antonio Barroso

    comentou em 19/01/2010, às 11:11

    Marketing no Fluminense, existe?

  11. gustavo ferreira/ VITÓRIA-ES

    comentou em 19/01/2010, às 11:12

    Prezados: a propósito do tema, gostaria de deixar uma sugestão.

    Trata-se do que os profissionais de mercado comumentemente denominam de “marketing de atentado”.

    É uma ferramenta que, de um modo geral, os patrocinadores e, notadamente, as redes de TV que veiculam o evento abominam, mas quem o realiza aproveita o momento para expor sua marca sem custo ou, custo mínimo, perto dos patrocinadores.

    A Flusócio, aliás, já utilizou algumas vezes essa ferramenta quando posicionou sua faixa na antiga geral do maracana localizada na diagonal de um dos gols. Pelas transmissões, principalmente quando o lance era repetido, dava para notá-la em destaque. Acho que até em foto do lance saiu.

    Assim, a marca Fluminense (a bandeira, v.g.) associada ou não ao slogan “time de guerreiros” poderia estar presente em locais estratégicos, por exemplo:
    1- Transmissão ao vivo, ou não, de qualquer evento esportivo. A banderia deve ser colocada ou no meio do campo, do lado oposto às cabines de transmissão ou na diagonal de um dos gols no Futsal, por ex. Ou, no caso de basquete, atrás da tabela. Ainda, no volei, também na diagonal da rede. Numa maratona vale agitar a bandeira durante a passagem do (s) primeiro (s) colocado (s)…
    2- Eventual gravação de DVD de grupo musical (tipo MTV ao vivo). Nesse caso, ao invés da bandeira do time, poderia ser escalado um de nossos torcedores para lá comparecer devidamente trajado com o uniforme do Flu de forma a se posicionar próximo ao palco para ser captado pela gravação;
    3- Transmissão ao vivo de um evento musical. Nesse caso o torcedor “escalado” deve lavar uma bandeira do flu e, próximo ao palco, agitá-la durante a transmissão.
    Pode parecer pouco, mas para divulgar a marca e fixar na mente do público funciona. Alguns clubes já utilizam disso há um bom tempo, só não sei se os “atentados” por eles realizados são feitos de forma espontânea ou por torcedores contratados especialmente para esse fim.
    Quanto ao marketing do FLU, só a partir de novembro, pois esperar alguma ação desde depto que aí está, sem chances….
    saudações.

  12. Rafael Dambros

    comentou em 19/01/2010, às 11:14

    off topic – alguém sabe se o Digão já está em condição de jogo pra amanhã?

  13. gustavo ferreira/ VITÓRIA-ES

    comentou em 19/01/2010, às 11:15

    Correção: no item 3, onde se lê “lavar, leia-se “levar”.

  14. Eduardo Etcheveria

    comentou em 19/01/2010, às 11:21

    O marketing do Flu é um lixo.
    Não existe a mínima diversidade de materiais esportivos e promocionais com a nossa marca. As parcas peças que são lançadas são pra lá de mal gosto, como um ursinho de pelúcia estilo casa e vídeo, umas lembrancinhas que são de causar inveja as lojas de produtos chineses no Saara e, a FLUBOUTIQUE é … tadinha … dá dó.

    Pombas, será difícil montar uma loja de bom gosto e arquitetura bonita?

    Será difícl contratar uma empresa de desenvolvimento de produtos e design para lançar peças de bom gosto e criativas?

    Será difícil a Adidas diversificar um pouco o material esportivo que ela tem a licença?

    Será difícil fazer lojas com uma arrumação moderna e profissional? Estou criticando as lojas SóTricolor que apesar de bem intencionadas tem uma programação visual pra lá de simplórias!

    Custa chamar um arquiteto tricolor (sei que aquí tem alguns), um designer reconhecido (sei que também tem), engenheiros construtores e fornecedores/patrocinadores de materiais de construção (tenho certeza que alguns frequentam este fórum)para contribuirem ???

    Custa contratar alguém para pintar melhor as nossas conquistas nas arquibancadas do Estádio M. Schwartz? e tirar aquelas letras toscas que falam do nosso bicampeonato brasileiro.

    Valeu !

    Abraços e Saudações Tricolores

  15. Marcelo

    comentou em 19/01/2010, às 11:28

    Os sócios não podem mais comprar os ingressos por meia entrada no clube???

    É verdade isso??

    Estou querendo ir agora lá comprar, mas se não poder comprar meia eu não vou ao jogo e há qualquer outro.

