Aula sobre licenciamento

Recomendamos a leitura do artigo publicado por Idel Halfen, atual Vice-Presidente de Marketing do Fluminense FC, em seu blog particular.

O texto descreve com clareza os desafios envolvidos nas negociações para licenciar determinada marca para uso em produtos de terceiros. Para conferir, clique aqui.

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Comentários

  1. Estephan

    comentou em 13/07/2011, às 11:17

    Tem gnt nos outros posts pedindo a contratação do Tevez.

    Pow gnt fala sério né….rsrsrs

    Algm em sã consciencia acha que o corinthians consegue contratá-lo??? O cara foi o ARTILHEIRO DO CAMPEONATO INGLES, JOGA NO CLUBE MAIS RICO DO MUNDO E INTERESSA AO SEGUNDO MAIS RICO QUE É O REAL MADRID.

    Pro corinthinas trazer ele só c/ apoio do BNDES, o que não é impossivel nessas loucuras do Brasil…rsrs

    Agora um cara como o Canete que está fechando com o SP, esse sim era muito possivel, mas o flu zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!

  2. José Maurício R. y Rodriguez

    comentou em 13/07/2011, às 11:20

    Já li e achei excelente. Uma aula bem didática sobre o assunto.

  3. André Moreira

    comentou em 13/07/2011, às 12:02

    O tempo vai passando, dia 20 é logo ali e nada de reforços.
    Por que o nome do Diego esfriou ?

  4. Jefferson Dutra

    comentou em 13/07/2011, às 12:05

    Preocupante é a notícia que o Sóbis é Bichado e o Fluminense sabe disso e faz cara de paisagem.

    http://www.netflu.com.br/n_noticias.php?notid=24044&titulo=RAFAEL+SOBIS+SOFRE+DE+UMA+TENDINITE+CRONICA+SEM+CURA

    O Lincoln parece que miou. Falta o Sóbis.

    Só nos resta torcer para que ele não venha.

  5. Leo Lemos

    comentou em 13/07/2011, às 12:16

    A teoria do Idel é ótima. Não poderia deixar de ser já que parte de um profissional renomado no mercado, mas cabe umas observações…

    “A exigência de uma distribuição abrangente também deve fazer parte da negociação, devendo constar no contrato cláusulas que garantam não apenas o fornecimento das informações de vendas por clientes, mas também uma quantidade mínima e discriminada de pontos de vendas que receberão os produtos.
    o no mercado.”
    >>>Esse trecho foi mesmo escrito por quem assinou a renovação com a Adidas e disse que o novo acordo melhorava a distribuição dos produtos do Fluminense???

    “Cobrar do licenciado um plano de divulgação dos produtos também faz parte do processo, visto que o clube por si só já cede a marca, então nada mais justo que o responsável pelo produto dedique uma verba para fins de comunicação, seja na exposição do produto ou em algum tipo de publicidade.”
    >>> Ou seja, na cabeça do nosso homem do MKT o Fluminense já faz muito em ceder a marca e não deve ajudar a divulgar os produtos licenciados. É isso mesmo? Mas, o clube não vai receber um percentual sobre as vendas dos produtos? Não é de seu interesse que a divulgação seja a mais ampla possível? Então por que não apoiar a divulgação dos produtos licenciados?

  6. Julio Camacho

    comentou em 13/07/2011, às 12:21

    TEXTO SIMPLES E BOM.

    Mas, por falar em MKT, não poderíamos ter algumas boas ações um pouco mais ousadas e criativas ?

  7. Rômulo Gonçalves_Imperatriz_MA

    comentou em 13/07/2011, às 12:24

    Notícia do Globo: “Depois de desistir do Kléber, flamengo busca André”.

    “Desistir”?? Ontem na entrevista, o Kléber mandou um “a chance de ir para o flamengo é ZERO”.

    “Desistir”?? Nada como uma imprensa “amiga”…

  8. Danilo Heringer

    comentou em 13/07/2011, às 13:42

    c o fluminense fc conseguir mesmo o CT o projeto do museu do fluminense e modernização de laranjeiras ficaria bem + facil com essas leis de incentivo e tbm poderiamos aproveitar o estadio por ser o primeiro da seleção brasileira de futebol ,com isso poderia ate ter ajuda da CBF + realmente axo dificil ricardo teixeira nos ajudar

  9. Ricardo Pedroza

    comentou em 13/07/2011, às 14:11

    Parece piada, o Conca ficou 5 anos e o marketing não conseguiu NADA ( aliais, um evento na Argentina e só).
    Com 3 dias na China o clube já fatura muito com o Conca.

    Deve ser para justificar a materia do globo.com
    http://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/noticia/2011/07/guangzhou-evergrande-ja-fatura-com-produtos-oficiais-de-conca-na-china.html

  10. Danilo Soares Félix

    comentou em 13/07/2011, às 14:43

    Replico aqui apenas para registro do texto, pois o blogspot é meio complicado para endereçar posts antigos.

