Gestor de futebol, lacuna visível
Publicado em 20.06.2011.
Por Flusócio
Um dos assuntos mais debatidos ultimamente no blog e motivo de pautas infinitas na imprensa é a escolha do gestor executivo/gerente de futebol ou qualquer nome escolhido para o cargo remunerado para dirigir o setor.
Obviamente, o tema também é uma das principais preocupações da Flusócio atualmente, já que desde o início da campanha nas eleições apostamos juntos com o presidente Peter Siemsen que o futebol profissional, assim como outras áreas do clube, seriam adequados a um novo modelo, com enxugamento de despesas e profissionalização da gestão.
Menos de cinco meses após o voto de confiança dado ao antigo Vice-Presidente de Futebol, constatarmos que o futebol em nada se apegava dentro das premissas estabelecidas, e acertadamente o Presidente tomou para si a responsabilidade de conduzir o futebol para os caminhos traçados e defendidos durante o processo eleitoral.
O modelo implementado no futebol até aqui produz uma bolha financeira prestes a estourar, com enorme ônus para o Clube no curto e médio prazo, caso não alteremos a rota. Não adianta reduzir custos em vários departamentos se a despesa sem retorno, no caso específico técnico e financeiro, continuar a ocorrer no departamento de Futebol.
Para isso, entendemos que seja extremamente necessário que a urgente contratação do profissional para gerenciar nosso departamento de futebol obedeça a alguns critérios: que seja um funcionário do clube, pago pelo clube, que defenda primordialmente os princípios e interesses estabelecidos pela instituição, dentro de um plano gerencial executivo, traçado pela Presidência do Fluminense Football Club.
Paralelamente à contratação do gestor, com a implementação dessas medidas e a estabilização do futebol profissional, entendemos que é imprescindível a criação de um grandioso plano de associação, que fidelize novos sócios ao clube, a ser implantado até o início de 2012. Assim, aumentaremos a geração de receitas, tornando nossa torcida parceira no processo de reconstrução do Fluminense Football Club. As últimas eleições já demonstraram que este é o caminho para a oxigenação de nosso quadro social e a conseqüente manutenção das premissas do Novo Fluminense.

comentou em 20/06/2011, às 17:26
Será que o departamento de futebol representa mesmo despesa sem retorno? Ano passado fomos campeões brasileiros. Este ano, anunciaram que a Globo vai nos pagar uma quantia considerável, anualmente, algo próximo a meia centena de milhões, ou seja, mudou o patamar das receitas. Da Unimed vem uma grana bastante alta também.
Parece-me que o futebol tricolor dá um bom retorno, sim. O que temos são dívidas a pagar, fruto de má administração anterior. A operação, no entanto, parece bastante saudável.
Falta o que pretendemos fazer: ter uma administração criativa, eficiente, à altura da capacidade de arrecadação que nossa marca tem mostrado.
comentou em 20/06/2011, às 17:29
Caros,
Pra mim está claro que precisamos ajustar com o nosso patrocinador um modelo que permita contratações de jogadores que possam oferecer retorno técnico mas também comercial, ajudando a instituição a sair da asfixia financeira em que se encontra.
Não é possível mais conviver com contratações sem critério técnico, escolhidas pelo nome, de jogadores caros e que ofereçam pouco ou nenhum retorno financeiro, pois isso piora muito as perspectivas futuras das já combalidas finanças do clube.
No intuito de atingir o equilíbrio necessário entre visibilidade e competitividade, entendo que seja extremamente necessário que um novo gestor de futebol profissional seja contratado urgentemente.
Compreendo que as opções no mercado são poucas e que a atual diretoria está se esforçando na busca por este profissional. De fato é importante acertar nest escolha, mas a verdade é que esta lacuna no Departamento de Futebol já está visível há algum tempo, e fica ainda mais explícita quando o rendimento dentro de campo se mostra em completo declínio físico e técnico, talvez por conta da falta de olhos mais atentos em cima da conduta de alguns jogadores.
Em times grandes, entendo que os questionamentos por bom desempenho devem ser constantes, presentes no dia-a-dia de todos os envolvidos, mas esta cobrança fica prejudicada sem a presença diária de um Gestor Executivo de Futebol, alguém que acompanhe todas as situações do departamento com uma visão abrangente, com autonomia e legitimidade para tal.
E ainda, óvio ululante, o gestor de futebol do Fluminense deve ser um funcionário do Fluminense FC, pago pelo Clube e não pela Unimed, Traffic ou quem quer que seja. Considero este item imperioso para o funcionamento adequado dos trabalhos. Sem isso, me parece que tudo fica muito distorcido.
Presidente Peter Siemsen, estamos juntos contigo, mas é necessário focar e definir com maior agilidade esta questão do gestor. Pra mim, sem vigilância e cobrança de perto, jogador de futebol simplesmente relaxa e não funciona adequadamente. O Abelão tende a mitigar isso, mas não vai fazer milagre pois não é o cara que contrata ou demite. Esta função é do gestor de futebol, que deve ser o cabeça do departamento, lacuna maior que eu vejo no Flu atual.
comentou em 20/06/2011, às 17:34
Talvez fosse o caso de pensarmos o seguinte:
Unimed fica com o departamento de futebol profissional por 3 anos, investindo x e gerenciando como quiser. O Flu não paga nem os 20% que costuma pagar dos salários. Pega a verba da Globo/Adidas/Bilheterias etc… para pagar dívidas, investir em Xerém, no projeto de associação em massa, no estudo do CT e estádio, etc…
3 anos depois estaremos em condições muito melhores. E torcendo para que o Celso Barros mande bem, como já mandou ano passado ( quando ficamos bem è frente do time do Rodrigo Caetano, por exemplo, e do aqui incensado Internacional ).
comentou em 20/06/2011, às 17:36
O Peter encontrou uma bomba-relógio armada e está no caminho certo.
Como eu tinha que acordar muito cedo hoje, mais do que o habitual, não assisti TODA a sua entrevista no canal CNT ontem à noite, mas o que pude assistir, constatei que respondeu com muita segurança e propriedade as perguntas que lhe foram feitas, algumas mesmo em forma de críticas, que rebateu com elegância, sabedoria, e demonstrando o rumo que pretende dar ao Fluminense, a princípio, satisfazendo aos debatedores e a mim, com certeza .
comentou em 20/06/2011, às 17:36
Carlos Andrade,
Você não entendeu.
É lógico que futebol dá retorno.
Sugiro usarmos o Corinthians como case.
Por exemplo, contratou ano passado o Bruno César, jogador jovem e competitivo, pagando R$ 70 mil mensais. O cara foi destaque no Brasileirão e neste ano foi vendido ao Benfica por EU$5 milhões.
Neste ano, fizeram o mesmo com o Willian, que veio do Figueirense, e com Weldon, que veio do Paulista-SP.
Em paralelo, mesclam estas contratações com jogadores caros e rodados, como Emerson e Alex, para atingir o equilíbrio entre visibilidade x competitividade, entre juventude x experiência.
Reparou na diferença deles em relação à política recente de contratações do Fluminense?
A questão é: nenhum Clube brasileiro pode abrir mão da receita proveniente da negociação de atletas, para fazer caixa. Muito menos o “falido” Fluminense.
Temos que encontrar um equilíbro entre visibilidade para o patrocinador, retorno técnico e financeiro, estímulo às divisões de base e investimento em estrutura. Sou terminantemente contra a terceirização total do Depto de Futebol Profissional nos moldes que você sugeriu, pois foi exatamente isso que nos levou ao caos existente hoje e ao sucateamento de Xerém.
comentou em 20/06/2011, às 17:49
José Juca,
Acho que todos nós concordamos que o melhor time do país hoje é o Santos, disparado.
Me diz o seguinte: exceto o Elano, do time atual do Santos, qual jogador titular é contratação estilo Unimed (medalhão caro, sem possibilidade de retorno financeiro e decadente)?
Eu mesmo respondo: nenhum.
A força deles é baseada na base, na estrutura, nas apostas e num ou outro grande jogador rodado para dar equilíbrio ao time.
Como resultado, ganharam 2 competições ano passado, vão ganhar tudo este ano e ainda vão vender todas estas jóias por milhões de euros.
Exatamente o mesmo expediente que usaram em 2002 e 2004, quando foram campeões nacionais 2 vezes e vice da Libertadores.
O Inter também faz isso com brilhantismo, se estruturou e conquistou o mundo a partir do retorno técnico e financeiro vindo de jogadores revelados em casa como Alexandre Pato, Rafael Sobis, Nilmar, Fábio Rockemback, etc. Além de apostas como Alex, Índio, etc. No meio destes sempre teve um Tinga ou Fernandão da vida pra dar o equilíbrio.
Acredite, eu considero os medalhões importantes também. Mas não pode ter um time só de jogador deste tipo, pois acabamos perdendo o jogo na saúde, e ainda não vendemos ninguém! Acho que não podemos continuar neste ciclo, onde os interesses da instituição não são contemplados nas contratações. Apenas aspectos de visibilidade são levados em conta, e assim nós vamos sucumbir.
comentou em 20/06/2011, às 18:06
Discordo do post apenas porque para mim o Peter já tinha que ter esse nome conversado e “convidado” antes de tomar posse.
Como em outras coisas em seu mandato, ele deixou pra ver isso depois de empossado. Aí é isso que estamos vendo: 6 meses sem alguém pra mandar de verdade no futebol e campanhas ruins em todas as competições no ano.
Não é possível que o Rodrigo Caetano seja a única opção no mercado.
comentou em 20/06/2011, às 18:07
Outro exemplo, pra refletir:
Vasco, campeão da Copa do Brasil 2011:
Fernando Prass (antigo)
Alan (divisões de base)
Dedé (aposta)
Anderson Martins (aposta)
Ramon (aposta de 2 anos atrás)
Romulo (divisões de base)
Felipe Bastos (aposta)
Diego Souza (medalhão)
Felipe (medalhão)
Éder Luís (aposta de 2010)
Alessandro (xepa)
Fluminense, time atual:
Diego Cavalieri (medalhão)
Mariano (aposta de 2009, Traffic + Alexandre Faria)
Gum (aposta de 2009, Gustavo Mendes)
Leandro Euzébio (aposta de 2010, mas tem 29 anos)
Carlinhos (aposta de 2010, Muricy Ramalho)
Edinho (medalhão)
Valencia (medalhão)
Deco ou Souza (medalhões)
Conca (medalhão)
Fred ou Rafael Moura (medalhões)
Ciro (aposta) ou Rodriguinho (xepa)
Qual time é mais competitivo hoje?
Qual time é mais equilibrado saúde x talento?
Qual time renderá mais receita futura?
Entenderam amigos?
Obs 1.: Na minha avaliação, medalhão = jogador caro e sem possibilidade de trazer retorno financeiro.
Obs 2.: No futebol moderno, praticamente as únicas possibilidades de fazer retorno financeiro com venda de jogadores é nos casos de aposta jovem que deu certo ou divisões de base. Ninguém paga multa rescisória pra levar jogador velho e caro, e nem de jogador xepa (renegados). Nestes casos o comprador espera o fim do contrato pra fazer proposta.
comentou em 20/06/2011, às 18:08
ACORDA SANDRÃO!!!!!
comentou em 20/06/2011, às 18:13
Não Danilo, falei apenas do time profissional. Deixaria Xerém de fora.
Falo isso porque não vejo como o Fluminense investir em jogadores profissionais no momento. Primeiro porque não há know-how. Quem vai indicar os jogadores jovens e competitivos pelo clube? O tal gerente que não temos? Na maioria dos casos, este jogador promissor não se confirma. Ou seja, é um risco. Podemos correr riscos financeiros ( e técnicos ) ainda? Temos dinheiro pra apostar?
É preferível investir tudo nos juniores, em Xerém, nas Laranjeiras, no pagamento da dívida, etc…
E deixar o Dr. Celso gastar milhões brincando de Rodrigo Caetano por um tempo, desde que não gastemos os nossos recursos ( nenhuma contrapartida financeira ).
Porque qualquer Elkeson da vida já custa uma fortuna. Vale mais investir em moleques de 16 anos e pensar em 2015, num Flu talvez sem Unimed.
É preciso realmente estabelecer a prioridade. Na minha opinião, a prioridade é salvar e fortalecer o clube como instituição. Deveríamos fazer disso uma obra de arte.
Quanto ao time de futebol profissional, por uns 3 anos, meu raciocínio é o seguinte:
Dr. Celso gasta mais do que talvez precisasse, muitas vezes erra, mas às vezes acerta. E aí somos campeões brasileiros. Contemos com ele para investir/custear no profissional, e usemos a arrecadação do profissional, que é nossa, para criarmos não um time, mas um grande clube.
comentou em 20/06/2011, às 18:15
Fala galera!!
Sinceramente não entendo toda essa demora na contratação de um executivo. O cargo tá ficando até famoso, supervalorizado, isso em virtude de uma verdadeira novela sem graça que o clube promove nas tentativas frustradas de contratar um profissional já empregado.
Acho um erro primário a nova diretoria não ter um nome em mente, esse cargo já era para estar definido na época da campanha, ou pelo menos alguns nomes prováveis. Essa história de que deram oportunidade para Alcides não cola, todos nós sabíamos que sua demissão era questão de tempo.
Acho o cargo importante,principalmente nessa mescla entre medalhoes e jovens promessas, mas não vai resolver os nossos problemas se isso não ficar bem claro na relação que o clube tem com o patrocinador.
Mesmo sem o Cargo, vejo que a diretoria se acomodou tbem com a conquista do título, apesar de ter mantido a base do time campeão brasileiro, é óbvio que o Fluminense precisa de reforços!
