Com a palavra, Mário Bittencourt
Publicado em 15.05.2010.
Por Flusócio
Na última terça-feira, o advogado do Fluminense, e ex-gestor de futebol do clube, Mário Bittencourt esteve presente na reunião aberta da campanha Peter Siemsen. Ficamos felizes com sua presença, e a pedidos de muitos tricolores que estavam no evento resolvemos fazer uma entrevista especial com ele. Será a primeira em nosso blog, e nada melhor do que uma ilha de excelência do Fluminense para ser protagonista dela. Foram 15 perguntas ao todo e vamos dividir o material em três posts. Segue a primeira parte:
Flusócio – Sobre as rescisões de contratos de alguns atletas durante o período em que você foi gestor de futebol, alguns o acusam de ter cometido as mesmas práticas de gestões anteriores, que aumentaram sensivelmente o passivo do clube. O que você tem a dizer sobre isso?
Mário Bittencourt – A multa do artigo 479, de acordo como que determina a lei, deve ser paga de uma só vez, mas consegui em todos os casos parcelar em mais de dez vezes para o Fluminense ter condições de pagar e posso garantir que tudo vem sendo pago corretamente pelo departamento financeiro junto com a folha salarial. Luiz Alberto e Urrutia não quiseram nem conversar e por isso devem procurar seus direitos na Justiça. O que as pessoas têm que entender é que se qualquer jogador que for mandado embora antes do término do contrato, o clube ficará devendo algum valor em razão da legislação trabalhista. A lei hoje em dia é muito cruel com o clube e o que se tem que fazer para minimizar os riscos de ações é realizar contratações com contratos menores, com multas reduzidas e se possível de jogadores ainda jovens que possam dar algum tipo de retorno financeiro ao clube e ser moeda de troca. Caso contrário, além de pagar a indenização, você não terá chance de envolver o atleta em alguma negociação benéfica para o clube. Mesmo assim, chegando com muita coisa complicada e contratos ruins, ainda consegui um enorme êxito, evitando pelo menos 60% de possíveis novas ações.
Flusócio – No fim de 2009, você substituiu Gustavo Mendes e foi uma das peças importantes para o Fluminense se livrar do rebaixamento no Brasileirão. Em 2010, porém, mesmo com o reforço de Ricardo Corrêa no scout, o trabalho ainda não deu resultado. Por que dentro de campo, o time não correspondeu as expectativas até agora?
Mário Bittencourt – Futebol não é uma ciência exata e muito menos simples. O elenco era inchado e quando chegamos em setembro de 2009, tínhamos a primeira tarefa que era tentar livrar o Fluminense do rebaixamento. Esta tarefa acabou sendo concluída com sucesso somente no dia 6 de dezembro de 2009, ou seja, durante todo este período não se teve como trabalhar contratação de jogadores porque não se sabia se o Fluminense disputaria a Série A ou B. Dessa forma, o scout fez dois trabalhos e deixou pronto, um visando Série A, outro visando Série B, mas somente demos o start após a batalha de Curitiba. Fizemos uma reunião com a comissão técnica e o scout e confrontamos as listas de reforços para chegar a um denominador comum. Elaboramos a lista de dispensa e analisamos as necessidades de renovação de contratos e também as carências do elenco. Nessa hora, tem que haver bom senso porque existe um treinador no comando e não adianta você definir tudo sozinho ou deixar ele definir tudo sozinho. Mantivemos a base do elenco, valorizamos os atletas feitos em casa, renovamos o contrato do Mariano (que no início do ano era abominado por todos e depois passou a ser o principal da posição), e tentamos pontualmente acertar o time para o início da temporada, mas sempre alertando que novas contratações poderiam ser feitas adiante. Acho que como início de trabalho foi bom, até mesmo porque o Fluminense iniciou o ano jogando um ótimo futebol e com futuro promissor. Alguns jogadores ainda não deram certo, mas acho que temos que ter paciência, porque em 2009 fomos mandando jogadores embora, no final passamos um sufoco e acabamos vendo que alguns jogadores saíram e fizeram sucesso em outros clubes e que jogadores como o Mariano deram uma enorme guinada de forma positiva. Futebol, na minha visão, é longo prazo e temos que dar tempo ao Muricy para que ele conheça o elenco e possa trabalhar melhor as peças. Por fim, acho que o time vinha bem este ano, deixando a desejar em alguns momentos decisivos, o que demonstra a necessidade de mais algumas pontuais contratações para se criar uma “espinha dorsal” no time. Lembro ainda que a troca de treinador causa uma mudança que requer nova adaptação, sem contar o fato de que Muricy chegou e já teve de cara, em seu primeiro jogo, os desfalques de Fred, Conca e Alan, ou seja, três de nossos principais jogadores não atuaram, o que complicou nossa vida na Copa do Brasil. Vamos dar tempo ao treinador e aguardar que o trabalho vai aparecer. O que não pode haver, na minha modesta opinião, é uma nova troca de comando até o final do ano.
Flusócio – O contrato do volante Fábio Santos foi rescindido no meio do Campeonato Brasileiro, pouco tempo após você assumir o cargo de gestor de futebol, e causou muita polêmica na época. O próprio jogador dispara até hoje contra a diretoria do Fluminense. Afinal, o que houve com o atleta que motivou a decisão na época?