    ST

  16. Alessandro Carvalho

    comentou em 19/01/2010, às 11:35

    Quem seria o mais correto, ao relatar a pobre situação de nosso clube?

    Shakeaspeare com seu Hamlet: “há algo de podre no reino da Dinamarca”

    ou

    Hans Christian Andersen : “o rei está nu!”

  17. Flavio Chammas

    comentou em 19/01/2010, às 11:37

    Senhores
    Como exemplo: O Corinthians até ano retrasado só era manchete policial, com as confusões dos presidentes e “patrocinadores”.
    Chegou um presidente novo e fez o que :profissionalizou, mas com torcedores do clube o marketing.
    Não podemos deixar de elogiar o trabalho feito.
    Hoje em manchete está estampado que o Corintians tem o 5º valor em patrocinio no mundo todo, só perdendo para Real Barça, M. United e Liverpool.
    Será pedir muito pelo menos nos organizarmos?.
    O futebol caminha é hora de nos organizarmos no resto. Chamar alguém, tricolor, que sinta os momentos e faça o que for certo.

  18. José Maurício R. y Rodriguez

    comentou em 19/01/2010, às 11:43

    Eu gostaria que a resposta à pergunta do Rodrigo Haydt fosse um grande NÃO! Porque aí seria bem mais fácil implantar um verdadeiro departamento de marketing no Fluminense (aliás, carência de 11 entre cada 10 clubes brasileiros).
    Mas como tem algo lá que possui essa placa, vai ser bem mais complicado fazer aquilo lá agir conforme uma área de marketing de um empresa, que precisa gerar resultados e cumprir metas, age.
    Está aí um imenso desafio para a nova Diretoria a ser eleita, pois o marketing já começa falhando no seu elemento mais básico, que é no relacionamento com seus clientes (no caso sócios e torcedores).

  19. Anderson Moutinho

    comentou em 19/01/2010, às 11:47

    Caros.

    Segundo Philip Kotler, marketing é a função empresarial que identifica necessidades e desejos insatisfeitos, define e mede sua magnitude e seu potencial de rentabilidade, especifica que mercados-alvo serão mais bem atendidos pela empresa, decide sobre produtos, serviços e programas adequados para servir a esses mercados selecionados e convoca a todos na organização para pensar no CLIENTE e atendê-lo.

    Dentro da definição ampla de marketing, encaixamos os 4 ps e acabamos deixando de lado o mais importante: o CLIENTE.
    Precisamos conviver com mudanças na economia, estrutura social, tecnologia e no comportamento dos clientes. Tudo interfere na realidade de atuação do marketing. Hoje sabemos que a valorização do cliente é um dos pontos mais importantes na garantia de sucesso para qualquer empreendimento, mas ele ficou de fora dos 4ps, então, devemos considerar sim, Preço, Praça, Produto e Promoção como um check-list de itens importantes, essenciais, porém não podemos deixar de lado ações complementares para o sucesso do marketing de uma empresa.

    No caso do Fluminense, fica ainda mais fácil do que em outras empresas, pois todos sabem que temos um produto muito forte e conhecemos bem nosso público, porém esse público é muito mal tratado (vide farra dos ingressos). Mesmo assim ainda existe um grande diferencial, pois mesmo sendo tratados desrespeitosamente, esses clientes não vão procurar a concorrência, o que seria normal no mundo mercadológico, ou seja, mais uma chance…

    O post trata muito bem do assunto que considero ser um dos principais gargalos do Fluminense.

    “O Marketing é a alma do negócio”

    Um abraço a todos.

  20. José Maurício R. y Rodriguez

    comentou em 19/01/2010, às 11:49

    Já que o tema é Marketing, que tal essa estratégia de evasão de receita perfeita:

    Fluminense joga 16 horas (sol de 15 horas, prejudica quem vai aproveitar o feriado);
    Flamengo joga às 18h30 horas
    Vasco joga às 21h30 horas;
    Botafogo joga às 18h30 horas na quinta (dia útil).

    Interessante esse critério. O jogo que será disputado no maior estádio foi colocado no pior horário, em um feriado propício para se fazer um programa matinal, almoçar em família e sair com calma para o Maraca para assistir o jogo tipo 18h30min.
    E nem há a desculpa da concorrência do jogo do Flamengo, que não será televisionado e não será no Rio.