O que vemos atualmente é uma calmaria na contratação de reforços, como se Conca, Mariano e Fred estivessem voando, que Deco nunca mais tivesse se machucado…
Sei que é difícil prever a má fase dos jogadores, diria impossível, mas tivemos muito tempo para perceber isso! Há jogadores na zona de conforto, são seres humanos deitados no brasileiro do ano passado, incluo o Conca nessa!!Se o planejamento não deu certo, tem que ser revisto, isso a diretoria infelizmente vem deixando a desejar! Espero que estejam trabalhando em silêncio!!ST
comentou em 20/06/2011, às 18:18
Danilo você esta coberto de razão.
Acredito que o Peter e a diretoria esteja empenha da nesse objetivo, mas uma crise, uma campanha muito ruim, pressão política e o distanciamento do patrocinador pode melar tudo.
Precisamos de reforços urgentemente, novas derrotas vão agravar a situação do time, do ambiente e o medo de crise muito maior.
A falta de informação, atitude da atual administração, piora o relacionamento com a torcida e aumenta a pressão da mídia e deteriora a credibilidade. Acredito que a política de não deixar vazar a informação de possíveis contratações e para não melar e não causar leilão, mas o time ta muito mal e o tititi do Caetano só causou mais frustração.
Não tem dinheiro para novas contratações, então falem, agora dizer que não precisa.
Dr. Celso fechou o cofre, falem, pior e ficar falando mal do patrocinador sem motivo real.
Precisamos urgentemente de zagueiros,, um meia e atacantes.
O Goiás foi rebaixado com Rafael moura no ataque e Toloi na defesa, não sao tão ruins assim, mas caíram.
Scs. Tricolores
comentou em 20/06/2011, às 18:18
Carlos Andrade,
Se tivermos um time inteiro no padrão Celso Barros de contratações, como aconteceu até hoje, onde os juniores revelados, por melhores que sejam, terão espaço?
Não foi exatamente isso que a gestão Horcades fez? Futebol profissional inteiramente nas mãos do patrocinador e futebol de base consequentemente sucateado?
Não adianta pensar em fazer futebol de forma não integrada. O jogador para compor elenco no ataque do FFC tem que ser Matheus Carvalho (20), e não Rodriguinho (30) ou Araújo (34). O mesmo vale pra defesa, onde o zagueiro para compor elenco tem que ser o Digão (21), e não trazer a xepa Márcio Rosário pra ficar como opção na frente dele. Sacou?
É assim que se faz futebol nos dias de hoje, mas infelizmente a maioria da nossa torcida não consegue enxergar o óbvio.
comentou em 20/06/2011, às 18:23
Danilo,
Você acaba de comparar o time campeão brasileiro com o campeão da Copa do Brasil ( em que não jogaram os melhores do país ). Acho o nosso melhor, principalmente se não pagassemos absolutamente nada por ele, e pudéssemos investir, por um tempo, os recursos astronômicos do clube na dívida, na base, na associação em massa, no estádio, no CT, etc…
Deixa o Dr. Celso ser perdulário e feliz. Só por mais 3 anos.
O que me inveja no Vasco, é que vai reformar seu estádio de graça, usando as olimpíadas. Nós, detentores da taça olímpica, com um estádio muito mais bem localizado para receber turistas, não vamos conseguir nada com isso? É aí que estamos comendo a poeira do Vasco. E só precisaríamos de um pouco de imaginação.
comentou em 20/06/2011, às 18:24
Primordial que o gestor seja pago pelo clube, pois ele deve defender os interesses do clube. Porém, o clube, no momento, necessita da verba do patrocinador para realizar as contratações apontadas pelo gestor. E aí. Será que o patrocinador está disposto a isso??
Serio…o Celso Barros quando faz birrinha para contratar jogador ele nao pensa nos interesses da Unimed. Sério. Nao falo nem nos interesses do Fluminense mas da própria Unimed.
No ano em que o Fluminense contratou jogadores via scout, foi campeao da Copa do Brasil. E isso gerou forte aumento na exposição da Unimed. Com poucos medalhões conseguimos montar um time competitivo e a marca da Unimed apareceu muito mais do que em outros anos onde foram entubadas contratações de medalhoes caros e decadentes.
Pra finalizar, uma pergunta: O mercado de gestores de futebol é mesmo escasso? São sempre os mesmos nomes que sao ventilados. Vez ou outra aparece um nome novo mas no geral sao sempre os mesmos. Será que nao existe alguma indicação? Um profissional no qual podemos apostar? Alguem com conhecimento técnico e bons contatos mas que ainda nao teve oportunidade num time grande?
Seria muita viagem efetivar o Jorge Macedo e o Ricardo Correia para trabalharem como gestores remunerados do futebol? Solução caseira para um problema sério que o clube vive atualmente.
comentou em 20/06/2011, às 18:31
Bom Danilo,
O Horcades vendeu o Maicon, o Marcelo, o Alan, os Wellington Silva, o Tiago Silva, o Thiago Neves, os gêmeos do Manchester,etc… ( entre jovens promessas/apostas ). Muitos deles até encontraram espaço no time principal. Acho que ele fez o que você está defendendo. E por que não deu certo? Porque o clube está falido, precisando queimar o patrimônio para pagar dívidas e se custear. O problema não é a Unimed, o problema era o clube. E continua sendo.
comentou em 20/06/2011, às 18:31
Carlos Andrade,
Na prática o FFC arrendou o departamento de futebol profissional para a Unimed durante toda a gestão Horcades.
O problema é que o FFC fica com uma parte da conta das contratações da Unimed. Para você ver o tamanho do problema, em 2010, ano em que fomos campeões brasileiros, o clube teve um prejuízo de R$ 50 milhões. E perdeu parcial ou totalmente os passes de algumas de nossas revelações de Xerém. E entre os anos 2005-2010, na gestão do Horcades, a dívida do clube aumentou em mais de R$ 100 milhões, sem contra-partida em aumento do patrimônio. Foi dinheiro que evaporou do clube. E obviamente não sumiu nas quadras de tênis nem nas piscinas. Foi no futebol mesmo.
O modelo atual é predatório para o clube. Hoje temos dívidas e ninguém no elenco profissional que possa virar receita. Nosso elenco atual é velho, caro e sem mercado. E as promessas de Xerém já foram todas embora.
comentou em 20/06/2011, às 18:32
Carlos Andrade,
“Deixa o Dr. Celso ser perdulário e feliz. Só por mais 3 anos.”
Não é possível que você não esteja enxergando os reflexos nefastos desta postura para a instituição…
1) Sucateamento das divisões base, que ficam sem espaço no time de cima;
2) 20% de um Deco da vida custa bem mais que 100% de um Bruno César, e é bem menos competitivo;
3) Quando o medalhão vai embora e cobra atrasados, o Flu recebe a cobrança inteira, não a Unimed;
4) Não conseguimos vender jogador algum com o atual padrão de contratações;
comentou em 20/06/2011, às 18:39
Exato. Ele vendeu todas estas jóias, trabalhadas desde a gestão David Fischell, ativos técnicos e financeiros, por merrecas, quase sempre para pagar 1 ou 2 folhas de pagamento inchadas pelos medalhões decadentes que abrigamos há 6 anos, no modelo de contratações que você está defendendo.
No casos dos gêmeos, exclua o retorno técnico, pois sequer tiveram a chance de jogar no time de cima.
No caso do do Thiago Neves, ele se enquadrou na categoria aposta, não veio da base. Sua contratação foi acertada e ocorreu justamente quando o FFC fez a política certa na montagem de elenco, em 2007, sob a batuta do Fernando Gonçalves, Vinícius Eutrópio e Sérgio Gregório. Naquela curta época, apostamos também em Cícero, Soares e Carlinhos LD, além dos medalhões Luiz Alberto e Alex Dias. Este modelo de mesclar competitividade com visibilidade infelizmente foi sabotado internamente, mesmo após o título da Copa do Brasil.
O porquê por favor não me pergunte.
comentou em 20/06/2011, às 18:39
Mas eu estou defendendo, justamente, que o Fluminense não pague estes “20% de um Deco”! Arrenda 100% para a Unimed! E investe na base, na estrutura, no estádio, na associação em massa, no pagamento do passivo! Por 3 anos, que seja!
Troca estes 20% por liberdade total para o Celso Barros.
E corrija um raciocínio seu: nossos jogadores da base não ficaram sem espaço no time de cima. Eles tiveram espaço, jogaram, mas eram bons e foram vendidos para pagarmos os 20% do Deco.
comentou em 20/06/2011, às 18:41
Lembrem-se, sobretudo, que a arrecadação do futebol subiu para outro patamar. É a chance de nos recuperarmos. Deixa o maluco brincar, à vontade, por 3 anos ( dá certo, às vezes ). Depois teremos um clube fortalecido de volta.
comentou em 20/06/2011, às 18:45
Carlos Andrade,
Se o futebol for 100% terceirizado para um patrocinador, como evitar que ele contrate apenas os Decos, Araújos e Márcio Rosários da vida?
Sua proposta não se sustenta minimamente.
A não ser que você não se importe em usar esta fonte preciosa de receita institucional (venda de atletas) e não se preocupe também com competitividade esportiva, apenas com a visibilidade do elenco.
comentou em 20/06/2011, às 18:57
Mas não fomos campeões brasileiros com os medalhões do Dr. Celso? Os times dele tem competitividade esportiva, sim. Pode não ser o ideal, mas ganhamos o brasileiro.
Estou defendendo nos livrarmos, por um tempo, de gastar qualquer tostão no time profissional, arrendando 100% por 3 anos. No primeiro ano, pegamos os tais R$ 60 milhões ( Globo+Adidas ) e pagamos 50 milhões em dívidas e 10 milhões investimos na base ( garotos com 17 anos, infraestrutura, CT, pode escolher ).
daqui a 3 anos, poderemos dispor dos garotos, e daqui a 6, desta “fonte preciosa de receita ( venda de atletas )”
comentou em 20/06/2011, às 19:02
Se temos laranjas, façamos laranjada.
Temos um doido querendo botar seus milhões ( e medalhões ) no time. Ano passado deu certo do ponto-de-vista técnico. Foi ruim pagar a contrapartida, porque é alta, e é em custeio dos medalhões que não dão retorno financeiro. O doido quer botar milhões e gerenciar o time. Aproveitemos o doido, é o que temos no momento. Deixemos ele fazer do jeito dele, enquanto nos preparamos para fazer do nosso.
comentou em 20/06/2011, às 19:05
A fórmula para usarmos o Celso Barros a nosso favor:
Pague 100% da folha e das contratações e tenha liberdade total. Nós ficamos com 100% de todas as outras receitas e gastos ( investimentos ).
comentou em 20/06/2011, às 19:08
Danilo e Carlos,
Vocês estão se esquecendo que o futebol não pode ser arrendado 100% para a Unimed pois os jogadores tem de estar vinculados a um clube, no caso o FFC. E parte da conta recai sobre o clube – aquela parcela que consta da CLT e sobre a qual incidem todos os impostos sociais e o IR.
É esta parcela – que não é pequena, tendo em vista os salários que a Unimed paga – que está quebrando o clube e levando as nossas promessas. Vejam o caso Conca, por exemplo.
A não ser que a Unimed se comprometa a injetar diretamente no clube um montante igual à esta parcela do custo que nos cabe… o que todos nós duvidamos muito, né?!
comentou em 20/06/2011, às 19:09
Prezados, é inviável “arrendar” ainda mais o nosso departamento de futebol. Hoje em dia não temos um patrocínio, temos uma parceria que nos transfere todos os ônus futuros e desestabilizando as nossas finanças ainda mais. Temos que zelar pela Instituição de qualquer maneira, sob pena de inviabilizarmos o nosso futuro.
comentou em 20/06/2011, às 19:11
Alguém disse, muito acertadamente nos outros comentários, algo óbvio. Mas provavelmente não óbvio para qualquer diretoria da história do Fluminense (inclusive esta):
1. “Abel e diretoria, façam como o Bernardinho faz no vôlei. Tenham vergonha das derrotas. Cobrem, cobrem e cobrem. Façam estes come e dormes ralarem…”
Concordo, pois um campeão começa assim.
E alguém ainda completou:
2. “De que adiantará o CT se for para o time treinar das 15 às 17 horas?” e outro “…gostaria de frisar achar desnecessário e com uma relação custo benefício muito baixa a compra de um CT para um time que treina duas horas por dia.”
E não é que é a mais pura verdade?!?!
comentou em 20/06/2011, às 19:23
Perguntas básicas, pra ajudar na reflexão:
O Fluminense foi campeão de 2010 por conta do investimento do patrocinador em Deco, Fred, Julio César, Emerson e outros jogadores de custo-benefício duvidoso?
Ou foi campeão por causa da fase excepcional do Conca, mantido no FFC graças a uma parceria com a Traffic, em 2009, aliada à garra de jogadores de suporte como Mariano, Gum, Marquinho, Tartá, Carlinhos, Leandro Euzébio, Diguinho, Rodriguinho, Ricardo Berna?
Observem que todos estes atletas decisivos listados no 2o. parágrafo são jogadores que poderiam ter sido contratados sem a Unimed, que a meu ver teve sua grande participação ao bancar o Muricy, mas não pelos medalhões escolhidos.
Ser campeão nacional com resultado operacional de -R$ 51 milhões é uma realidade que não tem como se sustentar, infelizmente.
Não temos que ganhar títulos episodicamente, na base do tentativa e erro na montagem do elenco, mas sim estar disputando títulos seguidamente, todos os anos, como fazem Inter-RS e SPFC.
Flu ganhou em 2010 mas, mesmo com Unimed contratando pesado, ficou na rabeira pra cair em 2006, 2008 e 2009. Isso é um modelo de montagem de elencos que possa ser chamado de sucesso?