Mário Bittencourt – O currículo de problemas do Fábio Santos fala por ele próprio. Não é verdade? O que acho curioso é que alguns torcedores acharam ruim a saída dele e alegam que a rescisão gerou uma multa. Ora, toda e qualquer rescisão, se não negociada, gera uma multa e neste caso trabalhista, como já dito anteriormente por mim, a multa está na lei, mais precisamente no artigo 479 da CLT, e o contrato dele previa isso expressamente. Quando chegamos ao departamento de futebol, recebemos o histórico deste atleta e as informações não eram boas. Disseram que desde o primeiro dia, ele criticava a estrutura do clube, falava mal dos aparelhos, do campo, enfim, de tudo, e mais, na frente dos companheiros e fazendo alusões aos outros clubes que ele passou anteriormente como São Paulo, Cruzeiro e Lyon. Ora, o sujeito vem para o Fluminense, pede para receber uma grana alta por mês, acertam este contrato e depois ele vai tentar enfiar na cabeça dos companheiros que o clube é ruim? Não se pode aceitar isso de jeito nenhum. Mesmo assim, ficamos com ele porque desde nossa chegada não observamos este tipo de comportamento, pelo menos abertamente. Vamos então aos fatos do porquê da saída dele. Ele foi entregue a preparação física e ficou à disposição do treinador nas vésperas do jogo contra o Grêmio em Porto Alegre. Treinou durante toda a semana (na época treinávamos no CFZ) e foi relacionado para o jogo. Na sexta-feira, fizemos um day use num hotel no Recreio para treino em tempo integral e cheguei a perguntar a ele no almoço se estava tudo bem. Ele disse que achava que estava ficando gripado, mas que o resto estava tudo tranquilo. Disse a ele então: “Da gripe, você fica bom até domingo e vamos pro jogo. Certo?” Ele disse que sim e voltou para o treino da tarde. Treinou e viajamos sem problemas. No sábado, já em Porto Alegre, durante o treino no Beira-Rio, ele de repente, sem mais nem menos, abandonou o treino e saiu gritando para todo mundo ouvir que o departamento médico do clube não funcionava, que estava sendo obrigado a jogar e que estava com dor e ninguém estava acreditando nele. Chegamos no hotel depois deste “ataque” e o vice-presidente da época, Ricardo Tenório, teve um conversa com ele dizendo que se estava sentindo dor, não precisava jogar, mas que ficasse junto ao grupo para apoiar no jogo do dia seguinte. Ele disse que não, que queria ir embora, que não queria ficar, que queria consultar o médico dele em São Paulo e que se ficasse talvez até cometesse um ato de loucura no hotel. Deixamos ele subir para o quarto para esfriar a cabeça e fizemos uma reunião com Cuca, Eudes (assistente do Cuca), Branco, Ricardo Tenório, eu, Alcides Antunes, o médico que estava na viagem, Dr. Adilson, e Rodrigo Henriques. Definimos que talvez fosse melhor ele voltar ao Rio. Cuca e o Eudes, muito ponderados, pediram para falar com ele no quarto e tentar que ele ficasse. Aceitamos a sugestão, eles foram lá e na volta disseram que ele estava irredutível e queria ir embora. Assim, o colocamos num voo no dia seguinte para o Rio e deixamos o assunto para a volta do jogo. Na semana seguinte, fizemos uma reunião com o agente do jogador, o ex-atleta Marcelo Djian, figura da maior educação, elegância, classe e de enorme boa vontade para resolver o problema, já que a dificuldade de relação entre as partes (clube e atleta) era visível. Marcelo Djian, que concordou conosco, foi a casa do atleta várias vezes e retornou ao clube várias vezes para tentarmos chegar a um acordo. O atleta pediu um valor e queria receber do patrocinador, mas informamos a ele que o contrato com o patrocinador era de imagem e que nossa parte era apenas o contrato de trabalho. De qualquer forma o agente dele chegou também a conversar com o patrocinador e fomos praticamente fechando tudo. De repente, o atleta deu outro rumo à conversa e disse que ia aparecer no clube para treinar. Aí você tem que tomar a decisão se o cara que causou o maior problema às vésperas de um jogo que você tomou de 5 a 1 vai continuar no elenco ou se vai sair do clube. Alguns vão perguntar: Por que não deram logo uma justa causa nele naquele dia? Não demos porque todos os que conhecem o meio sabem que confirmar uma justa causa na Justiça do Trabalho é algo muito difícil e no futebol, que já atuo como advogado há quase doze anos, as pessoas na hora dizem que vão prestar depoimento a seu favor, mas quando chega o dia da audiência não querem ir e quando são intimadas acabam colocando panos quentes no que o atleta fez. Além do mais, ele se desequilibrou, ameaçou um ato de loucura, mas naquele dia não cometeu. O vice-presidente Ricardo Tenório decidiu não contar mais com o jogador por entender que ele prejudicava o ambiente e acho que a posição foi acertada. De qualquer forma, ele solicitou minha opinião jurídica e eu disse o seguinte: “Se ele ficar, temos que pagar o contrato dele até o final e se ele sair, a lei diz que pagamos apenas a metade e ainda podemos discutir em juízo que a saída dele se deu por culpa recíproca, por intensa animosidade entre as partes, por incompatibilidade ou quem sabe num futuro resolver de outra forma com uma composição amigável em juízo.” Ele aceitou minha ponderação, sendo certo que ainda expliquei a ele, que neste caso teríamos “briga jurídica” por mais uns oito anos pelo menos. Aí é uma decisão que deve ser tomada de forma a não prejudicar o andamento das coisas e minimizando riscos, mas pensando também na instituição. Em qualquer organização coorporativa é assim, você toma as decisões e pesa onde vai ganhar e onde vai perder. É custo-benefício!!! Só sei que depois que ele saiu, o grupo melhorou e o resultado todos nós sabemos qual foi. O curioso é que estou respondendo esta pergunta de vocês logo após o São Paulo vencer o Cruzeiro no Mineirão pela Libertadores e o Fábio Santos, que há uma semana fez juras de amor ao Cruzeiro e esculhambou o Fluminense, deu entrevista dizendo que estava abandonando a carreira por ter sido vaiado. Será que dava para mantê-lo no elenco?