  21. Carlos Alberto Ferreira

    comentou em 19/01/2010, às 11:53

    Realmente, é uma pena que o Marketing do Fluminense perca para o do Botafogo… Isso é muito fracasso…

    Tomara que isso mude…

    Abraços,

    Carlos Alberto – Colunista do Blogols – http://www.blogols.com.br/

  22. Magno Moura

    comentou em 19/01/2010, às 11:58

    O marketing do FFC é certamente o pior, disparado, dos clubes grandes brasileiros. Até hoje mal exploraram a marca time de guerreiros.

  23. Gustavo Albuquerque

    comentou em 19/01/2010, às 12:19

    Excelente post! Um dos principais problemas do Fluminense atual.
    ST

  24. Hélio

    comentou em 19/01/2010, às 12:20

    Gostariamos de saber como comprar Ingressos para o jogo de quarta contra o Bangú, se trabalhamos até as 18:hs de terça ? Ou seja como comprar ingressos na própria quarta, dia do jogo, que será realizado as 16:00hs ?

    Acho que a questão merece um comentário.

  25. leonardo wella

    comentou em 19/01/2010, às 12:26

    tentei comprar a camisa impossible is nothing mas já tinha acabado. se lançassem de novo eu compraria. mas se depender da ardidas…

  26. João Pinho

    comentou em 19/01/2010, às 12:30

    Todo mundo sabe que a nossa torcida feminina é imensa, mas é impossível comprar blusas femininas… Quando tinha, era só aquela, sem nenhuma relação com a camisa que o time usa, não tem a taça olímpica, as listras finas… não tem o segundo uniforme!!!

    Eu acho isso inadmissível!!!

    Quero comprar uma para a minha esposa há tempos e não consigo!!!

    É difícil demais!

  27. Gabriel Valente

    comentou em 19/01/2010, às 12:32

    Antes do marketing esses incompetentes deveriam disponibilizar pontos de venda de ingressos em Niterói.

    Eu vou ter que sair de casa 4 hrs antes do jogo pra comprar meu ingresso?

    Pro inferno com quem inventou isso em jogos contra pequenos!

  28. Eduardo Etcheveria

    comentou em 19/01/2010, às 12:33

    Ilustrando o lixo que é o marketing do Flu: o tal do ônibus personalizado que até o sport recife tem e nós …. alugando da real ônibus!

    Essa camisa do Fred … pqp … se esforçaram muito para fazer o mais feio possível. Deveriam processar quem desenhou isso.

    Olha, meu entendimento de marketing é zero, agora … é fácil enxergar o óbvio.

    abs e st

  29. Thiago Lira

    comentou em 19/01/2010, às 12:55

    O Flu fatura cerca de 100 mil/mes em licenciamentos/prudutos (é so ver no balancete no site do clube). Outros como o SP faturam 10 vezes mais. Isso representa cerca de 10 milhoes a mais/ano que o Sao Paulo tem, só em produtos ligados a ações de marketing.
    Dava pra dar uma reduzida boa na dívida, né?

    A impressão que dá é que o marketing do Flu é feito por amadores, pessoas recem saídas de faculdades ou profissionais desleixados.
    Nao adianta. Tem que contratar um cara phoda, que seja tricolor e venha pra ganhar um salário muito bom (capaz de tirá-lo da agência ou de seu emprego atual).

    Esta fonte de renda (pouco explorada pelo clube) pode render milhões a mais. A Fluboutique (com todo respeito aos tricolores que lá trabalham) é ridicula. Espaço acanhado, vitrine pequena, peças amontoadas. Até a do Botafogo dá banho. É espaçosa, temática e com camisas em “araras” no meio da loja, e nao em caixotes atrás do balcão como a Flu Boutique.

    Quando vao passar a levar uma Loja-Caminhão pintado com as cores do Fluminense para os jogos do Maracana? Vai lotar de torcedor tricolor querendo comprar os produtos.

    Uma pergunta sobre o contrato com a Adidas: Alguém sabe qual o % de royalties que eles pagam para o Flu com relação a venda de camisas? Alem disso, pagam alguma parte fixa?

  30. Antonio Carlos

    comentou em 19/01/2010, às 13:02

    1- Até eu, que não entendo nada em matéria de marketing, percebo que os dirigentes do FLU são burros e completamente incompetentes nesta área.

    2- Mudando de assunto: Como disse o Fernando Mundy mais acima, o Arouca, que já foi nosso ídolo, ouviu o canto da sereia, saiu do FLU e se continuar dando bobeira vai acabar em Irajá.

    3- Falando em marketing e na troca que os bambis fizeram dando o Arouca em troca do Rodrigo Souto, acabamos caindo, em ambos os casos, nas chamadas políticas institucionais clubísticas.
    Os bambis continuam, sempre que possível, trocando os seus jogadores por outros de maior estatura, vigor físico e sem nenhum pudor na hora de baixar o sarrafo.