Não defendo o fim da parceria, pois não se enxota quem coloca grana. Mas defendo sim que o modelo precisa de ajustes, de forma que seja de fato uma parceria e não um arrendamento irresponsável do Depto de Futebol, que é o modelo operante há 6 anos.
Reflitam.
comentou em 20/06/2011, às 19:31
Não concordo que a Flusócio não face parte da administração Peter assumindo uma responsabilidade na atual gestão. Chegou a hora de um membro desse grupo político tomar as rédeas da gerência do futebol e gerir com amor e dedicação o futuro que poderá ter um final melhor neste ano de 2011. Os desejos e aspirações do grupo poítico são os mesmos desta sofrida torcida do Fluminense, que, a cada Brasileiro que se inicia nesses últimos anos, peleja junto com o time pra evitar o fantasma do rebaixamento que tanto tem nos incomodado. Abelão e outros treinadores são eles mesmos futebol clube. Eles sabem que ao sair de um time tendo conhecimento e nome no gibi, certamente serão rapidamente contratados por outro, em breve tempo; Como aconteceu agora com Joel. A preocupação com gerência de futebol torna-se imperiosa na medida dos acontecimentos quando vemos o horário dos treinos e a diminuta carga horária estabelecida pelo atual treinador, que vem de um país cujo futebol é mediocre e com jogadores vindos de outros centros de futebol mais evoluídos, porém a maioria em finais de carreira.O nosso elenco precisa de treinos físicos intensivos, principalmente para os do time principal. Atualmente, temos um elenco sem preparo físico e com pouca técnica, somado à evidente falta de um esquema de jogo que facilite a nossa vitória nos jogos.É lamentável ver que continua o defeito de lançar bolas altas na área adversária pra um Fred bisonho e sem aspiração se virar, sendo certo que o atacante não vem conseguindo dominar uma bola baixa quanto bolas alta. Vejo um time que entra em campo já cansado. Neste clima, precisamos de alguém da Flusócio que mude o horário de treinamento. Que incentive o preparador físico a ralar com os jogadores quantas horas forem necessárias para que todos entrem em forma. Não é possível que esse quadro que estamos acostumados a ver em todos os jogos quanto ao melhor preparo físico dos adversários. Por tudo e por todos acho que chegou a hora da Flusócio assumir uma posição de comando nesta equipe e ajudar a gestão Peter a ultrapassar esta fase ruim e fazer com que o time volte a ser competitivo outra vez e possa brigar na parte de cima da tablea de igual pra igual com os demais competidores.
comentou em 20/06/2011, às 19:41
Para complementar a reflexão.
Contratações feitas em 2011: Cavalieri, Edinho, Souza, Araujo, Rafael Moura, Ciro.
Das 6 apenas o último se enquadra na categoria aposta que possa ter um bom retorno técnico e financeiro.
As outras 5 são de duvidoso retorno técnico e nenhum retorno financeiro, apenas aumento da dívida do clube.
comentou em 20/06/2011, às 19:49
Tarefa mais árdua que a contratação de um gerente executivo sério e competente será, dado esse importante passo, convencer o Dr. Celso Barros a trabalhar com um profissional desse porte.
O Danilo já citou aí em cima vários exemplos de jogadores que poderiam ser contratados caso o binômio patrocínio/profissionalismo fosse aplicado ao Fluminense.
Infelizmente, nossa realidade nos impede de ultrapassar as conquistas nacionais…
comentou em 20/06/2011, às 19:51
Concordo com praticamente tudo que o Danilo escreveu, mas tenho uma dúvida: como ajustar o modelo para uma parceria, de fato, com a Unimed?
Estamos vivendo um claro momento onde o responsável pela administração da verba do patrocínio demonstra má vontade, ao não investir em jovens promessas, conforme a nova orientação da diretoria. Isso já foi levantado pelo próprio Danilo em outros post.
Embora aparentemente simples, ajustar a parceria é algo bem complexo.
comentou em 20/06/2011, às 19:55
É um claro jogo de poder o que está acontecendo. No estado em que o Fluminense se encontra, toda vez que a Unimed “faz beicinho” o fluminense estremece.
Todos sabemos que se foi possível fazer algo dar certo entre 2007-2008 é possível novamente. Mas como, sem termos que aguentar o sofrimento e o perigo da segundona?
comentou em 20/06/2011, às 19:55
Danilo,
Não há como falar em alterar o modelo de patrocínio da Unimed enquanto não houver reinclusão no Ato trabalhista.
Por falar nisso, vc sabe como anda a negociação com a Presidência do TRT ? infelizmente , a informação que tive , semana passada, de um Juiz ligado à direção do órgão, era de que o assunto estava parado,sem definição.
comentou em 20/06/2011, às 20:10
O problema é deixar a “criança mimada” aceitar uma verdadeira parceria e não o arrendamento do Depto. de Futebol para ele…
O problema hoje no futebol do Flu é esse.
comentou em 20/06/2011, às 20:11
Onde está “deixar” leia-se “fazer”.
comentou em 20/06/2011, às 20:25
Prezado Danilo SF,
tenho o prazer de ler seus coments pq 99% das suas palavras eu assino embaixo. Só gostaria de te consultar sobre os seguintes assuntos:
1-Qdo o Peter assumiu não era pra ele já ter um gerente de futebol pra entrar junto com ele, ou ao menos ter nomes em vista de sua confiança que poderiam cumprir a missão?
2-Ok, o ideal de adm do futebol vc listou acima. E qual é a opção? Temos alguma outra solução? É esta adm horrível do mecenas ou o que??? Temos chance de ter algo diferente? Em mais de 10 anos usando milhões temos 2 cariocas 1copa/br e 1 brasileiro… O Flu sozinho não conseguiria nada parecido??? Estaríamos afundados em dívidas como estamos???
Mais uma vez obrigado, parabéns pelos coments e ST!!!
#CADEOCTDOFLU
comentou em 20/06/2011, às 20:43
O Celso Barros é um INCOPETENTE!!!Ser campeão com este modelo unimed não é regra, é exceção. Não sei como o mecenas não tem vergonha.
Alguns o comparam ao Eurico, mas infelizmente o imbecil do ex-deputado(que já era uma pústula), ganhou brasileiros, libertadores, mercosul, cariocas e não sucateou tanto o clube qto o Flu está destruído hj.
comentou em 20/06/2011, às 20:45
Sejamos realistas: a meta para o futebol tricolor em 2011 é escapar do rebaixamento o mais rápido possível. Perdemos para o Bahia, um time recheado de ex-jogadores e xepa do mercado (Lomba, Carlos Alberto, Fahel, Tite, Sousa, etc). Vamos ganhar de quem?
O Fluminense estar a tanto tempo sem gestor para o futebol profissional é reflexo da falta de planejamento da nova diretoria. Tivemos muitos meses para desenhar o perfil do cargo, identificar alguns nomes no mercado, negociar e contratar o gestor ideal. Já estamos no segundo semestre e até agora nada.
O objetivo deve ser escapar do rebaixamento e iniciar um planejamento sério para 2012.
Chega de Fred. Seu desempenho em campo tem sido lamentável. Nas noites, fabuloso. E o pior é que o cara não tem o menor pudor de falar isso abertamente na imprensa. Quem viu a entrevista dele no Programa do Jô (semana passada) percebeu que está querendo curtir a vida. Se entrar em campo, vai dar vexame na Copa América.
Que 2011 brochante … ainda mais após vencermos um campeonato que não ganhávamos há 26 anos.
comentou em 20/06/2011, às 20:52
Acho que algumas pessoas estão fazendo uma confusão. Não será apenas o Fluminense que terá uma cota maior pelos direitos de TV em 2012. Aliás , o nosso Fluminense , junto com o Botafogo , ficou na rabeira entre os doze clubes. Vamos receber R$ 217 milhões , valor identico ao Botafogo. Os dois de Minas e os dois de Porto Alegre , R$ 225 milhões pelos 4 anos. Vasco e Santos , R$ 265 milhões. São Paulo e Palmeiras , R$ 300 milhões. Corinthians , R$ 385 milhões e Flamengo , R$ 396 milhões.
comentou em 20/06/2011, às 20:53
Danilo
O titulo de 2010 foi por causa do Muricy. E Emerson teve participação importante. No liugar do Alan, que o clube quis se desfazer.
Se é para disputar títulos seguidamente, com a Unimed, facilta e ninguém em sã consciência pode questionar isso. Sem dinheiro é que não dá. Sem dinheiro as apostas do clube vão ser em Ciros ? Não seremos campeões nem episodicamente.
Tenho calafrios quando leio essas coisas porque a impressão que fica com estas afirmações é de que sem a Unimed as coisas desanuviam e vão ficar mais fáceis para o clube reencontrar o caminho das conquistas seguidas e os anos de 2006, 2009 e 2009 se repetirão menos, e isso, definitivamente, não é verdade. Em 2006 e 2009 a maioria dos contratados foi formada por desconhecidos. Aos montes. 2009 foi o ano do “bando do Farias”.
Também defendo um ajuste nesta parceria. Mas se ela ainda está a pleno e é tão nefasta, por que nosso dotô Celso Barros ainda não contratou ninguém para o Campeonato Brasileiro ?
comentou em 20/06/2011, às 21:01
E 2008 o problema foi o desleixo com o Brasileirão no começo do campeonato enquanto ainda se jogava paralelamente a Libertadores, deixando o time atrasado demais, e depois, com o anticlimax e a frustração pela perda da Liberta e um certo desmonte do time com a saída de dois ou tres jogadores importantes, a maionese desandou de vez. Mas o time que restou nem era tão ruim e acabou se recuperando. Então não vamos ser capciosos nas colocações.
comentou em 20/06/2011, às 21:05
Eu até acho que sem a Unimed seremos piores do que o Botafogo. Mas mesmo que fossemos o que é o Botafogo atualmente, e eles por um acaso disputam títulos nacionais ? Só tem cacife regional.
comentou em 20/06/2011, às 21:07
Danilo, concordo inteiramente com seus argumentos.
Muitos defendem posições radicais sobre o Celso Barros, não acho que é por aí, o que temos de fazer é buscar equilíbrio nas contratações, levando em consideração os interesses legítimos envolvidos, de modo a extrair o melhor para o Clube e sua torcida.
ST.
comentou em 20/06/2011, às 21:18
DANILO/CARLOS ANDRADE, É SAUDÁVEL E ENRIQUECEDOR O DEBATE TRAVADO POR VCS. MEU PENSAMENTO BATE COM O DO DANILO.
DANILO, A UNIMED DESPEJA/TORRA(ALGUNS CASOS) $60 MILHÕES NO FLU? SE NÃO PUDER REPONDER, SEM PROBLEMAS.
ASSOCIAÇÃO EM MASSA URGENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ST.
comentou em 20/06/2011, às 21:29
Carlos Andrade ,
Não acho que o modelo de arrendamento total do departamento de futebol para a Unimed tenha sucesso. Não vou entrar no mérito esportivo , apenas no financeiro. É que com os novos valores dos direitos de TV , o poder dos patrocinadores serão diminuidos.
Segundo se especulou , a Unimed teria investido cerca de R$ 45 milhões no Fluminense em 2010. O Corinthians registou no seu balanço uma receita total de patrocinios de cerca de R$ 56 milhões , sem incluir o material esportivo. Mas todos nós sabemos que cerca de 30% desse valor era para o Ronaldo , fato que a coluna DE PRIMA , do Lance , e o blog do jornalista Lauro Jardim ( Revista Veja ) confirmam. Segundo ambos , o Corinthians acusa uma queda de 33% nas receitas de patrocinio em 2011. Ou seja , no ano do centenário , o Corinthians , que fez um marketing agressivo , arrecadou , para si , cerca de R$ 40 milhões em publicidade.
O que quero mostrar é que dificilmente um clube brasileiro irá superar essa barreira em patrocinios , pelo menos nos próximos dois anos. Não estou falando loucura não. Na internet , você pesquisa e vê que na Europa , os principais times recebem , no máximo cerca de R$ 65 milhões pelo patrocinio na camisa ( Barcelona , Real e Manchester ). Ou seja , estamos já no topo.
Com isso , se fizermos o nosso futebol em cima de R$ 45 milhões , são R$ 3.7 milhões por mês para pagar salários , custos operacionais ( hospedagem ) e contratar jogadores.
O problema é que a partir de 2012 , teremos investimentos mais fortes no futebol , já que a maioria dos clubes terão suas receitas de TV dobradas. O Atlético PR terá R$ 35 milhões por ano , por exemplo. Como eles nao possuem dividas e ainda fazem R$ 30 milhões por ano com estádio ( receitas e socio torcedor ) e R$ 9 milhões com patrocinios ( incluindo material esportivo ) a nossa capacidade de investimento será , teoricamente , 39% inferior a do Atlético PR , um clube de meio de tabela.
Na minha opinião , só temos uma saida : copiar o modelo de pagamento de passivo do Inter. Em 2001 , o clube tinha mais de R$ 60 milhões em passivo trabalhista , o que era muito para a epoca. Fizeram um acordo. Criaram um clube de credores , onde depositavam 10% de tudo que arrecadavam com receitas operacionais e cerca de 60% de tudo que arrecadavam com venda de atletas. Em poucos anos , sanearam as dividas e investiram em infraestrutura.
comentou em 20/06/2011, às 21:59
OFF- Ontem à noite quando embarcava no Santos Dummont rumo à Brasília, passei por uma molecada do Flu desembarcando cheia de troféus nas mãos. Era um time de futebol. Alguém sabe me dizer o que eles ganharam? Não achei notícia disso em lugar nenhum! Obrigado!
comentou em 20/06/2011, às 21:59
Danilo S. Félix,
Excelentes comentários, como sempre!