Flusócio – Leandro Amaral, após meses sem dar entrevistas, voltou a falar. Só agora seu real problema foi revelado, e o jogador parece querer voltar a jogar. Por que demorou para o seu caso ser divulgado em detalhes? Por que ele ficou tanto tempo parado até receber oficialmente seu salário pelo INSS? Ele ainda tem contrato com o Flu?
Mário Bittencourt – Leandro Amaral é um profissional sério, aplicado, dedicado e foi merecedor de todo o nosso respeito. Quando chegamos já tinha o problema e fui designado para falar sempre sobre o caso por causa do meu conhecimento na área jurídica. Nunca falei sobre o que ele tinha no joelho. Primeiro porque não sou médico e mesmo se fosse existem questões éticas quando se fala da saúde de uma pessoa. Segundo porque até mesmo juridicamente não se deve entrar em certos detalhes quando um atleta tem algum tipo de problema que pode acabar na suspensão ou rescisão de seu contrato de trabalho. Conversava sempre com o Michael Simoni sobre o assunto, e o Michael, que além de médico brilhante e meu médico, é meu amigo, dizia que o problema do Leandro era complicado, mas que ele poderia um dia voltar a jogar. Certo dia, um jornalista perguntou se eu poderia afirmar que o Leandro Amaral tinha artrose e se seria inválido para o futebol. Eu disse de forma dura que não falava sobre o assunto porque não exporia um pai de família com três filhos para criar e que além do mais eu não era médico para sentenciar qualquer tipo de patologia em qualquer ser humano. Depois de algum tempo, vendo que o atleta não voltaria rápido aos campos, conversei com ele, com sua esposa, com seu advogado e com o advogado do patrocinador (pessoa de extremo equilíbrio e sensatez) no sentido de colocá-lo recebendo pelo INSS, já que ele estava realmente em situação de doença. Eles aceitaram a ideia e em razão do atleta estar muito desgastado com toda a situação e ser complicado um retorno aos campos com a camisa do Fluminense, preparamos um instrumento particular entre as partes (assinado também pelo advogado dele) onde ficou expresso que caso o INSS libere o atleta aos campos, o contrato dele com o Fluminense está automaticamente rescindido e ele poderá atuar por outro clube. Em razão desse nosso acordo, ele também se acertou de forma amigável com o patrocinador no que se refere ao contrato de imagem, como ele mesmo declarou na entrevista que deu outro dia abrindo o coração e todo o seu problema ao país. Não me arrependo um minuto de ter levado o assunto em sigilo porque sabia o problema do atleta e nessas horas temos que ter caráter e personalidade para tomar as “pancadas” e não esmorecer pelo simples fato de que se estamos fazendo a coisa certa, o que nos absolve é nossa consciência. Em razão disso, tenham certeza, tenho uma ótima relação com várias pessoas no futebol porque consigo manter os assuntos internamente sem expor o ser humano. A situação agora é a seguinte: ele tem este instrumento que encerra o contrato caso a perícia diga que ele está apto, mas quem decide se ele realmente sairá é o novo comando do futebol.
Flusócio – Outro caso polêmico é do jogador Dalton, que até a Traffic ofereceu para pagar seu FGTS, mas o clube não quis. Felizmente, nas primeiras audiências, você venceu, e o Fluminense não perdeu o atleta. Por que, então, ele até hoje não se reapresentou? É possível envolvê-lo em uma troca com outro clube?
Mário Bittencourt – Vou esclarecer um pouco as coisas e fazer justiça. A Traffic ofereceu, mas a verdade é que o clube achou interessante a ideia e ficou de marcar uma reunião para debater a forma contábil e financeira para fazer esta operação. A reunião demorou a ser marcada e nesse meio tempo, o Dalton entrou com a ação. Não sei se já houve esta reunião depois que saí do futebol. Quanto ao Dalton, ele é uma ótima pessoa e acho sinceramente que está muito mal orientado por alguém que não sei quem é. De qualquer forma, acho que ele ainda volta do clube, pela porta da frente e reintegrado, mas como já disse antes, não depende mais de mim e sim do novo comando do futebol. Quanto à questão jurídica, pelas duas decisões contrárias a ele, ele já deveria ter voltado, mas como ainda não o fez, estamos enviando telegramas solicitando a volta dele aos treinos. Talvez ele esteja orientado pelo advogado a não voltar para que tomemos algum tipo de atitude drástica, mas não vamos tomar porque o queremos de volta e vinculado ao clube. Enquanto ele não retorna, descontamos no salário e não pagamos os dias não trabalhados e quando voltar, se voltar, pensamos em quem sabe estender o tempo de contrato, já que a lei nos faculta isso. Se é possível envolvê-lo em uma troca? Depende do novo comando do futebol.
A entrevista continuará em outros posts. Confiram!