    Igual aos times gaúchos, mas não sei se isto é bom ou ruim, vai depender da maior ou menor simpatia que gozam no departamento de árbitros.

    ST

  31. Rafael Freitas

    comentou em 19/01/2010, às 13:09

    JP o João Paulo não cometeu penalti, mais sim sofreu um penalti.

    Eduardo os onibus da Volks já foram oferecido ao Fluminense que não aceitou alegando que não tinha dinheiro para a manuntenção do mesmo.

  32. Hugo Grillo

    comentou em 19/01/2010, às 13:17

    O problema é que quem manda hj no Fluminense quer o máximo de distância dos torcedores. Aliás devem estar p… da vida por termos ajudado o time a se livrar do rebaixamento.

    ST,

    Hugo Grillo

  33. tiago lameiras

    comentou em 19/01/2010, às 13:20

    TEXTO SIMPLESMENTE SENSACINAL.

    Vale lembrar que muitas outras ações podem ser feitas:

    Pq na loja na adidas n existe uma parte só do fluminense? vc olha apenas um cabide com roupas do flu.
    Pq n é explorado a personalização de camisas do flu, outros produtos alem de toda a linha adidas?
    custava plotar( adesivar) uma parede e personalizar um canto da loja com os produtos do flu???

    O Flu n tem nenhuma loja de garbo e elegancia em nenhum grande shopping. temos algumas lojas espalhadas pela cidade mas muito aquem do q precisamos.

    Pq as camisas comemorativas sempre tem essa qualidade duvidosa?

    Pq n exploramos as retros direito? 84, tri campeonato, camisa do Ézio, Camisa Branca de varios modelos antigos, Camisa d castilho, camisa Cinza e Branca!!! Nossa seriam MIL Modelos!!!!

    UNidade móvel na porta do Maracanã!!! Putz se camelô vende , pq a o fluminense n consegue vender?

    MEGA LOJA TRICOLOR!!! Visitei a FLA concept e vi o numero GIGANTE de Gringos comprando desesperadamente produdos Oficiais. Produtos com a Marca Olimpikus sem nunca terem ouvido falar nessa Marca.
    Vale lembrar da AGILIDADE da Olimpikus tem de lançar novos produtos no Timming certo.

    Adidas soh produz camisas que nunca agradam, uma ou outra sao bonitas…. CHEGA DE ADIDAS precisamos de agilidade.

    Quando visitei o Estadio do barcelona e do Arsenal vi inumeras possibilidades de negocios:
    Camisas Oficiais e Licenciadas de graaannde qualidade.
    Linha de casa , Cama mesa e banho. ( pasmem : vende demais.)
    Canecas, chopeiras, abridores, e artigos para beberrões fanaticos pelo flu.
    Foto-montagens: Fikei louco com isso: Era foto no campo com ROnaldinho, com Henry .. ou com o time todo!!! montagens vendidas a 30 , 40 euros. e o custo de produção? Quase ZERO.
    Brinquedos, Bonecos, carrinhos personalizados….

    É infinito! Aposto se fosse um grande clube europeu que ganhasse o apelido de “guerreiro” ia ta vendendo espadas, fantasias pro carnaval de guerrreiro tricolor e tudo mais.

    Marketing eh ideia na cabeça e atitude no timming certo .

    O flu ta longe disso.

  34. Franklin

    comentou em 19/01/2010, às 13:24

    Isso só pode mudar agora nas eleições os unicos que salvam da diretoria são:Mario Bittencourt e Ricardo Tenório esses são tricolores mesmo sem duvida mas para que o profissionalismo volte ao Fluminense temos que votar certo a partir de agora que não seja alguem da chapa do Horcades afinal ele nem sabe quem vai ser o candidato dele alguem sabe ?

  35. Roger Perez

    comentou em 19/01/2010, às 13:39

    INGRESSO COMPRADO!!!

    AMANHÃ O MARACA NO MÍNIMO CHEIO, 40 MIL PRA COMEÇAR!!

    MAS COM ESSE ESQUEMA DE VENDA DE INGRESSOS E O VALOR QUE ELES SE ENCONTRAM, FICA DIFÍCIL!!!

    QUEM PUDER IR, TEM OBRIGAÇÃO DE IR, ESSE ESTADUAL TEM QUE SER NOSSO!!!

    ST

  36. fernando mundy

    comentou em 19/01/2010, às 13:40

    Entrei no site do FLu e vi o preço para os ingressos para amanha , cadeiras comuns , valor 30,00 e comprei por vinte reais na bilheteria 8 , estranho isso.