Abraço.
comentou em 20/06/2011, às 22:02
É fato que o Flu é uma bomba prestes a explodir. As medidas tomadas pelo Peter, TI, Xerém e tentar arrumar as finanças, são necessárias mas impopulares. E como o Fluminense é Futebol Clube, o time precisa estar ganhando.
E pra isso acontecer não pode continuar do jeito atual, onde a Unimed não é patrocinador, mas investidor.
Não quero expulsar a Unimed, mas é preciso que haja um realinhamento que coloque o Fluminense em primeiro lugar.
comentou em 20/06/2011, às 22:06
Caros:
Mais paciente e claro que o Danilo impossível. Acordemos para a realidade.Vamos enxergar o óbvio!Vamos olhar daqui pra frente. Vamos parar de discutir o mesmo assunto sempre. Isto já está mais do que claro. Nossas forças devem estar voltadas para a associação em massa. Sem isso esqueçam. Se nós não colocarmos pelo menos 40.000 tricolores neste plano, pagando em dia, diga-se de passagem, é buraco.Este modelo atual da Unimed não serve mais. Onde já se viu um cara ficar fazendo chantagezinha barata por que está sendo contrariado,e acaba não viabilizando as contratações? É isso que vcs querem e aceitam? Queremos Unimed sim, mas com outra postura, de real parceira. Celso Barros deve deixar de lado a sua enorme arrogância. Para quê isto? Por quê? Seja um pouco mais humilde “grande” tricolor. No mais alguns comentários adicionais
Alguns dizerem por aqui que estão com saudades da baleia mentirosa, por favor, escrevam em outro blog então. Criticar sim, apontar erros sempre, mas isto é demais.
O nome do Peter para o cargo sempre foi o do Rodrigo Caetano. Desde antes da eleição. Assim como o do Jorge Macedo para a base. Um veio, o outro não, provavelmente porque CB deve ter roído a corda, ou será que não?
Acho que as pessoas confundem um pouco a pessoa responder educadamente com falta de firmeza ou coisa que o valha.
Muitas coisas estão muito demoradas, é verdade, e devemos cobrar e exigir o que foi prometido na campanha, mas não vamos nós mesmos sermos os nossos adversários, já não bastam os outros avacalhando?
Abçs tricolores
comentou em 20/06/2011, às 22:07
Danilo Soares Felix:
Já falei aqui sobre essa briga flu x unimed e fui censurado mil vezes por isso.
Na minha opinião,Peter “não casou enganado.”
Ele sabia do ego enorme do presidente da patrocinadora.Seria muita inocencia acreditar que Celso iria mudar em 6 meses um modelo de 10 anos.Francamente…
Pra mim,a nova gestão,esta pecando por inexperiencia no meio do futebol.Apesar de sua ideias serem tão boas quanto as sua intenções,”bater de frente” com Celso agora,so trara prejuizos a curto prazo a instituição.
Vide o caso Elkesson,e a contratação do gestor de futebol.
Gestor de futebol? Sim,isso mesmo.
Acredito que hoje estamos sem um gestor de futebol porque os profissionais gabaritados tem medo de serem pagos pelo clube,herança deixada pelas gestões passadas.Eles preferem a segurança do dinheiro da patrocinadora,que paga bem e em dia.
Na minha modesta e leiga opinião,não era a hora de bater de frente com a unimed,com o time recentemente campeão brasileiro e Celso Barros em alta.
Era hora de arrumar a casa,buscar novas receitas,diminuindo essa enorme dependencia financeira,pra depois “botar banca” com a unimed.
Enquanto essa briga de egos durar,a torcida é quem sofre.
comentou em 20/06/2011, às 23:27
Enfim, então o problema do Flu e a Unimed…blz, mas…e as administrações anteriores?! Não foi Celso Barros que afundou o clube meus amigos, e sim o próprio clube, que andava e sempre andou numa faustina esbórnia de irresponsabilidades! Sejamos francos!! O Fluminense não tem estrutura de time de serie A, vivemos de crise em crise, não temos CT, a categoria de base e dominada por empresários, nepotismo e amadorismo rolando solto, estamos afundados em dividas e mais dividas, etc. O Fluminense sempre fora um balaio de problemas. A verdade e que estamos na mão do patriocinador devido a anos, décadas de irresponsabilidades administrativas. E indubitável que a atuL gestão tem apresentado problemas mas, pelos últimos anos, e uma das melhores que o clube já teve, principalmente pelos projetos e atitudes tomadas e, mais importante,por ser uma diretoria apoiada pelos torcedores de arquibancada e não por fanfarroes limitados. O FLu tem problemas que já vem de longos anos, não em seis meses que a atual diretoria vai, repentinamente, soluciona-los e ao mesmo tempo ganhar o respeito de Celso barros, paciência! As dificuldades fazem parte do caminho a ser trilhado por clubes que almejam reconquistar sua grandiosidade. Não temos tido sucesso esportivo na atual temporada,mas acredito que estamos no caminho certo. E por fim. Pergunta: Kd o plano de assossiacao em massa? St
comentou em 20/06/2011, às 23:40
Para o FFC ter uma era de títulos (não apenas títulos pontuais) e também saúde financeira, a solução passa por uma revitalização completa de Xerém e a condução do futebol por um gestor executivo pago pelo próprio FFC.
Não é necessário ser um gestor medalhão, mas que conheça o mercado e defenda apenas os interesses do FFC.
Quanto à Xerém, já está em excelentes mãos e no caminho certo… Já o gestor, com o perfil ideal para o Fluminense está mais difícil. Por que não tentar novamente o Roger? Vem se preparando há algum tempo, conhece o Fluminense, e não é dos medalhões caros…
ST
comentou em 20/06/2011, às 23:53
Bem… Nunca vi, SUPERVALORIZAREM TANTO UM CARGO DE GESTOR DE FUTEBOL.
Guardadas as relevãncias, fomos campeões brasileiros por causa do Murici e não do Alcides Antunes ou qualquer outro. O que o Flu está fazendo com um cargo importante é elevá-lo a vital.
Sei que sem ele não dá para continuar, mas um profissional sério e competente é o que basta. Aqui na Flusócio de “olho fechado” tem gente que ocuparia a função, com pé nas costas.
Vamos parar com isso!
Nunca vi nenhum clube desses que disputam títulos numa novela tão tosca quanto essa nossa por causa de um gerente.
Danilo Félix, vai que tua companheiro. Encara o Tião Gavião (C.B.)e coloque a casa em ordem. Tem meu apoio.
comentou em 21/06/2011, às 0:27
Já que o Celso Barros gosta de medalhões vamos indicar a Unimed que traga o ALex que joga na Turquia para o lugar do Deco.
comentou em 21/06/2011, às 0:34
BOM dia
Tenho 44 anos vou opinar porque sou flu
Tenho apenas a oitava serie mas burro eu nao sou
Como faz os Vereadores .
exemplo Tenho 4 mil para contratar uma pessoa
No final de tudo ela vai devolver 2 mil sacou.
por isso ES jogadores estamo f em 2011.
comentou em 21/06/2011, às 1:22
Danilo,
sobre o time do Santos, concordo com você porém discordo apenas quando você diz que não tem ninguém do Santos estilo Unimed (17:49).
Léo é um lateral velho que não ataca e não defende. Hoje em dia vive do nome e de distribuir pontapés.
por anos tentamos contratar ele. e espero que com a ida do Júlio César pro Corinthians (tomara! tomara! tomara!) ele não volte a ser pauta.
comentou em 21/06/2011, às 1:32
Desculpem a pergunta, pode ser bem imbecil, mas por onde andam Fernando Gonçalves, Vinícius Eutrópio e Sérgio Gregório???
comentou em 21/06/2011, às 4:14
Ximenes, Marcelo Teixeira, Jameli, Roger, Edinho, Parreira, Danilo Félix, Paulo Angioni, Chumbinho, Fernando Gonçalves, o certo é que não pode ficar em branco, muito menos ser o Branco e o vácuo ocupado pelo CB ou pelo Sandrão.
Acho que deixaram o Peter isolado. Ele precisava de uma Dilma ou de um Palloci, assim como o Lula que no seu início de governo não sabia o que fazer. Tudo era novidade. Ele não se preparou para ser presidente do Fluminense ou realmente não havia como se preparar ou como advinhar que não seria tão fácil na prática quanto o era na teoria.
Será que só dependemos da Unimed? Cadê a ajuda dos outros parceiros: Adidas, Ambev, Traffic, Globo?
comentou em 21/06/2011, às 4:25
De acordo com o Eudes, o Gustavo e o Costa, com a ressalva a este último de que estes problemas parecem estar distanciando os apoiantes torcedores de arquibancada dos reais anseios dos integrantes da arquibancada em geral. Achar que sem a Unimed o caminho estará livre para o clube voltar a ter grandes conquistas seguidas carece de consistência. É justamente o inverso. Sem o dinheiro de um investimento pesado não se irá a lugar algum e isto tende a apequenar o clube com o tempo, não a reconduzi-lo á grandeza de antes.
Conquistas até já tivemos, os resultados de 2001 para cá são relativamente razoáveis, somos os melhores do RJ em projeção e resultados nacional e internacional somados(descartando o regional). Já é alguma coisa. Então que partamos deste ponto, e não destruir tudo para se recomeçar do zero.
Se o FLu tem problemas de longos anos que não serão resolvidos a curto prazo, isto é mais um motivo para se evitar o rompimento com a Unimed. Prepara-se o terreno para esta tão sonhada independência com calma para que o salto seja dado no tempo certo e com o devido plano B engatilhado. Porque só um plano B garantirá bons reforços e manterá a equipe competitiva sempre com chances de brigar por titulos e Libertadores, manterá o clube como referência por seu constante protagonismo nas competições, garantirá mais prestígio, o respeito dos rivais e o orgulho da torcida, que terá sempre renovados os motivos para encher os estádios.
E onde estão os reforços para este Brasileiro ? Por que não se contratou ninguém ainda ? É birra ? Que escolha:
-Deixar CB emplacar alguns medalhões(medalhão não é sinônimo de jogador ruim, aposentado, bichado ou preguiçoso) e o time ganhar opções e melhorar, mesmo que só um pouco;
-ou bater o pé e aí não se contrata nem medalhões nem moedinhas apostas e o clube vai para o buraco da série B de mãos vazias vendo o tchauzinho do CB em 2012 ?
Sinceramente quem responder que não se importa que o time caia para a segundona ou é inconsequente ou não torce pelo Flu realmente. E nem é assíduo da arquiba, como referiu o Costa. Se Peter tem tanta paciência e jogo de cintura com jornalistaszinhos sabotadores e destrutivos como se viu no programa da CNT e em outras entrevistas em que foi confrontado, nos brindando até com uma estranhissima e bizarra aproximação com o Renato Maurício Prado, que use este mesmo “jogo de cintura” com o chefão da Unimed. Porque é NOSSO interesse.
comentou em 21/06/2011, às 4:33
Gustavo Nasser, o objetivo deve ser o título sempre, ou no mínimo a Libertadores. Esperar 2012 para um planejamento sério ? Por que não se começou o planejamento sério já este ano, junto ao início da nova gestão e facilitado pela lua de mel do tri ?
Ricardo Sá, quem disse que está com saudades do Horca ? Leia direito o que eu escrevi.
comentou em 21/06/2011, às 7:00
Senhores,
Melhor que o post, o debate que se seguiu.
Tendo a concordar com Danilo, mas acho que o C.A. tem um ponto sim. Nao concordo com arrendamento aberto de time de futebol, mas faltou mailicia sim a atual diretoria.
Ela sabia onde queria chegar, mas seu timing foi horroroso. Tinha que ter engolido um pouco o ego e deixado rolar o ’status quo’ do departamento de futebol por um ano enquanto preparava/melhorava o resto do clube e das contas.
Ai sim dava um ‘choque de ordem’ com muito mais chance de funcionar e sem tanta turbulencia. Maquiavel deve estar triste com a atuacao desastorsa que a diretoria teve. Foi muito precipitada/inocente.
Agora eh isso ai. Ja declarou-se onde quer chegar e alem de ter que fazer todo o trabalho dificil da restruturacao da divida, ainda perderam-se os aliados para ir pagando a conta desse comeco de gestao. Sem falar no time Campeao Brasileiro que perdeu a identidade.
Vamos la, a montanha ja era alta para escalar. E com essa atitude precipitada da diretoria, jogaram um sabao no caminho para “facilitar” a subida.
ST
comentou em 21/06/2011, às 7:27
A sensação de VAZIO é bem maior do que só um cargo de gestor,começa no campo e vai…
comentou em 21/06/2011, às 8:26
Por falar em cobranças etc:
Passem nas bancas hoje e vejam TODAS as capas de jornais cobrando Ronaldinho Gaúcho, chamando-o de boêmio, sem sangue, morto etc, e constatem a ENORME zona de conforto em que nosso grande craque Fred está instalado.
comentou em 21/06/2011, às 8:53
Sobre o novo gerente: ninguém é louco ou irresponsável de querer chutar a Unimed, mas o momento pede que ela seja mais do que nunca PARCEIRA do Fluminense.
A saída do atoleiro financeiro passa por revelar e utilizar bons jovens (responsabilidade do Flu, relegada às traças nos últimos 6 anos- Xerém estava um lixo) e conseguir manter times fortes pra sustentar a competitividade. O novo gerente tem que possuir faro e jogo de cintura pra isso.
Não é possível que este modelo onde os principais (e mais caros) jogadores do time vivam no departamento médico seja razoável para alguém. Não é possível ceder percentuais de direitos de vários jovens promissores pra trazer uma estrela decadente como o Deco.