comentou em 15/05/2010, às 0:39
Uma ilha de excelência no mar de incompetência que é esta atual diretoria tricolor, Mário tem a cara do Fluminense que sonhamos: VENCEDOR!
Tive o prazer de conhecê-lo no fim do ano passado nas Laranjeiras: Além de competente em sua área, uma pessoa simples, educada, e acessível a todos!
Um forte abraço, grande Mário!
comentou em 15/05/2010, às 0:47
Muito bom! Ótima entrevista.
Como é bom ver a clareza dos fatos.
comentou em 15/05/2010, às 1:19
Após muitos anos vejo uma pessoa competente para levar o nosso FLU as grandes conquistas, parabens por sua clareza e carater.
comentou em 15/05/2010, às 3:41
Sensacional a entrevista, muito esclarecedora. E o melhor é perceber como toda a linha de argumentação passa pela defesa incondicional dos interesses do Fluminense. Sempre muito ponderado, levando em conta os riscos e possíveis custos de curto e longo prazos.
Sem dúvida, é o que esperamos ver em cada um dos membros da diretoria na administração do Peter (que só conheço pelo blog).
Isso vai fazer uma diferença… Neeenseeee!!!!
comentou em 15/05/2010, às 9:07
E o gramado ? Por que levou tanto tempo ?
E o Willians pq CINCO anos?
comentou em 15/05/2010, às 9:15
Sim vamos dar tempo ao novo treinador pq
outro elenco vai ser montado já q este atual
e sofrível..
Off >> Caho Moita parece ter sido afastado do Flu
a estória de “escolinha do prof Murici” não foi
bem recebida pelo mesmo q já afirmou ter em
mãos profissionais muito bem pagos e o Flu não
ser escolinha. Agora as matérias são assindas
no Ge por outro setorista ou anônimos…
comentou em 15/05/2010, às 9:18
Caros,
Com franqueza, eu acredito de boa fé nas respostas deste rapaz, o Mário, ele inspira confiança – coisa que o Tenório pelas suas atitudes contraditórias não faz. Espero que Bittencourt seja o nosso futuro Vice de futebol.
SDs Tricolores
comentou em 15/05/2010, às 9:34
Caros
OFF ( um assunto que talvez mereça um post exclusivo )
Conforme já lembrei há uns posts atrás, precisamos cobrar além da vinda de “craques”, também o CT. Um CT DEFINITIVO, com pelo menos com uma opção de compra factível para o clube. Não podemos permanentemente viver de favor da UNIMED.
E, por favor, se a área na Barra é valorizada, e por isso “inviável” como investimento, então a diretoria do Flamengo deveria vender a sede do clube que fica às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, e nós o campo das Laranjeiras para aproveitar o “boom” imobiliário nas Laranjeiras.
Flu-Barra para ontem! Já!
SDs Tricolores
comentou em 15/05/2010, às 9:38
Excelente!!!!!!
Bola dentríssima da Flusócio…
Só não consigo entender pq esses casos como do Fábio Santos e do Leandro Amaral são sempre mantidos por debaixo dos panos quando o circo está pegando fogo… pq esse tipo de explicação não pode vir a tona para que a torcida tenha a noção exata do que está aconteceno??
Com todo o respeito ao Mário mas eu fico com a impressão de que as explicações só foram dadas pq ele não é mais gestor do clube.
Esse tipo de assunto é sempre tratado de uma maneira muito estranha e misteriosa no meio do futebol… e não estou falando apenas do Flu.
Sobre o Fábio Santos…
Ele é totalmente desequilibrado psicolgicamente… deu problemas em todos os clubes por onde passou.
Essa última dele após Cruzeiro x São Paulo foi de matar…
Ou ele é completamente maluco ou está dando um migué pq tem algum problema fpisico irreparável…
Encerrar a carreira pq foi vaiado???
O Edmundo pelo menos raspava a cabeça mas não encerrava a carreira… rsrsrsrsrsrs
Sobre a situação dele com o Flu… fica óbvio que ele não poderia continuar…
Compreendo os argumentos do Mário… mas acho que se ele ficasse treinando em separado… em Xerém, nas Laranjeiras, ou no raio que o parta… o Flu pagaria mais uns meses de salário e no fim do ano ele iria buscar negocar pra arrumar outro clube…
Esse papo de que o cara vai ficar comendo e bebendo por 2, 3 anos… é balela. Nenhum jogador joga a carreira no lixo pra ficar 3 anos ganhando salário sem jogar.
comentou em 15/05/2010, às 9:39
Caros,
Sobre o Fabio Santos.
Quem indicou este cara pro Flu? Será que ão dava pra obter mais informcões sobre o carater deste cara antes de sair contratando? Não sei se foi o Branco – a quem já defendi algumas vezes aqui antes – o Parreira ou o CB, mas de qualquer maneira foi uma baita bola fora. Espero que agora o pessoal procure se informar melhor sobre os atletas que estão interessando. Que sirva de lição.
SDs Tricolores
comentou em 15/05/2010, às 9:41
Caros,
Se o time não ganhar – e bem – de um time misto deste Atlético Goianiense, vai ganhar de quem? Minha esperança hoje é o tal do Rodriguinho. Vamos ver….
SDs Tricolores
comentou em 15/05/2010, às 9:44
ERRATA (9:34) : “…com pelo menos uma opção de compra…”
(9:39) : “…..que Não dava pra…”
comentou em 15/05/2010, às 9:52
Sobre o Dalton…
Gostaria que alguém quetem informações jurídicas mais profundas exclarecesse…
Mas como um leigo na área, mas que acompanha muito o futebol, tendo visto casos parecidos… eu penso o seguinte:
Dalton deveria estar no clube trabalhando e está faltando com suas obrigações profissionais por opção própria.