  37. Wladimir

    comentou em 19/01/2010, às 13:45

    A história do ônibus é surreal. A volkswagen cede o ônibus em comodato para diversos clubes, como forma de propaganda e o Fluminense não corre atrás. Até o Atletico Mineiro já tem. Como pode isso ??
    Com relação às camisas. Vamos falar do básico. Camisas femininas ? impossível encontrar. A nova camisa de listras ? pode procurar na internet. Não tem. Então eu pergunto como é que pode ????
    Os dirigentes tem que ser profissionais e tem que ser cobrados por isso. Enquanto continuar esta cambada de amadores descompromissados vai ser assim. O pior é que os nossos amadores descompromissados são ainda piores do que média dos outros clubes.

  38. Pablo Markwald

    comentou em 19/01/2010, às 13:52

    AMANHÃ NÃO HAVERÁ VENDE DE INGRESSOS NO MARACANÃ!

    PORTANTO SE ADIANTEM!

    HOJE É O DIA PARA COMPRAR A ENTRADA PARA A ESTREIA DO TIME DE GUERREIROS!

  39. Victor

    comentou em 19/01/2010, às 14:05

    Pois bem. Eu gostaria de ter uma camisa 3 do Thiago Silva da época da Libertadores 2008.
    Não tenho. Eis a razão:
    http://www.blablagol.com.br/o-porque-nao-comprei-a-camisa-do-thiago-silva-1353

  40. Sergio Mota

    comentou em 19/01/2010, às 14:06

    Hum…marketing do Flminense?

    Quando virarmos clube de futebol ou qualquer coisa do genero, deixando de ser uma grande ação entre amigos eu toco no assunto…

    Tá nas mãos de quem o marketing do clube?

    Ganha quanto?

    Qual o retorno que dá ao clube?

    Quais açoes positivas teve nos últimos anos?

    Mas…A grande questão do momento:

    Quantas novidades mais os Senhores Roberto
    Horcades, Marcelo Penha, e Cia prepara para os associados e torcedores tricolores, visando afástá-los do clube?

    Na final da Libertadores, tiraram os ingresos das bilheterias e distribuiram aos correligionários políticos do momento.

    Na final da Sul-americana, seguraram a venda dos ingressos até a véspera do primeiro jogo, mantiveram o preço baixo, e separaram 10 mil ingressos para os “patrocinadores do clube”.

    Agora, no início do campeonato, com a torcida motivada apenas pelo amor ao clube e pela saudade do time, eles tiram dos associados o direito de pagar mais barato para acompanhar os jogos, de menor apelo de público do time, perdendo de uma só vez, uma boa chance de faturar, e uma enome possibilidade de atrair e fidelizar os torcedores como associados do clube.

    Mas…podem esperar…

    Quando chegar na final eles separam os ingressos dos “patrocinadores”…e aproveitam a demanda reprimida do início do campeonato…para manter o preço….

    Alguma desses atitudes visa aumentar o faturamento do clube?

    Aaahhh se a estabilidade do emprego muito bem remunerado dos “amigos e parentes” dos mandatários do clube, dependesse da melhoria das condições financeiras do clube…

    Até novembro muita coisa ainda virá…

    E o Fluminense que se exploda né?!

    Pobre Fluminense…

  41. Claudio Maes

    comentou em 19/01/2010, às 14:10

    Pô, quem entra em uma loja de um clube inglês, por exemplo, fica até triste com os produtos licensiados pelo Fluminense.
    Até tapete para automóvel tem…

  42. Julio Schurt

    comentou em 19/01/2010, às 14:17

    Galera,

    Ótimo post e comentários.

    Se alguém me pedir para exemplificar o que existe de mais amador e ineficiente no Fluminense a primeira coisa que me vez a cabeça é o seu departamento de marketing.

    Marketing é TUDO!!!

    É através do marketing que conseguiremos melhores patrocinadores, fidelizaremos torcedores a captaremos novos. O resultado é $$ e somente com $$ conseguiremos montar bons times.

    Fico feliz que a FluSócio tenha esta visão. Caso cheguem lá, que uma revolução no marketing seja logo implantada.

    saudações SEMPRE tricolores de um SÒCIO tricolor

  43. Eduardo Etcheveria

    comentou em 19/01/2010, às 14:18

    Conclusão:

    Chute na bunda do Horcades e de toda essa corja de bagulhos babões e bregas!

    viva a modernidade … viva os novos ares que estão batendo nas Laranjeiras !