A exposição da marca está garantida, o elenco é experiente, por que não optar por moleques em lugar destes perfis recentes? Infelizmente eu não espero mudanças nisso. É o padrão Unimed e infelizmente sempre que houve impasse a torneira foi fechada (2008, Parreira-2009 etc). Resta só todos assumirem as responsabilidades, cair toda a cobrança no lombo do clube sozinho é que não dá.
comentou em 21/06/2011, às 9:22
Gustavo Nasser,
Para contratar o gestor, o problema não é grana, pois a Unimed despeja em cima, para garantir o controle do Depto. de Futebol. Vcs viram as cifras oferecidas ao Rodrigo Caetano?
Sabem qual é a maior dificuldade de contratar um gestor de futebol no FFC? É justamente o fato de que NINGUÉM QUER trabalhar no FFC sem autonomia. Roger, Felipe Ximenes, Rodrigo Caetano, etc, todos eles ganham em seus clubes menos que ganhariam no FFC.
Pensei que estava óbvio, mas pelo visto não está.
E é por isso que o gestor tem que ser funcionário do FFC, pago pelo FFC, não pela Unimed, Traffic ou qualquer outro player. Os interesses da isntituição precisam estar em pauta, não apenas os do patrocinador. Este é o ponto para trilhar um caminho de ajustes no modelo de parceria.
comentou em 21/06/2011, às 9:23
Gustavo,
Devolvo a pergunta: “por que o Celso Barros, nosso parceiro querido, ainda nao contratou nenhum dos jogadores mapeados pelo Clube para reforçar o elenco deste ano”?
Fica para sua reflexão.
comentou em 21/06/2011, às 9:41
Time infantil foi Campeão da Copa Danone.
Alguém tem como verifcar os nomes dos meninos deste time?
Vamos anotar e daqui a 5 anos, vamos verificar o que aconteceu c/ eles?
Saudações Tricolores
comentou em 21/06/2011, às 10:01
Será que não há ninguém dentro do próprio Fluminense com competência para assumir essa função, recebendo um salário compatível que o clube possa arcar? Custo a acreditar que não exista essa pessoa…
comentou em 21/06/2011, às 10:03
Srs
Somente uma sugestão…
Porque o FLU não renegocia a dívida existente com o Branco e traz ele novamente para o cargo de Diretor de Futebol?
Não estamos renegociando os passivos trabalhistas, era uma forma de compormos a dívida, até num valor mais compatível, mantendo um bom profissional, que tem identificação com o clube e torcida, conhece as pessoas lá dentro, tem carisma e respeito no ramo e creio que se enquadra no perfil atual exigido.
Outro que apostaria seria o Parreira, porém não tem experiência no cargo.
PRECISAMOS NOS CERCAR DE TRICOLORES ASSUMIDOS, pessoas que além da parte financeira, tem identificação com o clube e torcida!
SDS
comentou em 21/06/2011, às 10:11
Eu ouvi o Ramario dizendo antes do jogo, que o nosso Wahington esta na CTI, com uma doença sem cura.. Procede essa informação? Se for isso mesmo, eu desejo toda sorte e força do mundo.
http://www.youtube.com/watch?v=8JiJVb4F_1w&feature=related
Obrigado por tudo !
ST
comentou em 21/06/2011, às 10:14
Ricardo Seeling;
Talvez isso responda a sua pergunta:
http://www.netflu.com.br/n_noticias.php?notid=22878&titulo=INFANTIL+DO+FLU+CONQUISTA+CAMPEONATO+MAIS+IMPORTANTE+DA+CATEGORIA
Ainda há esperança!
comentou em 21/06/2011, às 10:21
Lauro,
Eu li certo? Branco?
Contratações do Branco em 2008/2009: Ciel, Elias, Wellington Monteiro, Urrutia bichado, Equi Gonzalez bichado, Paulo César, Ruy cabeção, Fábio Santos…
Além disso, Branco tentou penhorar a renda da final da Libertadores e os direitos sobre Maicon e Tartá, usando de informação privilegiada, pois era dirigente na época.
E foi um dos baluartes na destruição da CT permanente, montada em 2007.
As pessoas infelizmente tem memória muito curta.
comentou em 21/06/2011, às 10:36
Talvez, se ouvíssemos o CB ou algum representante da outra parte, eles poderiam apresentar suas razões.
Afinal, como diz o post, o clube não tem até hoje um gestor para o futebol.
Abel e Sandrão já declararam que o elenco está OK.
O que está então dependendo do CB?
comentou em 21/06/2011, às 10:36
Desde que não receba R$ 280 mil por mês.
comentou em 21/06/2011, às 10:37
Fala galera!!
A situação realmente é muito complicada.Voltando ao futebol e a atual situação do time. Creio que sem reforços, corremos muitos riscos neste brasileirão, digo isso, em virtude da péssima fase que vivem nossos principais jogadores.
Nosso time é muito irregular, fizemos uma boa partida na vitória contra o Cruzeiro e tbem um bom segundo tempo contra o Corithians. Em contra partida jogamos muito mal contra o São Paulo e Atl Go.
Contra o Bahia, acho que foi um dos piores jogos do ano, com certeza. O que me deixa mais puto e preocupado é a forma como perdemos!!Não ameaçamos o adversário, fomos dominados boa parte do tempo por um time que não tinha ganhado de ninguém até aquele momento!Uma partida nojenta, essa é a verdade, sem raça, sem vontade de vencer, sem compromisso e isso não pode faltar nunca!!!!!!
Espero da diretoria transparência com o torcedor, se não for contratar ninguém, seja pq a o clube não quer ou pq não tem dinheiro em caixa e até mesmo simplesmente pq a Unimed não quer investir, que seja bem claro com o torcedor.
Dá uma entrevista coletiva dando moral pra quem está no grupo e cobrando uma postura de quem está lá!!Pronto, pelo menos acabam as especulações!!Transparência com torcedor!!Isso que a maioria quer!!
Hj em dia não podemos acreditar em quase nada que lemos nos jornais a respeito do clube, uma vez que a cada notícia boa, existem dez crises, seja pela estrutura, seja pela falta de gerente, pela insatisfação de alguns jogadores etc..etc…
Sendo assim, o contato direto da diretoria com o torcedor é importantíssimo!!!!!Ele é o cliente e assim merece ser tratado! Muitos tricolores acreditam nas manchetes e crises instaladas, a imagem que a diretoria do clube passa para a grande mídia é péssima!!!
Um exemplo: As obras em Xerém estão a todo vapor, mas a grande maioria não sabe nada sobre isso!!Sabe sim que o campo das laranjeiras é uma porcaria e tal, pois isso é veiculado toda semana!!!Mas tbem não sabem que estão buscando a melhoria no gramado e que uma empresa está sendo contratada para isso!! Falta transparência com grande parte da torcida!! Não é todo mundo que acessa esse blog ou que participa de reunião de prestação de contas!!Vale a reflexão!!ST
comentou em 21/06/2011, às 10:41
Concordo Danilo,
Quem entrar deve ter total autonomia e deve responder
ao Fluminense, somente. O Fluminense tem dinheiro para contarta-lo-lo e investir no time pois fechou contratos milionarios. O que falta então ? Temos um belo projeto de reestruturação de um clube centenário.
St
comentou em 21/06/2011, às 10:46
Depois de vários comentários o problema continua: como acertar a parceria da Unimed? Como fazer o gestor da grana do patrocinador entender que vai ser bom para os dois lados o aceto do dep. de futebol?
Será que ele quer isso?
Como alguém colocou ai pra cima, sem um patrocínio forte ficamos como bosta fogo, ou pior, porque lá as coisas, em matéria de gestão, estão melhor que no Fluminense.
Chega de especulação, precisamos de soluções rápidas, de curto prazo.
Eu não acreditava nisso, mas a maioria da torcida quer é título, não importa como; assim como o povo brasileiro se acostumou ao patrimonialismo como forma de governo, as torcidas querem é alguém que ganhe títulos, a maioria não vê os malefícios desse tipo condução das coisas.
Ou seja, caso nada seja feito, de imediato, os reflexos virão. Três anos passam rápido, e tudo que se pensou, e se pensa, aqui pode ir por água a baixo, com, por exemplo, a eleição de um A.A.
Menos idealismo, mais realismo aconselha Maquiavel.
comentou em 21/06/2011, às 11:01
DANILO PENSO = QUANTO AO GESTOR: O MESMO TEM QUE SER CONTRATADO E PAGO PELO FLUMINENSE, SE NÃO PERDE-SE A AUTONOMIA.
O CONTRATO DE PATROCÍNIO É BILATERAL, OU SEJA EQUILIBRIO DE FORÇA, PODER E DECISÃO QUANTO AOS RUMOS DO MESMO.
NA DÉCADA DE 70 (TINHA 9 ANOS)), QUEM NÃO PARTICIPOU DE PELADAS ONDE SEMPRE TINHA UM GAROTO QUE NÃO JOGAVA NADA, NINGUEM O QUERIA NO TIME, MAS ERA IMPORTANTE, PELO FATO DE SER O DONO DA BOLA. FAZIA BEICINHO QUANDO NÃO LHE PASSAVAM A PELOTA, AMEAÇAVA IR EMBORA (SEMPRE NA MELHOR HORA DA PELADA) QUANDO CONTRARIADO, POIS QUERIA ESCOLHER EM QUAL TIME JOGARIA E OUTROS DESEJOS…
ISTO ACONTECEU COMIGO (NO ANDARAÍ)E ALGUÉM APÓS TANTA HUMILHAÇÃO, TEVE A IDÉIA DE NOS JUNTARMOS, FAZERMOS UMA CATA DE MOEDAS (A DUREZA ERA GERAL) E OUTRAS AÇÕES E FINALMENTE COMPRAMOS UMA BOLA DENTE DE LEITE Nº 5
(+ PESADA) FOI A REALIZAÇÃO, OU SEJA SAÍMOS DO COMODISMO PURO PARA ATITUDE E AÍ A PELADA IA ATÉ ESCURECER (ÉPOCA BOA).
O PLANO B SOMOS NÓS, TEMOS QUE DARMOS NOSSO QUINHÃO, BASTA QUERERMOS, BASTA DEMOSTRARMOS A NOSSA PAIXÃO PELO FLU, BASTA O NOSSO DISPRENDIMENTO EM FAZER HISTÓRIA JUNTO COM O CLUBE QUE ESCOLHEMOS PARA TORCER, COM CERTEZA VAMOS ATRAIR PARCEIROS DISPOSTOS A COLOCAREM SUAS MARCAS NO MANTO SAGRADO. LOGICAMENTE A DIRETORIA TEM QUE CONDUZIR E MUITO BEM TODO O PROCESSO, AFINAL FOI ELEITA PARA TAL FIM.
EDU GM, SE SÃO 45 MILHÕES (SÓ ACREDITO VENDO) QUE A UNIMED DESPEJA NO FLU OU $ 3,75 MI, VAMOS REFLETIR:
QUAL A FOLHA/CUSTO DO FUTEBOL PROFISSIONAL? 4,5MI/MÊS? SE FOR A UNIMED BANCA NO MÍNIMO $ 3,6MI E O FLU $900 MIL (C/CUSTO BRASIL O FLU GASTA $1,8 MI).
EM 2012, A NOSSA RECEITA PRÓPRIA, FICARIA ASSIM:
COTA/TV – $54 MILHÕES
ADIDAS – $ 9 MILHÕES
AINDA FALTARIA COMPUTAR:
-ASSOCIAÇÃO EM MASSA: VALOR MÉDIO DA CONTRIBUIÇÃO (RELIGIOSAMENTE) DE $25,00 X 50.000(MÍNIMO) = $15 MILHÕES
TOTAL – $78 MILHÕES
AINDA NÃO FALAMOS DE PATROCINADORES, CASO A UNIMED SAIA.
COMO EXEMPLO VOU CITAR O FOGUINHO, C/TV E PATROCÍNIOS(SE PERMANECEREM) ATINGE OS MESMOS $78 MILHÕES. PERGUNTO, SE FOR SÓ ESTE VALOR, O FOGUINHO ACABA?, PODE NÃO GANHAR TÍTULOS?, SUA TORCIDA DIMINUIRÁ? QUEM TEM AS RESPOSTAS?!
COM CERTEZA CONSEGUIREMOS ATRAIR + PATROCINADORES QUE ELES E A RECEITA AUMENTAR PARA UNS $108 MILHÕES/ANO ($9 MILHÕES/MÊS), CORREREMOS RISCO DE SERMOS EXTINTOS? SÓ NAVEGARMOS ENTRE AS 3ª E 2ª DIVISÃO E NÃO CONQUISTARMOS NENHUM TÍTULO? É MUITO APOCALIPSE PRO MEU GOSTO!!!!!!!!!!!!
E POR FALAR EM TORCIDA O PALMEIRAS (DEVIDO A POLÊMICA KLEBERXPORCOXFRA)FALOU EM 15 MILHÕES DE TORCEDORES, O FOGUINHO FALA EM SER 10ª DO PAÍS.
QUANTOS SOMOS HOJE? QUAL A NOSSA POSIÇÃO NO RANKING?
QUEM PODE NOS INFORMAR?
ASSOCIAÇÃO EM MASSA URGENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ST.
comentou em 21/06/2011, às 11:03
Branco não!!!Branco é ídolo dentro de campo!!!!!
O gestor Claudio que trouxe elias, ciel e eduardo ratinho que fique longe do Fluminense!!!!
Precisamos de um gestor que garimpe nomes bons, baratos para que possamos ter retorno técnico e financeiro!
comentou em 21/06/2011, às 11:05
O Celso Barros nao permitira que o Fluminense Football Club contrate um Gerente de Futebol pago 100% pelo clube.