    Com licença

    Muito se fala na questão de licenciamento, principalmente quando se trata de clubes de futebol, porém, pouco se procura saber sobre as particularidades inseridas nesse processo.
    Os clubes e proprietários das marcas, obviamente, desejam auferir o máximo de receitas através da cessão do direito de sua utilização, enquanto que as empresas interessadas na associação de seus produtos às marcas visam sempre uma maior lucratividade, e assim procuram enxugar seus custos, o que consequentemente implica numa negociação bem complicada no que tange à remuneração e royalties.
    Existem nesse processo inúmeras variáveis envolvidas, as quais serão detalhadas a seguir:

    A negociação do percentual de royalties a ser pago pela cessão de uma marca é um ponto de extrema importância, mas que só tem eficácia se o licenciado for organizado e, sobretudo correto.
    De nada adianta ter uma taxa de royalties alta, se as informações sobre as vendas forem incorretas ou se ocorre algum tipo de sonegação.
    Para minimizar os efeitos dessas eventuais falhas é importante que seja negociado uma garantia mínima de recebimento, de forma a preservar um nível razoável de receita, além dos royalties.

    Outro erro comum cometido pelos clubes é o de não exigir um alto padrão de qualidade nesses produtos, isso se aplica não só a durabilidade e eficácia do produto como também à parte estética do mesmo.
    A exigência de uma distribuição abrangente também deve fazer parte da negociação, devendo constar no contrato cláusulas que garantam não apenas o fornecimento das informações de vendas por clientes, mas também uma quantidade mínima e discriminada de pontos de vendas que receberão os produtos.
    É também de suma importância o conhecimento sobre o preço que será praticado – incluindo impostos e taxas – tanto da venda ao varejista quanto ao consumidor final, de forma que seja possível ao menos estimar como o produto será posicionado no mercado.
    Não é de forma nenhuma aceitável que o produto tenha um preço muito baixo, pois não é interessante ter a marca de um clube associada a produtos de baixo valor.
    Por outro lado, um preço muito elevado para um produto sem um apelo considerável, pode incentivar práticas de informalidade e pirataria.
    Cobrar do licenciado um plano de divulgação dos produtos também faz parte do processo, visto que o clube por si só já cede a marca, então nada mais justo que o responsável pelo produto dedique uma verba para fins de comunicação, seja na exposição do produto ou em algum tipo de publicidade.

    Por fim, outro ponto a ser incluído na negociação diz respeito ao tipo de intervenção que o licenciado pode executar em relação à pirataria, porém nesse caso, é mandatório que o clube esteja disposto a levar adiante e chegar às últimas conseqüências para coibir essa prática.

    Em resumo, a administração do licenciamento por parte dos clubes deve ser semelhante à de um gerente de produtos, que deverá exigir produtos voltados ao público-alvo que consome a marca do clube, com qualidade compatível e correta, distribuição adequada, precificação justa, divulgação eficaz e controle das vendas, produção e margem através de relatórios gerenciais.

  11. Bruno Demarco

    comentou em 13/07/2011, às 14:48

    Sinceramente, estranha essa informação que o Fred está sendo vendido para o futebol do Qatar. Aliás muito estranha. Seria uma burrice por parte dele.

    Qual jogador que, com chance de disputar uma copa do mundo(no Brasil) e ser titular, iria para o Qatar, diz pra mim!

    Não estou dizendo que é mentira do Ricardo (no post anterior), mas eu ficaria satisfeito se eu pudesse cobrá-lo futuramente sabendo o seu nome e sobrenome.

  12. Flavio Chammas

    comentou em 13/07/2011, às 18:12

    Senhores
    um off para repercutir;
    O Fred se for para a Arabia vai fazer a mesma besteira que o TNeves , quando largou o FLu para se esconder num time de 2ªlinha.
    Se o Fred voltar cotado da copa America, ganhando o que ganha, fica aqui até 2014 e na “ponta dos cascos”.
    Mineiro, solteiro, com grana, quando vem para o Rio, morar perto da praia, com o mulherio dando sopa, só vai embora se for muito, mas muito burro.

  13. Daniel HP

    comentou em 13/07/2011, às 18:39

    O post do Idel está correto, mas fala o óbvio para quem conhece o mínimo do assunto.

    Só não se entende porque a administração do Novo Fluminense não dá prioridade ao licenciamento de novos produtos.

    O mínimo que poderíamos fazer desde já seria concentrar em nosso site todos os produtos licenciados até hoje (se não a venda, pelo menos a informação de que eles existem).

    Isso para dizer o mínimo.

    Saudações Tricolores,

    Daniel HP

  14. Marcos

    comentou em 14/07/2011, às 10:01

    Esse texto é fraco.
    ´Somente se preocupar em cobrar garantia mínima por não ter capacidade de controle sobre os licenciados é assumir a incompetência. Coisa que o Horcades já fazia.
    “Cobrar do licenciado um plano de divulgação dos produtos também faz parte do processo, visto que o clube por si só já cede a marca, então nada mais justo que o responsável pelo produto dedique uma verba para fins de comunicação, seja na exposição do produto ou em algum tipo de publicidade. ”

    Ou seja o clube já faz muito em ceder a marca.Uma piada.
    No caso do Fluminense então, o clube não faz nada pois pra piorar não tem nem lojas próprias que seriam o primeiro ponto de distrubuição dos produtos licenciados…