    ST

  44. Francisco

    comentou em 19/01/2010, às 14:39

    Moro em Franca-SP e estive no Rio no período de festas.
    Procurei a camisa do “Impossible is nothing”, para dar de presente ao meu pai que fará 80 anos este ano, em lojas da Adidas, shoppings centers (Barra Shopping, Norte Shopping, Via Parque, Nova América) e não achei em lugar nenhum.

    Procurei agendas e cadernos com o escudo, camisa ou bandeira do FLU e só achei numa papelaria do Barra Shopping apenas 2 unidades de cadernos da Tilibra, um com o escudo e outro com um tricolor listrado. Na mesma hora comprei o do escudo e, com pena de um menino que procurava algum produto do Flu na mesma loja, deixei para ele o caderno listrado em tricolor.
    Enquanto isso, nas lojas da Saraiva, papelarias e livrarias menos conhecidas, e etc há uma quantidade enorme, mas enorme mesmo, de produtos do bacalhau e da mulambada. Até da cachorrada, no Barra Shopping, achei muitos.

    Não é possível que mesmo no Rio não tenha um punhado de produtos relacionados ao FLU, disponíveis nesta época, como agendas, cadernos e outros adereços.
    E olha que o caderno da Tilibra que comprei era muito mais caro do que os demais de capa dura. Mas, mesmo assim, eu comprei.

    Em Bonsucesso e imediações existem vários pontos de vendas de bandeiras (em baixo de viadutos, e outros acessos). Até muito bem feitas. Pedi uma do FLU e o camelô me falou que só depois de 2 dias é que traria uma para vender. Enquanto isso, muitas bandeiras do bacalhau e da mulambada. É mole!!! Até no camelô!!!!

    Há 3 anos que procuro uma agenda do Flu para o meu filho e não consigo comprar em papelarias e livrarias de grandes redes. No Rio, em SP e em outros estados que visito.

    É UMA VERGONHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Não existem produtos do FLU para serem comprados, a não ser na péssima flu-boutique ou pela internet em sites confusos. Só a distância que se consegue comprar algo que não se pode ver de antemão, a não ser por fotos e desenhos?

    PS: Encontrei agendas e cadernos com capas do Real Madrid e do Barcelona em muita quantidade no Rio. Socorro FLUMINENSE!!!! Deixem os tricolores do futuro e do presente comprarem seus objetos de lembrança de uma paixão!!!

    PS2: Consegui produtos do Flu na “Casa e Vídeo” como toalha, copo com escudo e uma bola de plástico: todos de qualidade duvidosa e tipo “2ª linha”. Uma vergonha maior ainda!!!!!!!!!!!!!!!!

    PS3: Imagine que para termos camisas retrô dos anos dourados do FLU (70 e 80) teve que acontecer uma revolução via site da SEMPRE FLU para que alguns tricolores pudessem tê-la. Socorro FLU!!!!!!

  45. Diogo

    comentou em 19/01/2010, às 14:53

    Parabéns pelo texto, excelente mesmo. Tomara que alguém do marketing (se tiver alguém lá) leia isto e tome vergonha na cara.

  46. Carlos Eduardo Rangel de Moura

    comentou em 19/01/2010, às 14:57

    O Flu também necessita de uma revista dele.

    STs

  47. IGOR CARVALHO

    comentou em 19/01/2010, às 15:12

    Numa boa, as vezes tenho vontade de esquecer o futebol pra sempre.

    Vivemos uma paixão que não recebemos nada em troca. Somos sempre pisados pelo Fluminense.

    A torcida parece até mulher de malandro.

    Sempre levamos “porrada” do Fluminense.

    Como que eu vou comprar ingresso???

    Nunca vi isso na minha vida!!! Não vende ingresso na hora do jogo, e o pior, 40 reais pra ver FLU x bangu!!!

    Os engravatados estão acabando com a graça do Futebol.

    Amanhã nao estarei no maraca.

    TEMOS QUE FAZER UM PROTESTO!!!