E se isso acontecer ele jogará a chave do cofre no fundo do mar e o clube terá que se virar sozinho para contratar jogadores.
Para mim, como torcedor apenas (não falo como membro do grupo flusocio) esse modelo de patrocinio ja deu o que tinha que dar e como o Celso Baros não ira ceder aos seus caprichos, espero que o Peter e sua diretoria pensem o quanto antes num plano B para 2012.
comentou em 21/06/2011, às 11:08
Retificando o post anterior.
(nao falo como membro do grupo flusocio até porque não faço parte do mesmo – estou inativo como socio desde 2008)
comentou em 21/06/2011, às 11:09
Marco Antonio Barroso,
Devolvo a pergunta: como acertar a parceria da Unimed?
Da parte do Clube, sei que o Presidente colocou o atual VP de Futebol de comum acordo com a Unimed.
Sei que o Clube recentemente entubou o mulambo Márcio Rosário, custo extra para resolver problemas financeiros da Unimed com o empresário do jogador Emerson.
Sei que o Clube autorizou a Unimed a tentar o Rodrigo Caetano, nome de consenso, que mais uma vez usou o Fluminense e provocou esta demora toda. Na prática, ele abriu mão da grana e deixou claro mais uma vez que não quer trabalhar no modelo atual, sem autonomia.
No início do ano, a nova gestão entubou o pedido de não mexer no Depto de Futebol, e deu no que deu, a ponto do treinador pedir pra sair e ser dispensado pelo Patrocinador/antigo VP sem a ciência do Presidente. Isso é razoável?
No início do ano, a nova gestão entubou todas as contratações de jogadores “padrão Unimed”, tais como Araújo, Edinho, Cavalieri, Rafael Moura, etc. Não interferiu em nenhuma negociação em curso.
O time atual tem 3 gols em 5 jogos, segundo pior ataque. Está perdendo as partidas na base da saúde e condição física. Precisamos de jogadores de correria, de suporte, para que os medalhões possam brilhar. Temos uma lista de escolhas pronta, inclusive do mercado sul-americano.
Então, a pergunta é pertinente: o que falta para ajustar a parceria com a Unimed? Falta boa vontade da parte de quem?
Deixo pra você refletir.
comentou em 21/06/2011, às 11:14
De que adianta a FLUSÒCIO planejar a contratação de um gestor se o clube não tem liberdade para contratá-lo sem ouvir o messias??
Perdemos vários jogadores, Elkesson por exemplo, porque o CB não quis comprá-lo já que não é medalhão.
O problema é da Unimed??
Não, é do Fluminense, que não consegue se libertar dessa “parceria” tosca que sufoca o clube. Não falo em rescindir com a Unimed, falo em realizar uma parceria realmente, o que não acontece.
O Gestor tem que ser contratado pelo clube, isso é fato. Se contratado pela unimed, continuaremos com contratações de jogadores de nome, sem aval da comissão técnica. Isso tem que acabar.
Ocorre que esta contratação não poderia ter virado novela. Tenho certeza que o clube ainda não fechou com um gestor por causa da Unimed, estou errado??
Enquanto esperamos o CB [trecho removido pela moderação], o fluminense amarga derrotas em casa para o Bahia, com um time que não consegue marcar ninguém, onde seus principais jogadores estão visivelmente fora de forma e desmotivados.
comentou em 21/06/2011, às 11:15
Branco??
Respeitar as opiniões é importante… Mas, Branco? Precisamos de profissionais.
De entusiastas e amadores deixem os que já estão por lá, a começar pelo VP de Futebol.
E sobre a “VÓ Quita”, hein? Tem matéria de maio, no UOL, dando conta de que torcia pro Flamengo.
Se for isso mesmo, eu me pergunto: porque o site do Fluminense não sai do ar até que pessoas com um mínimo de seriedade se encarreguem de trabalhá-lo com um mínimo de qualidade.
comentou em 21/06/2011, às 11:26
O grande problema é que só temos o ponto de vista do lado de cá, o da Flusócio, referente ao Celso Barros.
O cara é sabotador, é arrogante, faz chantagem, faz birra etc,.
Fica um debate viciado.
Qual seria a leitura do Celso Barros nesse imbróglio? Dirigentes incompetentes, inexperientes, arrogantes, torcida mediana, clube social falido, querendo alocar recursos fora do futebol, etc,.
Como não sabemos, e acho que com razão o Celso Barrros não se expõe, pois isso geraria mais problemas.
Dá-lhe pancada na Unimed.
Mais uma pergunta: A Unimed só paga o salário dos medalhões? O Mariano, por exemplo, é pago por quem?
comentou em 21/06/2011, às 11:28
Estava fora do ar, e só agora vi a discussão.
A idéia do Carlos Andrade a princípio parece boa, terceirizamos o futebol, arrumamos a casa e em condições ideais reassumimos o controle daqui a três anos.
Infelizmente porém, isso não é possível, ao menos não nos termos da legislação trabalhista vigente e com o histórico do Fluminense.
Em primeiro lugar o contrato de trabalho do jogador é com o Clube, que deve pagar os salários (já é bastante discutível esse percentual de somente 20%), mas todos os encargos FGTS, 1/3 férias, 13º tudo corre pelo Clube.
Este modelo representou no ano passado mais de 50.000.000 de déficit, e qualquer pessoa com um mínimo de responsabilidade sabe que isso não é possível continuar.
Ademais, ficamos num sistema iô iô, um ano em cima outro embaixo, sem nenhum planejamento ou escalada permanente.
Precisamos sim, mais do que nunca, de profissionalismo, de um gestor que olhe os interesses do Clube em primeiro lugar, pois esse é quem tem a marca e o nome que atrai milhões de adeptos e garante retorno inclusive para a empresa patrocinadora.
Aliás este para mim é o X da questão, o Fluminense Football Club é a instituição centenária e que propicia os lucros e, por uma questão de Justiça deve ter os bônus.
A parceria deve ser boa para os dois, claro que sim, então a fórmula é equilibrar a balança, o Clube indica, gere e dá o suporte técnico, inclusive indicando jogadores, o patrocinador lucra com o retorno de imagem e eventualmente com uma negociação de algum de seus medalhões (coisa que até hoje inexistiu.
Para que tudo isso ocorra é preciso que o Clube tenha um profissional gabaritado e que dedique seu tempo integral a ele, pois nós, torcedores, sócios, memmbros de grupos políticos, conselheiros, etc, todos temos que lutar pelo sustento de nossas famílias e não podemos dedicar o tempo que o Clube merece.
comentou em 21/06/2011, às 11:34
Caro Danilo,
Eu não preciso refletir. Sei da parte de quem falta boa vontade, e é isso que me preocupa. E esse é o problema.
De forma sincera, com relação ao Fluminense, meu pensamento é muito próximo ao seu.
Minha única sugestão é a de usarmos este espaço para uma reflexão, em conjunto, das possibilidades de “salvarmos” o Fluminense das manipulações que estão sendo feitas (via imprensa), e que vão piorar com o passar do tempo.
Acredito sinceramente nas idéias da Flusócio, e é por isso que estou preocupado.
Hoje eu trabalho em Ubá, uma das cidades do Interior de Minas com maior torcida do Fluminense (um caso a parte e que deveria ser explorado pelo marketing do clube). E poso afirmar, a visão dos torcedores, atualmente, não é boa.
Isso precisa ser mudado, imediatamente, pois sem apoio da torcida nenhuma diretoria se sustenta.
Uma idéia que eu insisto é a associa em massa, quanto mais sócios menor a dependência. Outra, reforça imagens positivas do clube, coisa que não tem sido feita pelo marketing.
comentou em 21/06/2011, às 11:49
O edinho pode ser contratação estilo Unimed,mas foi o Muricy que pediu insistentemente a sua contratação.
O flu cedeu para o Palmeiras a então promessa,ou estilo de jogador que a nova gestão busca,que era o Adriano Michael Jackson.
Jogadores da base sempre tiveram oportunidades no time de cima,(alan,maicon,dalton,digão,dieguinho)mas desde a chegada do falso ético,perderam espaço.
A culpa é so da unimed?
As gestões anteriores sucatearam o clube,e a culpa é da unimed?
O papel da nova gestão é diminuir essa enorme dependencia do patrocinador,e não querer dizer quem é que manda sem poder.
comentou em 21/06/2011, às 11:57
É por essas e outras que eu ainda acho que o gerente de futebol tem que ser o Dedé. Duvido ele deixar o FFC contratar mais algum medalhão haha!
Aquele gerente do Coritiba não quer vir? Ouvi falar bem dele aqui na geladeira (Curitiba).
Diogo Trindade
comentou em 21/06/2011, às 12:02
Não sou defensor de ninguem, mas todos esquecem que Eduardo Ratinho, Urrutia, entre outros, tiveram que ser contratações feitas a toque de caixa e do que tinha disponível no mercado para tentar melhorar o elenco, que se eu não me engano foi montado pelo Sr Alexandre Faria, que está cotado a voltar para Laranjeiras.
Sinceramente, este deve ser um bom nome para retornar?!?!? Se der mole, tem mtos aqui que devem apoiar o retorno dele…
Quanto a renda, tentou-se penhorar, pois o acordo não foi cumprido pela diretoria anterior, multiplicando os valores em mtas cifras! Sem falso moralismo, se fosse qq um, não faria o mesmo??? Volto a repetir, não seria interessante um bom acordo com a redução amigável desses valores?
Pelo nível de exigencia exposto, então sugiro a contratação do Roberto Justos!(risos)
Essa é minha opinião…
SDS
comentou em 21/06/2011, às 12:19
Bom dia, se a Unimed não quer mudar que mude o Fluminense, teremos seis meses para arrumar empresas que banque o futebol e começar o ano de vida nova. Todos tem empresas estampadas, porque o flu não teria, até duas ou mais. Tem que ter coragem e competência, como esta nao da pra ficar.
comentou em 21/06/2011, às 12:30
Pois é, Danilo. Com a palavra, o presida Peter. Infelizmente erraram tanto no começo do ano, a começar “deixando” Muricy sair, que agora, com o desastre que foi este primeiro semestre, tornou-se urgente a contratação de reforços, que poderiam ter sido feitos no começo do ano quando tudo estava em paz. Ou você acha que CB relutaria em trazer um medalhão como o TN, que não é velho nem semi-aposentado ?
Então, nesta situação emergencial em que o clube se meteu por conta dos seus próprios erros, que se deixe o DR.Celso contratar. Um só, que seja. Mas de certo haverá nomes de consenso, e é isso que não me desce. O time de futebol, antes, dava tranquilidade á diretoria, aceitando-se que então não fosse a sua prioridade número um, estávamos num tri-mar de rosas. Agora, com este incêndio todo, não há desculpa nem como escapar. Voltou a ser a prioridade maior e algo precisa ser feito. Ou se investe em reforços ou pode dar em tragédia.
comentou em 21/06/2011, às 12:30
Danilo
Concordo plenamente que o gestor de futebol deve ser funcionário do FFC, com salário pago pelo FFC e que trabalhe sempre focado exclusivamente nos interesses do FFC. No meu post não escrevi nada diferente disso.
Somente questionei a extrema morosidade do FFC para contratar tal profissional, o que denota falta de planejamento.
Se os medalhões disponíveis no mercado não querem trabalhar no FFC por acreditarem em uma possível falta de autonomia, então, que se faça uma aposta em alguém que aceite o desafio e que possua perfil próximo daquele idealizado pela diretoria.
Abraço.
comentou em 21/06/2011, às 13:06
Assim como há jogadores no time que correm para não chegar, há dirigente que fala que vai tentar para não realizar. Não sei se é falta de habilidade ou o quê?
Mas vamos refletir: se é para manter um ruindriguinho por que não usar os meninos novos que vieram do Inter? Se é para colocar jogador meia-boca no meio-campo, por que deixaram o Wellington Nem ir para o Figueirense (por empréstimo)? Que é o “jênio” que planeja? Não há um plano alternativo? Abram o contrato com a Unimed!!!
comentou em 21/06/2011, às 13:18
De 18 jogadores do time principal, o Fluminense tem 50% ou mais dos direitos econômicos de somente três jogadores: Digão (80%), Tartá (50%) e Fernando Bob (50%). O Fluminense não defendeu os seus direitos.”
Mostrado na palestra do Peter, e divulgado agora no boletim oficial do clube.
e tem gente,
tem muita gente,
que ainda acredita no modelo da década passada.
comentou em 21/06/2011, às 14:00
Imagino que o nosso presidente estivesse pensando em algumas reformas mais drásticas não agora, seis meses após a eleição. Mas já que o cenário mudou, que o nosso presidente tenha a força, a coragem e a serenidade necessárias para implementar as promessas de campanha.
A contratação de um gestor, pago pelo FFC, será o primeiro passo para determinar a profissionalização do nosso futebol.
Força presidente!
Saudações Tricolores.
comentou em 21/06/2011, às 14:11
Lauro,às 12:02, o Eduardo Ratinho foi contratado pelo sr. Claúdio Ibrahim, numa viagem a França para contratação de reforços.
comentou em 21/06/2011, às 14:14
Carlos Andrade, justificar que o modelo de medalhões é em parte bom pois no deu um titulo brasileiro não é verdade em nenhum momento.
Pra justificar essa minha opnião entrei aqui no site ogol.com.br que da estatisticas de tudo que se queira saber.
Ano passado o flu teve 20V – 4E – 7D (aproveitamento de 62,3%)
Antes de continuar, vc concorda que os maiores exemplos de medalhão no flu são Deco e Fred né?!!