Como, segundo a imprensa, o caso só será decidido lá pra novembro… o jogador não pode alegar que está em litígio e que não quer trabalhar.
Hoje a justiça determina que ele trabalhe… ele não pode se recusar.
Caso mantenha essa posição o Flu pode entrar com ação na FIFA alegando quebra de contrato e pedindo o pagamento de multa. Não sei qual é o prazo, quanto tempo o clube tem que esperar para fazer isso.
É o caso semelhando ao do Kleberson que entrou na justiça pra se desligar do Besktas da Turquia… perdeu e não retorou ao clube.
Para voltar a jogar ele (no caso o novo clube, o Urubu) teve que pagar uma multa e o jogador ainda foi suspenso por 6 meses.
Ou pagava a multa ou não poderia mais jogar por clube filado a FIFA.
O Dalton não pode ficar sem se apresentar aoclube até novembro… se o fizer, esse deve ser o caminho.
Concordand ou não, decisão judicial deve ser cumprida… e enquanto não se julga em outra instância o que está valendo é que ele é empregado do Flu.
comentou em 15/05/2010, às 9:54
excelente entrevista sem duvida é o cara para auxiliar o peter.
comentou em 15/05/2010, às 11:05
Belissima entrevista.
Continuo achando que o melhor caminho n era rescindir cpontratos e sim emprestar ou fazer troca-troca com a maioria de jogadores.
Mas isso eh minha opniao. Caso Fabio Santos. Ele eh um safado, mau carater, mas n quero o como meu genro, e sim como primeiro volante no Flu.
comentou em 15/05/2010, às 11:13
ótima entrevista , espero que o mário bittencourt faça parte de uma futura gestão a partir de 2011 .
peter tem que convidar tricolores como ele para compor a futura diretoria .
em janeiro de 2011 espero ver gente competente a frente do meu fluzão , e o mario além de ser competente é tricolor fanático …
st …
comentou em 15/05/2010, às 11:14
Boa entrevista.Quem entrevistou não ficou em cima do muro.Fez os questionamentos mais polemicos.É por aí mesmo,o importante é o bem do nosso tricolor!
comentou em 15/05/2010, às 11:19
Será que a nossa queridíssima imprensa esportiva vai ter a dignidade de se retratar perante nosso clube no caso Fábio Santos . Independente de quem administra o clube no momento houve uma avalanche de declarações depreciativas ao dep. médico do Flu e a instituição como um todo . Bons tempos em que os dirigentes íam ao vivo às rádios e defendiam os clubes . Sujiro que nós torcedores participemos de programas esportivos através de emails defendendo nosso clube , como sempre faço , pois a imprensa não é dona da verdade e atualmente acho despreparada e tendenciosa . Sempre frisando , idependente de quem dirige o Fluminense .
comentou em 15/05/2010, às 11:23
EXCELENTE ENTREVISTA.
FATOS ESCLARECEDORES, NÃO DIVULGADOS PELA IMPRENSA.
É DESTA FORMA QUE NÓS TORCEDORES PODEREMOS TER MELHORES INFORMAÇÕES SOBRE O QUE REALMENTE ACONTECE COM NOSSO CLUBE.
JÁ ESTOU ANCIOSO PELA CONTINUIDADE DA ENTREVISTA. CERTAMENTE TEREMOS MAIS FATOS ELUCIDADOS.
PARABÉNS A FLUSÓCIO E AO MARCIO.
SAUDAÇÕES TRICOLORES
comentou em 15/05/2010, às 11:33
Até que enfim alguém foi honesto e verdadeiro,
Parabéns ao sr. Mário Bittencourt, chega de gente dando desculpas e omitindo coisas no Fluminense.
Espero que novembro chegue logo e que sejamos sempre assim.
ST
comentou em 15/05/2010, às 12:02
Parabéns pela Clareza e acima de tudo Competência!
Saudações Tricolores….!!!*
comentou em 15/05/2010, às 12:05
Excelente entrevista; Mário é um profissional sério, competente e apaixonado pelo Fluminense.
Independente de quem ganhar essas eleições jamais pode-se abrir mão de um profissional da qualidade dele.
Difícil é saber onde aproveitá-lo: na área jurídica onde é um craque ou como gestor de futebol, onde mostrou inúmeras qualidades no tempo em que esteve lá.
comentou em 15/05/2010, às 12:26
Essa é transparência que a torcida do Fluminense merece. A atual diretoria sempre tratou a torcida como um mero detalhe, vide, por exemplo, o episódio da compra de ingressos para a final da Libertadores. Novembro está chegando, está chegando a hora dos tricolores mudarem tudo, banindo para sempre do clube o Horcades e seus seguidores.
comentou em 15/05/2010, às 12:31
Ótima entrevista!
Os esclarecimentos foram perfeitos.
Parabéns!
comentou em 15/05/2010, às 12:32
O Blog do Neto diz que DECO JÁ É DO FLUMINENSE!
http://bit.ly/aqaeRb
Tomara que seja verdade.
STs
comentou em 15/05/2010, às 12:42
Post muito pertinente !
Ouvir(ler)as palavras do próprio Mário, é fundamental para que não se fique especulando versões inverídicas.