    REVOLTANTE

  48. Victor Urzua

    comentou em 19/01/2010, às 15:12

    Aproveitando o “gancho” do post, gostaria expor minha infelicidade ao perceber que o “presidente” voltou. Não vou me alongar, pois estou trabalhando, quase 2 horas depois de sair aqui do Centro do Rio rumo ao clube, na esperança de comprar ingressos.
    Nem vou comentar as novas regras de funcionamento das bilheterias do Maraca, que por si só, já é uma afronta ao torcedor. Vou falar rapidamente do preço dos ingressos: R$40,00 (arquibancada) não dá…!! Ainda por cima sem meia-entrada para sócios! O que “eles” pretendem? Novamente afastar a torcida? Meu amigo… um jogo de início de campeonato às 16 horas de um feriado em que o sol, praia e cachoeiras são concorrentes diretos (e muito mais baratos)… por mais que o torcedor queira recepcionar o time de guerreiros vencedores… é muuuito desanimador!
    Diante dessa situação, sou obrigado a “dar o braço a torcer” e admitir que inteligente mesmo é o presidente do Vasco, o único que percebeu que é melhor manter o preço baixo e atrair mais público! “Eles” não entenderam que o sucesso e a beleza daqueles jogos épicos do fim de 2009 vieram das arquibancadas??? E o patrocinador, não gostaria ver nos “Globo Esportes” da vida uma arquibancada abarrotada de garotos-propaganda? E o torcedor? Como fica? Como é que um pai de família vai poder levar seus 2 filhos e esposa para o jogo? Vamos lá, gente… “elite” é força de expressão. A grana ta curta para 9 entre 10 brasileiros e os primeiros cortes no orçamento são cultura e lazer, não? Ou alguém vai deixar de pagar a conta de luz e o plano da Unimed?
    PELA VOLTA DO PREÇO DE 30 REAIS (pois o carioquinha não é nada de mais);
    PELA REDUÇÃO DO INGRESSO EM JOGOS QUE NÃO FOREM CLÁSSICOS;
    PELA VOLTA DOS DESCONTOS PARA SÓCIOS (pois ser sócio também é estar apaixonado pelo Flu e contribuir para isso tudo funcionar);
    PELO RESPEITO AO TORCEDOR QUE VAI A TANTOS JOGOS QUANTO PODE;
    PELO JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DOS ENVOLVIDOS NA FARRA DOS INGRESSOS DA LIBERTADORES;

    OU VÃO ESPERAR O TIME CAIR PARA A SEGUNDONA DO CARIOQUINHA PARA APELAR À TORCIDA??

  49. Marcel Mota

    comentou em 19/01/2010, às 15:20

    O Fluminense tem muito a progredir no marketing, estamos perdendo muito dinheiro. É um absurdo, ainda mais levando em conta a situação de insolvência do clube.
    Está na hora de uma grande mudança no FFC, que ela venha nas próximas eleições.
    Tudo precisa ser melhorado, inclusive a mentalidade tacanha de centenas de sócios. O principal cliente do Fluminense é seu torcedor, não é o sócio. Precisamente esta é a salvação financeira do Fluminense. Logo, satisfazer o torcedor é uma necessidade de qualquer sócio que queira um bom clube para frequentar.
    ST.

  50. Wladimir

    comentou em 19/01/2010, às 15:29

    Estas mudanças nas vendas dos ingressos ultrapassaram todos os limites. É o tiro de misericórdia da ignorância e da incompetência.
    Até quando vamos aguentar isto ????

  51. Estephan

    comentou em 19/01/2010, às 15:29

    A gnt não consegue comprar nem ingresso pro jogo, imagina camisa comemorativa…

  52. Bruno Leonardo Pires de Souza

    comentou em 19/01/2010, às 15:59

    O Fluminense parece um clube administrado por um bando de idosos safenados…

    Às vezes tenho a sensação de que o clube é terra sem dono.

    Ou a torcida tricolor toma conta do clube, no bom sentido, ou vamos ficar eternamente reclamando da inércia de quem finge administrar o Fluminense.

    Precisamos de uma Queda da Bastilha Tricolor.

  53. Amorim

    comentou em 19/01/2010, às 16:00

    Confirmando a minha tese:

    O FLUMINESE* É BURRO PRA CARÍLCARES!

    * os que o dirigem, obviamente.

    Depois somos menosprezados e desrespeitados e ninguém sabe por quê..

  54. Jeovane S. Martins

    comentou em 19/01/2010, às 16:02

    Meus amigos tricolores,

    OFF TOPIC:

    Olhem o que eu encontrei sobre o “tricampeonato” da mulambada em 78/79:

    http://cruzeiro.org/blog/o-golpe-que-deu-certo/

    O pessoal que pesquisou e publicou é daqui de Minas. Muito esclarecedor.

    Não deixa de ser também uma ação de marketing deles. Repetiram tanto que hoje todos aceitam como verdade.

    ST.

  55. Antonio Carlos

    comentou em 19/01/2010, às 17:04

    Jeovane (16:02)

    Parabéns, este link que você publicou é um belo achado e uma grande contribuição para o interminável seriado “Urubu, o Rei dos Trambiques”.