Nestas 38 rodadas, Fred disputou 14 apenas e Deco disputou 16. o Deco que jogou um pouco mais, o aproveitamento do time cai para 54% e 4 das 7 derrotas na competição foram com ele no time. Pode ser coincidencia, mas tb pode querer dizer alguma coisa.
pra mim, a realidade é que tivemos uma sorte absurda de machucar esses caras repetidamente e o Murici conseguiu fazer os outros jogarem, pq Rodriguinho, Washington e outros caras mto ruins foram extremamente importantes naquele titulo.
Então justificar aquele campeonato como uma vitória do modelo Unimed pra mim é impossível, visto que o Conca que la estava foi apenas por imposição da torcida (lembra do “Conca é nosso”?) e os outros jogadores desse modelo estavam sempre fora do time.
nosso time base no campeonato era geralmente:
FH (Berna no fim)
mariano, Gum, LE, Carlinhos (nenhum medalhão)
Diogo, Diguinho, Marquinho, Conca (só o Conca)
Rodriguinho e Washington (nenhum medalhão visto que na classificação de vcs acima Washington veio como cepa do SP)
Enfim nosso time base do titulo era esse aí em que hj temos todos os mesmos jogadores lá, a excessão do Xitão que foi mto bem substituido pelo He-mam. O problema é que esses caras não podem ser escalados, pois sempre tem que entrar um Edinho, um Marcio Rosario, um Deco, um Souza, daí o mesmo elenco campeão fica nessa situação.
ps: Qto aos comentários do Danilo, quem dera metadde das pessoas com poder no clube tivessem sua capacidade de análise sobre os problemas do clube. Parabéns!!!
comentou em 21/06/2011, às 14:18
Gustavo Nasser,
Estamos inteiramente de acordo e este é o motivo do post.
comentou em 21/06/2011, às 14:26
Nossa lembraram do Eduardo Ratinho aí acima…rs
uma das melhores frases que ja li em faixas:
“Se o Ratinho é jogador eu sou astronauta!!!”
HAAHAHAHAHAHA
Sensacional!!!
comentou em 21/06/2011, às 14:27
Danilo, não tem como te oferecerem esse cargo de gestor não?? Se candidata aí!!!
comentou em 21/06/2011, às 14:35
Caro Danilo,
Seus comentários são lúcidos, seu debate com nosso nobre tricolor Carlos Andrade foi muito bom. Todos aqui manifestam preocupação com nosso amado FFC e penso que todas as manifestações, por mais loucas que alguns possam pensar, nos levam a refletir e buscar alternativas para um futuro melhor para nosso FLUMINENSE.
Acho que se for possível a união de talentos do PETER e DR CELSO, a UNIMED pode investir valores menores do que investiu em 2010 e tanto FLUMINENSE E UNIMED terem um retorno financeiro muito maior, sempre pensando a longo prazo.
O MARCO ANTONIO, sou ubaense e moro em Juiz de Fora, nossa torcida ai é imensa e saio de daqui pra assistir o Flu ai em Ubá.
Teu louco pra tudo…….
ST
comentou em 21/06/2011, às 14:53
Estephan,
Nunca falei que o modelo de medalhões é bom. Falei que ele é o que temos na atualidade. Fosse outra realidade, não devessemos 350 milhões, não haveria problema nenhum, poderíamos adotar o modelo que quiséssemos.
No entanto, nem receber dinheiro do patrocinador na conta nós podemos. Ou seja: O MODELO PRINCIPAL, AO QUAL ESTAMOS ATADOS, NÃO DIZ RESPEITO AO PARADOXO MEDALHÕES X JOVENS PROMISSORES. O MODELO É: PRECISAMOS DE UM PATROCINADOR QUE SE SUJEITE A PAGAR DIRETAMENTE AOS JOGADORES, SEM PASSAR PELO FLU, QUE ESTÁ PAUPÉRRIMO. O BURACO É MAIS EMBAIXO.
Então, meu amigo, o que precisamos é usar a realidade a nosso favor. E a realidade é que temos alguém riquíssimo, disposto a trabalhar neste modelo esdrúxulo em que nos encontramos por culpa do próprio Fluminense. Como usar a realidade a nosso favor? Entregando ao Celso Barros o que ele quer, para recebermos nosso clube de volta depois. Ou você acha que se sai de uma situação dessas sem sacrifício?
E tem outra coisa: por mais que o modelo “jovem promissor” pareça muito mais adequado, nada garante que dê certo, que façamos ( quem?) com competência. Se houvesse um modelo infalível, o campeonato baiano ( e o brasileiro ) acabavam empatados.
Temos que investir na nossa salvação. Este é o momento. Não vamos morrer se ficarmos 3 anos sem ganhar o brasileiro. O que não dá é pra ficarmos 50 milhões negativos para pagar salários, sejam eles do Deco ou do Digão.
É a hora da retirada. Que não significa fuga. Militarmente, é o movimento estratégico em que a tropa se retira da batalha para retomar, depois, o combate, muito mais favoravelmente. Devemos lutar bravamente em outros fronts. Fazendo dessa luta uma obra de arte.
comentou em 21/06/2011, às 14:56
Fica o alerta para que o gestor (qq nome q tenha) seja pago pelo FFCC
comentou em 21/06/2011, às 15:47
Estephan
Nem uma coisa, e nem outra também. O modelo de medalhões é em parte bom pois no deu um titulo brasileiro sim. Como a frase diz, EM PARTE, não na sua totalidade. O problema todos sabem qual é… os semi-aposentados. Mas não existe só medalhão ruim. Não existe esta relação siononimal entre medalhão e parasita acabado que não quer nada com nada. Se um jogador como Fred, e como o Conca também, novos ainda, não produzem, a culpa não é de quem contratou, e sim do clube.
Só ganhamos o tri graças ao dinheiro da Unimed que trouxe Muricy e outros bons jogadorers. Ou ganhariamos em 2007 e 2010 de qualuer jeito mesmo sem o dinheiro da seguradora ? Não. Em nenhum momento.
E pegar para análises apenas Deco e Fred é usar apenas os exemplos que mais lhe convêm. Sem o FRed teriamos caído pra segundona em 2009 então se houvesse titulo em 2010, seria o da série B.
Não tivemos sorte alguma em 2010 do Fred ou outro se machucarem. Tivemos Muricy. Trazido pela Unimed, não se esqueça nunca disso nas suas análises, ok ? Com o técnico vieram junto o seu prestígio, o respeito que despertava nos rivaius e toda uma grande mídia em cima. Tudo isso faz parte do bolo. Com o tetra-campeão brasileiro, com Fred ou sem Fred o resultado final seria provavelmente o mesmo, o tri. Tanto é que os casos de indisciplina do Emerson aconteceram agora, não com o Muricy ano passado…
E dizer que o Rodriguinho e o Washington foram importantes é outra meia verdade. Apenas deram a sua contribuição como todos os demais. Washington, pelo que sei, veio contratado como medalhão também. Custo/benefício ruim pelo preço demasiado alto para um simples reserva. E que depois ainda se tornou um fardo para a equipe carregar, 15 jogos sem marcar para um centroavante é inaceitável e quase compromete o título. E se Rodriguinho foi importante, então o Emerson, medalhão, foi muito mais.
Então é para se colocar na conta da Unimed sim os títulos de 2010 e 2007. Não há necessidade desse teu longo raciocínio. É mais simples se refletir da maneira inversa : sem o dinheiro da Unimed, teríamos festejado o tri e a Copa do Brasil ? Muito improvável. O grande Conca imposto pela torcida, estava jogando já com o RG, Cuca e Rene Simões. Não ganhou nada.
E os reforços ? Cadê os reforços ?
comentou em 21/06/2011, às 16:05
Vejam,o flu quer contratar Rafael sobis,já em ma fase e dispensado do inter.Indicação de Abel Braga.
Logo,logo ele vem querer empurrar o Fernandão,outro aposentado e sem clube,mas…Campeão com ele no inter.
A culpa é só da Unimed?
Todo treinador tem suas preferencias,e a montagem desse elenco atual é de responsabilidade do Muricy,que é pessimo montador de elencos.
Reflitam,a unimed é 100% culpada se contrata os jogadores que os treinadores pedem?
Nessa hora,um gestor de futebol tem que bater na mesa e aí sim vetar esse tipo de contratação.
Pra mim,esse é o papel do gestor de futebol.Participar ativamente na montagem do elenco.
comentou em 21/06/2011, às 16:07
So deixando claro,que a unimed ja contratou muito medalhão aposentado,com o consentimento do clube,refem total.
Mas,de um ano pra ca,Muricy e agora Abel,tem muita responsabilidade sim na montagem do elenco.
comentou em 21/06/2011, às 16:28
Luiz Fernando e outros,
É fundamental que o gestor seja pago pelo Fluminense. Ser pago por outro que não o clube significa defender os interesses de quem o paga.
Se o gestor receber do patrocinador, este defenderá os interesses do patrocinador.
Precisamos também confiar mais no presidente que elegemos. A pressão é enorme, mas é necessário ter a consciência que o clube atravessa uma fase complicada … precisamos enxergar no longo prazo, na nossa sobrevivência.
Saudações Tricolores
comentou em 21/06/2011, às 17:02
Emerson, Washington, Valência, Carlinhos todos trazidos pelo Celso Barros foram decisivos para a conquista do título. Sem contar o Muricy, também bancado pela Unimed.
Achar que o Flu seria campeão se não fosse o elenco montado pela Unimed, com os medalhões sim, que em algum momento foram de utilidade, é desconhecer o que é um Campeonato Brasileiro.
Vocês realmente acham que seríamos campeões só com jogadores tipo Diogo, Marquinho e Rodriguinho? E técnico tipo Enderson?
Queiram ou não a Unimed nos deu o título brasileiro depois de 26 anos.
Ajustar a parceria é saudável, mas sem o radicalismo que alguns insistem em demonstrar.
comentou em 21/06/2011, às 17:04
Rafael Sóbis é medalhão? Responder depois do cara jogar algum tempo não vale.
Ou seja, se jogar mal é medalhão. Se não, não é.
E não se esqueçam: não é a Unimed que está forçando.
comentou em 21/06/2011, às 18:12
é só ver o novo boletim pra sócios que tá no post logo acima desse: o Fluminense, no clube, já é outro, há léguas de distância do outro.
tem pagamento em cartão, ouvidoria, responsabilidade social com assessibilidade e até coisas bobas na forma com design e apresentação condizente com o seu porte.
o que não funciona? exatamente onde a gestão Peter Siemsen não tem carta branca pra trabalhar: no futebol.
o tempo do Celso Barros patrono e atrapalhando tudo passou. Não iremos conseguir sobreviver assim no futuro próximo. o amadorismo vai sucumbir!
o futebol do Fluminense tem que ser tocado pelo Fluminense! a Unimed tem que ganhar apenas na exposição de sua marca. Torço para que o Celso Barros reflita e se contente com os louros de tudo que ele fez naquela época onde este tipo de ação era mais que benéfica – necessária! – para a sobrevivência do clube. Agora tem que ‘confiar’ e deixar as coisas correrem o seu curso normal. Não no discurso; na ação.
comentou em 21/06/2011, às 18:28
De nada adiantará trazer fulano ou beltrano se esse Gestor não estiver vinculado financeiramente com o Fluminense, como já foi dito em vários comentários.
O investimento da Unimed precisa passar por um filtro que, em primeiro lugar, veja o Fluminense como o maior beneficiário — jogadores capazes de vestir a camisa do clube e não o “chinelinho”.
Não é o medalhão que atrapalha. Quem atrapalha é o medalhão que se auto-intitula “dono” de um time a deriva, alguém que “escala” os amigos e não abre brecha ao ascendentes dos juniores. Medalhão em time bem gerenciado corre como juvenil ou encontra vaga em time da segunda divisão na Europa…
comentou em 21/06/2011, às 18:30
Bom , parece que agora o CT sai mesmo.
Parabéns Peter
comentou em 21/06/2011, às 19:00
Laport, Sobis tem 26 anos pelo que li, não acho medalhão não, mas é outro tipo de contratação tb, viria como empréstimo por menos tempo, totalmente diferente de se pegar um cara decadente como Deco e assinar por 2, 3 anos a preço de craque internacional.
Fabricio, não usei os exemplos que me convém não, citei Deco e Fred pois estes são os 2 maiores casos de erro do flu e ainda tem os maiores salários do time.
Mas já que vc quer falar dos outros casos, vamos lá…
Emerson foi uma boa contratação???
Muitos vão ter certeza que sim por causa do gol e talvez da excelente estréia. Mas umc ara que é contratado com um salário de craque não pode jogar menos e 15 partidas num campeonato, e esse é o caso do Emerson, e não digam que não se sabia disso pois no fla ele fazia a msm coisa, alternava 2 partidas boas c/ 4 partidas fora e assim foi ídolo lá e de muitos aqui tb até a confusão desse ano. Mas analisando seu custo beneficio pro time, vc acha que ele foi muito melhor que se tivessemos mantido o Maicon por metade do salario por exemplo?
Washington não teve salário de medalhão! Veio c/ um contrato de 3 meses e possibilidade de renovaçÃo de acordo c/ a vontade do clube. Foi nosso atacante que fez mais gol no brasileiro mesmo c/ essas 15 partidas q vc citou.
Acho que não tem outro “medalhão” pra se analsar, pois o Conca já ta a tempos no clube e qdo veio não teve esse impacto de supercraque como os outros.
Tenho uma opnião muito clara pra todos que me conhecem e alguns no blog ja devem ter percebido. Odeio enganadores!