Em novembro, eu espero q. o PETER possa juntar as poucas ilhas de excelência do Flu, com outras que certamente virão, e transforme o nosso amado clube num “Continente” forte, sólido, vencedor, …
2010, PETER PRESIDENTE !!!!!
ST.
comentou em 15/05/2010, às 12:47
Off, mas tb On :
NETFLU
Rio de Janeiro, 15/05/2010 às 12:40hs
Deco acertou com o Fluminense, afirma comentarista
Ex-jogador Neto, em seu blog, confirma que meia já é do Tricolor
Comentarista da Rede Bandeirantes, Neto revelou, neste sábado, em seu blog no site Kigol que o meia Deco, do Chelsea, já é jogador do Fluminense. Segundo o ex-jogador, Deco assinou com o Tricolor um contrato de dois anos. A apresentação oficial não estaria confirmada ainda.
No texto, Neto lembra que a vontade de Deco era atuar no Corinthians, mas que o alto valor oferecido pelo Fluminense tornou inviável o sonho de a diretoria corintiana repatriá-lo.
Será ??????
comentou em 15/05/2010, às 13:11
PERA LÁ! Se o que deve ser feito para evitar o risco de ações é fazer contratos com prazos menores, o que justifica a contratação desses três jogadores do América e do Duque de Caxias com contratos de 2 e 3 anos, respectivamente? NÃO SERIA UMA CONTRADIÇÃO COM O DISCURSO DO DR. BITTENCOURT?
Gostaria de ver essa questão esclarecida, por favor. Me parece que todos os contratos recentes com jogadores “de risco” são longos para deixar um ônus para a próximna diretoria. Podem esclarecer isso???
comentou em 15/05/2010, às 13:33
torcidatricolor@ Voces aceitariam, hipoteticamente, um contrato de apenas 6 meses com o Diego Souza ?
about 1 hour ago
Sim, desde que valesse A PARTIR DE AGOSTO.
comentou em 15/05/2010, às 13:39
Mário,
Obrigado por tudo!
comentou em 15/05/2010, às 13:44
Estarrecedor os bastidores do fabio Santos; será que ele já não dava os sinais de esquizofrenia antes de ser contratado? fica a pergunta: quem trouxe?
No caso do Leandro Amaral, VOLTA!
Quanto ao Dalton, tenho que descordar dessa de “bom menino”, “mal orientado”. Acho-o um mau carater e indigno de botar a nossa Camisa. Como já disse; bota a lei em cima dele e depois “bota pra vender”. TEM QUE SERVIR DE EXEMPLO.
ST
comentou em 15/05/2010, às 13:50
Offs:
Diretoria do Palmeiras e técnico racista do mesmo acusam o Fluminense de falta de ética no caso do volante Edinho. Por que eles e mesmo a imprensa não alegaram a mesma coisa no caso do Thiago Neves?
Foi lançado o livro “A bola não entra por acaso” – Ferran Soriano que pode ser uma dica de livro de cabeceira para os nossos dirigentes. Sinopse do livro na companhia dos livros: “Ferran Soriano transformou o Barcelona em um dos mais festejados e promissores clubes espanhóis. Em sua gestão, profissionalizou o clube, refez a estrutura de negócio e hoje é certo afirmar que o Barcelona é uma empresa em ascensão. Baseado nessa experiência, ele escreveu o livro A bola não entra por acaso. Muito mais do que um livro de futebol, é um livro sobre gestão. É sobre como transformar empresas de qualquer segmento, mudar carreiras e dar um novo objetivo a cada uma das pessoas que deseja ser um profissional de sucesso.”
comentou em 15/05/2010, às 13:54
DS chega é joga no outro dia.
comentou em 15/05/2010, às 13:57
Gostei muito da entrevista, até porque nos deu a oportunidade de esclarecimentos que não nos foram dados pela diretoria atual. Parabéns ao pessoal da Flusócio!
comentou em 15/05/2010, às 14:05
Impressionante a diferença do Mario com os nossos outros dirigentes.
Excelente entrevista, esclarecedora e parabéns também aos entrevistadores..perguntaram tudo que queríamos saber.
Diego Souza pra ONTEM !!!!!!
ST
comentou em 15/05/2010, às 14:07
Esta contratação do Deco, se de fato efetivada pelos valores e prazo de contrato que a imprensa tem divulgado, estaria na contramão de algumas coisas que o Mário Bittencourt falou nesta entrevista.
comentou em 15/05/2010, às 14:15
Milton Barros,
Faço as mesmas perguntas suas, mas ao comando do Depto. de Futebol, afinal, os atletas que vc citou foram contratados quando o Mário Bittencpurt já tinha saído.
comentou em 15/05/2010, às 14:17
Caros,
Este é um trabalho da Flusócio em prol da transparência e do esclarecimento dos fatos para o torcedor e associado do FFC, com informação vinda direto da fonte.
Aprenda Fluminense!
A chance de mudar bate à sua porta!
Mário Bittencourt, obrigado por tudo.
comentou em 15/05/2010, às 14:46
Para mim, a entrevista esclareceu diversos casos obscuros.
Fico pensando se não seria tão mais fácil adotar a transparência imediatamente quando ocorrem os fatos.
A convivência com a torcida se tornaria melhor sem as inevitáveis especulações.
comentou em 15/05/2010, às 15:26
A contratação do Diego Souza voltou a esquentar no Flu.
Apesar da preferência da Traffic em negociá-lo com o exterior, o preço, algo em torno EUR$ 7.000.000,00 foi considerado salgado pelo time do muindo árabe que queria contratá-lo.