    - Ora é um “tri-campeonato” conquistado em apenas dois anos;
    - Ora é um “título mundial” conquistado numa partida amistosa patrocinada pela Toyota.
    - Ora é um “hexa-campeonato” de cinco títulos.

    Mas estes trambiques e roubos descarados só foram possíveis graças à escandalosa participação da mídia esportiva porca, suja e desonesta, que até hoje, numa imoral demonstração de conivência e cumplicidade, mantém um silêncio sepulcral sobre o tema.

    ST

  56. Carlos Laport

    comentou em 19/01/2010, às 17:13

    Minha experiência com produtos ligados ao FLU é que nunca são encontrados a não ser os PIRATEADOS. Aí sim, encontramos de tudo. A conclusão é que devem haver compradores, não é?

  57. Bruno Leonardo Pires de Souza

    comentou em 19/01/2010, às 17:15

    Vamos esquecer o framengo.

    O nosso clube está em estado avançado de catalepsia e a gentre preocupado em discutir título dos malditos.

  58. Estephan

    comentou em 19/01/2010, às 18:17

    Concordo plenamente Bruno.

    Mas preciso comentar, alguém leu o site que o e Martins colocou em seu post?????? Que que é isso?? Td bem que internet não é fonte confiável mas as fontes da pesquisa dos caras são jornais da época c/ data e tudo, ou seja, muito simples de se confirmar a veracidade…

    Fico impressionado como nenhum repórter faz matérias sobre a história do nosso futebol, principalmente nessa época onde só rolam especulações, matérias sobre títulos não computados de Fluminense, Botafogo, Palmeiras, Santos e outros e ainda esses casos no mínimo suspeitos onde, para surpresa geral, o Fla ta sempre no meio.

  59. Estephan

    comentou em 19/01/2010, às 18:18

    ops, corrigindo: Algm leu o site que o Jeovane Martins colocou em seu post…

  60. Sergio Mota

    comentou em 19/01/2010, às 20:19

    Opa na minha postagem acima troquei o nome do Humberto Palma pelo do Marcelo Penha.

    Onde está escrito Marcelo Penha, leia-se Humberto Palma

    Desculpem-me.

  61. Antonio Ferreira

    comentou em 19/01/2010, às 20:33

    Porra, nao tem como tirar esse Cahe????

    http://tinyurl.com/y9c2t45

    Ou eh tudo da minha cabeca?

    Que reportagem ridicula!!!!!

    Vcs ainda nao repararam que no site so tem esse tipo de notica do Flu?

  62. Victor

    comentou em 19/01/2010, às 23:52

    Estephan,
    Se algum repórter se meter a levantar essa lebre fico até com pena do mesmo.
    Publicamos no Blá blá Gol o mesmo estudo e os flamenguistas que comentaram já ligaram a artilharia. Imagina em um grande veículo de massa como não seria.
    http://www.blablagol.com.br/a-historia-do-tricampeonato-carioca-de-19787979-6701

  63. Sidney Dupeyrat de Santana

    comentou em 20/01/2010, às 3:10

    Um ABSURDO essa falta de produtos do Flu nas lojas, inclusive no Rio de Janeiro.

    Temos hoje um dos jogadores mais identificados com um clube brasileiro: o argentino Conca.

    Habilidoso, raçudo, carismático…as crianças adoram ele.

    Mas, até hoje, nao vi nenhuma camisa comemorativa do hermano.

    Não conseguimos achar nem a oficial com o “11 Conca”.

  64. Cláudio Henrique – Goiânia

    comentou em 21/01/2010, às 8:17

    alguem poderia me falar quem é o profissional responsável pelo MKT do clube????

  65. Marcelo Kieling

    comentou em 7/05/2010, às 8:25

    Como profissional da área, com uma série de atividades ligadas ao esporte, afirmo que hoje os 4Ps são na verdade 7Ps.
    Falta uma visão clara de que o esporte envolve de forma absoluta PESSOAS.
    Estas PESSOAS precisam ser identificadas e analisadas através de PESQUISA.
    Para que esta PESQUISA possa de forma objetiva e abrangente identificar as oportunidades oriundas da PAIXÃO pelo esporte.
    Vivi experiência nada agradáveis em projetos de marketing e comerciais para o FLUMINENSE. E assim, aqui posso afirmar que o FLUMINENSE na verdade precisa de mais alguns Ps para poder sobreviver: PLANEJAMENTO, PROJETOS, PROFISSIONALISMO.