E enganadores pra mim são esses caras que a mídia coloca um baita holofote e destroem os Olarias da vida e se escondem em todas outras oportunidades, sempre que tem uma folguinha aproveitam pra treinar menos, se dedicar menos, enfim, são os chinelinhos do futebol. Jogadores como Carlos Alberto, Diego Souza, Deco, Fred, Souza, Ronaldinho gaucho e a lista continua, todas equipes tem os seus enganadores endeuzados pela midia e o que me emputece é o grande publico ser ludibriado por estes holofotes e elogiarem jogadores que não estÃo nem aí pro clube.
O que me deixa um pouco tranquilo é que estes caras estão cagando tanto pra gente que uma hora todos começam a enxergar. Deco estava entalado em todos já, Emerson ja foi tachado de traíra e Fred começa a ser vaiado por todos e não apenas eu e mais meia-duzia.
Pra fechar, acho de verdade que medalhão, craque ou o que quer que seja não ganha nada hoje. Se o cara não for comprometido desiste, é só ver o quanto corre o Messi por jogo e mais, prefiro de longe um time como o do vasco que vem comendo a grama do que o nosso. Time que tem raça sempre, que luta, briga vence. Nós fomos campeões ano passado assim. O SP foi tri-campeão e seus melhores jogadores eram os zagueiros, o goleiro e Danilos, Aloisio Chulapa, Souza, ou seja, ngm especial, só jogadores comuns mas foram TRI-CAMPEÕES brasileiros por causa da luta e da disposição que sempre tiveram.
comentou em 21/06/2011, às 19:24
Carlos Andrade, entendi que vc não diz que é bom, mas do jeito que vc coloca, parece que vc está dizendo que não tem como ser ruim.
Posso ter entendido errado, mas se for isso msm, não é o que acho não. Penso que tem muito mais chances de dar errado do que certo.
Meu sonho é que tivessemos uma geração fantástica, acho que após isso a torcida terá mais paciencia c/ a garotada, a msm paciencia por exemplo que tem c/ Fred e cia. No estádio chega a ser surreal, Fred perde gol feito e a galera “putz que azar”, Tartá erra um passe e a galera “seu merda, sai daí, vai ser emprestado, sai logo, etc etc”. Ja vi isso no estádio inúmeras vezes. Na minha cabeça esse tipo de sentimento tinha que ser exatamente oposto. Eu tenho paciencia c/ os que ganham menos mas a cada erro das “estrelas” eu me esguelo em palavrões, pq cobro do cara que ganha mais e não dos “sem mídia”.
comentou em 21/06/2011, às 20:14
Boa noite!
Na minha opinião, os erros e problemas esse ano devem-se a um somatório de decisões erradas, por parte do Muricy, da diretoria, enfim, colocar na conta de um só seria injusto, mas o fato é: sem um gerente, com autonomia para decidir e autoridade para cobrar com credibilidade e liderança, a nau tende a se manter desgovernada.
Todos comemoraram o campeonato do ano passado, mas vamos combinar que uma série de acontecimentos, alguns fortuitos, outros nem tanto, contribuíram decisivamente ao nosso favor. Obviamente que o talento do treinador e de alguns guerreiros também ajudaram, mas cá pra nós, nossos jogos com Palmeiras e SP caíram do céu, não?
Outro fator que considero fundamental reiterar, apesar de vários aqui terem postado o mesmo: o sucesso e a excelência advém de muito, muito treinamento. Assisti à palestra do Bernardinho (que a propósito trabalha com o Parreira nesse projeto de palestras), e ele batia sempre na mesma tecla – treinar exaustivamente os fundamentos e cobrar sempre. Tá ganhando de 15 a zero, dois sets de vantagem? Não importa. Fez uma jogada errada, toma bronca.
Não tem estrutura para treinar? Treina no estacionamento do hotel. Enfim, assim se monta um time vitorioso.
comentou em 21/06/2011, às 22:32
Rafael sobis fala serio da oprtunidade ao Daniel C. bota o garoto pra jogar pelo menos um tempo .
comentou em 22/06/2011, às 2:16
Meu Deus, tricolor desmerecendo a própria conquista é o cúmulo da falta de amor.
E daí que São Paulo e Palmeiras jogaram á meia boca contra o Flu ? O Palmeiras jogou com o Cruzeiro também. E foi mandrake com eles também. E o Corinthians jogou com o Vasco. Que entregou o jogo pra eles, 20 minutos do primeiro tempo já tava 3-0 pros paulistas com um frangaço do Prasspalhão.
E as atuações do Ceni e o Deola na arena barueri, você lembra por um acaso ?
Ah dá um tempo.
comentou em 22/06/2011, às 4:10
Estephan
Emerson foi uma boa contratação porque nos ajudou mais a conquistar o título do que muitos outros que você citou. Se você vai reclamar das contusões vamos ter que falar da falta de estruturas, e aí vai chamuscar na direção atual também. Se o Emerson estivesse de migué o Muricy seria o primeiro a mandar ele pastar. Mas concordo com o Maicon e o Alan. Ocorre que a diretoria quis vender. É culpa da Unimed ? O caso do Alan, embora a diretoria tenha mentido que se esforçaria para mantê-lo, o jogador no fundo parecia seduzido pelasorópa. Mas tenho quase certeza de que com Alan e Maicon, e Muricy, o Flu seria tri também. Mas apenas com o Rodriguinho, não.
Washington veio como medalhão porque se você aplicar as contas do custo/beneficio que aplicou ao Emerson, Washington como reserva não compensou também, então. Além do mais uma das grandes reclamações aqui contra os chamados medalhões é o que dizem ser o “perfil” deles, sempre jogadores em fim de contrato, velhos, semi-aposentados, etc. Washington se encaixa á perfeição nesta descrição. E os 15 jogos sem marcar foram um fardo pesado de se carregar, quase custaram o título. Me desculpe mas artilheiro que fica 15 jogos sem fazer gol num time que está disputando título de um torneio forte ou é uma piada ou então não merece o dinheiro gasto. Agora é fácil exaltar os 15 gols que ele fez no começo porque o tri já tá na mão. Se fosse um poste no seu talvez fizesse pelo menos uns 8 gols… Nada mal.
Quanto aos enganadores, posso até concordar em parte mas discordo da lista, porque nela existe alguns jogadores realmente bons e outros que pararam de produzir por razões á parte do futebol. Se a mídia os mantem num patamar falso, problema dos idiotas que acreditam. Mas não desmereça as pessoas. Todo mundo sabe o que é jogar bem e o que não é. Basta vestir a camisa do teu clube e começar a não ganhar. Quer um enganador que a mídia endeusa inexplicavelmente, no meu entender ? Lucas, do Liverpool. Horroroso pra mim. Errra muitos passes, e numa região do campo em que não pode se dar a este luxo, e comete muitas faltas. Absolutamente improdutivo, pra mim.
Realmente ninguém ganha mais só com o nome ou a camisa. Mas se não há comprometimento por parte do jogador, a culpa é do clube, não dele. Jogador precisa ser controlado, quem vive os bastidores do futebol sabe que se eles sentirem frouxidão dos superiores, montam e tão se lixando. O Emerson ficava pianinho com o Muricy. Já com o Enderson…
comentou em 22/06/2011, às 10:33
Fabricio, antes que pareça que to defendendo a atual direção, quero dizer que não tenho nada haver c/ a flusócio, exceto pelo fato que frequento esse espaço desde 2008.
Inclusive já tive inumeros comentários censurados… mas não vem ao caso agora.
Concordo c/ grande parte do que vc escreveu agora, mas a parte que discordo é exatamente o foco da nossa discussão, qdo vc diz:
“Se o Emerson estivesse de migué o Muricy seria o primeiro a mandar ele pastar. Mas concordo com o Maicon e o Alan. Ocorre que a diretoria quis vender. É culpa da Unimed ?”
Exatamente essa parte é o que estamos discutindo, pois apesar de parecer que a Unimed não tem nada haver c/ as vendas, ela tem TOTALMENTE haver com as vendas. Pois para pagarmos 20% dos salários de jogadores escolhidos pela Unimed como Deco, Fred, Cavaliere e Conca, 50% de jogadorees como Diguinho e por aí vai, o flu acaba gastando por mês 500, 600 mil R$ com jogadores que não necessariamente ele queria, mas que foram impostos ao clube. E o pior é a maneira que se faz estas negociações onde pegamos 20% do passe do Wallace (nossa revelação da lateral direita que ta na sub-17) por exemplo e trocamos pela liberação de um cara como Deco, que qualquer análise de scout mostraria que estava na decadencia, o clube passa a não ter mais o poder de barganha do jogador. Pois qdo uma traffic da vida quiser vende-lo a gnt só tem 20, 30% do passe e nos resta ver qto tem a receber. A gnt nem chega a negociar mal, pois nosso negócio passa a ser receber o que nos deve, que sempre é micharia já que vendemos o cara antes msm de estrear pelo profissional.
EntÃo, realmente a Unimed não teve nada haver diretamente c/ a venda, mas tudo haver indiretamente, pois bem ou mal, por querer ou sem querer, não sei, forçou essa situação a acontecer.
ps: Antigamente eu tentava ser psicólogo do cara tb, achava que o problema era do clube, da família, de qualquer um que não deixava o jogador em plenas condições de jogar seu futebol. Mas essa minha opnião mudou bastante nos ultimos tempos quando comecei a ver times como o barcelona. Os caras NEM CONCENTRAM em dia de jogo e qdo o placar ta 6×0 contra um Almeria da vida eles continuam atacando, correndo, dando carrinho nas bolas, enfim, o cara se considera atleta de alto desempenho e faz por onde pra manter isso. Muito diferente da mentalidade de nossos jogadores, talvez por essa falta de profissionalismo evidente dos brasileiros que nós não tenhamos chegado a sequer uma semi-final nas ultimas 2 copas do mundo.
Na minha opnião, atleta que quer ter alto desempenho tem que se cuidar em qualquer esporte, nem Usain Bolt, Elena Isimbaieva, Michael Phelps, Roger Federer ganham qdo se dedicam menos, isso pode ser visto em seus resultados mais recentes, os caras são os maiores de seus esportes em todos os tempos e msm assim tem perdido mundiais e provas recentemente pq entendo que o cara canse de treinamentos e etc qdo chega no topo. Pra mim esse é o caso infelizmente de 90% dos joadores brasileiros, o que me emputece é qdo 99% do meu time tem jogadores desse tipo…rs
ST
Só pra registrar, tive um sonho doido essa noite que o flu perdia de 3×0 e o Abel caía… Mas o jogo era Flu x Inter no engenhão msm, algm sabe qdo é esse jogo???
comentou em 23/06/2011, às 21:13
Estephan, essa de quotas de salário que cabe a cada um, clube/Unimed, ainda é coisa nebulosa. Fala-se muito mas levianamente, não conheço os números oficiais, e não acredito no que dizem determinadas pessoas(não a vc que me refiro). O que sei é que pelo perfil da dívida este quinhão a que vc se refere é fichinha, o quinhão grave é o das dívidas trabalhistas que, na sua maioria vêm de longa data e a culpa, aí, é inteiramente das diretorias anteriores. Como já disse, lógico que a Unimed errou e também defendo uma rediscussão do modelo. Mas ruptura como solução dos problemas como alguns dizem aqui, não, porque não é a solução coisa nenhuma, quem defende isso sem apresentar soluções alternativas e nem deixando claro que preço em resultados do time de futebol teremos de pagar, mas defende apenas como palavra de ordem, é irresponsavel e inconsequente, e questiono o amor dessa pessoa pelo clube. Mas mesmo assim, além da Unimed pagar os salários de muitos outros além dos chamados medalhoes, e isso poucos mencionam, é preferível gastar dinheiro com determinados medalhões do que em bondes como o Ciro que é contratação da diretoria, por exemplo. Aí é uma questão de gosto e de escolha do patamar que vc deseja pro teu clube. Eu desejo ele lá em cima, com nomes de prestígio e bem falados na mídia e que tenham já alguns serviços prestados. Deco, por exemplo, trouxe muita mídia e prestígio ao clube, quase nenhum outro no país seria capaz de contratá-lo. A gravidade dos seus problemas físicos eu desconhecia realmente, sabia apenas que se machucava muito(embora não tanto), mas tecnicamente é um jogador incontestavel e fora titular na ultima Copa por Portugal, sendo sacado apenas por birrinha do energúmeno do Queiroz. Não é pouca coisa.
Algumas contratações da Unimed podem trazer prejuízos mas, como já disse, este não é o montante grave da dívida, e ainda assim o clube também não fica isento de culpas, e ele também erra feio e gera graves prejuízos ao clube em contratações quando a responsabilidade por estas é apenas sua, sem a interferencia da Unimed. Então as vezes, como é o momento atual e por isso peço contratações urgentes, voce tem de optar pelo presente ao futuro. O Walllace era futuro, um medalhão é presente. Neste ponto entra novamente um erro das diretorias : tivessem feito as opções certas desde o começo do ano e ganho ao menos o Carioca ou chegado á final da Liberta, mesmo que a perdesse novamente, agora não seriam necessárias contratações. Sem algumas dessas opções o tri talvez não tivesse acontecido. Então eu repito : quem diz que a Umined é a razão de todos os males e querem a ruptura sumária agora que não festeje o tri. Que só ocorreu graças a Unimed.
No resto, a questão da seriedade é uma discussão que ultrapassa os limites da índole pessoal do jogador. Mexe com mentalidades locais e com a cultura distinta dos países. Por isso o Muricy disse que os argentinos se adaptam e não ficam choramingando saudade do seu país enquanto os brasileiros vivem causando problemas. Não dá para se comparar o Barcelona, que é inclusive a voz de uma nação, a Catalunha, com qualquer time do Brasil.
Abraço aí camarada.