Como a Traffic nào vai negociá-lo com outro time de SP em respeito ao Palmeiras e como o sporting nào tem cacife para bancar esta contratação, podemos sonhar novamente:
Conca, Deco e diego Souza na meiúca do Flu em 2010.
E tem gente que acha que o problema é a UNIMED ….
comentou em 15/05/2010, às 15:56
Gostei da entrevista, o Mário Bittencourt deixou ótima impressão.
Houve questionamentos sobre conflito de interesses, quando da rescisão dos contratos dos jogadores, pois seu escritório receberia honorários proporcionais ao valor das rescisões negociadas.
Não sei se esse tipo de informação seria transparente demais, mas, como torcedor e associado, tenho curiosidade em saber quanto o Fluminense paga por mês pelos serviços jurídicos do escritório de que nosso advogado tricolor é sócio.
São perguntas que podem ser respondidas nas próximas entrevitas.
ST.
comentou em 15/05/2010, às 16:23
Marcos,
Eu bem que percebí, de um tempo pra cá, que aquele pessimismo, aquela falta de respeito e de vontade em relação ao Flu, do Ge.com, não existe mais ou ao menos melhorou sensivelmente. Tomara que continue assim. Mas, honestamente, não acredito.
Galera, vamos torcer para que, na copa, o Deco(NOSSO JOGADOR) não tome nenhuma porrada dos caneleiros da seleção brasileira(Gilberto Silva,Gilberto, Elano e Felipe Melo).
ST
comentou em 15/05/2010, às 16:29
Salve Rapaziada,
Peço licença ao Mario e aos demais companheiros ilustres de dia-dia deste maravilhoso blog.
Hoje é a estreia de meu filho Tito no Maracanã. Ele tem tres aninhos e ~e tricolor dessde antes vir ao mundo !
Lindinho, está desde cedo com a camisa do FLU … Perdão .. mas estou emocionado e queria compartilhar com meus camaradas !!!
Prometo que depois do jogo irei ler a entreviata do Mario e comentarei … mas agora, com meu filhote todo uniformizado e com a bandeira tricolor na mão … não penso em outra coisa>
Valeu.
A vida é bela e ser Fluminense é o melhor da vida.
Vida longa ao Flu !
Viva Peter ! Viva Mario !!! Viva tudo de moderno venha oxigenar nossa paixão !!
Saudações Tricolores
Eduardo Amado
comentou em 15/05/2010, às 16:42
Diretoria incompetente é foda.
Fluminense tem que aprender a negociar os jogadores ruins e medianos, ou então moderar os salários na hora de contratar jogadores nesse nível.
comentou em 15/05/2010, às 16:48
Ótima entrevista. Espero o segundo tempo.
Quanto ao Dalton, concordo com o João Geraldo.
Esse rapaz não pode mais vestir a camisa do Fluminense sob pena do clube assinar atestado de incompetência, frouxidão, falta de vergonha e caráter.
Esse não é o Fluminense tantas vezes campeão!
No campo já não somos respeitados nem pelos timecos de 3ª divisão.
Só falta agora a Instituição Fluminense ser desprezada e diminuída por um moleque (que nem joga tanta bola assim!) por seus advogado e empresário.
Quer ir pro urubú, que vá. Mas custando uma grana!
Se não, que fique em Xerém treinando dentro do que estipula o contrato e vá comer pão com mortadela no botequim da esquina, nos momentos de folga!
comentou em 15/05/2010, às 16:50
Concordo com o Laport
comentou em 15/05/2010, às 19:30
Parabéns Eduardo Amado!!!!
Aproveito para mandar um OFF TOPIC. Hoje vi o Edu, atualmente no Corinthians e sei lá por que não ganha chance nem no banco, dizer no Globo Esporte que quer sair de qualquer maneira do clube.
Ele não é velho, tem 31 anos. Tem uma puta experiência, não está bichado, pelo contrário, está disposto a mostrar que ainda pode jogar um bom futebol. Não recebe chances nem no banco, mas acredito que há perseguição com ele, pois ninguém apto a jogar desaprende de uma hora para outra.
Acredito que o Flu poderia tentar buscá-lo para a posição de camisa 8. Joga bem melhor que o Diguinho, seria titular na certa. E, como quer sair de qualquer jeito do Corinthians, não deve pedir um salário absurdamente alto, nem luvas…
É para se pensar.
comentou em 15/05/2010, às 19:33
Excepcional entrevista. Coisa que nenhum órgão de imprensa fez. Parabéns!
comentou em 15/05/2010, às 20:49
Não confundir alhos com bugalhos. A Unimed não é problema. O Problema é o Celso Barros.
Deco, Conca e Diego Souza…
1 – Era muito mais barato e fácil manter o Maicon. Maicon mantido, menos uma contratação seria necessária.
2 – Se o Deco for contratado, o Conca sai. A diretoria é assim. Acumular um grande elenco ? Isso é coisa pra clube sério. O negócio no Laranjal é fazer bufunfa.
comentou em 15/05/2010, às 21:07
Paulo Carvalho (16:48):
O Flamengo não está por trás da história do Dalton.
Uma alta figura rubro-negra disse-me que ao Flamengo não interessa comprar nenhuma briga com o Flu por causa de Dalton.
Principalmente após o voto do Flu em Fábio Koff no Clube dos 13, cuja eleição foi muito trabalhada pelo São Paulo e pelo Flamengo.
Quanto à entrevista do Mário Bittencourt: sua inteligência deve orgulhar o Flu.
comentou em 15/05/2010, às 22:16
Gostaria de saber o por que de contratos longos como por exemplo com AUGUSTO, já que o próprio Mário Bittencourt criticou essa política certa vez?
abraços
comentou em 15/05/2010, às 22:45
Ratificando o que foi dito aí por cima: Se a CLT era usada para análise do custo benefício da rescisão, pq não aplicá-la para fazer com que os jogadores que não interessavam mais trabalhassem em Xerém de 2a/6a de 8hs às 17hs com 1 hora de almoço e sábado de 8hs às 12hs, com direito a vale transporte e controle de freequencia digital?
Dúvido que com 1 semana não estavam pedindo pinico e saindo rapidinho sem querer receber nada…
comentou em 15/05/2010, às 23:10
Eduardo Amado,
Quando minha filha de 2 anos e meio canta qualquer verso, do hino ou de qualquer música do Flu, as lágrimas jorram.
Entendi e compartilhei sua emoção, parabéns!
Thiago Reis,
O FFC não aplicou a justa causa por abandono de emprego (que já está robustamente comprovado) ao Dalton, apenas e tão-somente para não perder dinheiro.
Sinceramente, acho que essa eterna briguinha com os porcos não nos traz nenhuma vantagem. Por que não ceder o Dalton como contrapeso pelo Edinho??
comentou em 15/05/2010, às 23:46
Santa vitória hoje à noite e espetacular a entrevista.
comentou em 16/05/2010, às 6:41
Parabens Flusocio ,pela espetacular entrevista!
comentou em 16/05/2010, às 10:19
Montenense,
Com relação à justa causa eu sei…
Mas não sei quanto tempo é necessário para configurar quebra de contrato num eventual procsso na FIFA… pq nesse caso para voltar a jogar o Dalton teria que pagar o valor da multa rescisória e o Flu não perderia dinheiro.
comentou em 16/05/2010, às 11:28
Gostei muito, em especial da resposta sobre o Dalton. Era o que eu queria ler mesmo.
Acho que essa história de “bom garoto” faz parte da estratégia.
comentou em 16/05/2010, às 11:58
Parabéns, Flusócio. Vocês fizeram um excelente serviço para a torcida tricolor, que não teve acesso a essas informações em nenhum momento.
comentou em 16/05/2010, às 12:56
Tudo muito esclarecedor, finalmente. Nada a comentar, pois nesse caso saber o que houve me basta. O melhor pra mim foi saber do chilique do Fábio Santos em Porto Alegre. Aí entra um trabalho de conhecimento extra-campo a respeito das pessoas que interessam ao Flu, que atualmente não sei se existe. Se existe, não é tão competente assim.
Colega Gustavo Marsan (19h30), permita-me uma observação que você talvez não saiba ou não lembre. Há alguns anos esse mesmo Edu esteve pra vir pro Flu e ao aparecer proposta dos gambás nos esnobou, subestimou mesmo, nos diminuindo em relação ao Corínthians. Não foi o 1º nem será o último, haja vista Falcão Garcia, antes da Libertadores, ou mesmo o Tinga agora, que foi abanando o rabinho pro Inter (pra meu alívio, diga-se de passagem), e outros que nem vou citar.
Então, caro colega, que esse idiota continue pastando muito tempo por lá, pois, salvo para jogadores que o nosso Flu tenha revelado e que, por isso, exista uma identidade com o clube (leia-se Diego Souza, por exemplo), a Instituição não deve dar a ninguém uma segunda chance a quem um dia tenha nos detratado. Isso é se fazer respeitar. Jogador é que nem doença, existe em todo lugar, e não precisamos nos rebaixar. Saudações tricolores, sempre cheias de fé.
comentou em 16/05/2010, às 14:16
Excelente a entrevista. Confirma o que se sabe do Mário, uma pessoa muito bem preparada e que destoa da mediocridade geral dos que comandam o Fluminense nesse apagar das luzes do mandato do Orca.
Estou ansioso para ler os próximos capítulos.
comentou em 16/05/2010, às 22:58
Bom amigos com relação a Fabio Santos acho que esse jogador não deveia nem ter sido contratado só pelo seu hitórico que ja dizia que não era um jogador facil de se lidar…
Ja o Dalton não adianta ter um jogador que não quer estar no clube só vai acabar pejudicando o proprio clube imagine voces se esse cara venha novamante vestir nossa camisa em um jogo oquê ele poderia fazer….(até entregar o ouro acredito).
Ja o caso do Leandro Amaral acredito que deveria ter uma nova chace no fluminense pois se trata de um grande jogador e que sempre mostrou uma grande força de vontade em jogar pelo fluminense e estamos precisando de jogadores que realmente vistam a camisa!!!!!!
SAUDAÇÕES TRICOLORES…….
comentou em 22/11/2010, às 15:37
pq o contrato de conca ainda nao foi renovado?
o melhor jogador do flu na sua posiçao o melhor jogador do brasil,pq a demora para renovar seu conrato sera q vai ter mais uma novela pra renova seu contrato o cara é crack praticamente e carioca sempre jogou no rio
todos os times motra interesse nele nao deixa ele ir embora pq se nao o flu va senti a sua falta e ta dificil de arruma outro meio campo com a suas caracteristica…
renova conca vc ja é idolo…
oh gringo é patrimonio pow…
dario conca sou seu fã…
saudaçao torcida tricolor…
o brasileiro é nosso…
abraços..